História Perdição no Paraíso - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Aiacos de Garuda, Hades, Hypnos, Minos de Grifon, Pandora, Radamanthys de Wyvern, Thanatos
Tags Cavaleiros De Ouro, Deuses Gregos, Espectros, Guerreiros Deuses, Marinas, Submundo
Exibições 35
Palavras 2.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá leitores :)
Ta a ser rápida a postagem né? Bem, não gosto muito de ter textos parados aqui, senão tou sempre a mexer neles XD
Enfim, no último capitulo, os gémeos iam ao inferno falar com o del... cof cof... com Hades :v
Vamos ver como correu essa conversa ;)

Capítulo 7 - Capitulo VII


Fanfic / Fanfiction Perdição no Paraíso - Capítulo 7 - Capitulo VII

                Os deuses gémeos chegam ao submundo, envergando cada um os seus trajes divinos, pedindo uma audiência urgente com Hades. Quem os recebe é Pandora, que como não podia deixar de ser, queria ser notificada sobre o assunto que seria tratado.

- Todos os assuntos do senhor Hades têm de passar por minhas mãos. – Dizia ela aos deuses, que apenas a olhavam com superioridade.

- Coloca-te no teu lugar Pandora! – Thanatos irrompe a sua frente, agarrando o pescoço dela com alguma força. – Entende de uma vez por todas, que tu não passas de uma ratazana aos nossos olhos.

- Ouve a voz da razão Pandora! – Acrescenta Hypnos, permanecendo também ele com um semblante sério. Enquanto o irmão a segurava, o dourado vai para trás dela, afastando o longo cabelo do seu pescoço, sorrindo de canto. – Não queiras que nossa ira se liberte sobre uma vida tão frágil como a tua! De novo…

                O sussurro de Hypnos, ao seu ouvido, fê-la fechar os olhos, pois se havia alguém que ela temia realmente, eram aqueles dois que sempre faziam questão de tornar a sua vida um inferno ainda maior, sempre que se apresentavam diante de Hades.

- Eu apenas me preocupo com a segurança de nosso senhor! – Ela responde com a voz falha, devido ao aperto que Thanatos exercia sobre o seu pescoço.

- E achas mesmo que serias capaz de nos deter aos dois? – Thanatos analisava cada expressão de medo de Pandora, divertindo-se com aquilo.

- Se meros cavaleiros de bronze conseguiram, por que razão eu não conseguiria? – Ela sorri de canto, vendo o descontentamento no rosto do deus da morte.

                Sem qualquer piedade, Thanatos atira-a para o chão de qualquer maneira, abatendo sobre ela um olhar de odio por ter a ousadia de usar a sua língua afiada com eles. Por sua vez, Hypnos pensava em mil e uma maneiras de a torturar de forma lenta e dolorosa, coçando o queixo no processo. Os dois deuses eram temidos por todo o submundo, ficando apenas atrás de Hades nesse quesito, contudo Pandora tentava sempre mostrar-se superior, uma vez que era ela quem sempre carregara aquele exército sozinha.

- Senhores! Bons olhos vos vejam… - A voz de Hades a ecoar no grande salão da Giudecca, fez com que os dois deuses ignorassem a Pandora e se voltassem para trás, encarando o deus. – Vocês amam a Pandora! Não perdem uma oportunidade para brincar com ela sempre que cá vêm.

                Hades encontrava-se um tanto irónico naquele dia, sentando-se prontamente no seu trono e estendendo a sua mão para Pandora, que estava ainda no chão. Esta levantou-se rapidamente e passando pelos dois deuses sem os olhar, caminhou até Hades. Segurou a mão do deus e a beijou, sentindo-se segura, agora que ele havia aparecido.

- Ouvi rumores de que vocês haviam deixado os Campos Elísios, para passar umas férias na Terra! – Começa Hades, olhando os dois descontraidamente.

- É verdade… - Responde Hypnos com um sorriso de canto.

- Como é andar pela Terra? – Hades encontrava-se curioso.

- Interessante! – Responde Hypnos.

- Imundo! – Intercede Thanatos.

- Como são os humanos, na realidade? – O deus do submundo, apenas semicerra os olhos, totalmente atento ao relato dos dois.

- Estranhos! – Começa Thanatos.

- Estimulantes! – Hypnos fala pausadamente, ao pensar em Cristina.

- Nojentos e sem qualquer integridade… - Finaliza Thanatos rapidamente, dando um passo em frente, focando apenas Hades em sua visão. – Mas nem todos são iguais. Alguns ainda possuem uma certa pureza em suas almas.

                Aquela resposta de Thanatos deixa Hades intrigado, pois era mais do que sabido, que aquele deus não suportava a raça humana e desprezava os espectros, por estes terem sido gerados a partir da alma dos mesmos.

