História Perdidos na floresta - Capítulo 2


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Categorias Carrossel, Cúmplices de um Resgate, Fifth Harmony, Mitologia Grega, One Direction, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Alícia Gusman, Camila Cabello, Cirilo Rivera, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Maria Joaquina Medsen, Normani Hamilton, Paulo Guerra, Sawyer Huggins, Sophie Delarosa, Zayn Malik
Tags Camren, Larry, Paulicia
Exibições 262
Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hum, voltei pessoal!
Amei os comentários do capítulo anterior, vcs são demais.... E 17 favoritos? Mas já? Obrigada por isso, vcs não fazem ideia de quanto isso me deixa feliz e incentiva o trabalho.
Boa leitura e que venha mais favoritos e comentários....
Ah e um significado que eu vou deixar agora.

Mitologia grega é o estudo dos conjuntos de narrativas relacionadas com os mitos dos gregos antigos, dos seus significados, da relação entre gregos e cristãos — narrativas essas consideradas, com o advento do cristianismo, como meras ficções alegóricas. Para muitos estudiosos modernos, entender os mitos gregos é o mesmo que lançar luz sobre a compreensão da sociedade grega antiga e seu comportamento, bem como suas práticas ritualísticas. Os mitos gregos ilustram as origens do mundo, os modos de vida, as aventuras e desventuras de uma ampla variedade de deuses, deusas, heróis, heroínas e de outras criaturas mitológicas

Capítulo 2 - Iniciando


Ficamos não sei quantos anos ou séculos naquele aeroporto esperando um cara nos buscar. Eu com toda a certeza do mundo tava estressado, e se pudesse, naquele momento estava xingando Deus e o mundo. Depois de muito esperar, o tal cara apareceu com um sorriso no rosto e se desculpando pela demora. Iria xingar ele se a Marce não tivesse fechado minha boca.

Foi uma longa viagem até o local que iríamos ficar. Paramos na frente de um terreno para o motorista abrir o portão do lugar. Não tinha nenhum carro passando pela estrada, ao redor de nós só tinha arvores, e mais árvores. Aquele portão parecia igual daqueles filmes de terror... Isso me deu arrepios.

— Marce, foi aqui que aconteceram os assassinatos do pânico na floresta — disse olhando pela janela encarando aquele portão igual do filme — antes de dormir, tranque a porta do quarto, senão um caipira pode ir atrás de você.

— Paulinho do meu coração... Vê se cala a sua boca, senão não vai nenhum caipira que vai te matar não, vai ser eu mesma! — ela disse me encarando.

— tá bom, não sabe nem brincar — eu disse me aconchegando na poltrona.

— ei a Margarida não vai matar ninguém não — ouvimos alguém lá de trás gritar e começamos a rir.

O motorista entrou no ônibus e entramos no... Acho que era um acampamento... É era acampamento. Ajeitei melhor a toca que tava na minha cabeça, esfreguei as mãos umas nas outras e fiquei olhando o local pela janela. A turma tava animada naquele ônibus, todos faziam brincadeirinhas idiotas. Mas eu optei por ficar na minha, acho que era porque eu e a professora tivemos uma longa conversa sobre minhas brincadeirinhas. “Paulo pelo amor de tudo que tenha de mais sagrado, não faça nenhuma brincadeirinha de mau gosto”.

Olhei para a poltrona ao lado da minha, o Mário e a Lilicia estavam de papinho pra cá, papinho pra lá. AFF. Eu já tava cansado de ficar olhando isso, não que eu esteja com ciúmes. Mas, sei lá, isso agonia.

 

— ô idiota — alguém me cutucou me fazendo voltar do mundo da lua — você não vai sair do ônibus não? Ou vai ficar ai pensando naquelas piranhas que você pega?

Só aí me dei conta que só estava eu e a Marce dentro do ônibus.

— ué? Cadê todo mundo? — perguntei me levantando.

— eles tão invisíveis — ela rolou os olhos — eles já saíram do ônibus, idiota.

Ela saiu do ônibus me deixando sozinho pegando minhas coisas. Eu tava me sentindo tão estranho.

— com licença — ouvi uma voz conhecida soar atrás de mim, era ela — eu preciso pegar minha jaqueta... Sai da frente Guerra!

Eu virei e vi Alicia parada na minha frente, blusa preta, calça preta, ela estava toda de preto. Parei de prestar atenção nesses detalhes ao sentir meu corpo sendo chocado contra uma poltrona. E nessas horas que eu queria bater em Alicia.

Como podia? Como podia ser tão linda mesmo quando está com raiva?

— idiota — observei sentado ela sair do ônibus, levantei e fiz o mesmo.

A turma inteira estava parada na frente de uma casa enorme, tinha alguns alunos de outras turmas ao nosso lado, eram apenas o 3º ano 2. Tinha uma placa em inglês e outra em português e outra em espanhol. “Acampamento meio-sangue” agora falta só dizer que eu tô no filme Percy Jackson.

