História Perdoa-me. - Capítulo 11


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Categorias Naruto
Personagens Butsuma Senju, Hashirama Senju, Izuna Uchiha, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Nagato, Orochimaru, Tajima Uchiha, Tobirama Senju
Tags Drama, Hashimada, Mpreg, Naruto, Tobiizu
Exibições 170
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Fuga.


   Na inconsciencia Madara via a si mesmo num espelho, o mundo em volta era tudo branco, mas no espelho, atrás do seu reflexo só havia escuridão. Seu reflexo parecia diferente, mais duro, irredutível e tão frio quanto uma montanha de gelo.
   Você é fraco. Disse seu outro eu enrugando o nariz. Amar Hashirama só te levou a ruína.
   Madara encarou os punhos feridos envergonhado. Olhou para si no espelho em busca da resposta que precisava.
   E o que eu faço?
   O outro Madara lhe deu um sorriso de compaixão. Suas mãos foram de encontro a superfície do espelho. A medida que suas mãos se aproximavam o vidro ia quebrando, rachando até explodir em milhões de pedaços. Madara fechou os olhos e quando abriu estava tudo escuro e frio. Seu reflexo parecia feito de poeira de ante de si agora, e um vento gelido o afastou para longe.
   Acorde.
   Ouviu sua voz forte e dura em sua volta.

