História Perfect illusion (malec) - Capítulo 17


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Robert Lightwood, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Drama, Malec, Revelaçoes, Romance, Shadowhunters
Exibições 107
Palavras 1.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 17 - Filme!


Magnus acordou no outro dia ainda ao lado de Alec que dormia de serenamente, Magnus pensou em preparar um café da manhã especial para o outro, mas decidiu que era melhor compra algo já pronto, levantou silenciosamente, vestiu uma roupa leve e foi rumo á cozinha. Ligou em uma cafeteria e pediu que entregassem algumas coisas em seu apartamento, precisou apenas prepara o café, não queria causar uma indigestão no namorado.

Algum tempo depois o interfone toca, era o porteiro avisando que tinha entrega pra ele, pediu que deixasse o entregador subir, pagou lhe e arrumou a mesa.

Virou se para ir chamar Alec, mas o mesmo já estava parado na porta o olhando, vestia apenas uma calça moletom, comtemplou seu rosto e sorriu, desceu seus olhos pelo pescoço do namorado parando nas marcas vermelhas que haviam ali, sorriu mais e aproximou se dele e deu lhe um selinho demorado.

“Pedir café pra gente, esta com fome?” Perguntou abraçando o outro.

Alec respondeu com um aceno, Magnus o puxou ate a mesa. Alec se sentou em um das cadeiras e fez uma careta.

Magnus riu abriu a boca, mas Alec o interrompeu.

“Calado! Magnus.” ele diz olhando mortalmente para o namorado.

“Desculpas!” Magnus enfiou um mini pão inteiro na boca, tentando abafar sua risada. Alec fez bico, virou o rosto e cruzou os braços. “Amor?” Ele chamou, mas o outro continuava com o rosto virado. Magnus foi para a cadeira ao lado de Alec e o puxou para seu colo, Alec não reclamou, Magnus segurou lhe o queixo, abrindo minimamente sua boca, encostou levemente seus lábios nos dele antes de iniciar um beijo calmo, que demostrava todo o amor que ambos sentiam um pelo outro. Alec abraçou Magnus pelo pescoço.

Magnus puxou e mordeu o lábio inferior de Alec com certa força, este soltou um gemido baixo.

“Sempre funciona.” Magnus diz rindo.

“Idiota!” Alec da lhe um leve tapa no ombro.

Alec se virou e pegou uma xicara na mesa, sem sair do colo do namorado. Algum tempo depois Alec recebeu uma mensagem de Izzy dizendo que ela e os outros iriam passar no apartamento de Magnus mais tarde.

Eles arrumaram a cozinha e foram tomar banho.

“Magnus, como são seus pais?” Alec perguntou ele estava deitado no sofá com a cabeça apoiada no colo do namorado, brincava com a aliança em seu dedo.

“São os melhores pais que eu poderia ter. Estão sempre viajando, mas nunca deixam de se preocuparem comigo ou com Raphael.” Magnus sorriu. “Eu sinto falta deles algumas vezes, queria que eles ficassem mais tempo comigo, mas eles são felizes vivendo assim e fico feliz por eles, principalmente por minha mãe, ele sofreu bastante antes de conhecer o meu pai.” Disse com uma ponta de tristeza na voz.

“E como eles encarraram o fato de você ser relacionar com homens e mulheres?”

“Eles sempre me apoiam em tudo.”

Alec ficou em silencio, imaginando como seria se seu pai não fosse tão preconceituoso, e o amasse como ele é. Ele provavelmente teria a família ‘perfeita’, com problemas comuns iguais a qualquer outra, sem tantas discussões e brigas.

Seus olhos se encheram de lagrimas.

“Amor, o que foi?” Magnus perguntou preocupado.

“Nada.” Disse limpando as lagrimas.

“Por que você tá chorando?”

“Eu só queria que tudo fosse diferente com meu pai.”

“Você não deveria se importar com quem não quer te ver bem.”

“Eu sei, mas é que dói sabe que uma pessoa que sempre te amou ou deveria te amar, sente nojo de si.” Alec falou voltando a chorar.

A campainha tocou, Magnus deu lhe um beijo na testa sussurrou um ‘já volto’ e foi atender a porta.

“Olá Isabelle!” Exclamou olhando a cunhada, parada no meio do corredor, os outros três também estava lá, Magnus acenou pra eles. “Entrem!” Deu espaço para os amigos.