Faltava mais um ônibus chegar, ficamos mais cinco minutos parados ali, estava ao lado do Koki, foi ele que trouxe algumas coisas pra mim. Já que os professores fizeram uma revisão completa as minhas coisas.

Olhamos para a pequena estrada que entra no acampamento e vimos um ônibus chegando. Ele parou e assim que abriu a porta, uma garota alta saiu correndo e ouvimos a voz de outra gritar.

— DINAH! — uma garota vestida de preto apareceu na porta do ônibus, com um bigode desenhado no rosto e começamos a rir — VOCÊ ESTÁ MORTA! — ela gritou e outra menina a segurou antes que corresse atrás de tal de Dinah.

— SORRY LAUREN! — a tal Dinah gritou — ESSE FOI SÓ O COMEÇO.

— é, chegamos — uma menina disse e as outras da turma delas riram.

— Muito bem pessoal — a professora chamou nossa atenção e as pessoas dos outros ônibus se aproximaram — como essa viagem foi longa e cansativa pra vocês, nós vamos dar a tarde para vocês descansarem ou fazer o que vocês quiserem.

...

— da pra andar mais rápido? — a voz dela me fez bufar.

Estávamos atravessando uma trilha que dar aos dormitórios. Meus pensamentos vagavam por ai, sem rumo até me lembrar que ela estava andando ao meu lado, com uma cara nada boa. Como ela podia ser assim? Depois daquela aposta idiota, quem mais quebrou a cara fui eu. A maioria dos meus “amigos” começou a me ignorar, virei motivo de piadinha, levei muita porrada e... Acabei me apaixonando. Não sei bem se aquilo era amor, acho que era apenas ilusão de adolescente bobo.

— caralho! — resmunguei irritado ao bater de cara numa arvore.

Ouvi risinhos idiotas e apenas revirei os olhos e passei a mão pelo rosto. Alicia estava o meu lado, com a cara fechada de sempre.

[...]

Já era de noite, eu com o pessoal, estávamos ao redor da fogueira, que ficava entre o lago e a floresta, com os nossos novos amigos — sim, novos amigos, uma vantagem de virmos pra cá — ficamos escutando histórias bizarras e algumas aventuras que já aconteceram no acampamento. Alicia estava ali, sentada ao lado de Maria Joaquina, com óculos de grau no seu rosto e um livro aberto, mas a sua atenção estava mais na conversa no que no livro.

Zayn era um dos instrutores mais novos, ele era da turma de Lauren e se ofereceu para ficar como instrutor. No pouco tempo que tive para conhecê-lo, já sei que ele é um cara legal, e inteligente por sinal, uma das coisas que não gostei, foi o fato de Marcelina andar trocando olhares com ele. Ele nos contou uma história bizarra sobre a floresta, isso me deu arrepios.

— vejo que também gosta de mitologia grega — Camila, uma garota que tinha acabado de conhecer, se pronunciou depois do silencio que tinha tomado o ambiente.

Ela encarava Alicia, ela estava com um livro sobre mitologia grega.

— amo — ela se pronunciou abaixando um pouco os óculos — ganhei do meu pai quando tinha 12 anos, mas só comecei a lê depois que ele morreu...

Eles fizeram um pouco de silencio em compreensão sobre o que ela havia acabado de dizer. Fazia um tempinho que o pai dela tinha morrido, e foi no tempo daquela aposta idiota. Tenho que confessar, amava aquele homem, teve um tempo que ele me ajudou muito.

— e depois que li, fiquei fascinada com esse assunto — ela disse olhando a capa do livro na sua mão — me considero filha de um dos Deuses... Acho que seria filha de Zeus ou Hades.

— se fosse pra eu ser filha de um Deus — Dinah se pronunciou na roda — eu acho que seria de Hermes...

— se combinam mesmo... Os dois são travessos — Lauren se pronunciou e Dinah rolou os olhos — já eu, eu iria ser filha de Zeus...

— claro né? — Camila riu — faisquinha

Acho que se Dinah não estivesse ao lado de Lauren, ela teria avançado em cima de Camila.

— mas vamos parar de falar sobre Deuses, antes que alguém saia morta — Sophie se pronunciou e rimos — Zayn, eu soube que aqui tem uns lugares bem legais para se explorar, é verdade?

— é sim, aqui tem uns lugares legais para serem explorados, mas se eu fosse vocês, nem faria isso — ele desviou o olhar do celular e nos encarou — todas as pessoas que resolveram explorar, nunca mais voltaram.

— o que aconteceu? — perguntei e todos o encararam com atenção.

— ninguém sabe...

— vamos parando com esse clima de filme de terror que eu já tô me assustando — Allyson, ou somente Ally se pronunciou — que tal falarmos de coisa sobre Deus?

