História Percy Jackson E A Guerra Titã - Capítulo 2


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Arco 1: Explicações e conhecendo o acampamento


Perseus e Quiron caminhavam pelo acampamento em direção a Casa Grande, nenhum dos dois disse uma única palavra, Perseus pensava em tudo o que aconteceu e tentava se lembrar de alguma coisa que não seja sobre os Deuses Gregos e Romanos, sobre como usar todo tipo de armas ou como usar seus poderes, Quiron pensava em como esse garoto com um cheiro tão forte ainda estava vivo. Ao chegarem na Casa Grande, Quiron fica em pé, enquanto o semideus senta nos degraus de entrada.

 

- Você conhece os Deuses? - pergunta Quiron.

 

- Sim, Júpiter... - dizia Perseus.

 

- Os Deuses Gregos. - diz Quiron.

 

- Sim, Zeus, Poseidon, Hades, Hestia, Hera, Athena, Artemis, Apolo, Hermes, Dionísio, Demeter, Afrodite, Hefesto, Ares, Febos, Deimos, Hecate, Nêmeses, Nice, Tritão, Rhodes, Íris, Perséfone... - dizia Perseus.

 

- Ok, já entende. - diz o Centauro sorrindo. - Bem, eles, diferente do que os mortais acham, existem e você é filho de um deles. - anuncia.

 

Perseus olha para Quiron com um olhar que dizia "Sério? Eu não sábia.", ele depois olha para o chão pensando em tudo que aconteceu até agora, ele não desconfiava das palavras do velho Centauro, parecia que ele já sábia disso, mas era isso que o frustrava, ele saber das coisas mais não saber como sábia, sim, isso tudo era muito confuso.

 

- Ok, disso, por algum motivo, que eu não lembro, eu já sabia, más não foi por isso que eu segui o senhor até aqui. - diz Perseus fazendo Quiron lhe olhar surpreso e confuso.

 

- Então, por que me seguiu? - pergunta Quiron.

 

- O senhor pode me ajudar com minha memória, eu meio que não lembro de muita coisa, na verdade quase nada. - responde Perseus com raiva de si mesmo por ter que precisar de ajuda.

 

- Do que você se lembrar? - pergunta o Centauro.

 

- Dos Deuses Gregos e Romanos, de como usar todo tipo de armas, como usar meus poderes e meu nome. - responde Perseus.

 

Quiron olha para o garoto pensando em uma forma de trazer suas memórias, que ele esqueceu, de volta, se foi uma batida ele teria um machucado na cabeça ou algo parecido, mas, por ele se lembrar disso, com certeza foi algum Deus que lhe retirou as outras memórias.

 

- Me desculpe, más, pelo que vejo, foi um Deus que lhe retirou as outras memórias e apenas esse Deus pode trazer elas de volta. - diz Quiron.

 

- Legal, que maravilha. - murmura Perseus.

 

- Bem, Perseus... - dizia Quiron.

 

- Me chame de Percy ou Pers para breve. - diz Percy.

 

- Pois bem, Percy, irei chamar uma semideusa que irá lhe mostrar o acampamento. - diz Quiron antes de ir chamar a semideusa.

 

Percy continua sentado observando o Céu, isso o acalmava, assim como ir ao cemitério ou ficar perto da água ou lendo, logo ele volta a pensar em tudo o que aconteceu e isso não lhe agradava, afinal não gostava de pensar no que aconteceu e sim no que vai acontecer.

 

Percy olha para o lado vendo Quiron se aproximar com duas garotas. A que tinha, ao seu ver, a mesma idade que ele tem, aproximadamente, 12 anos, cabelos loiros ondulados nas pontas, olhos cinza tempestade, 1,50 de altura, pele branca como leite, corpo bastante atraente, ela usava a mesma camisa que os outros campistas que marcava bem seu corpo, uma bermuda jeans azul um palmo acima do joelho que marcava bem suas coxas e um all-star de cano média cinza.

 

A mais velha tem cabelos pretos arrepiados na altura dos ombros, olhos azul elétrico, 1,65 de altura, pele branca como leite, 16 anos aparentemente, corpo bastante atraente, ela usava uma camisa preta escrita "Morte a Barbie" com a estampa de uma Barbie que tem a cabeça atravessada por uma flecha, um casaco de couro preto com detalhes em tachinha, uma calça jeans rasgada nós joelhos e um coturno preto, em seu braço esquerdo havia um bracelete de bronze.

