História Perfect Together - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 50
Palavras 1.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Capítulo Nove


Beijei Justin. Eu espero que Justin, possa sentir o mesmo por mim, daqui a algum tempo. Eu estou a rezar para isso.

Justin Bieber POV

Ainda estou a tentar assimilar tudo o que a Eleanor disse. Não sabia que ela tinha esse sentimento por mim. Agora eu percebo o porquê de ela se ter calado no restaurante. Agora eu percebo o porquê de ela se ter afastado de mim. Ela tinha medo que eu a rejeitasse, que eu não sentisse o mesmo por ela. Em partes isso aconteceu, mas eu não a rejeitei, jamais faria isso com ela.

Meu Deus, eu só espero não ter quebrado o seu coração. Sim, eu sinto algo forte por ela mas acho que não chega a amor. Talvez, daqui a algum tempo, eu posso amá-la da mesma forma que ela me ama. Eu fiquei muito feliz por saber que eu sou o seu primeiro, pois ela nunca gostou de nenhum rapaz, pelo menos, pelo que ela me disse. Doeu tanto vê-la cortar-se e saber que foi culpa minha. Se eu não a tivesse beijado em frente de todas aquelas câmaras, ninguém saberia e ela não teria visto aqueles comentários maldosos. Ela saiu daqui, do meu quarto, com uma cara feliz. Ela é tão fofa que às vezes dava vontade de apertar e morder a carinha dela.

Levantei-me e peguei no meu violão que se encontrava num canto do quarto. Peguei no caderno onde apontava letras de músicas que escrevia e sentei-me outra vez na cama. Apoiei o violão no meu colo e comecei a formar combinações de notas. Depois de algum tempo tentando encontrar combinações, acabei por conseguir formar uma que eu gostasse. Deixei o violão de lado e abri o caderno, apontando as notas. Enquanto o fazia, comecei a imaginar e a criar uma letra para esta mesma pauta.

Love me like you do

(Ama-me como tu me amas)

Love me like you do

(Ama-me como tu me amas)

Like you do

(Como tu me amas)

Hold me tight and don't let go

(Abraça-me forte e não me soltes)

A letra fluia normalmente e a minha mão apenas acompanhava o meu pensamento. Eleanor veio à minha mente.

What am I to do

(O que devo fazer)

When you love me like you do?

(Quando tu me amas como me amas?)

Like you do

(Como tu me amas)

Hold me tight and don't let go

(Abraça-me forte e não me soltes)

Baby, baby, baby

(Querida, querida, querida)

Teach me, teach me, teach me

(Ensina-me, ensina-me, ensina-me)

Show me, show me, show me

(Mostra-me, mostra-me, mostra-me)

The way to your heart

(O caminho para o teu coração)

Será que tudo o que eu sinto por ela é mais que uma paixão? Será que é amor? Eu estou tão confuso. Tudo o que ela me disse e a música que acabei de escrever.. tudo isto me deixou confuso. Eu preciso de descobrir o que eu sinto pela Eleanor, eu não quero magoá-la, de forma nenhuma, mas também não quero iludi-la. Sim, eu estou apaixonado por ela, mas paixão é bem diferente de amor.

I like how your eyes complementing you hair

(Eu gosto como os teus olhos completam o teu cabelo)

The way that them jeans fit is making me stare

(O jeito como os teus jeans se encaixam, estão a fazer-me encarar)

Promise, I'll be here forever, I swear

(Prometo que vou estar aqui para sempre, eu juro)

(Our body is touching while)

( Os nossos corpos estão-se tocando enquanto)

Love me like you do

(Ama-me como tu me amas)

Love me like you do

(Ama-me como tu me amas)

Like you do

(Como tu me amas)

Hold me tight and don't let go

(Abraça-me forte e não me soltes)

Voltei a pegar no violão e experimentei tocar a música enquanto a cantava. As palavras saiam da minha boca como se eu já cantasse esta música há anos, o que a fazia sentir ainda mais real. Quando acabei, ouvi o som de palmas ecoar pelo quarto, virei a cabeça e encontrei Eleanor apoiada na porta com um sorriso na cara e a bater palmas.

- Adorei a letra. - Ela exclamou, dando um gritinho no final, o que me fez dar uma risada pelo nariz. - É sobre quem? - Ela saltitou até mim e sentou-se na cama, ao meu lado, pegando no caderninho e lendo a letra. Os seus olhos curiosos voltaram-se para mim.

- Oh.. - Disse, pensando se lhe dizia a verdade ou não. - Sobre ti. - Acabei falando a verdade.

- Sobre mim? - Ela disse surpresa.

- É. Eu estava a pensar em ti e decidi escrever uma música para ti.

- Oh, que fofo. - Ela corou. - Eu pensava que era sobre alguém que tu estavas gostavas. Outra rapariga, sabes? - Ela disse com o seu jeito fofo e inocente.

- Sei, mas eu seria incapaz de fazer isso contigo, não depois de tudo o que tu me disseste. - Larguei o violão em cima da cama, afastando-o de nós e aproximei-me dela. - Ainda bem que gostaste da letra. Estava com medo de ela estar muito clichê.

- Ninguém nunca escreveu uma música para mim. - Ela murmurou, olhando profundamente nos meus olhos.

- Que bom. Significa que sou o primeiro e podes crer que vai haver muitas mais. - Sorri, vendo-a sorrir também.

- Posso beijar-te? - Ela perguntou, escondendo o rosto com as mãos, logo a seguir, com vergonha. Soltei uma gargalhada.

- Podes anjo. Estás com vergonha de mim? - Tirei as mãos da sua cara e ela negou com a cabeça. - Não parece.

