História PERDIDO NO TEMPO - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Sehun
Tags Ação, Drama, Kaisoo, Romance
Exibições 97
Palavras 1.431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Saga, Slash
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic dedicada ao meu casal favorito Kaisoo.

Capítulo 2 - CAPÍTULO 2


Fanfic / Fanfiction PERDIDO NO TEMPO - Capítulo 2 - CAPÍTULO 2

Onde estavam os prédios? Onde estava a rua? Onde estava aquela maldita loja que eu estava um minuto atrás? me perguntei desesperado. Eu me encontrava em um chão gramado. Notei uma estrada de Terra onde deveria estar a rua mais adiante mas nada mais do que isso.

Eu com certeza tinha batido a cabeça com muita força, não existia outra explicação. Mas espera, eu não tinha caído tinha?

Olhei de um lado para o outro milhões de vezes para ter certeza que estava enxergando direito. Eu pisquei freneticamente como se ao abrir os olhos as coisas pudessem voltar ao normal mas nada mudava, eu continuava ali no chão.

Logo mais a frente avistei um homem encima de uma cavalo branco vindo em minha direção.

Realmente era uma homem em um cavalo. Pisquei mais algumas vezes pra ter certeza que estava vendo direito.

Continuei a observar enquanto ele se aproximava e notei que o cavalo diminuiu sua corrida. Diminuiu até parar bem perto de onde eu estava.
Olhei para o homem completamente confuso. Suas roupas eram completamente esquisitas e antigas, roupas parecidas com aquelas que vemos em filmes antigos e de época na TV.

Ele vestia uma casaco escuro e comprido, um colete, e botas pretas que iam até na altura dos joelhos. Ele estava indo a alguma festa ou algo temático? Aquilo parecia realmente estranho.

Ele desceu calmamente do cavalo como se fizesse aquilo todos os dias.

- Você está bem senhor? - ele perguntou, se agachando ao meu lado.

Eu apenas fiquei parado o encarando. Seus olhos passaram pelo meu rosto e corpo me avaliando, me senti corado. Ele olhou em volta procurando alguma coisa. Ele voltou a observar o meu rosto e quando percebeu que eu o encarava seu rosto assumiu um tom avermelhado e logo em seguida um olhar confuso.

- Você está bem senhor? - ele repetiu.

- O-o quê?

- Você parece perdido e assustado, não tem nada por aqui - ele me avaliou mais uma vez -  Que roupas estranhas são essas?

Olhei pras minhas roupas.

- Minhas roupas são estranhas? - ele só podia estar brincando.

Mais uma vez sua cara assumiu uma expressão confusa.

- Cadê a cidade? - soltei sem pensar. Eu precisava de respostas.

- Foi de lá que o Senhor veio? - sua testa franziu.

- Pare de me chamar de senhor - eu disse firme.

Mais uma vez a expressão confusa.

Olhei em volta mais uma vez procurando uma forma lógica para explicar o que estava acontecendo, mas não havia nada ali, além de paisagem rural. O rapaz pareceu se espantar com a minha reação. Mas o que mais eu poderia fazer a não ser ter um ataque?

- Posso ajuda-lo a se levantar senhor?  e estendeu suas mãos, para que eu a usasse como apoio.

Fiquei tão surpreso com o ato que nem me dei ao trabalho de reclamar por mais uma vez ele ter usado o termo senhor comigo.

Eu assenti confuso. Tinha certeza que não conseguiria ficar de pé sozinho, eu estava chocado demais com tudo aquilo pra isso.

- Você por acaso caiu ou bateu a cabeça? - ele ainda não tinha tirado suas mãos de mim - Eu conheço um ótimo médico que pode dar uma olhada em você.

- Não é preciso, eu estou bem.

Com isso ele foi me soltando devagar.

- Você também viu aquela luz? - perguntei ansioso pra encontrar o sentido daquilo tudo.

Mais uma vez ele pareceu confuso.

- Você está falando sobre a luz do sol?
Eu bufei irritado. Isso só pode ser uma pegadinha. Tem alguém me filmando?

Comecei a caminhar depressa, assim que eu encontrasse a cidade eu descobriria como fui parar ali. Com certeza após a loja eu havia ido a festa de Chanyeol, bebido demais e não me lembrava de nada que tinha acontecido. Achei que estava a passos na frente mas quando olhei para o lado o rapaz estava me acompanhando e me olhando com uma expressão curiosa em seu rosto.

