História Perfect Together - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 19
Palavras 2.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo Treze


- Desde o dia em que tu te "declaraste" para mim. - Fiz aspas com os dedos, voltando a pegar nas suas mãos. - Eu comecei a ver-te de uma forma diferente. Se eu já queria cuidar de ti, então agora nem se fala. Tu tornaste-te a pessoa mais importante da minha vida. Eu quero-te ver feliz, quero que tenhas esse sorriso na cara. Tu és o propósito da minha vida. - As lágrimas já escorriam livremente pelo seu rosto, mas um sorriso estava estampado nos seus lábios. - Eleanor, tu queres namorar comigo?

- Eu... - Eleanor mordeu o lábio inferior, contendo um soluço. - Eu aceito. - Ela acenou várias vezes com a cabeça e levantou-se da cadeira, abraçando-me pelo pescoço. Envolvi a sua cintura com os meus braços e apertei-a contra mim, cheirando o seu pescoço.

É tão bom sentir o seu corpo contra o meu. Não existe palavras para descrever como me sinto neste momento. Eu sei que nós já nos beijamos e essas cenas, mas saber que ela é minha é diferente, existe um carinho muito maior, um medo de a quebrar como um vidro que cai ao chão e se parte em mil pedaços. Eleanor é uma pessoa muito sensível e se não se tem cuidado com o que se diz para ela, essas simples palavras podem causar um grande estrago nela.

Eu estou inseguro, eu tenho medo que ela não suporte todo o ódio que irá receber da parte das minhas fãs. Eu sei que estou a ser egoísta por não a deixar voltar para casa, mas eu tenho medo que ela se volte a cortar. Não é fácil para mim vê-la assim e eu tenho bastante sorte por ela não ter tido recaídas durante a minha tour.

Quebrei o abraço mas não deixando que ela retirasse os seus braços do meu pescoço, pousei as minhas mãos na sua pequena cintura e colei os nossos lábios. Senti Eleanor colocar-se de bicos de pés para poder ficar da minha altura e sorri com isso. Ela é tão pequena e isso deixa-a ainda mais fofa. Movi os meus lábios contra os seus e pedi passagem com a minha língua, que foi imediatamente cedida.

As nossas línguas batalhavam uma contra a outra explorando a boca um do outro. Empurrei levemente Eleanor e a mesma começou a caminhar até ficar sentada na cadeira. Separei os nossos lábios em busca de ar e sorri para ela, acariciando o seu rosto, observando-a fechar os olhos. Mordi o meu lábio inferior e disse aquelas três palavrinhas que ela ansiava ouvir.

- Eu amo-te. - Os seus olhos abriram-se rapidamente e ela arregalou-os logo em seguida.

- O quê? - Percebi um pequeno sorriso querer surgir nos seus lábios. - Podes repetir? Acho que não percebi bem. - Soltei uma gargalhada.

- Eu amo-te, meu anjo. - Beijei todo o seu rosto até chegar aos seus lábios novamente. - És tão linda, meu amor. - Sussurrei contra a sua boca.

- Obrigada. - As suas mãos agarraram os meus pulsos e ela olhou para os meus olhos. - Obrigada por nunca teres desistido de mim. Tu não tens nem noção do quão feliz eu estou. Eu nunca tive nenhum namorado, Justin, e tu sabes disso. Eu tenho medo de não ser boa o suficiente para ti, pois eu não sei nada sobre namorar, mas eu acredito que tu me vais ajudar. - Sorri para ela e acariciei o seu rosto. - Eu sei que vai ser ainda mais difícil a partir de agora, mas eu acredito que contigo ao meu lado eu vou conseguir superar tudo isto. Por isso, eu só te tenho a agradecer por me teres deixado entrar na tua vida quando ainda éramos crianças. Eu amo-te, Justin, eu amo-te muito mesmo.

- Eu... uau... eu nem sei o que dizer. - Disse pasmo com todas as suas palavras. Eu não esperava por isto. - Eu é que tenho de te agradecer por me teres deixado ajudar-te. Tu és um anjo caído do céu e que veio parar à minha vida e eu só tenho de agradecer a Deus por isso. Tu és uma bênção na minha vida, tu mostraste-me que nem tudo é um mar de rosas e que muitas vezes a vida não é fácil para todas as pessoas, mas tu tens sido uma grande guerreira. Eu tenho tanto orgulho em ti.