Ela aproximou o rosto do meu e tocou com os seus lábios nos meus, e fechou os olhos. Eu adorava todas as sensações que ela provocava em mim, eram novas. Eu já beijei muitas raparigas, mas Eleanor era diferente, tudo com ela era diferente, era mais calmo. Aproximei-a de mim, e intensifiquei o beijo, colocando a minha mão na sua nuca. Paramos o beijo por falta de ar e sorri para ela, que deu um sorriso fofo.

- Se continuar assim, qualquer dia vais enlouquecer-me. - Ela soltou uma risadinha. Fechei os olhos apreciando o momento, sabendo que daqui a algumas semanas seria difícil ficar assim com ela.

Ela ia responder alguma coisa, mas a sua barriga roncou, interrompendo-a. Soltei uma gargalha alta.

- Alguém aqui está com fome. - Cantarolei risonho.

- Não rias de mim. - Ela fingiu estar triste e cruzou os braços, fazendo um beicinho.

- Oh, não fica assim, não bebé. - Entrei na sua brincadeira e abracei-a de lado, fazendo-lhe cócegas na barriga. Ela não aguentou e começou-se a rir, pedindo diversas vezes para que eu parasse. - Só paro se repetires o que eu disser. . - Ela tentou ficar atenta ao que eu ia dizer. - O Justin é lindo e eu amo-o. - Ela revirou os olhos, já chorando de tanto rir.

- Mentir é feio, Justin. - Ela respondeu, o que fez com eu lhe fizesse ainda mais cócegas. - Tudo bem, tudo bem. Eu digo. - Ela tentou respirar. - O Justin é lindo e eu amo-o. - Ela repetiu o que eu disse e eu dei um sorrisinho convencido. - Mas é muito convencido. - Ela sussurrou baixo, mas eu ouvi.

- O que disseste? - Fiz-me de desentendido, ameaçando voltar a fazer-lhe cócegas.

- Nada, nada. Por favor, para, eu já estou cansada. - Ela disse ofegante, com um vestígio de sorriso na cara.

- Parei. - Levantei-me e estendi-lhe a mão, que Els agarrou, e puxei-a, levantando-a da cama. - Vamos alimentar a minha bebé.

Saímos do quarto e descemos as escadas, na brincadeira. Assim que chegamos ao piso debaixo, um cheiro bom entrou pelas minhas narinas.

- Que cheirinho bom. - Entrei na cozinha e avistei Maria, atarefada, acabando o jantar. Eu e Eleanor ajudamos, pondo a mesa. Sentámo-nos e pedimos para que Maria nos acompanhasse durante o jantar. Depois de recusar diversas vezes, ela, por fim, cedeu e sentou-se à mesa connosco.

O jantar foi agradável, cheio de risadas e conversas bobas. No fim, ajudámos Maria a arrumar e a limpar a cozinha e despedimo-nos dela, subindo de volta para o meu quarto. Ficamos na cama, aconchegados um no outro, vendo um filme que passava na televisão. Quando o mesmo acabou, Eleanor fez menção de se levantar, mas eu puxei-a de volta.

- Dorme aqui comigo. - Pedi manhoso, ela hesitou um pouco. - Eu não vou fazer nada, pequena. - Ela assentiu e deitou-se debaixo da coberta. Deitei-me também, depois de apagar o abajur e passei o braço pela sua pequena cintura, moldando o seu corpo ao meu. - Dorme bem, anjo.

1 mês depois

Eleanor Williams

Há uma semana, Justin começou a sua nova turné, Believe Tour, então tudo estava muito corrido. Justin tinha shows quase todos os dias, então estávamos pouco tempo juntos. Durante o dia, ele treinava e à noite tinha concerto. Quando havia um tempo livre, ela aproveitava para descansar. Víamo-nos antes de ele começar com os concertos ou quando tinha tempo para almoçar ou comer qualquer coisa. Admito que sinto falta dele, mas quando aceitei vir com ele em tour já sabia como tudo ia ser.

Estava agora sentada no sofá do camarim do Justin, esperando ele sair do banho.

- O que a menina está a fazer tão concentrada no telemóvel que nem ouve o que eu digo? - Justin disse, fazendo-me pular de susto e deixar o telemóvel cair no meu colo.

- Justin! - Dei um grito histérico, colocando a mão no peito. Estava tão distraída a mexer no telemóvel que nem ouvi a porta abrir e nem me apercebi de dele se ter sentado ao pé de mim. - Que susto. - Justin começou a rir.

- Tu devias de ter visto a tua cara. - Ele disse, já vermelho de tanto rir.

- Não teve piada. - Bufei irritada. Levantei-me e sentei-me no outro sofá, com os braços cruzados. Olhei para o Justin e revirei os olhos, reparando que ele ainda ria. Voltei a bufar. Que criança.

- Meu Deus, desculpa pequena, mas teve muita piada. - Justin foi parando de rir e caminhou até mim, ajoelhando-se à minha frente. - Não fiques chateada, meu amor, eu não estou a gozar contigo, só achei piada à cara que fizeste. - Desviei o olhar, ignorando tudo o que ele disse. - Amor? Não fiques chateada. - Justin descruzou os meus braços e chegou-se à frente, distribuindo beijos por todo o meu rosto.

- Que raiva. Eu nunca consigo ficar chateada contigo. - Disse irritada comigo mesma.

- Isso é porque tu me amas muito. - Ele disse convencido.

- É.. talvez seja por causa disso.


Notas Finais


Mais um capítulo.

Bom, queria avisar que agora terei um "horário" para atualizar a fic. Irei atualizá-la às segundas, quartas e sextas. E, se conseguir, ao domingo também atualizarei.

O "horário" começa a partir de segunda-feira (17).


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