História Perdoa-me. - Capítulo 13


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Categorias Naruto
Personagens Butsuma Senju, Hashirama Senju, Izuna Uchiha, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Nagato, Orochimaru, Tajima Uchiha, Tobirama Senju
Tags Drama, Hashimada, Mpreg, Naruto, Tobiizu
Exibições 223
Palavras 2.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Prova de fogo.


Fanfic / Fanfiction Perdoa-me. - Capítulo 13 - Prova de fogo.

   O tempo parecia apagado, não, apagado não, mais cinza. As árvores e o céu perderam o brilho. O canto dos pássaros já não tinham a beleza de outrora. A lua lhe parecia extremamente solitária, assim como ele próprio. Milhões e milhões de estrelas brilhando junto com ela, mas nenhuma está tão perto de fato. 
  Solitário no vazio da escuridão, a escuridão de seu coração que só podia ser iluminada com a pequena criaturinha dentro de si. Seu filho seria como um sol, lhe trazendo força, luz e esperança.
   Vez ou outra as lembranças vinham para tormenta-lo. Era impossível fugir, é como tentar se segurar para não beliscar a ferida.
   Depois que fugiu da clínica,  conseguiu o dinheiro que precisava no banco. Tudo o que precisou fazer foi a impressão digital da palma da mão e uma análise da retina. Havia dinheiro o suficiente para viver por um ano e muito bem a propósito.
   Sua família era dona de uma famosa marca de carros, que tinha ficado muito popular nos últimos anos. A Sharin produzia desde carros simples até os mais luxuosos do mercado.
  Dinheiro na conta de Madara era o que não faltava, portanto ele podia fazer o que desejasse. E o que ele queria?
  Desaparecer.
  Seu pai tinha meios licitos e ilícitos com que poderia acha-lo, e ficar esbanjando dinheiro por aí facilitaria muito as coisas para ele.
   Por isso ele alugou uma casinha na parte pobre da cidade, onde seu pai nunca poria os pés.
   Durante os meses que se passaram, arrumou um emprego de operador de caixa, entrava as 7h da manhã e saia as 14h da tarde.
   A casa onde morava já era bastante velha, mas supriam suas necessidades mais básicas. Comprou uns móveis de segunda mão, um colchão razoavelmente confortável e roupas. Aquelas que robou de Satoshi foram jogadas no lixo assim que teve novas em mãos.
   Fez alguns exames e estava tudo bem com a criança e com ele. Madara tinha saúde de ferro.
   Seu corpo passou por uma transformação radical. Engordou 13k, suas pernas incharam de forma espetacular e deixou o cabelo crescer. Sua barriga estava enorme o que lhe fazia se perguntar se só havia um bebê ali, mas os exames confirmavam apenas um. Ia ser um menino forte assim como ele. Já tinha até escolhido um nome, Obito.
   Havia comprado um monte de livros infantis para ler para seu pequeno enquanto ele ainda estava no ventre. Conversa bastante também. Não mencionava sobre seu pai e avô, eles não faziam parte da vida deles. Fazia planos e regularmente fantasiava sobre com quem seu bebê ia parecer, torcia para que fosse consigo.
  As roupinhas que tinha comprado era um sonho, macacões com desenhos fofos, blusas, fraldas da melhor qualidade, pipos, mamadeira e aquelas  infinidades de coisas que todo bebê precisa. Era nesses momentos ele se sentia feliz novamente.
   Aquela noite estava quente e abafada, Madara suava e se remechia na cama que já estava molhada, pensou em se levantar e ir até a cozinha beber um copo de água. Se levantou da cama e sentiu uma pontada de dor, foi quando notou que a cama não estava molhada por conta do suor mas sim do líquido viscoso que vasava e escorria em suas pernas.
