História Perfect Illusion - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Wendy Corduroy
Tags Bill Cipher, Billdip, Bipper, Dipper Pines, Lemon, Romance, Sexo, Yaoi
Exibições 232
Palavras 2.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ALOOOOOO VIADOS
Estou aqui mais uma vez
Como vocês
Por que eu não consigo resistir.
Tinha que postar mais uma fanfic.
É.
Já basta as que eu já tenho, de toda forma, eu espero que vocês gostem. :) Em nome de jesus.

Capítulo 1 - Perfect Life


Fanfic / Fanfiction Perfect Illusion - Capítulo 1 - Perfect Life

"Tryin' to get control"
" Pressure's takin' its toll"
- Perfect illusion 

 

       Deus do céu. Dipper sussurrou mais para si mesmo do que para a moça a sua frente. Estava sentindo que bateria nela, sem pensar duas vezes. É tão simples, apenas se debruce sobre a mesa e a encha de tapas. Porém escolheu respirar fundo. Um. Dois. Três. Contou mentalmente, e soltou o ar que segurava. 

 

- Eu vou querer um café com um pedaço de torta de limão, por favor. - solicitou encarando a moça a sua frente. Pensou no que ela havia feito a ele, para que quisesse agredi-lá. Na verdade ela não fizera nada. O moreno apenas teve um dia estupidamente estressante. Normal. Normal. 

 

A jovem de cabelos ruivos , bem lambidos por sinal, Dipper pode notar,  lançou um sorriso forçado e após anotar o pedido do garoto, se retirou. É amiga, não está facil para ninguém. Pensou consigo mesmo. Então após toda aquela ceninha que o Pines mais novo fez, mesmo que apenas em seu consciente, ele apenas apoiou a própria cabeça sobre a mão, entediado. 

 

Estava esperando os céus se abrirem, e de lá, sair uma carruagem carnavalesca  com um senhorzinho de meia idade, que se aproximaria dele e diria: estavamos testanto você Dipper, toda a desgraça que você vinha passando não passará de uma brincadeira. Mas você passou, tome um bilhão de dólares. 

 

A ideias quase arrancou um sorriso dele. Claro que isso não ocorreria, apesar de que achava , sinceramente, que seu destino estava sendo controlado por um grupo de velhinhas que gostavam de foder com as coisas. A essa altura não era uma ideia tão distante. Não, não. Afastou os pensamentos  bizarros enquanto balançava a cabeça, logo vendo a garçonete vir em sua direção, entregar seu pedido. 

 

Logo depois que ela se retirou, Dipper arfou. Normalmente , vir aqui o alegrava, porém, aquela semana em especifico, estava mais do que chata. Podíamos adicionar os adjetivos cansativa, repetitiva e insuportável a ela. Puta merda, so falta chover cinzas aqui. 

 

Lógico que, tudo aquilo, se resultava por conta do trabalho, a faculdade, e a vida "independente" que Dipper levava. Trabalhava como assistente, é, assistente, em uma empresa de moda. Isso mesmo que você estava ouvindo. A vida fora muito filha da puta reservando logo esse cargo para ele, o que fazia com que muitos duvidassem da sexualidade de Dipper, mas o mesmo não podia reclamar tanto assim. Era bem pago, na medida do possivel, trabalhava em tempo integral, por mais que parecesse estranho, já que, normalmente, assistentes devem dar duro o dia todo, e ele só fazia isso pela tarde. O problema mesmo era para quem ele trabalhava. Joselyn Hanmiltom era sem duvidas, a prova que o diabo veste Prada. Chegou a sentir vontade de gargalhar com essa citação. Ela era incrivelmente babaca, nariz empinado e uma aproveitadora de inocentes. Ela vivia pedindo coisas ridículas para que Dipper realizasse, algumas meio missão impossível.