 – O que te fez mudar de ideia Thanatos?

- Uma moça... -responde ele friamente.

- Uma moça?! - Hades fica admirado.

- Thanatos salvou uma moça quando as Moiras cortaram o seu fio da vida... - Conclui Hypnos.

O silêncio abateu-se sobre aquela sala, perante aquela revelação um tanto improvável. Pandora observava aquilo atentamente, olhando o prateado com curiosidade e achando tudo aquilo muito estranho, pois jamais o vira compadecer de alguém ou de alguma coisa.

- Porquê? - Hades ergue uma sobrancelha, olhando Thanatos fixamente.

- Não sei! - Thanatos, levantou o seu olhar para o deus a sua frente, mostrando a sua altivez. - Apenas senti necessidade de o fazer.

- Esta é nova, Thanatos! - Responde Hades, curioso. - Nunca questionaste nenhuma decisão das Moiras, muito pelo contrário, tinha alturas que até as ajudavas prontamente a acabar com a vida dos humanos. Até parecia que o fazias por gosto!

O deus da morte engoliu em seco, não sabendo bem o que responder a Hades naquela hora, que parecia crítica.

- É o seguinte, senhor Hades... - Hypnos chega-se à frente, ao ver que o irmão tinha perdido a voz. - Devido ao ato generoso do nosso deus da morte, e devido ao meu ato misericordioso de a trazer de volta à realidade, a menina acabou jurando lealdade a nós... E claro, consequentemente, a si também!

- Uma humana fez isso? - Hades riu, ficando admirado de novo.

- Fez... - Responde Thanatos secamente.

- Assim sem mais, nem menos? - Hades insistia.

- Digamos que meu irmão ajudou um pouquinho na decisão dela! - Hypnos conclui, atirando as responsabilidades para o seu irmão.

- Eu quero pedir permissão para a treinar... - Thanatos enche-se de coragem e pede de uma vez, começando a ficar farto de rodeios. -... aqui no inferno!

O deus do submundo ergue uma sobrancelha perante aquele pedido ousado e com pouca lógica.

- Porque esse pedido, Thanatos? - Hades continuava confuso, não entendendo com clareza aquela mudança do deus, que era o seu braço direito.

- Aborrecimento... - Thanatos sorri de canto por momentos, deixando até o seu irmão curioso. – O senhor também tem a sua bichinha de estimação, que tem a alma mais podre que alguma vez encontrei, no entanto nunca ninguém o questionou.

                O deus da morte olha para Pandora, que se encontrava de cara fechada aos pés do seu senhor. Hades nada respondeu perante aqueles argumentos, ficando apenas a olhar os dois irmãos.

- Eu não sei se algum dia haverá guerra novamente, mas se houver, temos aqui a oportunidade de ver uma humana evoluir. – Thanatos continua. - Isso pode ser útil, caso voltemos a lutar novamente com a Athena. Será uma boa maneira de encontrar as fragilidades dos cavaleiros.

- Bem, isso é verdade! - Hades conclui finalmente, levantando-se do trono e indo até aos deuses. - Eu não acredito que essa menina vá durar mais de um mês nas vossas mãos. Mas se durar, daqui a dois anos quero ela aqui diante de mim!

- Por que motivo? - Thanatos questiona.

- Quero ver o que vocês vão conseguir com ela ao longo do tempo, começando da estaca zero... - Responde Hades, passando pelo meio dos dois e deixando um colar semelhante ao de Pandora nas mãos de Hypnos, para que a menina pudesse entrar e sair do submundo. - É até bom ter novidades por aqui, capaz de ser divertido.

Os deuses gémeos entreolharam-se e sorriram de canto, ao conseguirem aquilo que queriam com aquela audiência. Faziam questão de se apresentarem de igual para igual com Hades, afinal todos eles eram divindades, contudo, os dois sabiam bem quais os seus lugares. A forma manipuladora como ambos agiam, raramente os deixava ficar mal diante do deus do submundo. Os dois juntos eram capaz de trocar a volta a mente de qualquer deus, caso conseguissem retirar algum benefício disso, como havia sido o caso.

oooooooooooOOoooooooooo

Os raios de sol, a entrar pela janela, despertaram Cristina do seu sono profundo. Dormira a noite inteira, sem acordar uma única vez, o que a levou a perguntar-se se Hypnos teria alguma coisa a ver com aquilo. Coçou o queixo e após alguns segundos a refletir sobre o assunto, encolheu os ombros e levantou-se da cama, não lhe dando mais importância. Rapidamente se arranjou e mais uma vez, apenas encontrou trajes femininos da Grécia antiga. Bufou de frustração. Como não podia andar nua, resignou-se a vestir o que havia. Ao contrário do dia anterior, saiu do quarto sem medo e logo procurou pelos deuses, começando pela varanda, onde os vira pela última vez.