  __Ah não.
  Nervoso e apressado buscou a bolça já preparada com os pertences da criança. O celular estava fora de área, e mesmo se tivesse sinal nenhuma ambulância iria até aquela parte da cidade. As contrações vieram mais fortes e rápidas do que ele podia aguentar. Tinha que pedir ajuda a alguém. Ele saiu da casa cambaleante. Não havia carros na rua e nem sinal de uma alma viva. Foi na cada do vizinho onde morava um casal de comportamento duvidoso. Madara desconfiava que eles eram ligados com drogas e coisas do tipo.
  __Me ajudem__ ele bateu na porta dos vizinhos, mas ninguém veio__Socorro!
  Tentou na outra casa.
  __Eu preciso de ajuda!__gritou.
  __Vai embora!__foi a resposta.
   E foi assim na seguinte e na depois dessa e na depois dessa. Madara vagou pelo bairro mas ninguém se dispôs a ajudar.
   Ele se encostou na parede de uma loja 24h, onde o atendente também lhe mandou embora. Ali fedia a urina e lixo podre. A alça da bolça encarregou de seu ombro enquanto deslizava pela parede suja.
  __Doi...
  Uma coisa veio a sua mente. O garoto que tinha visto meses atrás, que tinha sido trancado em casa e teve socorro negado pelo pai para o parto. Ele tinha tentado fazer o parto sozinho com uma faca. Mas deu errado e eles morreram.
   Madara não tinha uma faca, mas apenas alguns passos de si estava uma garrafa de bebida alcoólica. Engoliu em seco, se arrastou até a garrafa, segurou firme e quebrou no chão, o barulho tinha sido esganiçado. Catou um pedaço grande bastante afiado, a ponta era fina e brilhava perigosamente, o vidro era frio ao toque.
   Ele chorou, tinha que tentar. Se encostou novamente na parede, abaixo a calça preta e peça íntima até  os joelhos. Afastou as pernas um pouco de um jeito que conseguisse fazer o que precisava.
   Abriu a bolça e retirou uma fralda azul. O pano era apertado firmemente em sua mão direita enquanto a outra segurava o vidro afiado.
   __Eu te amo, meu filho.
   Amordaçou o pano e contou mentalmente.
   1
   As memórias de seu irmão vieram a mente, Izuna e seu sorriso raro e puro. Queira poder ter mais tempo com ele. Izuna apesar de aparentar ser meticulozo e frio, era alguém vulnerável. Quem ia protege-lo agora?
   2
   Sua amizade com Hashirama ao  longo do tempo, que tinha se tornado algo mais forte e destrutivo. Que acabou de um jeito bastante desagradável e que tinha lhe levado até ali.
   3
   As horas que tinha passado conversando e lendo história para o seu filho, no exílio e na solidão que parecia não ter mais fim.
   Madara deslisou o vidro sobre a pele, quase um palmo abaixo do úmido. A dor logo foi registrada pelo cérebro que dizia para ele parar, mas seu coração o forçava a aprofundar mais o corte.
   O pano não foi o suficiente para abafar seu grito de dor.
   A ferida aberta sangrava, ele tocou e sentiu uma textura rude e ao mesmo o tempo macia. Ele viu útero exposto, era rosado e com umas pequenas ondulações no tecido, assim como as ondulações das veias que aparecem nas mãos.
   Madara estava começando a fraquejar, sua visão estava ficando escura. Mordeu mais forte o pano em sua boca, ele tinha que ser forte, tinha que aguentar mais um pouco. Enfiou a mão direita por dentre a abertura, sentiu a pele rasgar um pouquinho e mais uma vez o pano não abafou o grito.
   Os pontos verdes começaram brilhar, logo ele ia apagar e talvez não acordasse.
   Tirou forças de onde não tinha para continuar, e prosseguiu.
   Tateou o órgão até sentir a cabeça do bebe em seus dedos. Sua mão esquerda tremeu um pouco. Enquanto apoiava a cabeça o bebê com a lateral da mão agora, fez outro corte. Um sangue espeço melecou sua mão, membro e pernas. Fechou os olhos com força, e mais lágrimas recorreram por sua bochecha sendo absorvidas pela fralda que estava servindo de mordaça.
