História Perfect Partner - Book Two - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Palavras 2.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas do meu ❤
Caminhamos a passos largos para o final da nossa história, por isso teremos mais conflitos e fortes emoções. 😉

Capítulo 37 - Covert - The End


Fanfic / Fanfiction Perfect Partner - Book Two - Capítulo 37 - Covert - The End

Covert – The End

 

 

BRENDA

 

 

Até o momento tudo corria muito bem  !!!

Por conta da situação, minha querida norinha, se viu obrigada a aproximar -se de mim e de forma alguma, alguém poderá levantar suspeitas contra mim.

Até mesmo, porque um daqueles imbecis, ousou me tocar. Mas isso, eu resolverei depois. 

Entretanto, eu não contava que ela fosse entrar em trabalho de parto e colocar em risco o meu plano.

Maldição !!!

Se bem que, se ela e o bebê não sobrevivessem, Gabriel nunca se recuperará. E não dou muito tempo, para ele fraquejar e acabar se destruindo sozinho. 

Contudo, talvez essa criança fosse a minha chance da dar um herdeiro digno ao Império dos Montgomery. Eu poderia cria -la adequadamente, para gerir a nossa fortuna e fazer o nosso nome entrar para a história de Boston, quiçá dos Estados Unidos. 

Alec pode ser o que pedi aos céus, quando estava grávida de Noah. Talvez Deus ,quisesse reparar o erro de ter me dado um filho doente e aleijado, me dando a oportunidade de criar um neto perfeito. 

 

 

A tensão e o pânico que dominavam os demais eram intensos. 

Gabrielle permanecia desacordada. E eu estava preocupada em não perder o bebê. Sendo assim, acionei o botão do pânico, que emitiu um sinal para o celular de Trevor, avisando que era hora de terminarmos com a ação. 

Contudo, eu não esperava por uma ação de resgate !!!

Homens armados e habilidosos invadiram o local, vindos de não sei onde, mas certamente sabiam o que estavam fazendo. Não houve troca de tiros, apenas uma comoção. E quando dei por mim, os “ bandidos “ já tinham sido dominados. 

Porém,  o tal  “ nervosinho “ não se conformou em ser pego e tentou esfaquear o que parecia ser o líder do grupo que estava nos resgatando. O que resultou em uma luta corporal, digna de filmes de ação, com direito à um final previsível : o “ nervosinho “ foi definitivamente silenciado. 

O que achei ótimo !!! Principalmente, por achar que se pressionado, ele facilmente entregaria que fora contratado para tal ação. E mesmo, não havendo possibilidade de ligarem meu nome a tudo isso, melhor prevenir. 

Ah, claro que também me senti vingada !!! Ele mereceu morrer, afinal, ousou me tocar.

Que fosse para o inferno, onde era o lugar dele.

 

 

Aos poucos foram tirando as pessoas do local. A confusão era geral, policiais, repórteres, familiares e curiosos se misturavam 

Mais do que depressa, me sentei e coloquei a cabeça de Gabrielle em meu colo, fingindo chorar desesperadamente. 

Um homem alto e todo de preto se aproximou, parando à minha frente. Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, falei agressiva :

- Se você ousar se aproximar ou tocar nela, eu te mato desgraçado !!!- me  agarrei ainda mais ao corpo desacordado. 

- Senhora Montgomery, eu sou Jason Rourk. Trabalho para a divisão de segurança da sua empresa. 

- Divisão de segurança ?! – perguntei  genuinamente surpresa. 

Como eu não sabia disso? 

Provavelmente, mais uma das ações de Noah e que ele não achou necessário me comunicar. 

- Eu vim tirá – las daqui.- continuou explicando paciente – Mas preciso que a senhora a solte, ela está sangrando ...

- Não !!! Você está mentindo !!! – falei raivosa – Não há nenhuma divisão dessas na minha empresa !!! E você não vai colocar um dedo nela !!!

Olhei ao redor e vi que Gabe, tentava à  custo chegar perto de nós. 

Hora do show  !!!

Levantei rapidamente e peguei um caco de vidro que estava no chão, usando – o como uma faca.

- Senhora !!! – o tal Jason disse surpreso.

- VOCÊ NÃO VAI COLOCAR UM DEDO NELA SEU DESGRAÇADO !!! EU TE MATO ANTES !!!

- Senhora Montgomery,  por favor  !!! Eu estou do lado dos mocinhos ...

Ele deu alguns passos na nossa direção. 

- SAI DAQUI !!! SAI !!! 

- MÃE !!! ELE ESTÁ DO NOSSO LADO !!! – Gabe  gritou ,finalmente conseguindo se aproximar. 