- Thanatos? Hypnos? - Não os encontrando na varanda, começou a percorrer os cómodos, chamando incansavelmente por eles. - Deus Thanatos?? Deus Hypnos?? Fónix, onde será que eles se meteram?

Após um breve resmungo consigo própria, decidiu abrir uma última porta. O cómodo era igual a todos os outros, o que nada surpreendeu a loira, contudo, algo prendeu a sua atenção. Uma espécie de lira, com uma cor prateada e uma cabeça de dragão numa das pontas, jazia em cima de uma poltrona ao lado da cama. Era uma peça musical belíssima e como estudante de música, não pode deixar de atrair a sua atenção. Pé ante pé, ela foi entrando e indo em direção aquele instrumento ali abandonado. Colocou-se de cócoras a analisá-lo de perto, tentando resistir à vontade que tinha em tocar-lhe. Perguntava-se quem tinha sido o louco, que se havia esquecido de uma peça tão magnífica como aquela, ali.

Não que ela entendesse muito daquele instrumento, na verdade não entendia nada, mas ainda assim, achava que não devia ser muito diferente da harpa, ou até mesmo de guitarra ou viola. Afinal era tudo instrumentos com cordas e apesar de sua vocação ser piano, não custava tentar tocar alguma coisa. Deixou que a saudade pela música a movesse e agarrou a lira, sentando-se na poltrona. Dedilhou os dedos pelas cordas, que eram mais duras que o normal e até mesmo a afinação era demasiado perfeita. Estranhou, mas continuou. Assim que pegou o jeito de alguma melodia minimamente aceitável, apenas tentou manter o ritmo, deixando que a sua alma e mente se misturassem com a música, como sempre fazia.

As lágrimas simplesmente escorreram pelo seu rosto, ao lembrar da sua desilusão amorosa, que no meio de tudo aquilo era a que mais havia doído. Ainda não se havia permitido parar para pensar muito no assunto, mas ali sozinha o seu coração pesou. Cada nota que soou da lira era como um pedido de salvamento, era um grito e uma tentativa de libertação dos braços daquele demónio, que insistia em machucar o seu pobre coração.

Do outro lado da porta, Thanatos, que acabava de chegar do inferno, apenas observava a humana tocar na sua lira. A início ficara furioso por ela se atrever a mexer nela, mas do nada essa fúria desapareceu e deu lugar a curiosidade. Nunca vira nenhuma ninfa chorar ao ouvir o som da sua lira, no entanto a loira chorava enquanto a tocava. Não sabia ao certo o que pensar, pois tudo aquilo era novo para ele, contudo a melodia que os dedos dela criavam era bastante agradável e prendiam a sua atenção, mesmo que esta fosse completamente descoordenada e sem nexo.  

- Sou uma fraca mesmo!! - A melodia parou, para descontentamento de Thanatos, que continuou apenas a observar da porta, ouvindo os lamentos dela. – Ele trai-te, possivelmente já nem foi a primeira vez e tu choras, sua idiota?

                Com aquele desabafo, Cristina prende a lira entre os seus braços com força e permitiu-se continuar a chorar com mais intensidade, deixando que aquelas simples lágrimas lavassem a sua alma. Sem entender nada do que estava a acontecer, o deus decide entrar no quarto, assustando um pouco Cristina que limpa as lágrimas como pôde rapidamente, mas sem soltar a lira. Antes que ele a alcançasse, ela levanta-se da poltrona e o encara com um sorriso meio apagado, mas naquela hora, era o melhor que conseguia.

- Creio que isto seja meu… - O deus simplesmente levou a sua mão a lira, a retirando dos braços dela.

                Ele parecia possuir uma força magnetizante que sempre deixava Cristina desorientada quando se aproximava, a fazendo comtemplar, na hora, os seus belos olhos prata. A lira voou da mão do deus para a cama e de uma forma, minimamente delicada, ele a puxa contra o seu corpo, ficando apenas a analisar cada traço da loira. Como se tivesse receio, começou a passar os seus dedos pela linha que separa o cabelo do rosto, traçando por ali uma linha invisível. Ela apenas suspirou, sentindo-se hipnotizada por ele e pela respiração calma que batia na sua pele, sensação essa que ela não compreendia. Cada proximidade que tivera do corpo dele sempre fora eletrizante, uma experiência simplesmente única e boa demais para ser negada, por mais que sua mente estivesse com outra pessoa. Sua pele arrepiou com a passagem dos dedos do deus pelo seu rosto e apesar de se sentir analisada, nem se importou.

