História Perfect Creation - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiee
mais um hoje
como sou boazinha, 3 caps em um dia só.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Perfect Creation - Capítulo 3 - Capítulo 3

Jauregui

 

Pronto. Essa é a filha da chefe.

Eu havia visto fotos dela, claro. Não se pode entrar no escritório de Sinuhe Cabello sem ver fotos da sua filha. A minha preferida é aquela em que Camila está atravessando a linha de chegada, toda suada e vermelha, com um sorriso de matar.

Olho para baixo, para a maca. Camila tem um hematoma bem grande embaixo dos dois olhos. Ainda assim, dá para ver a semelhança com a mãe. Maçãs do rosto altas e traços latinos. Mas as semelhanças param por aí. Sinuhe é a megera de gelo: cabelo castanho quase branco, olhos castanhos cinzentos e calculistas. Camz... bem, Camila é diferente. Seus cabelos são castanhos, bem cuidados e brilhantes, e os olhos são cor de avelã que eu ficaria encarando, se desse, pra sempre. E Estão um pouco inquietos no momento.

Não tem muito espaço no banco estreito na parte de trás da ambulância. Quase saio voando quando eles partem da sala de emergência e acionam a sirene.

Sorrio.

— Pisa fundo, amigo — grito ao motorista.

O médico que está sentado do outro lado da maca de Camila me olha como se dissesse que diabos é isso?

Sei que parece estranho me divertir neste momento, mas mesmo assim: escutar a sirene que corta o silêncio das ruas de São Francisco enquanto todos os outros carros abrem caminho? Muito legal.

Além disso, Camila vai ficar bem.

Eu acho.

Chegamos à ponte em pouco tempo. A ponte. A Golden Gate, ainda a melhor, nunca me canso dela. Às vezes, fico sonhando acordada e pensando em como seria legal deslizar pelo cabo. Sim, certamente a queda seria longa e a morte, horrorosa. Mas antes disso seria maravilhoso.

Eu me sento com os cotovelos apoiados nos joelhos, tentando curvar os ombros um pouco. Tenho ombros bonitos, posso mostrá-los. Sei que ela está me olhando.

Bacana, porque também estou de olho nela.

— Aiii!

Camila grita de repente. Está com dor. Muita dor. Então, pode ser que ela não esteja olhando para mim, não.

— Doutor, pode ajuda-la? — pergunto.

Ele se inclina para checar o soro. Ele está dobrado, o fluxo foi interrompido. O médico acerta o tubo e cola fita adesiva para mantê-lo no lugar.

— Ela vai melhorar em um segundo.

— Legal — digo. Eu me inclino para mais perto dela para que me escute. — Consegui fazer com que ele libere a morfina — digo, falando alto e lentamente.

Os olhos dela se viram na minha direção. Não parecem focar muito bem. E, por um segundo, eu penso: nossa, e se eu estiver enganada? E se ela morrer?

De repente, parece que quero chorar. Não vai acontecer, claro que não vou chorar, mas sinto uma onda repentina de tristeza.

Afasto essa sensação da melhor maneira possível. Mas, quando você começa a ver a Dona Morte de perto, é difícil se acalmar.

— Não morra, está bem? — digo.

Os olhos confusos de Camila me procuram. Como se eu fosse um alvo e ela não conseguisse mirar em mim.

Então, eu me aproximo de novo e toco o seu rosto, virando a sua cabeça para mim. Infelizmente, apoio minha mão na perna errada e Camila grita junto com o médico.

E isso impossibilita que eu diga algo para confortá-la: Não se preocupe, eu vi umas coisas. Eu sei sobre algumas coisas.

Sua mãe tem poderes.

Ela não vai permitir que você morra.

 


Notas Finais


E por hoje é só.
Até :)


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