Juntei os nossos lábios novamente e afastei as pernas, colocando-me entre elas. Eleanor fechou as suas mãos ao redor do meu pescoço e puxou-me para si. Deixei os seus lábios e meti a minha mão dentro do bolso das calças tirando uma pequena caixinha de veludo preta. Abri a mesma revelando um pequeno anel feito de ouro com um singelo coração fincado no mesmo. Peguei na sua mão direita colocando o anel no seu dedo anelar. Empurrei o anel e deixei um beijinho em cima do mesmo.

- É oficial. - Disse e levantei a sua mão, onde se encontrava o anel, e olhei para ela, observando o brilho que existia nos seus olhos.

- É oficial! - Ela repetiu as minhas palavras.

Peguei na sua mão e puxei-a, começando a caminhar até à saída onde já se podia avistar vários paparazzis e algumas fãs minhas. Parei de andar e olhei para a Eleanor apertando a sua mão, como um sinal de que estava tudo bem. Ela olhou para mim desesperada e eu cheguei-me a ela, abraçando-a, numa forma de a acalmar.

- Está tudo bem, amor. Tem calma, sim? - Afaguei-lhe os cabelos deixando um beijo no topo da sua cabeça. Esperei que ela se acalmasse e afastei-me, olhando para o seu rosto. - Podemos ir? - Ela assentiu e eu peguei na sua mão novamente, entrelaçando os nossos dedos.

Assim que chegamos perto deles, o barulho e a confusão aumentou muito mais e senti Eleanor esconder-se atrás de mim. Olhei ao meu redor, procurando pelos meus guardas, que logo se posicionaram à nossa volta. Saímos do jardim e caminhamos lentamente até conseguirmos chegar ao carro, abri a porta para Eleanor que entrou e dei a volta ao carro, entrando também.

Guiei até um cafe qualquer e estacionei numa vaga livre. Ambos saímos do carro e entramos no café. Sentamos numa mesa mais afastada das outras e chamei uma garçonete com a mão. Fizemos os nossos pedidos e ela retirou-se. Olhei para Eleanor e reparei que a mesma me olhava atentamente, mas quando reparou que eu a observava, desviou o olhar e corou.

- Tens concerto hoje? - Ela perguntou.

- Não, já não tenho mais concertos cá. Hoje à noite partiremos para Amesterdão para os AMA's. - Ela sorriu. - E eu quero-te como minha acompanhante. 

- Eu não tenho nenhum vestido, Justin.

- Não te preocupes co  isso, anjo, já está tudo resolvido.

- E se eu não quisesse ir, Justin?

- Eu sabia que tu querias, mas também não ias ter opção. - Sorri brincalhão.

Os nossos pedidos chegaram e comemos em silêncio. Assim que acabamos, deixei o dinheiro em cima da mesa e levantei-me, acompanhando Eleanor até à porta. Saímos do café e entramos no carro, seguindo de volta para o hotel. Abri a porta do quarto e deixei Eleanor entrar primeiro, fechei a porta. Olhei para Eleanor e encontrei-a parada em frente ao espelho.

Cheguei perto dela e abracei-a por trás, depositei um beijo no seu pescoço descoberto e reparei que os seus pelos se arrepiaram. Coloquei o meu dedo indicador sub o seu queixo e virei o seu rosto para mim, colando os nossos lábios. O beijo foi começando a ficar mais aprofundado e acelerado e eu juntei ainda mais os nossos corpos, apertando a sua cintura. Separei os nossos lábios e virei-a para mim.

Caminhei para trás, até sentir a cama tocar nas minhas pernas. Sentei-me  na mesma e Eleanor sentou-se no meu colo. Fiz uma trilha de beijos até ao seu pescoço e depositei um beijo no mesmo. Voltei para os seus lábios e os beijei com mais avidez, apertei a sua coxa e ouvi Eleanor arfar. A minha língua explorava toda a sua boca e as minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo. Deitei Eleanor na cama, pondo-me por cima da mesma, colando os meus lábios no seu pescoço com urgência. Chupei toda aquela zona provocando arrepios em Eleanor, fazendo-a soltar pequenos gemidos tímidos.

Afastei-me minimamente dela, puxando a ponta do seu vestido e olhei para ela pedindo permissão, que foi concebida no mesmo instante. Coloquei-me de joelhos diante dela e levantei o seu vestido até à sua cintura, continuando a puxar o mesmo que segundos depois já se encontrava no chão. Tirei a minha própria camisa que foi fazer companhia ao seu vestido, baixei-me novamente e juntei os nossos lábios num pequeno selinho.