 

- Meninas, esse daqui é Perseus Aquiles Héracles Rômulo Augusto Jackson. - diz Quiron fazendo as meninas olharem para Percy perguntando silenciosamente por que um nome tão grande. - Percy, a loira é Annabeth Chase, filha de Athena, a morena é Thalia Grace, filha de Zeus. - apresenta.

 

- Prazer, Sra. Chase e Sra. Grace. - diz Percy.

 

- Não precisa ser tão formal, apenas nos chame pelo nosso nome, Perseus. - diz Annabeth.

 

- Pode me chamar de Percy ou Pers para breve. - diz Percy.

 

- Venha, Percy, iremos lhe mostrar os chalés. - dizia Annabeth até arregalar os olhos ao olhar em cima da cabeça de Percy, assim como todos os semideuses que estavam passando por perto.

 

- Salve, Perseus Aquiles Héracles Rômulo Augusto Jackson, filho de Zeus, Rei dos Deuses, Deus do Céu, dos Raios e da Tempestade. - diz Quiron alto o suficiente para todo o acampamento ouvir.

 

- Acho que ganhei um irmãozinho. - diz Thalia chocada.

 

Depois de um bom tempo, Thalia e Annabeth o levam para conhecer o acampamento, más primeiro ele viu os chalés.

 

Chalé 1 (Zeus): O Chalé parece uma caixa de mármore branco, com pesadas colunas brancas na frente. Este chalé é o maior e mais volumoso de todos os outros. Tem portas de bronze polido que brilham como um holograma, e relâmpagos para baixo deles. O teto em forma de cúpula é decorado com mosaicos de um céu nublado e trovão parafusos em movimento. Também brada o tempo todo. Não há móveis lá em tudo. Ele é descrito como parecendo um banco. O Chalé tem alcovas com estátuas águia de ouro e uma estátua de Zeus intimidante no meio que parece lhe vigiar e lhe seguir com os olhos.

 

Chalé 2 (Hera): O Chalé é feito de mármore, e tem o formato de uma caixa. O Chalé é mais elegante do que o Chalé de Zeus, com colunas brancas mais magras, guirlandas com romãs e flores. As paredes são esculpidas com imagens de seu símbolo, os pavões. Ele está congelando com o frio com uma enorme estátua de Hera com uma fogueira a seus pés, mas sem camas.

 

Chalé 3 (Poseidon): O Chalé é baixo, longo e sólido, com todas as janelas de frente para o mar. As paredes exteriores são de pedra cinzenta áspera com pedaços de conchas e coral e parecido com o fundo do oceano. No interior há seis beliches vazios e as paredes brilham como abalone. 

 

Chalé 4 (Demeter): O chalé é feito de um mármore escuro e amarronzado, possui tomateiros nas paredes e uma cobertura feita de grama de verdade. Árvores das mais variadas frutas circundam o chalé, seu galhos entram pelas janelas quase sempre abertas.

 

Chalé 5 (Ares): O chalé é de um vermelho-vivo mal pintado, tem seu telhado forrado de arame farpado, com uma cabeça de javali empalhada acima da porta central. Espadas e facões foram entalhados no mármore escuro e decoram as paredes do lugar. Quase sempre pode se ouvir rock de dentro do chalé.

 

Chalé 6 (Athena): O chalé tem um mármore pálido e branco, ornado com grossas colunas torcidas em tranças e vários galhos da enorme oliveira que fica a oeste do lugar. Tem um brilho fraco durante qualquer período do dia, e suas paredes interiores são atravancadas de livros. Tem uma coruja entalhada na frente, com olhos de ônix.

 

Chalé 7 (Apolo): O chalé parece é de ouro sólido, e brilha tão fortemente durante o dia que chega a doer os olhos. As paredes foram talhadas com milhares de notas musicais, sobressaindo-se a clave de sol.

 

Chalé 8 (Artemis): Chalé honorário, utilizado pelas caçadoras quando estão no acampamento enquanto Ártemis faz caçadas perigosas. Possui um fulgor prateado durante a noite. Imagens de animais e lanças enfeitam as paredes.

 

Chalé 9 (Hefesto): O chalé é negro, com chaminés no telhado. É frequente o barulho de ferro contra pedra lá dentro.

 

Chalé 10 (Afrodite): O chalé é rosa pastel, com cristais pendendo das janelas. Há vários canteiros de rosas - sem espinhos - das mais variadas cores por perto, e estas aninham-se nas paredes. Um perfume suave e adocicado está por toda a parte.

 

Chalé 11 (Hermes): Um chalé de acampamento normal, velho, com a pintura descascando e um caduceu acima da porta. É o mais lotado, pois além dos filhos de Hermes, lá também dormem meio-sangues indeterminados.