   Enfiou logo a mão dentro de si, sentiu a cabecinha mole em seu dedos e puchou para fora a criança. Sua força se foi imediatamente.
   O tecido escapou de sua boca, mas dessa vez não gritou ou gemeu de dor. Sua cabeça pendeu para o lado, suas mãos sujas de sangue logo ficaram inertes ao lado do seu corpo. Madara ainda pode ouvir o choro do pequeno antes de se entregar a escuridão.
[©]
   O médico Namikaze estava a pelo nenos 10 horas no hospital atendendo os pacientes, estava morto de cançado, queria uma sopa quente, um banho morno, e sua cama. Mas assim que saiu sua mulher ligou pedindo para ele comprar um pipo de determinada marca para o filho Naruto.
   Ele não dormia sem aquele troço.
   Mesmo caindo aos pedaços ele foi atrás. Foi em várias farmácias, supermercados, e drogarias que ainda estavam abertas naquele horário. Quando estava para desistir, e ele não era uma pessoa de desistir fácil, encontrou um pequeno comércio aberto.
   Minato usava fones de ouvido ligado no máximo para espantar o sono. Por sorte encontrou o pipo e suspirou aliviado. Comprou também um pacote de batatas e uma cartela de goma de mascar. O atedente estava pálido, mas ele não deu muita bola.
  Saiu da loja, e quanto abriu a porta do carro ouviu um barulho estranho, retirou o fone do ouvido esquerdo para ter certeza que não era nada, quanto ia colocar novamente ouviu claramente um choro agoniado de um bebê.
   Vinha do beco atrás de si. Minato ilunonou o chão com o display do celular já com o coração na boca.
   O que viu poderia ser descrita como uma cena de terror. Um rapaz estava encostado desfalecido na parede da loja. Tinha cabelos pretos um rosto marcante mas estava pálido devia ser por causa da sua barriga que  estava aberta.  Uma bolça verde de bebê repolsava ao lado direito da sua mão ensanguentada. Do lado da outra mão repousava um pedaço grande de vidro. E entre as pernas dele parcialmente curvadas estava o bebê com o cordão umbilical ainda conectado ao jovem.
   Ele chorava muito. E sem perceber Minato também chorou. Seus reflexos de médico lhe fizeram checar a pulçassão dele. O braço estava mole e gelado, mas ainda havia pulçassão. Agiu rapidamente, ligou para o hospital onde trabalhava e pediu que mandasssem uma ambulancia com urgencia para onde ele estava.
   Vasculhou a bolça da criança de onde tirou uma manta lilás com estampa de panda. Pegou a criança no colo cobrindo-a com cuidado, o menino contínuou chorando.
  __Vai ficar tudo bem__disse tentado acalmar não só a criança em seus braços como a si mesmo.
   Minato tirou mãos uns panos de dentro da bolça para cobrir o ferimento do garoto, foi quando notou uma coisa.
  __Que merda, ainda tem uma criança dentro.
   A ambulância demorou pelo menos cinco minutos para chegar, mas pareceu uma eternidade.
   O cordão umbilical foi cortado ali mesmo.
   Ele foi colocado da na maca rapidamente e levando para a o hospital. Ele teve que deixar a criança nos braços do paramédico enquanto seguia atrás.
   __Eu tenho que volta para o hospital kushi__ ele disse sério__ cuide de Naruto por nos.
   Do outro lado da linha Naruto chorava, ela sentiu a urgência na voz dele então não ficou brava com isso.
  __Eu te conto tudo quando chegar em casa__ faloh antes de desligar.
[©]
   A primeira coisa que notou foi a bolça de soro. Ele não gostou daquilo, lhe lembrou da vez que esteve na clínica. Ficou umas duas horas esperando que alguém aparecesse.
