História Perdida entre eras - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Perdida
Tags Aventura, Drama, Lobos, Magia, Perdida, Romance, Segunda Guerra Mundial, Vampiros
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Palavras 1.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enem atrapalhou toda a minha vida, mas aqui tem um capítulo
Ps: desculpa qualquer erro, pois não revisei o capítulo

Capítulo 5 - Lobo


Lobo 

–Senhorita, posso entrar? – a voz de Margarethy ressoa por detrás da porta grossa de madeira

–Pode entrar– digo um pouco de vergonha, quando Marga entra percebo que sua saia está maior e com um tom amarelado se diferenciam das saio sem volume e branca

–Senhorita...

–Anya, pode me chamar só de Anya, Marga

–Ahm... tem alguem querendo vê lá – Quando ela disse isso vejo o vestido amarelo indo pra fora do banheiro, o que aconteceu?

–Ela está com pouco de vergonha, ela sempre quis ter uma irmã ela– Ela sempre quis uma irmã e eu sempre quis um irmão mais velho, bem fora gênero temos sonhos iguais, dou um pequeno riso com a mão perto da boca.

Margareth abriu a toalha e eu me enrolei, em cima de uma cadeira tinha um vestido cinza com bordados na parte de cima. Marga teve que me ajuda, enquanto me ajudava com aquele bando de tecido – que já era um exagero na minha opinião– fiquei pensando em como estariam as coisas em casa, pra falar a verdade acho que meu irmão deve está comemorando que vai ficar com o meu quarto e meus pais devem está preocupados, mas logo vão me esquecer.

–Anya, a senhorita Selena deve está lhe esperando do lado de fora. Tenho certeza que a senhorita irar ama-lá – Ela disse enquanto terminava de arrumar meu cabelo.

–Também tenho certeza – Disse deixando escapar um sorriso, será que pela primeira vez eu saberia o que é se sentir parte da família? 

Assim que sair do quarto vejo uma garotinha de vestido do mesmo modelo que o meu, só que de cor amarela, tinha lindos cabelos louros num tom de ouro e olhos verdes avelã, assim como os de Richard, e a pele banca como porcelana.

– Olá, meu chamo Selena, fico muito feliz em recebê-la em nossa casa –Ela disse fazendo uma mesura.

–Olá, meu nome é Anya, e é um prazer está em sua casa, espero que possamos ser como irmãs pelo tempo em que estiver aqui – faço uma mesura e logo em seguida a abraço, vejo em seus olhos um brilho de felicidade que automaticamente me fez senti querida – coisa que normalmente só sinto com meus avós maternos – essa sensação aqueceu meu coração. Mas logo nos separas ao som das batidas na porta.

–Pode entrar? – Minha “afirmativa” saiu mais como um pergunta.

–Senhorita...– Parei de falar assim que vi Anya vestida daquele jeito, era como se estivesse olhando um anjo, seus cabelos delicadamente enrolados, os lábios rosados, a pele parda em contraste com castanho de seus olhos.

–Richard... Rich... irmão...acho que ele foi para outro planeta Margarethy – É claro que do jeito que Rich olhava para Anya só podia ser uma coisa, ela provavelmente era a companheira dele, ou seja, ela vai ser minha irmã. Mas, sem querer deixei um olhar de malícia escapar.

–Hum...Senhorita Anya, minha mãe a chama para conversar as cinco horas, e Selena, você tem aula de piano agora. Com sua licença vou voltar a meus afazeres – Digo saindo antes que não seja responsável pelos meus atos.

–Anya se desejar posso levá-la ao jardim para respirar um pouco de ar fresco – Pela cara do senhor Rich, ele se apaixonou a primeira vista.

–Claro, por que não – Margarethy me guio pela mansão, vi vários quartos, salas, banheiros – pelos deuses, ainda bem já tinham sanitários  dentro de casa – penso feliz da vida, paramos em frente a uma porta que provavelmente iria dar no jardim — não Anya vai dar ao o Olimpo – me corrigir mentalmente.

–Deixo a Senhorita aqui, com sua licença–Marga se despediu de mim.