 

Chalé 12 (Dionísio): Apesar de meio vazio, o chalé é festeiro. O chalé cor de vinho, escuro, com desenhos de parreiras por toda a parte. Teria estas ao seu redor também, se não fosse a proibição de Zeus para com Dionísio.

 

Depois foi mostrado a parede de lava, uma parede de escalada, é dito que ela derrama lava para fora para um "desafio extra ". Se o campista não chegar ao topo rapidamente ao fim, suas roupas são embebidas com lava.

 

A enfermaria local onde todos os semideuses feridos são tratados, normalmente por filhos de Apolo que possuem o dom da medicina, sempre está com mais feridos depois da caça a bandeira, toda sexta-feira.

 

O estabulo lugar onde eles armazenam o Pégaso (e cavalos).

 

O arsenal é o lugar onde os campistas pegam suas armas. Ele tem um galpão grande de metal do lado da cabine de Atena. Tem uma grande coleção de espadas, lanças, escudos e até armas de fogo. Cada campista escolhe sua própria arma, mas os filhos de Hefesto fabricam as suas próprias. O arsenal é tão confuso quanto a forja do acampamento.

 

A forja tem colunas de mármore branco que revestem as paredes manchadas de fuligem. Chaminés com a fumaça ao longo de um telhado de duas águas com esculturas de deuses e monstros. Ela está localizado à beira de um riacho, com rodas d'água girando como a engrenagem de bronze. Sempre, campistas ouvem maquinaria de trabalho, e ao som de martelos contra metal. No interior são mesas cheias de projetos e de armas, e havia também um mapa grande do acampamento, usado para planejar armadilhas para pegar o dragão de bronze. Os filhos de Hefesto estão, muitas vezes ou sempre, trabalhando na forja.

 

O pavilhão de jantar é o local onde os campistas comem lanche, almoço e jantar. A comida servida é uma dieta principal de uvas, queijo, pão, e extra magra, o campista pode beber o que quiser. Cada chalé tem as suas próprias mesas e campistas não estão autorizados a sentar em uma mesa que não é a de seu chalé. As mesas são cobertas com uma toalha de mesa branca de franjas com roxo. No centro do pavilhão é a fogueira. É acesa durante os jantares. No final de cada refeição, cada chalé se revezam subindo para o fogo e jogando uma parte de sua melhor comida como um oferta para os deuses. Hestia, deusa do lar e da lareira, recebe uma porção de cada oferta.

 

- Depois de nos arrumarmos um bom lugar em nosso Chalé para você, a gente vai pegar uma arma para você poder usar na caça bandeira hoje à noite. - diz Thalia.

 

- Não precisa, eu já tenho. - diz Percy.

 

- Que bom, mas quando conseguiu uma arma? - pergunta Annabeth.

 

- Não lembro, só lembro de como usa-las. - responde Percy.

 

- Elas? Você tem mais de uma arma? - pergunta Thalia.

 

- Sim. - responde Percy.

 

- Quais são? - pergunta Annabeth.

 

- Adagas e facas de caça em coldres dentro da minha mochila, o bracelete se transforma num escudo com a imagem da Medusa em Ouro, o colar em arco e aljavas, o anel em uma lança, a moeda em uma espada ou uma lança, o dardo, não me perguntem como sei, pois nem eu sei, em uma réplica do Raio-mestre de Zeus ou em uma espada com o punho de Ouro e a lâmina um raio de verdade. - responde Percy.

 

- Como você sabe que é uma réplica do Raio-mestre de Zeus? - perguntam Thalia e Annabeth parando em frente ao Chalé de Zeus.

 

- Eu não sei, eu acordei duas horas e meia atrás em uma clareira no meio do nada, eu só lembrava meu nome, como usar todo tipo de armas e meu poderes. - responde Percy. - Ao chegar a quase um Km de distância do acampamento fui atacado por monstros, aí quando eu joguei minha moeda para o alto ela se tornou uma espada, foi aí que eu lembrei o que o bracelete, o arco, o anel e o dardo são na verdade. - explica.

 

- Já falou com Quiron sobre isso? - pergunta Thalia entrando no Chalé juntamente com os outros dois.

 

- Sim, mas ele disse que, pelo o que ele via, foi um Deus que tirou minha memória e que só esse Deus pode devolve-la. - responde Percy.

 

- Ok. - diz Thalia. - Percy, você irá dormir neste canto aqui do meu lado. - completa.

