História Perfect Illusion - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Cara Delevingne, Fifth Harmony, Halsey, Justin Bieber, Kylie Jenner, Little Mix, One Direction, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Cara Delevingne, Dinah Jane Hansen, Halsey, Justin Bieber, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Perrie Edwards, Zayn Malik
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Justin Bieber, Lauren Jauregui, One Direction
Exibições 42
Palavras 3.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá ets. Meu nome é Camila também hjhkwj e eu vim aqui na terra para mostrar-lhes esse fanfic que eu espero que vocês amem ou gostem.
O nome da fanfic veio da música PERFECT ILLUSION da LADY GAGA, uma música que eu estava viciada na época e ainda amo.

Enfim, sim é um fic camren e agora que Lauren se assumiu bissexual, e eu não posso deixar de me sentir orgulhosa disso, fica tudo mais real. Isso vem de vocês, divulgação, comentários, favoritos, eu só quero que vocês gostem dessa fic. Bom todos os nomes dos capítulos da minha fic são trechos de músicas que eu admiro ou amo.

O trecho que foi tirado veio da música THE LIFE de FIFTH HARMONY

E eu quero que mostre como é a vida dessa família e seus comportamentos. Sempre que houver uma música a ser tocada, eu recomendo que ouçam ela e seu significado. É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA. Desde já agradeço para todos que irão ler. AVISO NAS NOTAS FINAIS.

Capítulo 1 - This is the life


Fanfic / Fanfiction Perfect Illusion - Capítulo 1 - This is the life

Uma nova cidade, novas pessoas, nova casa, novo bairro e uma nova escola. Agora que entramos em setembro. Não acho que se mudar para Stonewall, na Geórgia, nos Estados Unidos, ajude muito em alguma coisa, o que eu encontrarei de bom em outro continente? Meus amigos estão aqui, em Londres. Todos eles.
Meu pai, Alejandro e Pattie, mãe de Justin – meu irmão mais velho –, resolveram há 3 meses que seria melhor se fôssemos morar nos Estados Unidos. Motivo? A empresa de meu pai transferiu ele para lá, ou seja, eu terei que deixar tudo o que construí para trás.
Minha família é bem mista. Pattie e Justin são canadenses e Alejandro e eu somos cubanos. Nos conhecemos aqui mesmo em Londres. Eu ainda lembro, apesar de que na época eu tinha 7 anos. Em toda minha vida em Londres, Justin e eu nunca tivemos desavenças, apesar dos sexos e diferenças de idade. Ele sempre foi super protetor comigo e não é daquele que te dedura como vingança. No início, quando nossos pais se conheceram, nós não íamos com a cara um do outro e eu não suportava que Pattie chegasse perto de meu pai. Com o grande período de tempo, Pattie se aproximou mais de mim e se tornou a amiga que eu nunca poderia ter.
— Camila? — ouço meu pai bater na porta, eu sabia que estávamos atrasados para o vôo por minha causa.
— Já vai, papa! — digo fechando o zíper de uma das 6 malas e abrindo a porta logo em seguida. — Estou pronta.
— E nós há quase uma hora. — ele diz e sorri balançando a cabeça negativamente, em seguida, me ajudando a carregar as malas até o carro.
Ao descer as escadas, avisto todos os meus amigos a espera de se despedir de mim. Todos com ótimas palavras dirigidas a mim e com lágrimas nos olhos, nos despedimos. Assim que entro no carro de Justin, pois eu iria em seu carro, ele dá um último beijo em sua namorada, que particularmente, eu detesto, já que ela nunca me suportou, porque Justin sempre me dá mais atenção do que para seus conhecidos. Finalizando o beijo, ela me manda um sorriso tão falso que Justin é o único que não percebe.
Em nenhum momento, ele chora. Claro, porque ela não é a última mulher do mundo. Justin, com certeza, não manterá um namoro a distância.
— Podemos ir? Já se despediu da piranha! — digo sorrindo sem nem pensar 2 vezes.
— Ei, e o respeito fica aonde? — ele fecha a porta do carro e me observa.
— Você quer discutir sobre respeito, Justin? Nós podemos discutir isso no momento em que você e ela virarem as costas um para o outro, pode ser? — falo cinicamente.
Ele bufa um pouco frustrado e sai do local cantando pneu, em seguida, meus pais. Pelo retrovisor do passageiro, observo minha casa se tornando antiga e ela ficando cada vez mais longe, apenas restando as lembranças que fizemos, enquanto eu ainda podia chamar aquela casa de minha.
Na rota até o aeroporto, peço para Justin para que eu coloque minhas músicas favoritas e ele nega de início. Como eu não desisto fácil do que eu quero, imploro várias e várias vezes até que ele se rende. Ligo o rádio e escolho a estação Pop/Rock. Quando escuto que a música que toca é uma da banda Paramore, logo aumento o som do rádio e Jus me observa de canto de olho. Está no início e eu não resisto em cantar. A música que toca é Still Into You.
— Canta, por favor, Jus! — imploro segurando em seu braço. — Só um pouco, você pode ser a segunda voz. Canta comigo. — falo repetidamente.
— Não enche o saco, Mila! — ele puxa o braço das minhas mãos.
— Você sabe que se não cantar agora, vou te infernizar o caminho todo, não sabe? — ele olha rapidamente para mim em modo de rendição
Então, nós dois, gritamos juntos no carro:

Recount the night that I first met your mother
And on the drive back to my house
I told you that, I told you that I loved you
You felt the weight of the world
Fall off your shoulder
And to your favorite song we sang along
To the start of forever
And after all this time
I'm still into you
I should be over all the butterflies
But I'm into you (I'm into you)
And, baby, even on our worst nights
I'm into you (I'm into you)
Let 'em wonder how we got this far
‘Cause I don't really need to wonder at all
Yeah, after all this time
I'm still into you

Foi assim o percurso todo, Justin cantou comigo todas as músicas que ouvimos, sem reclamar. Chegamos no aeroporto encima da hora e ainda sim, consegui comprar novos fones de ouvido.
— Por pouco. — Pattie me diz enquanto procuramos nossos lugares para nos acomodar.
— Vocês precisam ser mais otimistas! — digo encontrando meu lugar. — Wow, achei! Tchau. — beijo seu rosto e vou até meu lugar, coloco logo o cinto e relaxo no estofado, fecho meu olhos lentamente e descanso de tudo o que fiz até aqui.
Quando o avião decola, procuro o resto de minha família, não conseguimos achar lugares um perto dos outros. Eu estou à 5 fileiras à frente de Justin do lado esquerdo. Enquanto Pattie e meu pai estão nos últimos lugares do lado direito.
Coloco o cabo dos fones em meu celular e as músicas começam a ecoar nos meus ouvidos, aleatoriamente.
O que esperar de Stonewall? Imagino que seja uma cidade normal com pessoas normais. Nem sempre mudanças são divertidas. Quero dizer, mudanças de países.
Stonewall é uma cidade pequena? Deve ser, é no interior da Geórgia, as pessoas podem ser um pouco rudes, não sei. O único problema é que eu sou péssima para fazer novas amizades, quase ninguém gosta de fazer amizade comigo, os amigos que eu deixei para trás foram um combo. Se Justin e eu já sofríamos demais em nossa antiga escola só por sermos, uma cubana e um canadense, imagine nos Estados Unidos, onde as pessoas são julgadas simplesmente pela religião ou raça.
Justin era o capitão do time de futebol da nossa escola, ou seja, na nossa nova escola, Stonewall High School, ele não terá um futebol simples, pelo que eu li no site da escola, o time de futebol americano é ótimo. The Pirates é o nome do time, nunca perderam uma temporada. Justin sempre é bom no que faz e eu tenho certeza de que ele tentará entrar para o time, apesar de não ser o futebol que ele gosta.
A diferença entre mim e Justin é tudo, menos nossos pensamentos que quase sempre se batem em concordância. A maioria das garotas babam por ele, pelos olhos castanhos claros, os cabelos louros natural, a estatura física e o jeito que ele olha para uma menina. Sempre digo para ele, o quanto é ridículo ele brincar com os sentimentos delas, porém, por outro lado, elas não querem nada além de sexo.
Eu, no entanto, sou mais reservada. Nunca me apaixonei de verdade, mas se isso um dia acontecer, eu amarei com intensidade. Eu sou romântica, mas os garotos nunca me levavam a sério, eu acho que, na visão deles, eu era apenas um boneco de pano sem sentimentos. Namorei em minha vida, apenas um garoto e ele é um babaca até hoje. Fui muito inocente, mas aprendi com toda essa inocência. Se se mudar para Stonewall apresente algum benefício, eu agarrarei essa chance com força, afim de mostrar quem eu realmente sou e que eu não sou a menina cubaba-britânica boba de antes.
Como o vôo não teve nenhuma escala em qualquer cidade chegamos no começo da noite. Desembarcamos e fomos buscar as malas, logo em seguida, pegamos um táxi, já que nossos carros só demorariam 1 semana para chegar a Geórgia.