— aff Ally.

Dinah revirou os olhos.

 

 

Era umas 08:00 da manhã quando me encontrei caído no chão, com os pés de Marcelina sobre minhas costas. O lado direito do meu rosto sendo esmagado contra o chão, meus braços abertos, meus olhos estavam fechado, minha coluna estralando a cada pisada e tinha alguns risinhos idiotas ao meu redor.

— caralho, Marce.

Resmunguei quando ela começou a andar mais em cima de mim, eu estava parecendo um velho todo arregaçado naquele momento.

— pede desculpa, senão as outras meninas vão subir em cima de você também...

Ela disse enquanto quase pisava na minha bunda.

— você... Está... Me... Matando porra

Tinha acabado de dizer com dificuldade e levei risadas como resposta.

— Pede desculpa, velho — ela ordenou e minha costa estralou mais uma vez.

— NUNCA — exclamei, minha cara formava uma expressão de dor, todos riam de mim, inclusive Alicia, que filmava tudo com o celular — AI PORRA!

— Pede desculpa, por ter mexido nas nossas coisas, Paulinho — ouvi a voz chata de Maria Joaquina, ela pegou no meu queixo e o levantou fazendo que eu a encarasse — anda, ou vai querer a Laurinha em cima de você agora mesmo?

— olha, eu já tô me ajeitando pra subir — ela respondeu e todos riram.

— tá, tá, tá — fechei os meus olhos mais uma vez — Desculpa por ter mexido nas coisas de vocês...

— e... — escutei a voz de Alicia ao meu lado.

— e desculpa por ter colocado aranha na sua mala...

— E...

Todas as meninas disseram juntas...

— e desculpa por ter... — gemi de dor ao mais alguém subir na minha costa... Quiquina — pintado à cara de vocês enquanto dormiam... Satisfeitas?...

— muito bem... — Lauren disse.

— vocês duas fiquem em cima dele, ainda falta o japonês — Bibi disse e todas elas olharam para o Koki.

— meninas — ouvi a voz de Zayn, ergui minha cabeça e ele tava ao lado de dois outros professores, eles estavam rindo — não façam isso... — ele riu da minha situação.

— então elas podem me larga? — olhei para o lado e Koki estava no chão, Bibi estava em suas costas e Manu o segurava pelos braços.

— larguem eles meninas — a voz doce da professora Helena fez com que eu sorrisse.

Aquele peso enorme saiu de minhas costas, mas antes as duas pisaram em minha bunda, aquelas filhas da... Elas correram e abraçaram a Alicia.

— Porra Hijas da...

Iria xinga-las, mas me controlei. Levantei com certa dificuldade e me apoiei no... Acho que o nome dele era Austin.

— bom pessoal — a voz da professora fez-se presente e ainda tinha umas risadas irritantes — eu quero que todos vocês descanse um pouco, pois depois vamos explorar um pouco o lugar...

— preparem suas mochilas com tudo que irão precisar — o professor Renê olhou pra mim.

— Partiremos depois as 15:00 e retornaremos as 18:00 — Simon, o instrutor da outra turma disse.

— Quero as duplas unidas — a professora disse e revirei os olhos, Alicia fez a mesma coisa.

Mas espera... Essa é uma boa hora de me desculpar com ela.

(Continua?)

 

Leiam o ultimo paragrafo das notas finais, é importante!


Notas Finais


É o deus principal, governante do Monte Olimpo, rei dos deuses e dos homens. Era o senhor do céu e o deus da chuva, aquele que tinha o terrível poder do relâmpago. A tempestade representava a sua fúria. Sua arma era o raio e sua ave a águia, animal em que costumava se transformar. Zeus era um tanto mulherengo e teve diversas esposas e casos com deusas, ninfas e humanas, tendo vários filhos semi-deuses, entre eles, Hércules e Perseu.

Hades, na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos. Equivalente ao deus romano Plutão, que significa o rico e que era também um dos seus epítetos gregos, seu nome era usado frequentemente para designar tanto o deus quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra. Consta também ser chamado Serápis.

Filho de Zeus com a deusa Maia, Hermes era esperto e rápido e estava sempre a serviço de Zeus. Ele era o mensageiro dos deuses e também conduzia a alma dos mortos até o submundo de Hades. Protetor dos viajantes, comerciantes, dos ladrões e trapaceiros, em suma, de tudo que requer habilidade e astúcia. Representado como um homem de sandálias e capacete com asas e também portando em uma das mãos o caduceu, uma vara com duas serpentes entrelaçadas.

Ah pessoal, aqui vai uma votação pra vocês, tem um dos meus leitores que quer JorCelina e outros Marilina, então escolha um desses dois e coloquem nos comentários, o vencedor vai ser anunciado no próximo capítulo.


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