História Perdição (imagine V) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Exibições 216
Palavras 1.985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ayo, como vão?
Aqui estou eu com mais uma fic.
Ate la em baixo.

Capítulo 1 - Perdição


Ele me escondia algo, eu sei, sinto no fundo da minha alma. Nunca fiquei tão dividida quanto a alguém, não sabia dizer se ele era perigoso ou se era seguro, se era confiável para que eu lhe conta-se os meus mais íntimos segredos, mas mesmo assim, mesmo com todos os sinais que indicavam sempre que ele era totalmente perigoso, que ele não era confiável e que me levaria para o caminho errado, mesmo com tudo isso, eu o deixei se aproximar de mim.
          Eu olhava atentamente a pintura pendurada na parede da minha sala, mergulhada em vários pensamentos. Não era uma legítima, mas com meu salário jamais poderia ter um original. Eu amava arte, e pinturas eram minha paixão, sempre que podia eu pintava algo, e quando não podia, eu as apreciava no museu onde trabalhava como gerente. Suspirei. Não tinha tempo pra ficar so olhando a pintura, por mais que quisesse, então voltei ao trabalho.
          - Senhora? - levantei a cabeça dos papeis que lia - me desculpe estar atrapalhando seu trabalho, mas temos um probleminha -suspirei me levantando.
          Segui o senhor, passando pela galeria de pinturas ate chegar a ultima pintura. O senhor me relatou que uma criança havia se perdido, e que acidentalmente havia sujado uma das pinturas. Olhei a sujeirinha que ele havia feito, não era grande coisa, mas considerando a pintura, era um grande prejuízo.
          - O que fazemos, senhora? - pensei um pouco antes de manda-lo chamar outros para que removessem a pintura e levassem a um especialista - sim, senhora - fez uma reverência - mas, e quanto a criança que fez isso? - pedi que somente me leva-se a ele.
          O senhor me disse onde a havia deixado, então somente segui para la. Vi um menino de aparentes dez anos sentado num banco, balançando os pés nervoso. Me aproximei. Ele me notou e, como se me conhece-se, correu em minha direção, abraçou minha cintura chorando e fungando. Passei a mão em seus cabelos, acariciando-lhe tentando acalmar. Ele olhou pra cima, assim que vi seu rosto, soube de quem se tratava. Suspirei sorrindo.
          - Seu irmão deve estar muito preocupado - falei calma lhe fazendo carinho - venha, vou ligar pra ele - segurei a mão do garoto e o levei ate minha sala. Liguei diversas vezes, mas não fui atendida.
          - O mano está no trabalho a essa hora - escutei o garoto comentar - não pede ir me deixar em casa? - pediu. Mordi o lábio, apesar de conhecer o irmão do garoto a muito tempo, nunca havia posado em sua casa. Sempre tive esse pressentimento de que não devia ir.
          - Muito bem- levantei me decidindo a ir duma vez - vamos.
          Botei o garoto no banco de trás do meu carro e dirigi em direção a casa dele. Durante o percurso, de vez em quando olhava ele pelo retrovisor, e sempre que o fitava, ele estava sorrindo de modo estranho. Isso. Era. Definitivamente. Arrepiante. E. Estranho.
          Chegamos em sua casa.
          - Chegamos, pode ir sozinho daqui? Ja estamos praticamente na porta - ele negou dizendo "não quero subir só, o mano vai brigar comigo, mas se eu estiver com você aposto que ele vai ate esquecer que me perdi na excursão". Algo muito estranho pra sair da boca de uma criança daquela idade, não acham?
          Resolvi não discutir. Subi com ele e entrei no apartamento. Nunca vi uma casa tão bela como aquela, ele tinha várias obras de arte, umas mais lindas que as outras, e umas ate mais sombrias. Admirei todas elas, fiquei tão perdida dentro de mim ao apreciar obras tão magníficas que não pude notar Ele se aproximar.
          - Parece que gostou delas, em? - arrepiei sentindo seu hálito quente em minha orelha, virei pra trás e me afastei por instinto - finalmente veio a minha casa - seu sorriso simples, porém devastador, despontava em seu lábios perfeitos.
          - N-não fale como se eu sempre recusa-se - seu sorriso aumentou um pouco mais por lado. Desviei o olhar rapidamente.
          - Mas é sempre assim - se aproximou mais - eu lhe convido, e você recusa, inventando uma desculpa - ele andava em minha direção, como se fosse um lobo prestes a pegar a presa - procurando sempre um pretexto, o que te deixa tão incomodada para recusar meus convites? - ele estava próximo, próximo demais.