A cidade não é tão pequena como eu imaginei. Pessoas caminham pelas calçadas sem nenhuma preocupação, e crianças se divertem na frente de suas casas, restaurantes espalhados por ali estam cheios. A maioria das casas são interessantes, umas são médias e outras enormes, mas sempre cheias de detalhes, o senhor que dirige o táxi disse que essa rua é uma das principais até o parque central. Passamos em frente a esse parque da cidade. O gramado, na luz dos portes, parecem mais verdes que o normal como deve ser.
Nossa casa, como meu pai disse, será do outro lado do parque, na parte sul, onde é uma das outras ruas principais. A minha rua, Wi Khan Street fica na mesma direção da Henryk Street, interrompidas apenas pelo parque.
Atravessando o outro lado do parque, meu pai aponta para mim a casa que vamos morar.
— Aquela ali! Entre a verde e a branca. — procuro e finalmente acho.
Assim que saímos do carro e tiramos todas as malas, meu pai paga o motorista e se junta a mim, Pattie e Jus, que estamos parados olhando a entrada.
— A casa não morde, pessoal! — meu pai diz e toma a mão de Pattie, abre a porta lentamente e liga as luzes, de longe eu consigo ver o quanto ela é linda.
Ao entrarmos, Justin me dá passagem para eu entrar primeiro, e logo em seguida, ele entra. Fico impressionada ao ver o quanto aquela casa tem vários detalhes em madeira. A parede do lado esquerdo é toda de madeira polida e talhada com flores e folhas. Todos os nossos móveis já estavam lá, o que dá a casa um ar mais sofisticado. A sala é bastante espaçosa, no centro, nosso sofá está de costas para a escadaria. As escadas de uma madeira extremamente escura faz com que o resto da casa pareça um ponto de luz em meio a escuridão.
Todos nós vamos juntos até a cozinha. No meio dela, as lâmpadas pediam sobre a bancada cristalina. Os armários todos embutidos são de madeira em tons claros. Janelas de vidro se espalham pela cozinha inteira. A cortina sobrecai a porta dos fundos de vidro.
— Vamos ver nosso quarto, se quiserem vejam o restante da casa sozinhos. — Pattie diz e ela e meu pai sobem pelas escadas da cozinha.
Olho para Justin com os olhos brilhando e sorrio.
— Temos uma casa melhor do que a que tínhamos em Londres. — digo e logo meu sorriso desaparece, ao me lembrar do que ficou lá.
— Sim. — ele diz olhando para os fundos da casa.
— O que você está olhando, Jus? — sigo o seu olhar e atrás da porta de vidro, a lua entra em perfeita harmonia com a água daquela enorme piscina. — Sem chance. — abro um sorriso e olho para Justin que sorri junto. Corro até a porta e deslizo-a para o lado. Quando chego ao deck de madeira, espero um momento, até Justin se aproximar.
Eu não sei nadar, Justin está me ensinando ainda e eu não sei se daria conta daquela piscina.
— Nunca tivemos uma piscina. — falo rodeando a mesma.
— E aquela inflável que você tinha quando era criança, não conta? — ele ri e ao chegar perto dele, soco seu braço. — Nem é tão funda assim. — ele se inclina um pouco para frente analisando.
— É, você tem razão... — devagar vou para atrás dele, posiciono minhas mãos e empurro ele para dentro da piscina.
Começo a rir freneticamente. Justin submerge uma vez e quando volta, chacoalha a cabeça se livrando um pouco da água. Me sento na borda da piscina e enfio minhas mãos na água jogando no rosto de Justin que bufa de raiva. Não vejo sua aproximação rápida, apenas sinto o aperto em meu braço e meu rosto e o resto de meu corpo se chocar com a água. Agora é a vez de Justin rir.
Como Justin disse, a piscina não é tão funda, mas eu também não sou uma boa nadadora. De início, eu boio sem precisar da ajuda de ninguém. Justin se afasta um pouco de mim, bato meus pés tentando me manter com a cabeça para fora, mas ao longo do tempo isso vai me deixando cansada. Rapidamente, agarro a gola da camisa de Justin e ele ri vendo meu desespero.