- Porque vocês está me seguindo? - falei mais agressivamente do que eu desejava.

Seus olhos pareceram surpresos por um momento porém se suavizaram em seguida,

- Você parece um pouco atordoado! Vamos até a minha casa. Descanse um pouco e depois que falar com o médico, prometo que farei o possível para ajuda-lo, tudo bem? - sua voz rouca e baixa me deram arrepios.

- Eu não te conheço - foi tudo o que consegui responder.

- Meu nome é Kim Jongin - ele estendeu sua mão e colocou aqueles olhos intensos nos meus - Muito prazer.

Eu senti mais uma vez meu rosto corando. Estendi a mão um pouco relutante de volta.

- Eu sou o D.O.

- D.O ? - ele repetiu e dei um sorriso.

Olhei pra ele e me peguei sorrindo de volta quando vi a expressão em seu rosto. Alguns sorrisos atraem outros é o que dizem.

- Que nome mais estranho - ele completou - Tudo bem D.O, vamos pra casa.

Antes que eu pudesse dizer meu verdadeiro nome ele se aproximou de mim e colocou as mãos na minha cintura me levantando tão depressa que mal consegui acompanhar. Ele me colocou encima de seu cavalo e montou em seguida passando os braços pela minha cintura e puxando as rédeas para que ele começasse a andar.

Andamos cerca de dez minutos em silêncio mas eu podia sentir que seus olhos curiosos ainda vagavam pelo meu corpo e nuca. Me peguei corando mais uma vez e não entendia o porque.

Avistamos uma casa logo a frente. A casa não parecia tão grande mas o seu quintal era. Repleto de gramas e árvores, e até mesmo mais alguns cavalos. Nós paramos e ele me ajudou a descer colocando mais uma vez as mãos na minha cintura. Eu me apoiei e coloquei os pés no chão.

- Essa é minha casa, vamos entrar e ver o que o médico diz e depois decidimos o que fazer com você - ele disse e começou a caminha em direção a porta da frente, o que me restou foi ir atrás.

 

                                 *************************************************

 

- Demência? O que você quer dizer com demência? - eu caminhava de uma lado para o outro e percebi que os olhos de Jongin me acompanhavam para todos os lados. Ele parecia um pouco assustado mas arriscou falar.

- O médico disse que você pode estar um pouco confuso com o que realmente aconteceu com você.

- Eu não estou confuso, eu sei o que aconteceu comigo - eu falei mais alto do que o esperado.

Jongin recuou.

- Você disse ao médico que apertou um objeto, viu uma luz e veio parar aqui, isso não parece algo que realmente tenha acontecido - ele falava com o tom baixo como se estivesse com medo de me ofender, mas eu podia ver nos seus olhos que ele parecia estar se divertindo com a situação.

- Você está duvidando de mim?

- Eu? Mas é claro que não - seu tom era sarcástico - Essas são as palavras do médico.

- Pois muito bem, eu não estou mentindo e não estou confuso. Foi exatamente isso que aconteceu. Não tem outra explicação. - eu precisava acreditar naquilo - Aquela senhorinha deve ter feito alguma coisa pra que eu viesse parar aqui.

Eu já havia descartado a parte de ter ido pra festa e ficado bêbado.

- Senhorinha? - ele soltou uma risada.

- Pare de rir da minha situação, isso não é nada engraçado, eu preciso ir pra casa, tem pessoas que devem estar preocupadas. Chanyeol deve estar procurando por mim.

Ao ouvir o nome Chanyeol a expressão de Jongin ficou séria, não entendi o porque.

- Quem é Chanyeol? - ele falou baixo,

- Isso não vem ao caso, você disse me que ajudaria e agora estou ouvindo que tenho demência - eu estava o acusando.

Com as mãos para cima Jongin recuou até a porta.

- Vou pedir para prepararem algo para você comer e mas tarde vemos como posso lhe ajudar tudo bem senhor?

Porque ele estava usando o termo senhor de novo?

- Antes de mais nada, se quiser tomar um banho vou pedir aos empregados para trazerem toalhas e roupas normais e limpas pra você.

- Eu não preciso de roupas limpas, e minhas roupas são normais - eu olhei pra mim mesmo irritado e cruzando os braços e seus olhos também percorreram o meu corpo mais uma vez.

- Mas é claro.

Com um sorriso no rosto Jongin me deixou sozinho em seu quarto.
 


Notas Finais


Quero agradecer sempre ao grupo FBI KAISOO que me faz amar a cada dia mais o meu otp favorito.


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