Eu o olhei com a minha melhor expressão de choque e caí em um pranto desolador. 

- Gabriel ... filho ... Eu ... ela precisa de ajuda. – falei de maneira desconexa – O bebê ... sangue ... eles a machucaram ...

Desesperado, ele passou por mim e a pegou nos braços. 

- Baixinha !!! Gabi !!! – disse chorando – Deus , por favor !!!

- Senhor Montgomery, não podemos perder mais tempo !!! Vamos levá – las para o helicóptero. Já há uma equipe no Mercy ,à  espera. – Jason falou resoluto ,me pegando nos braços como se eu não pesasse nada.

Gabe assentiu, como mágica o caminho se abriu e logo estávamos no helicóptero à caminho do hospital. 

Fechei os olhos e ouvi quando Gabe perguntou a ele :

- E minha mãe, está bem ?

- Ela perdeu os sentidos. Mas senhor Montgomery, ela parecia uma leoa defendendo a cria. Não deixou que eu me aproximasse da sua esposa.- respondeu, sem querer colaborando com a minha encenação – Estava disposta a me enfrentar, brandindo um caco de vidro.

- Eu nem sei o que pensar ...

- Ela deve gostar muito da sua esposa. 

O restante da curta viagem foi feito em silêncio. 

Porém, eu sabia que tinha alcançado meu objetivo.

 

 

GABRIEL 

 

 

Desespero. 

Impotência. 

Ver os amores da minha vida correndo risco e não poder fazer nada, me fizeram experimentar de maneira intensa, esses dois sentimentos amargos.

Ter Gabi em meus braços sangrando, correndo risco de vida, é a pior coisa que já me aconteceu. E olha que já cheguei perto da morte, algumas vezes. 

Entretanto, nada se compara a dor de ver quem se ama em risco, sofrendo.

Chegamos ao hospital e uma equipe médica nos aguardava no heliporto. 

Mal tive tempo de desembarcar e eles já tinham sumido com ela , assim como com a minha mãe, em um elevador.  

Jason percebendo o quão atordoado eu estava, me acompanhou para o andar onde Gabi será atendida. 

- Senhor Montgomery, em breve seus familiares estarão aqui.- disse calmo – O senhor Noah ,já está a caminho. Eu preciso ir, tenho uma série de providências a tomar. Fique bem, senhor. 

- Obrigado, Rourk. -disse, apertando a mão que ele me oferecia.

Ele se foi e cerca de quinze minutos depois, Noah, Jade, Liv e Ethan chegaram completamente agitados. 

- Gabe !!! – Ethan disse se aproximando e me levantando para um abraço. 

Em seguida,  as meninas fizeram o mesmo e percebi que ambas tentavam conter o choro, com grande esforço. 

- Alguma notícia ?- Noah perguntou conduzindo a cadeira para perto de mim.

- Não. Ela acabou de entrar ... – respondi, apoiando a mão em seu ombro – Noah, muito obrigado. Eu nem sei ...

- Gabriel, não tem o porquê de me agradecer. – ele me fez sentar – Nós somos uma família e cuidamos uns dos outros. 

- Sim, vocês são !!! E  eu agradeço aos céus por isso. – Brenda disse, aparecendo na sala de espera e surpreendendo a todos nós – Pois sei, que não tenho mérito nenhum nisso. 

A surpresa foi geral com sua aparição.

Ela sempre tão alinhada, estava completamente descabelada, com a roupa amassada e suja de sangue. E com um lado do rosto, ficando arroxeado. 

- Brenda ... mãe ... Eu ... – disse hesitante – Obrigado por ter protegido a Gabi.

Ela fechou os olhos e quando os abriu, estavam cheios de lágrimas. 

- Eu não consegui protegê – la .- sua voz soava desolada – Ofereci dinheiro, pedi e até implorei, mas ele ...

Parou abruptamente de falar , cambaleou, colocando a mão na face machucada.

Ethan que estava próximo à ela ,a amparou e evitou que caísse. 

- Mamãe, acalme -se. – Noah disse indo para perto dela – Já acabou. 

Ethan e Jade a ajudaram se sentar, enquanto Liv a olhava de maneira estranha. 

- Desculpe. Eu ... – pigarreou – É que foi tão horrível ...

Noah segurou as mãos  dela e eu me sentei ao lado ,passando o braço por sobre seus ombros, que sacudiam com os fortes soluços. 

- Eu aprendi do modo mais difícil e doloroso que não há nada mais valioso no mundo, do que a vida de quem se ama. -disse nos olhando- Fui uma péssima mãe e peço que me perdoem. Eu preciso ir ...

Fez menção de levantar, mas eu a impedi. 