 

- Hm, ok. - diz Percy incomodado com o olhar da estátua. - Por que ela parece nós vigiar e nós seguir com olhos? - pergunta.

 

- Não sei e é por isso que eu evito ficar aqui por muito tempo. - responde/diz Thalia.

 

- Você faz bem. - diz Percy. - Será que ele se importaria se eu explode-se a estátua? - pergunta.

 

- Não sei, más podemos testar para ver. - diz Thalia.

 

- Acho melhor não fazerem isso. - diz uma voz rouca.

 

Os três semideuses se viram para a porta vendo um homem musculoso de cabelos curtos pretos, uma barba um pouco grande preta, olhos azul elétrico, ele estava usando um terno com risca de giz. Os três olham para a estátua e depois olham para o homem, eles repetem isso várias vezes.

 

- Zeus? - pergunta Percy.

 

- Sim. - diz o homem agora identificado como Zeus.

 

- Há que devemos a sua honra, Lord Zeus? - pergunta Annabeth se curvando assim como os outros dois.

 

- Ouvi alguém dizer algo sobre explodir minha estátua. - diz Zeus olhando para Percy que se encolheu.

 

- Desculpe? - pergunta Percy não sabendo o que dizer.

 

- Ok, mas por que queria destrui-la? - pergunta Zeus.

 

- Ela é meio, como posso dizer, assustadora, além disso os olhos parecem nós seguir e nós vigiar, ou seja, nos deixa desconfortável. - responde Percy.

 

Zeus olha para seu filho por um bom tempo antes de sorrir e balançar a cabeça em descrença, ele suspira e olha para a filha de Athena que entende o recado e saí do Chalé indo para o seu. Logo, o Rei dos Deuses vai até seu filho e o abraça, Percy demora um pouco mais retribui o abraço, um tempo depois eles se separam e o Deus bagunça os cabelos do mais novo que faz uma careta.

 

- Que bom que você está bem, meu príncipe. - diz Zeus para Percy antes de se virar para Thalia e a abraçar. - Cuide bem do seu irmão, minha princesa. - sussurra fazendo Thalia arregalar os olhos antes de concordar. - Lembrem-se, eu amo vocês. - completa desaparecendo.

 

- Ok, isso foi estranho. - diz Thalia.

 

- Muito estranho. - diz Percy.

 

Antes que Thalia pudesse dizer mais alguma coisa, um raio caí na frente deles assustando os dois filhos de Zeus, que não esperavam por isso, depois que o raio foi embora, um bilhete estava onde o raio atingiu. Thalia pega o bilhete e lê em voz alta para Percy ouvir.

 

Meus filhos, esquece de lhes dizer uma coisa, quando pensarem na palavra vestir em grego, um raio cairá do Céu em vocês e, quando desaparecer, os dois estarão vestindo uma armadura com elmo, Percy suas armas são feitas de Adamantium com detalhes em Ouro, assim como os de Thalia, que eu modifiquei o metal enquanto a abraçava, as armaduras são do mesmo material das armas, elas tem uma capa vermelha e o penacho também é vermelho, além disso, a armadura se ajusta automaticamente ao seu corpo, espero que gostem do presente, com amor, Zeus. Ps: Thalia, quando olhar em sua mochila vai encontrar a mesma moeda, colar e dardo que Percy tem. Ps 2: Como Percy deve saber, o Adamantium é azul elétrico. - lê Thalia.

 

- Agora, definitivamente, esse foi o dia mais estranho da minha vida que eu me lembro. - murmura Percy.

 

- Concordo, olha que já tive vários dias estranhos na minha vida. - diz Thalia.

 

- Em que time estamos no Caça Bandeira? - pergunta Percy se sentando.

 

- No time vermelho junto com o Chalé de Athena, Apolo, Hefesto e Ares. - responde Thalia.

 

- Vamos usar as armaduras do acampamento ou as que ganhamos? - pergunta Percy procurando algo em sua mochila.

 

- As que ganhamos. - responde Thalia se virando para olha-lo. - O que está procurando, cabeça-de-vento? - pergunta.

 

- Cabeça-de-vento? De onde tirou isso? - pergunta Percy.

 

- Sei lá, más aí responde minha pergunta. - responde/diz Thalia.

 

- Meu Ipod. - responde Percy.

 

- Você é louco? Tecnologia atrai monstros. - diz Thalia.

 

- Quando eu fui ver o que tinha dentro dela tinha um bilhete dizendo que toda tecnologia dentro dela é aprova de monstros. - diz Percy dando de ombros.

 

Depois disso eles conversam banalidades até a hora do jogo.



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