 

Fora essas coisas incríveis, havia a faculdade. Afinal, por mais que fosse muito inteligente para alguém da sua idade, Dipper tinha que aturar as pessoas da faculdade, que se diziam amigas mas no fundo queriam se dar bem a qualquer custo, alguns professores chatos, a pressão da familia em cima de si, o que não ajudava em nada, fora que ele tinha que organizar seu dinheiro para pagar suas contas, e manter sua alimentação. As vezes só queria voltar no tempo, ao momento em que eu resolveu ter essa ideia idiota de ser responsável, orgulhar e agradar seus pais, que tinha que aprender a se sustentar sozinho.

 

No inicio sua irmã riu do mais novo, e os pais o ignoraram descrentes. Mas Dipper conseguiu provar que “queria” realmente aquilo, que era capaz, e aqui se encontrava no momento, um garoto de 20 anos que fazia faculdade de Biologia marinha. Realmente Dipper, realmente.

 

Após terminar de comer, pagou e saiu da lanchonete. Tomou o rumo de sua casa,  pensativo,  enquanto ignorava completamente o estado nebuloso em que se encontrava o céu.  Nem ao menos lembrava da previsão que virá mais cedo no jornal,  afirmando que poderia chover pela boca da noite.  Só se deu conta quando,  sentiu as leves, gotas de chuva,  uma por uma,  se chocarem em seu rosto macio de criança,  como dizia Mabel.  Otimo.  O garoto bufou e acelerou o passo,  e agradeceu por não morar muito longe,  logo sorriu vitorioso quando avistou o inicio de sua rua. 

 

A chuva já engrossava,  e Dipper teve que começar a realmente correr,  enquanto tentava proteger sua bolsa.  Foi correndo,  aos tropeços,  avistando sua casa na metade da rua.  Sim,  Dipper morava em uma casa,  mediana,  em uma rua bonitinha.  Cliché.  De toda forma,  o garoto estava com tanta pressa que nem notará que a casa que,  antes era sem dono,  logo no inicio da rua,  estava com as luzes ligadas.  Tudo o que fez foi,  tentar tirar o excesso de agua em seu corpo,  antes de entrar na casa,  e fechar a porta logo em seguida.  O restante se resumiu em tomar um banho quente,  revisar o conteúdo que fora passado em aula e ir dormir.  Queria que o dia seguinte chegasse logo,  esperando por algo novo que sabia que não viria.  

 

[…]

 

Dipper levou a mão com força demais em seu despertador que tocava freneticamente , o que ocasionou no objeto caindo no chão,  fazendo o moreno levar no desespero,  e logo se pondo a ver o estrago,  porém graças a forças superiores,  não houve estragos,  pelo menos não que transparecessem no momento. 

 

Sem mais cerimónias,  se levantou caminhando em direção ao banheiro, fazer sua higiene matinal e consecutivamente,  tomar café e sair para a faculdade.  Assim que  terminou tudo,  e colocou os pés fora de casa,  viu uma movimentação a frente, na casa que passará despercebida ontem pelo mesmo.  E conforme ia andando,  para o começo da rua que o levava em direção a sua faculdade,  pode notar que se tratava de um garoto,  alto,  pele morena,  cabelos loiros com mechas pretas na ponta.  Trajava uma jaqueta de couro,  uma blusa branca bem passada e uma calça com um rasgo no joelho.  Parecia incrivelmente irritado, enquanto pronunciava xingamentos de baixo calão com alguém,  um homem que se encontrava encostado a porta. Tinha cabelos castanhos,  com laterais acinzentadas e tinha uma barba que começara a crescer recentemente, sua pele era um  tom de areia estranho. Usava uma blusa branca social e calça,  parecia estar quase saindo para o trabalho,  e atrás dele,  surgiu uma mulher,  de cabelos cor mel,  pele alva,  usando um vestido simples,  enquanto lançava um olhar preocupado para o menino que agora já dava as costas.