Izzy foi até Alec que estava com olhos vermelhos e o rosto manchado pelas lagrimas.

“Alec o que você tem?” Ela perguntou o abraçando.

“Nada.” Ele respondeu simplesmente passando as costas da não no rosto.

“Ninguém chora sem um motivo.” Jace parando em sua frente, olhou de Alec para Magnus e voltou a falar. “O que você fez Magnus?”

“Ele não fez nada Jace.” Alec respondeu se levantando, foi para o lado do namorado. “Eu estou bem, não precisam se preocupar.” Sorriu minimamente. Izzy pegou suas mãos.

“Ai meu deus, eu não acredito!” A morena exclamou eufórica, ao notar a aliança em seu dedo. “O Magnus te deu um anel?”

Alec balançou a cabeça e sorriu.

“Deixa-me ver.” Clary puxou o braço do amigo, tão forte que ele deu dois passos a frente. “Pelo menos alguém do grupo é romântico.” Virou se para Jace.

“Concordo!” Isabelle fitava seu namorado nerd.

“O que?” Jace e Simon perguntaram ao mesmo tempo. As garotas reviraram os olhos. Magnus riu alto.

“O que nos vamos fazer?” Simon perguntou mudando de assunto.

“Trouxe filmes pra gente assistir.” Jace mostrou a mochila que ele segurava.

“Ótimo!” Magnus diz. “Vamos fazer pipoca.” Vira-se para o namorado. “Vocês escolhem o filme.” Diz aos outros, e sai com Alec ao seu lado.

“Já sei ate qual vai ser.” Jace diz sorrindo de lado, abri a mochila e retirou um dvd, mostrando pros outros.

“Malditas aranhas.” Simon fez uma careta. “O Alec vai surtar.”

“Que maldade Jace.” Clary falou rindo.

“Esse é fraquinho.” Izzy disse.

“Mas pro Alec não.” Jace piscou um olho e foi colocar o filme. Izzy e Simon se sentaram em uma poltrona que tinha ali, Jace e Clary em um sofá.

“Qual filme vocês escolheram?” Magnus perguntou chegando à sala com dois baldes de pipoca, entregou um para cada casal. Alec trazia o deles.

“Malditas aranhas.” Jace respondeu, mordeu os lábios para não rir da cara de espanto de Alec.

“Adoro esse. É tão engraçado que chega a ser ridículo.” Magnus falou sem notar o estado do namorado. Sentou-se no chão. “Amor você não vem?”

“C-claro.” Respondeu gaguejando. Sentou-se entre as pernas de Magnus, se aconchegando a ele.

Jace deu play no filme, no começo foi tudo calmo, de vez em quando Alec notava os amigos o olhando, sabia que eles escolheram aquele filme de proposito, apenas para assusta-lo. Ele estava tenso, mantinha seus olhos fixos em qualquer lugar menos na tv, Magnus notou e passou seus braços em volta dele.  

Alec desviou o olhar para televisão um instante, quando viu uma aranha surgi na tela, colocou as mãos no rosto tampando os olhos.

“Assim não tem graça Alec.” Jace dizia entre risadas. “Duvido que você termine de assistir.” Desfiou.

Alec descobriu o rosto e olhou furioso para o irmão e depois pra tv, iria mostrar para Jace que ele consegui. Mas se arrependeu logo em seguida.

Uma aranha gigante apareceu de repente, ele gritou, levantou se e saiu apressado da sala. Ainda pode ouvir as gargalhadas dos amigos ecoarem pelo cômodo e Magnus o chamando. Entrou no quarto, deitou se na cama e cobriu se cobriu dos pés a cabeça, tremia levemente.

“Serio?” Magnus perguntou vendo o namorado todo encolhido. Puxou o edredom. “É só um filme bobo.”

“Se veio rir da minha cara, pode sair.” Alec virou se para ele.

“Minha intenção é fazer você esquecer-se do filme”

“Posso saber como?” Alec perguntou.

“Tenho varias forma.” Magnus sorriu de lado. “E aposto que você vai gostar.” Tirou os sapatos, e pulou na cama, se debruçando em cima do outro.

“É talvez eu goste dos seus métodos de esquecimento.” Alec falou sedutoramente. Magnus sorriu malicioso pra ele, antes de beija-lo.

 

 



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