          - B-bem... Eu trouxe seu irmão - procurei fugir do assunto, afinal nem eu sabia a resposta - onde ele foi...? - me afastei dele. Ouvi meu celular tocar, abri a bolça e o peguei. Era Hoseok, meu amigo de infância. Senti pegarem o celular de minha mão.
          - Olha só, quem diria - seu sorriso se abriu, e jurei ter visto uma pontada de prazer nele - vai perder mais uma vez, que triste - ele desligou o celular e jogou no sofá - agora estou sem vontade para brincar por mais tempo - ele me pegou no colo, eu nem pude reagir, ele foi rápido.
          - Tae... - ele enfiou as mãos por baixo do meu vestido e apertou minha bunda, minha razão voltou neste exato momento - Taehyung, me ponha no chão - tentei me soltar, mas seu aperto era firme. Quanto mais eu tentava me soltar, mais seu sorriso aumentava. Ele levou uma das mãos ao meu rosto, gesto que me fez ficar alerta e parar de me debater. Então ele puxou meu rosto em direção ao dele, e quando dei por mim, ele ja provava dos meus lábios.
          Não sei o que me aconteceu naquele momento, mas eu cedi. Seu lábios tinham um sabor indescritível, viciante ao ponto de me fazer retribuir de forma que me fez parecer desesperada por mais, para provar mais dele. E eu estava assim. Queria senti-lo de todas as formas possíveis.
          Tae me levou ao seu quarto e me colocou devagar em sua cama, levantou logo em seguida e saiu pela porta sen dizer nada, voltou segundos depois dizendo "agora estamos a sós". Veio em direção a cama onde eu estava, ele me olhava intenso e se despia enquanto vinha até mim. Ficou sobre mim e me deitou totalmente na cama.
          - Estou curioso para saber... - ficou entre minhas pernas - o quanto pode se perder em mim - seu olhar era luxurioso ao me fitar. Tae, que estava so de calça, começou a tirar meu vestido, me deixando so com minhas peças íntimas.
          Ele foi beijando meu corpo, me fazendo arrepiar com aqueles lábios lindos e desejosos. Se afastou um pouco e mandou que eu tira-se as minhas últimas peças pra ele. Eu somente obedeci. Fiquei totalmente nua pra ele. Tae me sentou de forma confortável e foi abrindo minhas pernas, não o impedi, deixei que me fizesse ficar totalmente exposta a ele. Ficou de joelho entre minhas pernas e voltou a me beijar, foi descendo os beijo, passando por meus seios, onde deu uma leve mordida em meu bico, ate que chegou em meu íntimo. Arfei sentindo sua respiração ali, arrepiei e gemi ao sentir sua língua ser passada ali em seguida.
          Tae brincava comigo. Usando sua língua para me provocar, a movia de forma pecaminosa em minha intimidade, me fazia ir a loucura ao chupar minha "válvula do prazer", me fazendo gemer de forma tão errada, mas tão gostosa. Apertou minhas coxas e tirou o rosto dali antes que eu pudesse ter meu tão aguardado orgasmo.
          - Tae... - ele sorriu ao ouvir minha voz manhosa. Tirou sua calça, assim pude ver finalmente seu membro, era grande e estava bem rijo.
          - Diga, o que você quer - mordi o lábio. Abri minhas pernas pra ele.
          - Quero você, Tae - o sorriso de satisfação dele foi devastador.
          - É bom ouvir isso - se posicionou entre minhas pernas e me penetrou duma vez. Gemi alto. Certo que eu não era mais virgem, mas seu tamanho fez doer um pouco.
          Meu corpo balançava freneticamente com suas investidas nada gentis. Meus gemidos altos pareciam excitar ainda mais ele, tanto que toda vez que prendia algum gemido, ele me dava um tapa na coxa ou na minha bunda. Eu adorava a forma bruta com a qual ele me fodia. E era isso que estávamos fazendo, foder, não havia sentimentos além dos carnais ali.
          Saiu de dentro de mim, me colocou de quatro e voltou a me penetrar. Abraçou minha cintura, beijou meu ombro enquanto investia devagar, com calma. Taehyung eram maravilhoso, temia ficar viciada nele, se bem que, acho que ja estou. Ele voltou a me estocar forte, cortando minha linha de raciocínio. Ouvi sua voz rouca e grossa gemendo em meu ouvido, isso foi o estopim para meu orgasmo chegar. E que orgasmo. Foi o melhor que já tive. Tae me deu mais algumas investidas e se desmanchou dentro de mim. Gemi manhosa o sentindo me preencher.
          Saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado, me puxando para me aninhar em seu peito. Eu não tinha forças nem para pensar, então a única coisa que fiz ao me aconchegar a ele foi dormir.