 

Uma típica família americana em colapso.  Os pais deveriam  ter entre seus 39 a 50 anos.  A mulher era claramente mais nova,  ou talvez mais bem cuidada do que o marido.  Já o jovem,  Dipper não sabia dizer,  teria entre sua idade,  porém não muito mais velho.

 

O garoto se pôs sobre uma moto,  porém Dipper não saberia dizer qual o tipo,  não era bom com essas coisas. Ele deu partida enquanto o pai fechava a porta.  O moreno apenas continuou seu caminho,  como se não tivesse visto nada, eram apenas,  possíveis novos vizinhos,  nada além disso.  

 

[…] 

 

- Dipper querido - sua chefe chamou,  cinicamente - Eu quero que você agende para mim,  uma entrevista com a Rehneé Oligarson, ainda para essa tarde,  agora saia.  - Disse passando pelo menino que estava parado em frente a mesa, provavelmente estava indo a algum encontro comercial, mas Dipper não perguntaria isso , nem ferrando. 

 

Já era de tarde,  e o dia na faculdade fora tranquilo,  tinha ido almoçar em casa em casa,  logo depois que sairá,  e agora estava no trabalho.  Puta trabalho.  O dia se encontrava particularmente quente,  e usar aquela blusa social e aquela calça não colabora muito para si.  Retirou os óculos para poder massagear as têmporas.  Sabia que seria algo difícil. Como que ela quer que eu faça essa proeza de arrumar uma reunião ainda hoje?  Deus do céu.  Não perdeu muito tempo e discou o numero da estilista famosa. 

 

- Olá,  boa tarde,  é da senhorita Rehneé?  - pronunciou em bom som,  respirando calmamente. Ou tentando. 

 

- Embregada dela, em que posso ajudar?  - Uma voz feminina,  porém rugida soou do outro lado da linha.

 

- Joselyn Hanmilton gostaria de agendar uma reunião com ela,  de preferência ainda para essa tarde.  - Respondeu,  já temendo que recebesse um não. 

 

- Um momento,  por favor - A senhora,  que parecia ter entre mais de 50 respondeu.  Dipper rezava para que sua chefe fosse influente o suficiente para que os outros não negassem nada a ela.  Logo notou que o telefone fora pego novamente.  - Ela pode,  apenas a partir das 16:25 - afirmou seria. 

 

- Ok,  obrigada - Dipper respondeu,  e por mais que não parecesse,  respirou aliviado por ter dado certo,  se não Joselyn descontaria nele.  Mas afinal,  todo o seu salário pagava seus momentos de tensão que passava trabalhando aqui?  Achava que não.

 

- O que ela pediu para que você fizesse agora?  - Pacifica Northwest perguntou,  adentrando a sala.  Ela sim,  era uma assistente,  que passava o dia e dedicava-se a ajudar Joselyn.  Ela havia saído para uma outra reunião,  em que Joselyn não poderia comparecer. Pacifica nascerá em berço de ouro,  mas assim como Dipper,  estava correndo atrás de sua independencia,  porém essa,  porquê realmente queria , adorava trabalhar na área da moda,  diferente de Dipper que só aturava isso por necessidade. Apesas de tudo,  era uma boa amiga,  e podia confiar nela. 

 

- Agendar uma reunião para ela - O moreno afirmou,  sem cerimônia.  Tombou sua cabeça na mesa,  soltando o ar .

 

- Entendo. - A loira afirmou.  Estava usando um sobretudo bege,  e uma calça preta de couro,  com uma sapatilha no mesmo tom do sobretudo.  Carregava umas sacolinha nas mãos,  uma delas,  que logo foi estendida para Dipper - Tome,  deve estar com fome.  - Ditou e então foi para sua mesa,  ajeitando o cabelo dourado que se mantinha amarrado em um rabo de cavalo médio.  Dipper olhou a sacola,  e de lá retirou um cappuccino e um pedaço de bolo com pedaços miúdos de morango em cima. 