   Ele estava vivo então? Seu batimento cardiaco saltou no aparelho médico. Os bipis estava lhe deixando louco. O lugar onde estava não era um quarto qualquer de um hospital qualquer. Aquele lugar era caro. O que significava que seu pai tinha lhe achado. A qualquer momento ele ia entrar pela porta e ia dizer que a brincadeira havia acabado.
   A porta foi aberta lentamente, Madara segurou o ar nos pulmões. Ele esperava ver um homem frio e com ar de superior que era seu pai, porém quem entrou no quarto foi um homem loiro com expressão cançada e acolhedora.
   __Bem vindo de volta ao mundo dos vivos!__a voz dele era aveludada e atraente.
   Madara enrugou o nariz e fechou a expressão, que pareceu para o médico como uma careta de dor.
  __Como se sente?__o homem sentiu na beira da cama, Madara sentiu vontade de se afastar.
  __Onde está aquele covarde?__ele perguntou rouco. Seu pai logo ia aparecer, ele tinha certeza. O médico franzio o sendo desentendido__por que ele não está aqui?
   Minato viu o semblante do garoto se contraír em ódio, e uma parte parecia ser dirigida a si.
  __Calminha aí seu mau agradecido__ Minato não estava ofendido pelo fato dele lhe olhar como se fosse arrancar sua cabeça. Mas ele se afastou um pouco mais para a ponta da cama por via das dúvidas.
   __Tajima está aqui eu sei. Por que aquele desgraçado ainda não entrou?__Madara começou a se remecher, ele queria sai dali e dar uns bons socos em Tajima.
  O médico tentou segurar ele na cama, mas parecia impossível.
  __Esse Tajima é pai do seu filho?__ele perguntou por curiosidade. O jovem parou quieto na cama e começou a rir histericamente. Ele devia estar muito abalado pelo o que havia passado por isso estava agindo de forma irracional, pensou Minato.
  __Isso seria muito nojento, Tajima é meu pai__ Madara abriu um sorriso assustador__então por que não chama ele para eu chutar aquela bunda velha que ele tem?
   Minato ficou antonito com tamanha falta de respeito.
  __Voce não devia falar assim dele__ repreendeu__deveria respeita-lo. E de qualquer modo, você não conseguiria chutar nem uma latinha de refrigerante nesse estado.
   Madara não se importou nenhum pouco com isso.
  __ Eu posso fazer um esforcinho__ ele disse com petulançia__ E como eu poço respeitar o homem que me obrigou a abortar meu filho?
   Minato se calou.
   Madara se encostou de volta na cama já cançado.  __Onde está meu filho?__ não havia mãos arrogância e nem raiva em sua voz, apenas uma urgência que uma mãe usaria para perguntar por seu filho__Ele esta bem?
   Minato concluiu que ele pensava ser só uma criança quando na verdade eram duas.
  __Por que não responde?__ irritou-se__ E pare de me olhar com essa cara de pena.
  __Não é pena__ Minato não sentia isso por ele agora que ele estava acordado. Naquela hora aterrorisante no beco, tinha achado o garoto frágil e indefeso, mas acordado era outra história. Em poucos minutos ele viu um pequeno relance de sua personalidade agressiva. Não ficou surpreso por muito tempo, ninguém que faz o próprio parto sem ajuda de ninguém pode ser considerado frágil ou indefeso. Minato na verdade sentia pelo garoto um profundo respeito. Então entrou logo no assunto que queria entrar__salvei vocês três do beco. Você não tem mais ninguém além desse seu pai, têm? Qual é o seu nome aliás?
   Madara ainda estava processando a parte do tres.
  __ Disse três?__ franziu o senho.
  __Você teve gêmeos___disse o mais delicadamente que pôde. Minato tocou o braço dele querendo amparar o garoto que parecia a beira de um ataque, de novo.
   Aquilo parecia surreal, ele tinha dois filhos em algum lugar daquele hospital.