— O que foi, irmãzinha? — debocha de mim.
Passo a mão no rosto tirando as gotas de água. Estou um pouco sem fôlego por conta do esforço que fiz, logo vou até as costas de Justin, abraço o pescoço dele e envolvo minhas pernas em sua cintura.
— Você sabe, eu não! — digo me referindo sobre nadar.
— Ah, foi só uma brincadeirinha. — ele guia minhas mãos até a escada da piscina.
— Meninos... — meu pai aparece na porta da cozinha e quando me vê e Justin saindo da piscina, ensopados, ele para e franze o cenho vindo em nossa direção, Pattie vem logo atrás. — O que aconteceu? — ele ajuda Justin a subir e nos olha em análise.
— Camila, meu amor. Você está bem? — Pattie segura meu rosto e me observa por completo tentando achar algo errado. — Justin, o que você estava fazendo? — ela se vira para Justin brigando por causa de mim.
— Não, não, não... Pattie? Justin não fez nada, só estávamos brincando. — seguro em seu braço tentando chamar sua atenção. — Estou bem. Estamos bem. — sorrio terna os confortando.
— Troquem de roupa, porque daqui a pouco vamos à procura de algum restaurante para jantarmos.
Justin e eu vamos correndo para dentro de casa, competindo ao subir as escadas, como as escadas da cozinha é estreita, corremos até as escadas da sala que são mais largas. Quase caí ao subir, já que Justin me deu um empurrão. Ele vence ao chegar no andar de cima. Lá há um corredor bem espaçoso, que vai da frente da casa até os fundos. 7 quartos ao todo. Do meu lado esquerdo (nos fundos), 4 quartos e do meu lado direito (na frente), 3 quartos.
O quarto de nossos pais é o último quarto do lado esquerdo. Meu quarto e o de Jus fica do lado direito, o meu sendo o que fica à frente com uma varanda imensa – que eu vi antes de entrar na casa. Justin vai até seu quarto e eu fico sozinha no corredor.
Como eu gosto de analisar os mínimos detalhes. Olho para o teto. Não tem muito para ver, o teto é feito de gesso, mas não tem nenhum detalhe. Apenas várias lâmpadas de LEDs embutidas no gesso, vou seguindo caminho até meu quarto. Ao abrir a porta, me surpreendo ao ver a decoração.
Meu quarto foi pintado com cores em tons claros de rosa e vermelho. À minha frente, a parede atrás da minha cama, a decoração que fizeram foi de um painel de fotos que cobre a parede toda. De cada lado de minha cama têm uma cômoda escura com um abajur prateado em cada um. Minha escrivaninha e meu computador estão ao lado da porta de entrada. O closet fica para o lado do quarto de Justin, e ao lado do mesmo está meu banheiro. Ao me virar, vejo a porta de vidro que leva até a varanda. Uma varanda enorme. Com o deck de madeira e grades de ferro para a segurança. Pende um balanço de ferro pintado de branco e no centro da varanda, um sofá de madeira com estofados marrons. Em cada canto da varanda tem um vaso de orquídeas roxas. Aparentemente, Pattie pensou em tudo.
Voltando ao meu quarto e ligando a realidade, percebo que demorei muito admirando aquele quarto maravilhoso. Pego uma de minhas malas e a abro, puxando uma muda de roupas, em seguida procuro minha toalha e adentro o banheiro. Eu não sabia que naquela casa todos os banheiros têm banheiras, como eu não teria tempo o suficiente até sairmos, decido deixar o banho de banheira para outra. Visto uma saia curta rodada e uma blusinha preta, calço um sapato azul celeste de salto e faço um rabo de cavalo em meu cabelo. A maquiagem é leve, já que eu vou para um restaurante não para uma festa.
Desço as escadas à procura do resto do pessoal, encontro todos sentados no sofá a minha espera. Olho para cada um e vou em direção a porta, falando:
— Eu só atrasei 10 minutos, sem exageros, por favor. — me viro e sorrio para eles.
