História Perdida entre eles - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oi Oi gente, turu bom com vcs?
Eu estou bem e espero que vocês estejam como eu!
Espero que gostem. Eu me esforcei o máximo possível para esse Cap. Ficar grande, espero que gostem

Capítulo 1 - O começo


~Dezesseis anos atrás~ 

Leila estava sentada na poltrona da sala da enorme mansão, já não aguentava mais o peso da barriga de 35 semanas de gravidez. Várias pessoas passavam por ela e a cumprimentavam.  Uma garota que aparentava ter oito anos se sentou à frente dela. 

- Olá Sally -disse dando um sorriso 

Sally- olá tia 

-precisa de algo? 

Sally- na verdade sim... não consigo pegar o pote de cookies.

-Eu pego pra você. -disse com um sorriso gentil e foi até a cozinha. 

O armário ficava no alto, mas Leila alcançava, se ficasse na ponta dos pés. Ela estava quase alcançando o armário quando Jack Risonho entrou na cozinha irritado, ele não viu que Leila estava ao lado da geladeira então  abriu a porta da geladeira com brutalidade, a porta bateu na barriga dela, com força. Sally gritou ao ver que ela havia perdido o equilíbrio e estava prestes a cair,  o Risonho ao ouvir o grito viu a burrada que fez e rapidamente a segurou 

J. Risonho- ANN! -ele estava desesperado e gritava pelo nome de Ann a enfermeira costurada. 

Ao ouvir os chamados por seu nome Ann correu até a cozinha e viu sua amiga mais próxima caída nos braços do Risonho, com a barriga sangrando, Sally estava chorando aos Montes, aquilo causou preocupação é desespero em Ann. 

Ann-O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!?!?!

J. Risonho- a porta da geladeira! Bateu na barriga. 

Ann- LEVA ELA PARA O QUARTO DELA E CHAME O SLENDER

Jack Risonho obedeceu Ann e a deixou no quarto com Sally e a enfermeira. Que trancaram a porta. Ele chegou em frente ao escritório de Slender. Abriu a porta sem cerimônia, oque assustou o esguio.

Slender- o que é isso?!- ele disse quase gritando 

J. Risonho- Slender -ele se esforçava pra não gritar- Leila está tendo a criança. 

Slender- O QUE?!- ele disse se levantando e indo até o quarto de Leila batendo na porta fortemente- LEILA!!- sem resposta.

Bateu mais vezes quase quebrando a porta , nada de ninguém responder. Depois de um tempo começou a ouvir os gritos de Leila, que antes eram ausentes, o Esguio tinha um péssimo pressentimento, seguido de um aperto no seu "coração". Encostou seu corpo na parede e esperou por horas, e logo os gritos de Leila desapareceram dando lugar a um choro de bebê. 

Slender "chorou" de emoção e se considerou a creepypasta mais feliz de toda a Mansão -que nessa época não era muito "povoada"- seu filho, ou filha,  havia nascido. 

A porta do quarto finalmente se abriu Ann saiu de lá com os olhos marejados. 

Ann-Ela se foi.

O mundo de Slender caiu, sua "esposa" havia morrido, a única mulher que já amou, é não teve o desejo de matar, ele nem teve a chance de se despedir, o mesmo estava se passando com Ann sua confidente, melhor amiga, sua irmã havia morrido em sua frente, enquanto dava a última olhada para sua filha, Ann não consegui salva-lá e agora está com o resto de seu psicólogico destruído. 

4 anos depois Slender ainda não tinha superado a morte de sua mulher. Era muito esforçado com sua filha que com apenas 4 anos, já tinha energia para quase destruir a mansão, a essa altura várias creepypastas vieram morar na mansão como: offenderman, splendorman, trenderman, Sonic.exe e ben drowned.

A mansão ficava bem próxima à cidade por causa de Leila, e uma vez alguns adolescentes invadiram a mansão, todas as creepypastas se esconderam e planejaram atacar os adolescentes, mas uma coisa estragou o plano: a filha de Slender saiu do quarto onde estava escondida, era apenas uma criança e não sabia das consequências,  os adolescentes viram a filha de Slender "sozinha", ficaram com "pena" e a levaram para um orfanato. Todas as creepys correram e mataram a maioria dos adolescentes, mas não conseguiram pegar a garotinha pelo simples fato do garoto que à estava carregando ter saído correndo enquanto eles matavam os outros. Depois desse ocorrido Slender surtou pelo rapto de sua filha e como ele suspeitou, o adolescente denunciou a mansão e todas as creepys tiveram que pegar as coisas na pressa e se mudaram para uma mansão que ficava bem mais afastada, no meio da floresta.

Desde então, Slender vem raptando crianças de 4 anos pra cima, tentando encontrar sua preciosa filha.

~Atualidade~ ( agora a criança tem 16 anos)

*P.O.V Sofia* 

Elisa, Isa e eu estamos voltando da escola conversando.

Isa- ah! Como eu estava com saudades desse céu ensolarado. 

Elisa- sim, ficou muito tempo com o clima chuvoso... 

Isa- pelo menos o sol voltou! 

- a Isa otimista, como sempre.- solto um suspiro. 

Isa- é bom ver a vida pelo lado bom! - ela disse com um sorriso simpático no rosto- você devia tentar. 

A Isa é a típica garota que sofreu a infância inteira, e agora consegue ver a vida pelo lado "bom".

Elisa- Sofia, prepara sua casa. A próxima festa vai ser nela!- Ela disse empolgada.  

Cada uma foi para sua casa. 

~P.O.V Isa~

Cheguei em casa e estava tudo em ordem, como deixei quando sai de manhã. Subi para o quarto e comecei a  me despir entrei no banheiro e tomei um banho bem demorado. E bateu aquela crise existencial. 

- o que será que aqueles vagabundos estão fazendo agora no inferno? - sussurro pra mim mesma. 

Minha infância foi um tanto traumática. Eu cresci num orfanato, e as crianças de lá viviam me zuando sei lá o porquê. Alguns anos depois um casal me adotou quando eu tinha seis anos, mas me faziam de empregada e me espancavam. Voltei para o mesmo orfanato com onze anos e fiquei lá até os treze, quando um casal de idosos me adotaram, eles eram bem legais e atenciosos e sempre se importaram comigo ao contrário do primeiro casal, quando completei quinze anos uma notícia passou na televisão:  aquele mesmo casal que me adotou na primeira vez haviam sido assassinados, foi o melhor presente de quinze anos que eu recebi,  apesar de achar estranho, nunca dei atenção a isso, esse ano, estou com dezesseis, meu pai adotivo morreu no final do ano passado e hoje só moro com minha mãe, ela ganhou uma viagem para Nova York, ela até me chamou pra ir mas eu recusei, acho que ela merece umas férias de mim e de toda essa pressão do meu pai ter morrido e etc. 

As vezes me pego pensando: como seria minha vida com meus pais biológicos ?


Notas Finais


2 bjs pessoal! Até o próximo Cap. ^^


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