História Perfect Symmetry - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Justin Bieber, Lily Collins, Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Romance
Exibições 12
Palavras 1.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O cap já estava pronto há dias, mas o desânimo me consumiu. Boa leitura! =D
*escolhi essa imagem porque tem muito a ver com as novidades que estão surgindo na vida dos dois.

Capítulo 3 - Festa.


Fanfic / Fanfiction Perfect Symmetry - Capítulo 3 - Festa.

Pisquei repetidas vezes para ter certeza de que o que estava vendo era real, e não uma alucinação. O rapaz continuava á minha frente, com certeza á espera da minha resposta.

- Me desculpe – falei com a voz meio embolada. – Esse era o único banheiro vazio, as pessoas estavam transando nos outros. – me encostei na porta atrás de mim.

- Então a festa está sendo boa! – exclamou abrindo um sorriso satisfeito, se eu não estivesse escorada poderia afirmar cairia no chão, pois minhas pernas viraram gelatina.

- Como eu não te vi? O quarto estava vazio. – indaguei. Tentava manter o foco em outras coisas, mas o lindo homem de toalha na minha frente não estava ajudando.

- Eu estava no closet. – apontou para uma porta do outro lado do quarto. – Você não me disse seu nome.

- Lily, Lily Collins. – respondi um pouco nervosa. – E você é? 

- Justin Bieber. –  na minha cabeça havia a possiblidade dele ser o anfitrião, mas a forma como ele disse o próprio nome me fez arrepiar. – Tá tudo bem? – questionou me tirando do transe em que me encontrava e apenas assenti.

- É melhor eu descer, minha amiga deve estar me procurando. Te vejo lá embaixo. – saí do quarto rapidamente, não ouvindo a resposta dele.

Após descer as escadas degrau por degrau, respeitando o meu estado, avisto minha querida amiga abraçada com um cara. Quando me vê, se desgruda dele e vem em minha direção.

- Ei, sumida! Te procurei a festa inteira! – falou afobada, não esperando minha resposta, puxou o rapaz que estava abraçada segundos antes. – Esse é o Ryan, acredita que ele estuda na UCLA e nunca nos vimos? Ainda bem, porque até semana passada eu estava com o Mark e...

- Prazer, Lily Colins. – disse cortando- a rapidamente. Ninguém precisava saber do enorme histórico amoroso de Rosie Stuart.

- Ryan Butler. – respondeu, me cumprimentando com um aperto de mãos. – Por que não está segurando um copo Lily?

- Já bebi muito, então... – sou interrompida por ele que me entrega um copo com um canudinho.

- Não estamos nem na metade da festa. Hoje vocês irão beber comigo, garanto que não irão se arrepender. – ele assegurou e levantou o copo, propondo um brinde.

 

Sinto uma queimação na garganta ao ingerir todo o conteúdo do copo, ouvindo os meus acompanhantes comemorarem. Eles não ficaram atrás, apesar de Rosie ser fraca para bebida, vi que ela estava fazendo o possível para não ficar atrás na bebedeira.

Alguns drinks depois o casal saí a procura de algum lugar para se pegarem e eu, cambaleando um pouco, resolvo me sentar em uma das cadeiras próximas da piscina. Abaixei a cabeça, poderia jurar que iria dormir ali mesmo, quando escuto uma voz feminina alterada. Levanto a cabeça rapidamente e vejo o barraco que estava acontecendo á poucos metros de mim. Eu não conseguia escutar o motivo da briga, era entre um homem e uma mulher, que gesticulava irritada para ele. Ao fixar minha atenção no cara, pude reconhece-lo, era Justin Bieber. Instantes depois ela lhe dá um tapa no rosto e corre furiosa em direção á saída.

O mais bizarro aconteceu em seguida, Justin simplesmente fingiu que nada havia acontecido e continuou bebendo sua cerveja, de repente nossos olhares se cruzaram e ele andou em minha direção, sentando- se na cadeira ao meu lado.

- Noite difícil? – perguntei sarcástica.

- Olha a quantidade de garotas gostosas que estão nesse lugar, não tem como dar exclusividade. – deu de ombros.

- Ficou com quantas essa noite? – não era da minha conta, mas não segurei a curiosidade.

- Quatro, cinco, não me lembro. – percebi que ele realmente estava se esforçando para lembrar. – Mas sei que aquela não foi a última, eu estava com irmã dela quando ela voltou. – passou a mão onde ela havia acertado o tapa, me fazendo rir.

- Você não presta, Bieber! – afirmei incrédula, agora estava explicado o motivo da fúria da garota.

- Que se foda, não iria lembrar o nome delas amanhã mesmo. – deu de ombros. – E então, por que nunca te vi no campus? – desconversou, parecendo interessado de onde eu havia surgido.

- Como sabe que eu estudo lá?

- Não sei, apenas deduzi. – ri fraco. – Provavelmente noventa e nove porcento das pessoas que estão aqui estudam lá.

- É verdade. – concordei. – Acho que nunca nos vimos porque além da faculdade ser enorme, seu bloco é bem distante do meu.

- Então sabe o que eu estudo. – arqueou a sobrancelha. – Por acaso é uma stalker? – o efeito do álcool estava passando então não pude deixar de corar com a sua pergunta. Por que diabos tive que me lembrar que ele estudava direito?

- Uma amiga comentou, ela é sua fã, não eu. – disse o mais fria possível, não queria que ele percebesse o quanto fiquei constrangida.

- Ótimo, quero conhece-la. Ela é gostosa? – perguntou interessado e não pude explicar o quanto fiquei brava com aquela pergunta.