 

- Obrigada - Pronunciou para a menina a sua frente que não deveria ter mais de 26 anos.  Afinal,  não era tão menina assim.  Então comeram apressadamente antes que a dona da empresa chegasse. 

 

Dipper se lembrou,  de que até agora,  não sabia como tinha conseguido essa vaga,  não entendia de moda,  tinha deixado claro,  necessitava fazer uma pesquisa toda vez que tinha que agendar algo pela sua chefe,  e ainda não vinha totalmente caracterizado.  Talvez fosse só a vida tentando lhe ajudar,  minimamente.  

 

[…]

 

- Olá Lola - Dipper cumprimentou,  gentilmente com um carinho na cabeça,  a gata branca de sua vizinha.  Ela aparecia em sua casa quando a dona não estava. 

 

Dipper estava na varanda,  sentado sobre os degraus de madeira rústica,  enquanto observava a rua nenhum pouco movimentada,  e notava um dos postes piscar.  Mal iluminação.  Notara que agora a gata se debruçava sobre suas pernas,  ronronando preguiçosamente arrancando um sorriso do garoto.  Folgada.  Estava acariciando o felino quando ouviu um barulho de moto se aproximar,  e logo uma virar a rua, estacionando na casa onde virá seus novos vizinhos mais cedo.  Não tinha uma memória perfeita,  mas era o suficiente para se recordar de que era o menino.  Ele logo estacionou, porém não entrou em casa.  Esse,  começou a tomar distancia do local,  andando tranquilamente pela calçada com as mãos nos bolso da calça.  Ele vinha na direção da casa de Dipper,  porém não estava observando o menino.  Este,  provavelmente estava indo para o final da rua,  onde ficava um playground,  em que alguns adolescentes iam a noite,  ora para beber,  ora penas para ficar sozinho, talvez dar uns pegas em alguém.  Pela cara que o garoto fazia,  seria a segunda opção.  Quando estava quase passando por si,  Dipper direcionou o olhar para longe dele,  não gostava de ser encarado,  nem de encarar alguém e essa pessoa notar,  se sentia desconfortável.  

 

No ato,  permanecerá por alguns segundos,  mas logo erguera achando que o menino já tinha passado.  O porém era que ele não havia,  e no exato momento encarou Dipper e lançou um sorriso galanteador para o mesmo.  Porra.  Dipper sentiu suas bochechas corarem.  Que sorriso.  E o mesmo ainda havia erguido um pouco o lado do rosto,  dando-lhe um ar superior.  Dipper havia notado que ele era bonito,  porém vendo-o ali , mas perto  tinha que concordar que era uma das pessoas mais bonitas que conhecerá. Não estava exagerando, não era disso, mas seus traços eram masculinos e rudes, porém sensiveis em seu ponto. Transbordava um ar rebelde, e sua aparência denunciava. Fora o olhar afiado. Ele era sexy, convenhamos, muito sexy.

 

Dipper corou, e olhou para outro lado, enquanto o garoto passava, e agora tomava distancia de sua casa, deixando o moreno constrangido, com motivo, afinal, não é normal que alguém lance para um estranho um sorriso tão sugestivo. E assim, Dipper voltou a o encarar, ou apenas suas costas. Logo ele não passava de um borrão na escuridão da noite.

 

Belo vizinho Dipper ganhará,  belo vizinho.  

 

 


Notas Finais


Eu peço que, deixem aquele comentário, me digam se gostaram , o que não gostaram, isso é muito importante para mim, como para qualquer outro autor. Favoritem a historia se gostaram, e perdão por qualquer erro, é dificil administrar tudo isso sozinha.

Bem, eu pretendo atualizar essa fanfic todas as sextas.
Apenas Ðreäm§
єท∂ нσρєsღ

ஜvisє ρℓαcυτ
ஜℓα rєvє∂єrє

αઽઽ: ખ¡ઽƬ૯૨¡α


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