Assim que abrir a porta pensei que estava nos campos elisios – sério Anya você tem que parar de lê Percy Jackson– tinha rosas de todas as cores, e quando digo todas é todas, tinha até rosas laranjas. Havia um mesa para chás da tarde, balanços é uma área para piqueniques, mas o realmente chamou minha atenção foi a floresta de árvores altas não muito distante dali.

Algo sobrenatural me chamava para ir até aquela floresta, levantei um pouco barra do vestido e comecei a andar até a floresta. A cada passo que dava em direção a aquela floresta ela me parecia cada vez mais familiar. A tranquilidade que ela me passava era surpreendente, pois qualquer pessoa em meu lugar estaria morrendo de medo, continuou caminho e antes que perceba já estou bem longe da entrada da floresta.

–Acho melhor eu voltar, a mãe de Richard que conversa comigo – Dito isso assim que me viro me deparo com um lobo enorme, acho que ele tem quase um metros e noventa de altura, sua pelagem é negra como a noite e seus olhos uma mistura de verde com vermelho. 

Uma coisa que quase ninguém sabe é que sempre fui louca por lobos, mais menos assim um lobo de quase dois metros de altura perto de você era para mim está em pânico, mas não estava. Acho que fiquei tempo demais observando o lobo por que ele se deu conta da minha presença, ele se aproximou com ar de impotência, e em vez da abestada aqui correr, eu fiquei foi parada esperando ele se aproximar.

–Minha...– Espera? Eu ouvir ele falar? Acho que eu estou ficando doida! Pelos deuses, eu estou ficando doida! Antes de eu mesma perceber já tinha perdido o controle das minhas próprias pernas, mas eu não corria de medo, e sim por que estava quase atrasa para chá com a mãe Richard. Corri entre as árvores até chegar na entrada floresta, pare e olhei para trás e não vi o mais o lobo, não sei explicar mais aquilo me deixou triste, era como se um parte de mim estivesse faltando. 

–Anya, o que você faz parte da entrada na floresta, não diga que estava pensando em entra lá – A voz da senhora Anna que fez acorda do transe em que me encontrava.

–Claro que não, Senhora Anna, eu tenho medo de florestas – Isso Anya, minta para a mulher que lhe está acolhendo.

–Sente-se querida, vamos conversar– Sentei-me na cadeira que ficava de frente pra ela, e logo em seguida uma senhora de cabelos já grisalhos trouxe o chá com alguns doces e aperitivos salgados –Obrigada, madame Elis, pode se retirar agora – A senhora fez uma mesura e saiu.

–Sobre o que a Senhora gostaria de falar comigo? – A curiosidade já estava notando conta de mim.

–Pode me chamar só de Anna querida– Disse levando a xícara com chá a boca, logo Anya fez o mesmo–  eu pude perceber que meu Richard esta muito interessado em você, gostaria de saber se você não gostaria se não gostaria de juntar a família, como não conhece ninguém e não se lembrar de antes de chegar aqui, pensei que gostaria de se juntar a nós. Irei conversar com meu esposo hoje à noite na hora da ceia, e lhe aconselhar que Joseph se case com Lady Mary, não se preocupe não precisa me dar um resposta agora.

–Obrigada pelo chá Anna, será que podia me retirar para os meus aposentos?– Digo um pouco perplexa com sua oferta, mas não tenho nada a perder na minha era mesmo, sem falar que Richard desperta em mim algo que nunca senti na vida.

Assim que passei pela do jardim tudo ficou igual, resulto acabei por me perder nos corredores – Acho que finalmente achei o corredor certo! – Mas como o universo nunca gostou de mim abrir a porta errada. Abrir aquela porta foi a pior decisão da minha vida! Encontrei um homem alto, louro de olhos azuis e uma mulher de características iguais a dele –Me desculpe, eu errei de porta – E rapidamente a fechei de novo antes que eles pudessem falar alguma coisa, corri e dessa pelo mesmo entrei no quarto certo. Me deitei na cama e como estava cansada acabei por adormecer.



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