- Mãe, tudo isso é passado. – falei comovido – Eu sei que se não fosse pela senhora, a situação de Gabi seria bem pior. E não sei como agradecer ...

- Eu só fiz a minha obrigação. – lágrimas ainda corriam por sua face- Eu só temo por Alec ...

Me surpreendi novamente, ao constatar que ela sabia o nome que o bebê terá. Afinal, ela esteve afastada de tudo que envolveu a gravidez. Provavelmente, Gabi tenha contado à ela, durante as horas de confinamento. 

O silêncio passou a imperar.

Cada um de nós presos às suas dúvidas e temores.

Não sei dizer quanto tempo tinha se passado, até que um médico se aproximou:

- Senhor Montgomery ? – nós olhamos e eu me levantei – Sou o Dr. Henri Thompson e fiz o parto de sua esposa. Apesar da perda de sangue e do líquido amniótico, o bebê está bem. Nós o colocamos na UTI Neonatal por precaução,  já que ele teve um leve desconforto respiratório e pelas circunstâncias do nascimento terem sido tão traumáticas. Mas ele é um menino forte e saudável. 

Eu não consegui me conter e caí em um choro compulsivo. Ethan me abraçou, enquanto Noah mais uma vez, assumia o comando da situação. 

- E a esposa dele, Dr. Thompson, como está ? – perguntou prático. 

- Bem, a senhora Montgomery ... precisa de uma cirurgia de urgência. O útero dela sofreu um grande trauma e nós precisamos ópera – la , para tentar salva- lo. E ...

- Cirurgia ?!- perguntei atordoado. 

- Sim, senhor Montgomery. Do contrário podemos perde – la ... – respondeu me encarando – Porém, caso não seja possível fazer com que o útero comece a se contrair e estancar a hemorragia, teremos que remove – lo. Por isso,  preciso que o senhor assine o termo de ciência /autorização,  para realizarmos a cirurgia imediatamente. Cada minuto é precioso. 

Eu estava apavorado. 

Esse era nosso primeiro filho e minha baixinha tinha planos para uma família grande. Talvez, mais dois ou três filhos ... como eu poderia permitir que acabassem com o sonho dela ?

Eu sentia todos os olhares fixos em mim, mas não conseguia dizer uma palavra. 

- Eu sei que é uma decisão difícil, mas nós podemos perde-la a qualquer momento.- o médico insistiu. 

- Gabriel !!! – Noah me chamou à razão – Assine. Nós não podemos perde-la e os médicos só irão  retirar o útero dela, se não houver outra opção.

Assinei o documento, sentindo o peso do mundo nas minhas costas.

O médico assentiu e disse :

- Nós iremos iniciar o procedimento imediatamente. Assim, que terminar, eu trarei notícias.

- Dr. Thompson, nós podemos ver o bebê?  - Liv perguntou esperançosa. 

- Só pelo vidro da UTI. Mas se tudo correr bem, nessas próximas doze horas,  Ele irá para o berçário e poderá receber visitas.

- Ok. Obrigada. 

Me voltei para eles e observei a angústia no rosto de cada um deles, sabendo que as expressões deles espelhavam os meus sentimentos. 

- Venha Gabe, sente -se aqui. – Jade me conduziu à cadeira próxima à Brenda – Vai dar tudo certo, você vai ver.

Olhei para ela, vi o meu medo e também minha esperança refletidos nos olhos verdes. 

Só consegui assentir em silêncio. 

Que Deus tivesse misericórdia de mim ...

 

 

GABRIELLE 

 

Depois que perdi os sentidos, me senti flutuar e estranhamente vi o que estava acontecendo ao redor. Mas quando me deparei com meu corpo ensanguentado, deitado naquela espreguiçadeira, entrei em pânico !!!

Lembrei de quando Liv, contou à mim e à Jade, da experiência extracorpórea que tinha vivido. E que eu na época, achei surreal demais, para ser possível. Pois bem, eu estava vivenciando isso neste exato momento ... ou então, teria morrido ...?

Não !!! Eu  não posso morrer !!!

Meu filho precisa de mim !!! Gabe precisa de mim !!!

Minha família precisa de mim e eu preciso de todos eles.

No auge do pânico, tentei voltar para perto do meu corpo ,mas fui impedida por um tipo de barreira energética. 

Senti um toque delicado em meu ombro e em seguida, ouvi uma voz suave :

- Gabrielle. 

Me virei rapidamente e fitei atônita a figura à minha frente : minha mãe. 

- Mãe !!! Mas você está morta ...

Ela segurou em minhas mãos e me conduziu para um lugar florido, iluminado e que transmitia muita paz.