   De volta ao mundo dos vivos, ele abriu os olhos.
   Ainda estava na clínica. O quarto em que estava era branco e pequeno. Havia um aparelho ao seu lado direito que suportava uma bolça fé soro. Eles deviam ter aproveitado o momento em que estava sob efeito dos remédios. Será que seu filho ainda estava consigo? Ele sentia que não.
  Ranguiu os dentes com raiva de seu pai e de Hashirama. Eles mataram seu filho, nunca ia perdoa-los. Quando saísse dali iria mostrar o inferno a eles.
   Eles iam pagar, ia matar dois coelhos com um golpe só. Levantaria daquela maca e iria até a casa de Senju Butsuma e contaria que Uchiha Madara carregagou no ventre o neto dele. Exporia Hashirama e seu pai antes de sumir no mundo. Não era isso o que eles menos queriam? Pois ia ser assim.
  Levantou para ficar sentado e todas as partes de seu corpo doeram, principalmente o ombro.   Madara não usava suas roupas, mas sim um daqueles vestidos de pacientes, que não tem corte mais detalhados, pelo menos ele era fechado atrás. 
Com o pensamento de vingança ele pôs as pernas para fora da cama, seus pés fraquejaram por um segundo e então ele caiu com um baque surdo não chão. Os remédios lhe deixaram desorientado.
   A porta do quarto abriu e um médico entrou, Madara reconheceu imediatamente Satoshi que lhe encarara com espanto.
   __O que faz aqui sua cobra, veio ver minha desgraça?__rosnou. Com toda sua vontade ele se ergueu do chão. Sua postura estava encurvada mais não menos desafiadora.
  __Volte para cama antes que eu chame o segurança__ ele disse ríspido. Satoshi escondeu uma seringa atrás da costa com cuidado, mas seu movimento foi notado.
   Madara parecia assustador.  Seu rosto estava marcado, os olhos inchados e brilhando em puro ódio, ele sorria com todos os dentes. Andava canbaleante até o médico.
   Madara estava fraco e vulnerável certo?
   Errado.
   Alguém como ele, ardendo de raiva, ódio e desejo de vingança não seria fácil parar.
   O médico pensou que não representava risco se considerasse o estado dele, mas Madara avançou para ele rapidamente e com o braço bom nocateou o velho num piscar de olhos.
   Respirou fundo tentando ignorar a dor em seu corpo. Observou melhor o quarto e não havia nem sinal de suas roupas, depois para o velho no chão já decidindo o que deveria fazer.
[©]
   As roupas de Satoshi ficaran pequenas mas não importava. O jaleco lhe tornava parte do ambiente e era isso o que queria. Ele andava de cabeça baixa para não chamar atenção. Na mão direita tinha a injeção que Satoshi ia usar nele para mantê-lo sedado, se alguém ficasse em seu caminho ia passar umas boas horas dormindo.
   Quando estava próximo a saída viu o segurança que tinha lhe dado banho e ele tambem lhe viu também. Girou sobre os pés procurando uma saída alternativa de fuga. Apertou a seringa nas mãos com a intenção de usar. Se afastou somente um pouco quando foi segurado pelo cotovelo.
  __O que está fazendo aqui menino?__ disse Kakazu imprecionado. Umas horas antes ele  mau se aguentava sobre si.
   __Não é óbvio?__ cantarolou debochado__Estou fazendo cosplay de médico.
   Ele voltou para a saída com Kakuzu lhe segurando levemente no braço. Ele não parecia querer impedi-lo e Madara não queria um tumulto.
   Kakuzo se posicionou ao lado dele, seu tamanho grande dele impedia que os outros notassem sua presença.
   Madara ficou intrigado, o cara estava lhe ajudando. Se não acreditava em boa vontade vontade antes imagina agora.
   Tudo estava fácil de mais.
  __Por que está me ajudando?__perguntou sem olhar para ele. Seu queixo estava reto, sua expressão decididamente desconfiada.
   __Não sou como seu pai, a culpa pela morte do seu filho ia ficar me remoendo pelo resto da vida.
  __A decisão não foi sua, foi dele__eles passaram pela porta da frente e caminharam rapidamente para longe. Madara sentiu a diferença de temperatura causada pelo frio da clínica e o ar do lado de fora. Pararam na lateral do prédio, onde não tinha nada além de carros estacionados.
   __Mas eu trouxe você para cá__ Kakuzu disse. Nunca em toda sua vida tinha visto algo tão triste, ele não queria participar disso__O que vai fazer agora?
   Madara respondeu prontamente.
  __Fazer aqueles cretinos pagarem por ter tirado meu filho de mim__prometeu a si mesmo que faria isso. Encarou Kakuzu com nada mais que um desafio mudo para tentar impedi-lo se quisesse.
   Mas em vez disso, falou algo que mudaria seus planos.
  __Eles não fizeram o aborto.
   Madara aregalou os olhos inchados, tocou a barriga sentindo a pequena formação. Seu inferior ficou aliviado quase em paz. Ficou uns minutos em silêncio para absorver a notícia.
   __Ele ainda está aqui?__ perguntou com medo que não fosse verdade.
  __Sim. Seu bebê está bem.
[©]
   Kakuzu lhe disse que iam esperar por mais um dia para fazer o que Tajima queria por conta do estado debilitado.
   Tajima deixou Kakuzu no hospital para garantir que ele não fosse fugir. Mas ele fez o contrário. Facilitou.
   Agora Madara se afastava cada vez mais.
   Parou em uma pequena lanchonete de onde vinha um cheiro ótimo. Ele estava morrendo de forme.  Ele pediu um bom x-tudo e devorou sem se importar em quem estava olhando para como ele comia sem modos. Pagou a conta com umas notas que o segurança havia lhe dado antes de ir embora.
   De barriga cheia ele parou para pensar melhor. Se fosse até Botsuma revelar sua condição era provável que a reação dele fosse a mesma de seu pai e Hashirama negaria a verdade . E lá iria ele novamente parar em uma clínica de aborto. O melhor agora era ficar o mais distante possível de todos. Seu interior se contraiu, também tinha que ficar longe do irmão. Izuna, que era a única pessoa de quem sentiria falta.
   Prometeu a ele que sempre ia ligar, mas como muitas promessas feitas ultimamente não possuíam muito valor. Não que não tivesse, era só que manter Izuna fora dessa confusão era o certo. Seus pais uma hora iam contar o que houve com o filho mais velho, e quanto mais tempo demorasse melhor.
  Estava por sua conta agora, como ele ia se virar? Durante anos seus pais garantiram que tudo estivesse ao alcance de suas mãos. Teve o melhor ensino que poderia ter, uma casa confortável e todo o dinheiro que precisava em uma conta só sua.
   __É isso!
   Os clientes lhe ollharan feito. Ele devia parecer um encrenqueiro. Com todas aquelas marcas de briga .
  __O que então olhando?__ rugiu. Os outros desviaram o olhar imediatamente.
  Ele voltou a pensar.
  Seu pai lhe tirou qualquer meio de contato, mas ele não poderia fazer nada para impedir que ele sacasse o dinheiro no banco, pelo menos não imediatamente.
   Tinha um plano a seguir por hora. Iria sacar todo o dinheiro que seus pais depositavam na sua conta a anos, depois proucuraria um lugar para passar a noite.


Notas Finais


Ufa ele conseguiu!


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