História Perharps -( interativa ) - Capítulo 9


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um cap leycy.

Capítulo 9 - Cap-9


   Lucy

Acordei com uma puta dor de cabeça e sem saber onde estava, tudo ao meu redor rodava me deito novamente esperando a tontura passar o que acabou não adiantando de nada, tento sair da cama mas sinto algo me impedindo de se mexer, retiro o cobertor de cima do meu corpo e percebo que estava apenas de lingerie abraçada a Hayley  e a mesma se encontrava na mesma situação. 
Puta merda transei com a Hayley?  Transei?, a retiro de cima de mim com cuidado para não acorda - la, o que acabou sendo em vão, porque no momento que ia vira - la seu corpo fez peso demais para o outro lado a derrubando da cama.

- aí - escutei o gemido da mesma, rapidamente puxei o cobertor o colocando sobre meu corpo.

A mesma se levanta com a mão na cabeça. 

- belo jeito de me acordar - murmura.

A encaro ainda tentando lembrar da noite de ontem.

- por que está esta me olhando assim?

- Nada - respondo rapidamente e tenho certeza que corei.

A mesma da um sorriso provacativo e fala:

- a noite de ontem foi ótima - ela diz com um sorriso malicioso, ela se aproxima e beija minha bochecha, eu jurei que seria minha boca e por algum motivo que desconheço eu deixaria a mesma me beijar. - precisamos repetir.

A olhei um pouco assustada a mesma percebeu e começou a rir da minha cara a olhei confusa, eu realmente não estava entendendo nada. 

- nós não transamos! - ela disse ainda rindo da minha cara - você desmaiou de sono antes.

- ah - disse, agora realmente envergonhada acho que não existe pessoa mais envergonhada no mundo mais que eu.

- você parece desapontada - provocou.

- não estou desapontada, e bom saber que ainda não tiraram a minha virgindade - deixei escapar o meu segredo, a única pessoa que sabe disso e a zoe, eu namorava um cara que tinha fama de pegador entao todos deduziram que eu não era mais virgem, no dia que ela descobriu fiz ela prometer que não contaria a ninguém em hipótese alguma.

Ela me encarava não de forma incredu - la ou como se não acreditasse em minhas palavras, mais sim o que era aquilo? Admiração? Surpresa? Eu realmente não sabia.

- uhm - foi a única coisa que ela disse antes de entrar no banheiro.

Procurei pelo quarto o meu vestido, mas não o encontrei.

Minutos depois sai uma Hayley enrolada numa toalha, ela tinha o olhar em mim que só agora fui perceber que tinha deixado o cobertor em cima da cama, ela estava literalmente me comendo com os olhos.

- seu vestido está de baixo do travesseiro - disse ela já desfazendo o nó que segurava a toalha, os segundo que se passaram após o seu ato foram os mais lentos, ela me encarava como se esperasse que eu fizesse algo após alguns longos segundos se passarem a mesma começou a se vestir, eu não consegui ficar no quarto, meu corpo estava em chamas a minha vontade era de beija - la até ambas estarem sem roupa, acordei de meus pensamentos quando me vi sendo observada por certos olhos verdes curiosos, fui em disparada para o banheiro. 

             ...............

Coloco a cabeça pra fora da porta e encontro a Hayley deitada cama com as pernas penduradas, provavelmente dormindo, olho em volta procurando a toalha e encontro a mesma na mão da Hayley adormecida.

- hey - falo tentando chamar sua atenção - Hayley.

A mesma se levanta um pouco assustada olhando em volta, e quando me vê sorri, mais uma vez aquele sorriso provacativo.

- se quiser pode vir nua mesmo, não me importo.

- me da a toalha e para de graça - ela levantou e caminhou em minha direção, mais uma vez pensei que ela ia fazer algo a mais, porém ela simplismente me entregou a toalha. - sério isso?

- o que eu fiz?

- Nada,  e exatamente isso, nada!

______________x_____________

                Hayley

Eu já não entendia nada, ela reclamava ou me dava um fora quando eu dava em cima dela e agora que " parei " ela fica desse jeito.

             ..................

- perdemos a aula - reclama.

- e só um dia, para de reclamar.

Estávamos indo até o ponto de ônibus já que a mesma não queria que eu a levasse ( velocidade vampiresca ) e disse que se ligasse para seu pai o mesmo me mataria por ser uma vampira e depois a mataria por estar com uma vampira.

- você tem o anel, não tem? - demorei um pouco para entender o que ela queria dizer.

- ah sim, o anel do sol - disse olhando para o mesmo.

- posso vê - lo?

- e so prometer não  tira-lo - brinquei.

 Ela segurou a minha mão, ao fazê isso senti uma corrente elétrica passando pelo meu corpo.

- não parece ser tão poderoso - disse - e esse símbolo aqui? O que significa? 

- e o símbolo da minha família - expliquei - minha família adotiva. 

Ela pareceu confusa.

- bem, eu não sou uma Williams de sangue, meu sobrenome era Morgan. - expliquei - meus pais biológicos  morreram, os vampiros me adotaram como filha, fui criada e treinada por eles, e quando fiquei mais velha eles me transformaram. - continuei - eu tenho três irmãos o primeiro e o Raphel ele é bem sério quase nunca monstra oque sente mas é bem protetor, a Elise minha única irmã acaba por ser um pouco séria mas ela sabe como se divertir, o criss e o mais novo sempre apronta, as vezes pega alguma coisa sem pedir mas nunca quebra sua palavra, meus pais não os vejo muito e também não tenho o que falar deles pra ti.

- sua família e grande comparada a minha somos só eu, meu pai e minha tia.

- olha ônibus - disse já esticando o braço fazendo sinal para ele parar.

Entramos e a Lucy pagou nossa passagem, a mesma começou a ir para a parte de trás do ônibus eu insisti que ficássemos ali mesmo pois como estava cheio não tinha como passar por ali mas como a mesma e teimosa passou assim mesmo depois de algum minutos decidir ir trás da mesma.

Quando finalmente a encontro tem um cara atrás dela a apertado contra a uma das cadeiras do ônibus,  a mesma o empurrava mas era em vão porquê o cara era muito mais forte que a mesma. 

Vi que ele está indo longe demais, a mão dele estaca na coxa dela a mesma batia na mão dele isso só fazia pra ele a apertar mais, percebi várias pessoas olhando a cena e não faziam nada, decidi intervir.

Segurei o braço da mesma e a puxei com força a colocando em minha frente, ouvi a mesma suspirar aliviada, olhei para o cara que estava com raiva de a ter tirado dele.

Virei para ela.

- tá tudo bem? - perguntei baixo para que só ela ouvisse.

A mesma concordou com a cabeça. 


Ninguém mexe no que é meu.


Notas Finais


Comentem plss. . .


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