- Como você fez isso ?! – perguntei assustada com a mudança de cenário repentina – O que está acontecendo ?! Eu morri ?! Meu filho ...

- Acalme – se Gabi. – disse afetuosa, fazendo – me sentar em um banco e se acomodando ao meu lado – Você está viva e meu neto também. Nada de mal, vai acontecer a ele. Alec é uma criança muito especial, assim como Alice e tem uma missão muito importante junto à todos vocês. 

- Eu estou com medo...

- É natural, filha. – acariciou meus cabelos como costumava fazer – Mas não precisa ter. A Liv já te falou sobre isso, não é? 

- É, falou.

- Bem, nós estamos tendo essa oportunidade para esclarecer algumas coisas. Então, eu peço que você me escute e não me interrompa, tudo bem ?- concordei silenciosamente – Primeiro, eu quero deixar claro, que reconheço que falhei com você como mãe. Minha fragilidade emocional, não me permitiu cumprir meu papel e acabou por fazer você achar que amar, era uma coisa ruim. Uma fraqueza. Mas graças a Deus, você e Gabriel se reencontraram e mesmo aos trancos e barrancos, conseguiram ficar juntos dessa vez. Sinal de que os espíritos de vocês evoluíram e estão superando as dificuldades do passado. 

- Ficar juntos dessa vez ? – ela me olhou ,levantando as sobrancelhas – Desculpe interromper .  Continue. 

- Sim, dessa vez o amor venceu o orgulho que ambos têm de sobra e que sempre os cegou. Contudo, ainda existem situações complicadas que vocês terão que enfrentar juntos. Vocês precisarão se unir ,mais do que nunca. E quanto à mim, quero te pedir perdão e dizer que você sempre foi e sempre será a minha razão de viver. Sim ,porque continuo viva desse lado e te amando incondicionalmente. E saiba, que esse empreendimento que você e o Noah estão à frente, ajudará muitas pessoas. Vocês não sabem, quão felizes nós do lado de cá estamos, com essa iniciativa do bem. 

- Mãe, eu também quero te pedir perdão por toda a raiva e mágoa que carreguei da senhora por todos esses anos. Eu ...- interrompi minha fala, explodindo em um choro sentido.

- Eu entendo, meu amor. – me abraçou – Foram anos de decepções seguidas, expectativas frustradas e humilhações. Infelizmente, eu perdi essa chance de estar com você. Mas quem sabe, eu tenha outra oportunidade ... O importante é que você saiba, que eu sempre te amei e que mesmo depois que parti, isso não mudou. E que você será uma mãe maravilhosa, muito diferente de mim. Não alimente esse medo ...

- Mãe me perdoe por ter pensado isso.  Mas eu sentia tanta raiva ...

- Eu sei meu amor e está tudo bem. – fez uma pausa, como se alguém estivesse falando com ela e retomou séria – Agora, você precisa voltar. O pior já passou. Ah, não acredite em mudanças de comportamento repentinas e siga seus instintos. 

- Mas por que a senhora está dizendo isso ?!

- Gabi, eu não posso dizer mais do que isso. Mas confie nos seus instintos, mesmo que tudo aponte para o contrário. Agora, preciso te levar de volta,  antes que seja tarde. Eu te amo e sempre amarei.

- Eu também mamãe. 

Em um instante, estávamos em outro ambiente. Mas não era na cafeteria e sim em um centro cirúrgico. 

Olhei para o meu corpo na mesa cirúrgica e me espantei com a quantidade de sangue que estava perdendo. 

Me virei para falar com ela, mas estava sozinha. 

- Dr. Thompson, nós vamos perde – la . A hemorragia não cessa ...- a enfermeira que monitorada meus sinais vitais disse aflita. 

- Doutor é melhor remover o útero de uma vez .- um jovem médico que assistia falou – Ela pode adotar. 

Remover meu útero ?!

Não !!! Eu quero ter mais filhos e ...

O tal Dr. Thompson parecia relutante, até que meu coração parou.

- Preparar para reanimação !!!

- Carga à 200 e afastem – se.

 Meu corpo pulou na mesa, porém o sinal na máquina não havia se alterado.

- Epinefrina. Aumentem  a carga para 250 ...

Outra vez, nenhuma mudança. 

- Carga máxima !!! Nós não podemos perde – la , tem um bebê esperando pela mãe, meus caros.

Outro choque e a expectativa era geral.

Meu bebê ...

Alec...

Uma força irresistível me forçava a fechar os olhos. Tentei resistir, mas foi mais forte do que eu ...

Será que esse era o fim ?


Notas Finais


E então, o que acharam ?!
Sofri escrevendo esse capítulo 😢
Beijinhos de luz 💋💋💋


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