                As suas lágrimas foram lentamente secas por ele, que passou levemente seu polegar pelas bochechas rosadas da loira, que deixou o seu coração voltar a ficar quente e não mais sentiu o vazio de antes. Sem dúvida alguma que aquele deus não era de todo aquilo que as pessoas pintavam dele, pois de certa forma, ele conseguia trazer-lhe paz. A mão dele pousou diretamente sobre a cintura dela, a apertando com alguma brusquidão, o que a fez gemer de dor devido ferimento que ainda persistia ali. Contudo, a dor foi desaparecendo para surpresa da loira, sentindo apenas um calor estranho naquele lugar.

                Thanatos sentia-se bem perto dela. Não se sentia tão malvado, nem tão mesquinho como era na realidade. Tinha algo nela, que o arrancava das suas próprias trevas.

- Os teus treinos começam amanhã… - Todo aquele encanto, finalmente é cortado por Thanatos, que decide afastar-se da loira, recuando alguns passos para trás.

                O rosto dela estava ligeiramente ruborizado e a sua respiração alterada, como se ainda estivesse dentro do feitiço que o deus lhe lançara a pouco. Contudo, aos poucos foi descendo a Terra novamente, abanando a cabeça e o fitando com o melhor sorriso que conseguia.

- Estou ansiosa… - Cristina fixava o deus com um sorriso estupido em seu rosto, tendo alguma dificuldade para descer a terra. - Mas, tem um problema!

- Qual problema? – O deus pergunta secamente, a olhando pelo canto do olho.

- Eu não vou conseguir fazer nada com estas roupas! – Ela agarra os lados do vestido e os puxa, mostrando os seus trajes.

                Ele simplesmente coçou o queixo, analisando o vestido. A seu ver, aqueles trajes eram os que melhor caiam no seu corpo, mas definitivamente não eram os melhores para qualquer tipo de exercício.

- Vou ver o que posso arranjar…

- Ah eu tive uma ideia… - Ela prenuncia-se um pouco receosa, pois não saberia qual seria a reação dele. – Podíamos ir ao shopping dar uma volta…

- O que é isso? – O deus ergue uma sobrancelha, a encarando.

- Ok, então o shopping é onde os humanos compram roupas e outras….

- Não!! – Thanatos a interrompe de forma brusca.

- Porquê? – Cristina pergunta sem entender aquela reação.

- Não quero mais contacto com aqueles humanos nojentos! – O deus solta sem pensar, deixando Cristina indignada.

- Como é que é? – O sangue dela ferveu ao ouvir aquilo, tendo vontade de dar um soco nas fuças dele. – Então nesse caso, vossa divindade, também não estou aqui a fazer nada….

                Furiosa, decide ir embora dali, sentindo-se um tanto humilhada pelas palavras que ele dissera. No entanto, ao passar por ele, viu o seu braço agarrado de forma brusca pela mão forte do deus, que nem se moveu do lugar.

- Tu és diferente! – Ele diz num fio de voz.

- Não deixo de ser humana por causa disso…

- Então Thanatos, ela tem razão! – Hypnos, que observava os dois já há algum tempo, decide intervir. – Ou gostas ou não gostas dos humanos.

- Cala a boca Hypnos! – Responde o deus da morte furioso, olhando o irmão pelo canto do olho. – Eu não gosto de humanos. Eu gosto dela, isso basta…

                O silêncio abateu-se entre os três, perante as palavras de Thanatos, que deixaram Cristina um tanto bamba.

- Então, mais uma razão para cederes nessa Thanatos… - Hypnos sorri de canto, analisando não só a loira, como também o irmão. – Deixa ela se divertir hoje, pois a partir de amanhã o seu sossego acabou.

- Por favor, Thanatos! – Com uma expressão pedinte, ela fita o deus da morte, que acaba por largar o braço dela, completamente confuso com aquilo que acontecia ali.

- Eu vou com ela, Thanatos… Está decidido! – Hypnos agarra o braço dela e começa a puxa-la. – Não precisas de te incomodar!

- Nem pensar, eu vou com vocês! – Finalmente Thanatos decide-se, passando pelos dois com cara fechada, completamente movido pelo ciúme.

                O deus do sono apenas olhou Cristina e sorriu de canto, piscando-lhe o olho de forma cúmplice. Um enorme sorriso abriu-se nos lábios da loira, que não demorou a seguir os dois deuses, decidida a mostrar a ambos que o mundo dos humanos não era tão mau quanto eles o pintavam. 


Notas Finais


Fiquei até com pena da Pandora. Essa que não deve levar uma vida fácil @.@
Mas pronto, cada um tem o que merece :v
Agora, os dois deuses no Shopping (centro comercial), isso sim é novidade XD
Enfim, espero que tenham gostado e que estejam a gostar da história que ainda tem muito para contar (acreditem, eu já a escrevi quase toda e sei do que estou a falar XD )
bjnhs e até ao próximo :)


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