Sem carros, decidimos ir à pé, apesar de táxis, mas o restaurante não é tão longe, andamos apenas 3 quarteirões até o parque. Em frente à ele, tem um restaurante muito bom, chamado de StoneWyk. É aberto, como a calçada é afastada, mesas e cadeiras do restaurante ficam fora e podemos aproveitar a vista do parque, que sem dúvidas é lindo.
O restaurante não está tão cheio, há no máximo umas 4 famílias por ali. Escolhemos um lugar para sentar perto da calçada. Papa faz os pedidos e aguardamos uns minutos. As pessoas parecem amigáveis, não sei se acham que nós somos turistas por causa do nosso sotaque britânico ou se é porque eles realmente são assim, mas de qualquer forma, eu gosto desse ambiente tranquilo.
— Cala a boca, Cara, não diz besteira. — uma garota acompanhada por mais 3, chega falando um pouco alto, o que chama minha atenção.
— Vai falar que você não gostou realmente dela? — a outra garota, a alta de cabelos louros escuro, pergunta para a de cabelos castanhos escuro. As outras duas apenas riam, uma baixinha de cabelos louros e uma morena alta de cabelos pretos encaracolados.
— Por favor, naquela época. — ela responde.
— Laur, você sabe que pode falar se tiver voltando a gostar da Cara, não sabe? — a morena fala rindo.
Elas vão se aproximando mais da minha mesa, provavelmente, iam jantar lá. O tempo todo, eu não tirei os olhos delas. Ao passarem ao lado da minha cadeira para sentar na mesa ao lado, meu pai me chama a atenção fazendo com que elas, meio que... notem isso.
— Camila, que falta de educação. O que eu te ensinei? — meu pai não está totalmente com raiva, é só o modo como ele me chama a atenção das coisas.
— Desculpa, papa! — falo e logo percebo elas vendo aquela cena constrangedora.
Eu fico super envergonhada ao notar seus olhares em mim. Quando nossos pedidos chegam, as meninas da mesa ao lado pedem hambúrgueres. Me aproximo do ouvido de Jus e pergunto:
— Não sabia que aqui vendia hambúrgueres.
— O que o Alejandro disse? — ele ri um pouco e eu não resisto em rir junto.
— Não precisa me lembrar do meu constrangimento. — sussurro de volta para ele.
Pattie e meu pai não prestam a atenção na nossa conversa, pois os dois conversavam entre si. Já tínhamos pedido sobremesa e assuntos aleatórios mantinham nossa família em movimento, nunca sem um assunto. Se passa 30 minutos e as meninas ainda não tinham ido embora.
Volto meu olhar aquela mesa e a garota dos cabelos castanhos escuro está me fitando. Tento desviar o olhar, mas me encanto pelos seus olhos, de uma cor fascinante, um verde hipnotizador.
Não consigo desviar o olhar dela. Sabe quando você está em uma loja de roupas e encontra a calça ideal para você e você não consegue desviciar dela? É o que está acontecendo. Parece como se eu estivesse olhando para o céu e a estrela mais forte que se destaca, Sírius, me prendesse o olhar. Mexo freneticamente minha perna em nervosismo. Ela é tão linda, seus olhos e sua boca caíam tão perfeitamente. Admirar toda aquela beleza é algo tão relaxante de se fazer. Eu estou presa naquele olhar, eu tento me desprender, mas ela não desviava o olhar também. Minutos depois de muito encaro, ela dá uma piscadela para mim e sorri, logo em seguida, pagando a conta e indo embora com as amigas.


Notas Finais


Olá de novo. Bom gente, irei postar 1 capítulo por semana, pois a fanfic ainda está em progresso. Ela terá 23 capítulos e pode ou não ter uma 2° temporada dependendo do desfecho dela. Meu Twitter é @demipacienciaz e vocês podem me encontrar lá, posso mostrar trechos de alguns capítulos antes mesmo de serem postadas. Posso ser uma boa conselheira e amo conversar com pessoas novas. E se vocês forem do Pará, melhor ainda. Obrigado a todos que leram esse capítulo. E podem comentar o que acharam desse episódio.


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