História Percy Jackson o herói traído - Capítulo 25


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Categorias Eragon, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Percy Jackson
Visualizações 100
Palavras 1.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTE, GOSTARIA SE PEDIR DESCULPA PELA DEMORA, TAMBÉM GOSTARIA DE PEDIR DESCULPAS PELO CAPITULO SER MUITO PEQUENO, PORÉM EU ANDEI UM POUCO OCUPADO .... MAS VOLTEIIII

Capítulo 25 - Pequena viagem e suas turbulências


Anteriormente

-- Bem – comecei interrompendo Poseidon que apenas me olhou – amanhã estarei partindo para uma missão para falar com meus aliados, e levarei comigo dois semideuses da escolha de Poseidon, os escolhidos me esperem amanhã em frente ao acampamento as 6:00, agradeço pela atenção e agora irei dormir – dizendo isso me teleportei para minha casa e apenas me joguei em minha cama, dormindo imediatamente.

Continua...

Agora

Percy

Acordei as 5:30 da manhã e fui tomar um banho, após alguns minutos, me vesti, pus minhas roupas pretas, chequei minha armadura, minhas espada, minhas facas de caça e meu escudo, quando eu fui sair de casa meu pequeno dragão Bhalafar desceu bem na minha frente e me perguntou:

“—Para onde vamos chefe? Estou com saudades de nossas viagens”

-- Meu pequeno, você não vai poder ir dessa vez, é uma missão com outros semideuses – vendo sua expressão triste, e sentindo os seus sentimentos eu fui obrigado a prometer – porém eu prometo que viajarei com você na próxima vez e que lutaremos lado a lado contra tártaro.

Dizendo isso acariciei sua cabeça, fazendo ele sorrir, se é que um dragão pode sorrir, ele sorriu, então me teleportei para o acampamento e esperei os semideuses irem a meu encontro. Não demorou muito e os semideuses foram até mim, a escolha de meu querido pai (notem o sarcasmo), foi ninguém mais ninguém menos que Fernanda filha de Deméter e Annabeth filha de Atena, me aproximei aos poucos me escondendo pelas sombras apenas para escutar o que as duas garotas falavam, quando cheguei bem perto pude perceber que era uma pequena curiosidade sobre o que elas estariam fazendo ali, então notei que meu querido e amado pai Poseidon (notem o sarcasmo mais uma vez) não avisou o que elas estariam fazendo ali apenas ordenou que elas estivessem ali as 6:00 AM. Quando eu surgi das sombras, ambas semideuses se assustaram e sacaram suas espadas/faca, quando viram que era eu relaxaram mas mesmo assim Annabeth não largou sua espada feita de osso de Dracon, presente de um dos filhos de Gaia em nossa pequena visita ao Tártaro, olhei para as duas semideusas em minha frente, e pude ver o nervosismo delas. Eu não estava diferente das duas garotas, eu estava nervoso, bem na minha frente estava minha ex namorada e também minha última transa.

-- É muito bom ver que vocês não se atrasaram – falei tentando disfarçar um pouco o nervosismo que eu estava sentindo – nós temos pela frente uma grande e difícil jornada, percorri ela sozinha à pouco tempo atrás, porém, agora com grandes ameaças de uma nova guerra eu gostaria de ter algum reforço.

-- Para onde iremos? – Perguntou Annabeth um pouco nervosa.

-- Nós iremos para dois locais – falei fazendo um pequeno suspense porquê eu sabia que a Annabeth odiava um suspense – vamos a Asgard e ao vale dos cavalheiros, a viagem deve ser tranquila, mas, tudo pode acontecer.

Após mais alguns minutos de espera, avistei Argos vindo em nossa direção, enquanto piscavam suas centenas de olhos espalhadas pelo seu corpo, antes de chegar até nós, Argos desviou em uma pequena estradinha que ia para o lado do acampamento, não demorou cinco minutos, Argos aparece lá em baixo dentro de uma van e buzinando para à gente. Adentrei na van, juntamente com as semideusas e falei para Argos nos deixar no porto de Nova York (mesmo podendo me teletransportar, iria me cansar demais), que lá meu pai proporcionaria um navio para a nossa viagem, após mais ou menos uma hora e vinte minutos, chegamos ao porto e lá estava um navio cruzeiro de dois andares, acho que meu pai exagerou um pouquinho, porém, não vamos reclamar né, o navio era um luxo só, quando adentrei o enorme navio, senti minha ligação com o mar mais forte, senti-me que ali eu era invencível, a energia que continha quando eu entrava em contato com a água do mar, é maior que qualquer energia que eu já tenha sentido. Indo mais adiante no navio avistei alguns servos de meu pai, meu pai Poseidon deve ter enviado alguns de seus servos para me servir durante a viagem, pelo o mar a viagem duraria em torno de 5 dias, até chegarmos às terras da antiga cidade dos nórdicos, onde seus sucessores modernos vivem. Partimos imediatamente após as duas meninas embarcarem no pequeno navio de cruzeiro, após uns cinco minutos de termos navegador mar a dentro o capitão do navio se direcionou a mim.

-- Olá meu senhor – cumprimentou ele com uma leve reverência – meu nome é Lucius e estou aqui para lhe servir durante nossa viagem.

-- Obrigado Lucius – falei respeitosamente com o servo de meu pai – é uma honra viajar ao lado do rei dos marinheiros.

Logo após fui em direção ao quarto que eu escolhi no navio cruzeiro, ao chegar lá me surpreendi ao ver um quarto de uma mansão, com tudo o que tem de bom e de melhor, me deitei na cama com colchões de pena de pavão, podia sentir cada parte de um animal, pelo poder que minha mãe Artemis deu ao me adotar, após deitar-me, joguei um pouco de PS4 que tinha ali no quarto e resolvi dormir.

Acordei com um balanço irritante na lateral do navio, agachei-me e coloquei minha mão no solo do navio, concentrei-me por alguns segundos e pude sentir, uma fera de mais ou menos uns 100 metros de comprimento, peguei minha espada e corri para a área de lazer, o lugar mais alto e mais perto para se saltar no mar, correndo a toda minha velocidade, eu corri e saltei de uma distância de mais ou menos uns dez metros e meio de altura, quando eu caí em direção a água a criatura subiu com sua boca aberta pronta pra me devorar, nesse exato momento controlei a água para fazer um pequeno esguicho e me fazer subir um pouco mais, quando eu já estava a uns trinta pés de onde ele estava, parei para admirar a criatura. A criatura tinha o corpo de uma serpente, mas, sua cabeça era de dragão, ao redor do seu corpo tinha muitas asas caindo, o que dava a criatura não o poder de voar, mas sim de saltar uma distância muito grande e esmagar os navios com seu corpo, nosso navio só não afundou graças a Poseidon, já que o navio era sobre sua responsabilidade é sua proteção. Puxei em minhas memórias sobre todos os livros que eu tinha lido e pesquisado sobre as criaturas bíblicas e mitológicas de toda a história, depois de alguns segundos refletindo, meu corpo estremeceu e todos os pelos de meu corpo ficaram arrepiados, aquela criatura ali, com toda uma postura de rei, era ninguém mais ninguém menos que o leviatã, a criatura mais poderosa e feroz do mundo marítimo, muitas vezes citada na Bíblia Sagrada como um demônio muito poderoso que se oponha ao povo de Deus.

Continua....


Notas Finais


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