Comecei a descer os meus lábios, passando pelo seu pescoço e seios e parando diretamente na sua barriga, onde depositei um beijo molhado. Rastejei com a minha boca fazendo o caminho contrário de ainda à pouco. Passei as minhas mãos nas suas costas até chegar ao seu sutiã, olhei para Eleanor que assentiu tímida e mandei-lhe um sorriso reconfortante.

Desabotoei o seu sutiã tirando o mesmo em seguida, a deixando semi nua. O primeiro instinto de Eleanor foi cobrir os seus próprios seios, mas eu peguei nos seus braços e pousei-os na cama.

- Tu és linda. - Sussurrei baixinho. - Não precisas de ter vergonha de ti, amor. - Disse e Eleanor relaxou um pouco nesse momento. Cobri os seus seios com as minhas mãos e apertei-os levemente, fazendo-a soltar um gemido. Sorri e baixei-me lentamente, pousei a minha boca no seu seio esquerdo, chupando levemente enquanto massageava o outro. Repeti o mesmo processo no outro seio e reparei que Eleanor já se encontrava mais à vontade.

Afastei-me de si, o que provocou um gemido de desgosto, e livrei-me das minhas calças, juntamente com as minhas meias.  Juntei os nossos lábios novamente, pousando as minhas mãos em cada lado da sua calcinha.

- Tens a certeza de que queres isto?

- Sim, por favor. - Os seus braços percorreram os meus até chegarem ao meu cabelo, puxando-me para si e beijando-me. - Eu amo-te. - Ela murmurou contra os meus lábios.

- Eu também te amo, pequena. - Beijei a sua testa e voltei a concentrar-me no que estava a fazer. Deslizei a sua calcinha pela suas pernas e assim que terminei, olhei novamente para Eleanor certificando-me de que ela queria mesmo isto. Tirei os meus boxers, estiquei o braço e tirei um preservativo da gaveta. Cobri o meu membro com o mesmo e segurei na base dele, posicionando-o na sua entrada.

- Isto vai doer no início sim, pequena? - Ela assentiu com a cabeça, o medo era visível nos seus olhos. - Tem calma, se estiver a doer muito, aperta a minha mão, está bem? - Entrelacei os nossos dedos com a mão que estava livre e penetrei apenas a cabecinha, sentindo Eleanor apertar a minha mão. Aos poucos fui penetrando até estar completamente dentro dela. Eleanor soltou um gemido de dor e fechou os olhos, apertando-os com força, parei esperando que ela se acostumasse comigo dentro de si.  Uma pequena lágrima escorreu dos seus olhos e eu limpei-a, beijando o local, em seguida.

- Tudo bem, amor? - Ela assentiu e abriu os olhos. - Posso continuar? - Ela murmurou um pequeno "sim". Comecei a movimentar-me lentamente e soltei um gemido de prazer. Aos poucos, Eleanor se soltava, gemendo o meu nome diversas vezes. 

Cada vez que o tempo passava, eu aumentava as minhas estocadas até sentir a intimidade de Eleanor mastigar o meu membro, gemendo enquanto gozava. Não durou muito até a minha vez chegar. Retirei o meu membro com cuidado de dentro dela e levantei-em indo até à casa de banho e colocando o preservativo no lixo.

Voltei para o quarto e encontrei Eleanor debaixo dos lençóis, peguei nos meus boxers e vesti-os, juntando-me a ela. Eleanor abraçou-me e pousou o seu rosto no meu peito, instintivamente levei a minha mão até à sua nuca massageando o local.

- Está tudo bem? - Perguntei preocupado.

- Sim. - Ela respondeu com um sorriso e os olhos a brilhar. - Obrigada por teres sido cuidadoso. 

- Eu só quero o teu bem, meu amor. - Lancei-lhe um sorriso sincero, reparando que os seus olhos se iam fechando. Deitei a sua cabeça sobre o meu peito, deixando um beijo na mesma.  Fiquei mexendo no seu cabelo, até sentir a sua respiração leve contra a minha pele, indicando que Eleanor já tinha adormecido.Fechei os olhos e adormeci em pouco tempo. 


Notas Finais


Olhem só quem voltou! Pois é, eu mesma.

Espero que não se tenham esquecido de mim e que ainda queiram ler a minha querida fic.

É o meu primeiro hot, por isso, espero que gostem.


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