          Eu estava sozinha quando acordei de manhã. Olhei ao meu redor, procurando por ele, mas não o vi, com certeza também não estava no banheiro. Suspirei. Me levantei devagar com certa dificuldade, meu quadril doía um pouco. Corei intensamente quando me lembrei quem e o como fez ele ficar assim. Grunhi dolorida quando me pia de pé. Mas também estou assim por que, depois daquela nossa primeira eu dormir e, quando acordei fizemos de novo. Isso foi errado, mas bom, era estranho por que eu sou uma pessoa muito sentimental, então eu não faria aquilo so por prazer. Peguei meu vestido e o coloquei, peguei meus saltos e meu blazer mas nao os coloquei. Sai pra sala a procura do meu celular, quando o olhei havia varia chamadas perdidas do Hoseok. Suspirei. O celular voltou a tocar, atendi.
          - Alô?
          - Você tá bem? Onde você tá? Sabe o quanto fiquei preocupado?
          - Calma, Hoseok - suspirei - estou bem, não precisa essa preocupação toda.
          - Como não? Por favor, me diz que você não ta na casa daquele cara - fiquei cala. Senti tirarem o celular da minha mão.
          - E se ela estiver? - fiquei rubra. Taehyung estava so de toalha.
          - O que você fez com ela? - estava no viva voz? Por isso ele escutou.
          - Nada que ela não tenha gostado - agarrou minha cintura, me prendeu a si - e tenha certeza, você devia ter ouvido os gemidos que ela deu - ia protestar, mas fiquei muda e arrepiada quando senti seus lábios em meu pescoço.
          - Desgraçado...
          - Isso já chega a ser vergonhoso, Hoseok - o olhei surpresa. Eles se conheciam? Pareciam - perdeu mais um pra mim - ele riu - se eu fosse você já tinha parado de tentar - olhou em meus olho. Seu sorriso ladino - ela é minha agora, a partir do momento em que me viu, e assinou sua própria sentença quando retribuiu meu beijo - ouvi Hoseok arfar, ia falar mais alguma coisa, mas Tae ja havia desligado - agora, quanto a você... - seu olhar se estreitou em minha direção.
          - E-eu tenho que ir, Tae - tentei me soltar.
          - Acho que não escutou bem - seu aperto aumentou - você é minha, ate eu dizer chega, e não vai acontecer tão cedo - tocou meu rosto - não vai mais falar com Hoseok, entendeu? - assenti - boa menina - me beijou calmo - agora preciso te ensinar uma lição, não lembro de ter deixado você sair do quarto - me olhou intenso - vou te foder - estremeci.
          Tae me pegou no colo e me levou de volta pro quarto. Não me importei em ser tomada por ele novamente. O deixei me fazer sua, de todas as formas.


Notas Finais


Aah, mas Dark, você já não tinha postado um imagine do V um tempo atrás?
Sim, mas o Fatidico e Lacrante mv do BTS, me deu ideias, então ta ai.
Espero que tenham gostado, ate a próxima.
Kissus da Dark.


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