- Não sei, mas você pode procura-la em um dos banheiros, ela deve estar transando nesse momento, você pode se juntar á eles. – ironizei.

- Se não nos conhecêssemos á umas horas diria que está com ciúmes. – brincou e logo seguida abriu um sorriso. Droga. Por que ele tinha que ter o sorriso mais lindo que eu já vira? Isso é muito injusto.

- Como teria ciúmes de alguém que mal conheço?- dei de ombros.

- Não seja por isso. Vamos fazer um jogo, você pergunta algo sobre mim e eu algo sobre você.

- Tudo bem. – concordei.

- O que cursa?. – ele começou

- Psicologia.

Resolvi formular outro tema para a pergunta porque o que ele cursava eu já sabia.

- Com que mora?

- Sozinho. E você?

- Você mora sozinho nessa casa enorme? Não é ruim?- indaguei. Ao meu ver não havia necessidade de uma pessoa só morar numa mansão como essa.

- Já me acostumei. – deu de ombros, parecendo não querer se aprofundar no assunto. – Mora sozinha também?

- Moro com os meus pais.

Ignorando a sequência de quem deveria ser o próximo a perguntar, disparou:

- Tem namorado?

Por qual motivo ele havia feito essa pergunta? Será que estava interessado em mim? A possibilidade do seu interesse me fez ficar um pouco nervosa.

- Não, e você? – questionei com medo da resposta, Justin não era um cara fiel, era fato, mas ele poderia sim estar em relacionamento com alguém. Ele era lindo, rico e tinha um senso de humor invejável, isso sem contar as qualidades que eu ainda não havia descoberto.

- Não gosto de ficar só com uma pessoa, como eu disse, há gostosas demais nessa cidade. – respondeu convicto. Não sei se senti um alívio por ele não estar namorando ou uma decepção por perceber que isso era o seu estilo de vida, ser um mulherengo.

Conversamos tanto que perdemos a noção do tempo, os convidados aos poucos iam indo embora e quando notei, só estávamos eu e Justin ali. Estava amanhecendo e só então percebi que Rosie já havia ido embora, provavelmente com o Ryan, mas isso era comum, perdi as contas em quantas festas fomos que ela conheceu alguém, me ‘’abandonou’’ e no outro dia vinha implorando minhas desculpas, não que eu ficasse chateada, eu sabia que esse era o seu jeito desligado de ser.

- Tenho que ir! - exclamei. – Minha carona já foi embora há tempos. – me levantei procurando o celular em minha bolsa, iria pedir um Uber.

- Eu te levo. – se ofereceu. Sua aparência estava cansada, talvez não diferente da minha já que passamos horas acordados.

- Não precisa, é melhor você dormir. – sugeri.

- Faço isso quando eu chegar, agora vamos. – me puxou suavemente em direção á garagem, onde destravou um dos carros, uma humilde Land Rover.

Fui explicando o caminho, que para minha infelicidade, não demorou muito. Poucos minutos depois já estávamos em frente á minha casa e pude avistar meu amado pai com uma roupa esportiva, provavelmente indo fazer sua caminhada matinal.

- Engraçado, não espera ver meu professor de direito por aqui. – riu fraco.

- Ele é meu pai. – Eu nem havia considerado a possibilidade dele ser aluno do meu pai, mas era óbvio, já que ele dava aulas para vários períodos.

- Não creio. – disse surpreso. – Então você é a famosa filha do professor Collins?

Sou? – questionei curiosa, não sabendo se isso era algo bom ou ruim.

- Tem alguma irmã? – disse – balanço a cabeça em negação. – Então é você mesmo! – riu fraco.

- Como assim famosa? – E nesse momento somos interrompidos pelo toque do seu celular.

- Tenho que ir. – rejeitou a ligação rapidamente. – Foi uma noite muito agradável, obrigado pela companhia. – provavelmente nesse momento eu estava com um sorriso bobo no rosto, deslumbrada com a forma que estava se despedindo. Ele havia gostado da minha companhia assim como gostei da dele. Isso era bom.

- Foi ótimo, obrigada pela carona. Bom fim de semana! – desejei.

- Pra você também.

E então desci do carro indo em direção ao meu pai, que me olhava com o semblante confuso.

- Está namorando com Justin Bieber? – indagou. Meu rosto se avermelhou como nunca antes, Justin ainda estava no carro á alguns metros de nós, nesse momento rezei para que ele não tivesse escutado.

- Pai! – o repreendi. – Claro que não, ele gentilmente me ofereceu uma carona e eu aceitei. – Olhamos os dois em direção ao carro, ele percebe nossa observação e então balança a mão cumprimentando meu indiscreto pai que também faz o mesmo.

O carro é acelerado e não pude deixar de suspirar. Tento fazer algum plano mental para o resto do dia, mas me sinto desanimada. Talvez o melhor fosse dormir o dia inteiro.

Me despedi do meu pai, que seguiu para sua caminhada e adentrei em casa, indo em direção ao meu quarto.

O fim de semana se passou sem nenhuma novidade. Quer dizer, a não ser o fato de que eu havia sonhado com Justin por duas noites. Não eram sonhos eróticos, mas neles estávamos juntos como um casal apaixonado. Que coisa mais estúpida, é óbvio que isso aconteceria apenas em sonhos.


Notas Finais


Tivemos o primeiro contato dos nossos protagonistas \o hueheueh
Estou observando que as exibições não condizem com os comentário. Então, lindos e lindas, podem comentar, fazer uma critica construtiva, sugerir algo, eu não mordo, sou super da paz! =D
no próximo cap teremos um p.o.v interessante.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...