  __Respira com calma__ ordenou Minato.
  __Eu quero ver eles__disse agitado.
  __Calma, você vai vê-los depois__Madara afastou o toque dele com raiva.
  __Não me pede para ter calma__ sentiu uma vontade intensa de se descabelar__Eu quero ver meus bebês AGORA!
   Minato se levantou da cama e tentou segurar ele deitado, o que pareceu irrita-lo ainda mais. Mas a única coisa que o fez parar foi a dor em seu ventre.
  __Arg__ rangiu os dentes.
  __Se você não se comportar os pontos que levou vão estourar, e eu vou ter que te sedar para te costurar tudo de novo__ ele usou um tom paternal que fez Madara ficar quieto.
   __Ok. Parei__se rendeu por uns instantes__Qual o seu nome?
  __Namikaze Minato__ ele sorriu com todos os dentes.
Madara ponderou se falava ou não seu sobrenome. Se o homem a sua frente tinha lhe tirado do beco e estava perguntando seu nome, então era óbvio que seu pai ainda não tinha lhe achado. Ainda.
   Tinha uma dívida enorme com Minato, lhe devia três vidas.
  __Uchiha Madara.
  __Muito prazer__ disse ele. Minato não relaçionou o nome ao de uma das mais conhecidas famílias do pais. Ele era um homem simples, com uma mulher e filho recém nascido. Vivia uma vida sem luxos__bem, agora que estamos apresentados que tal me falar um pouco de você?
  __Meus bebês primeiro__implorou choroso__ eu quero ver eles.
   Minato suspirou, aquele garoto tinha passado por muita coisa, ele merecia ver seus bebês o quanto antes.
   Minato saiu da sala e Madara esperou ansioso e também muito nervoso. Cada segundo parecia uma hora para ele.
   Apenas dez minutos depois Minato retornou com uma enfermeira, juntos eles carregavam nos braços os bebês.
   Madara estendeu as mãos imediatamente, a enfermeira lhe entregou o bebê embrulhado em em um mantinha rosa que havia sido doada por outra mãe_ na pressa a  bolça ficou esquecida no beco. Minato não era o único que lhe respeitava,Madara tinha virado o assunto mais comentado na maternidade do hospital e também vários médicos foram ver as crianças no berçário.
   Minato acomodou o outro no outro braço dele. Madara derramou uma lágrima silenciosa. Ele eram tão parecidos consigo, cabelinhos e olhos pretos, os rostinhos estavam vermelhinhos, eram lindos.  Seus bebês estavam bem mais calmos agora que estavam com ele. Um deles era bem menor que o outro. Minato lhe explicou que o nenor deve ter ficado escondido atrás do outro, foi o que levou a acreditar que era só um. O menor dormiu tranquilamente no braço de seu pai, enquanto o outro ainda estava acordado.
  __Já escolheu os nomes?__ a enfermeira perguntou curiosa.
  __Ele vai se chamar Obito__ disse olhando para o menor dos dois bebês e então para Minato__Minato, gostaria de escolher o segundo nome?
   Minato corou. Estava honrado 
  __E-eu...tem certeza?
  __Sim.
  __B-bem... eu queria que meu filho se chamasse Shisui, mas a patroa escolheu outro__ ele riu divertido ao lembrar que Kushina tinha feito um escândalo para ela escolher o nome. Kushina  disse que era ela quem carregava o filho, não ele. O argumento foi válido, foi então que se tocou que ela sempre ia escolher o nome dos próximos filhos, se tivesse mais, e que ela nunca ia escolher Shisui __ Shisui seria um bom nome.
   __Sim. Shisui é um bom nome.


Notas Finais


Eu assisti um vidio de um parto cesariano, não foi nojento eu diria interessante. A parte dos bebês aconteceu com a minha tia. Ela esperava apenas um menino, mas nasceu primeiro a menina. Eram gêmeos e a menina foi de fato "escondida" pelo menino.


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