História Perigosa paixão - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Miyaakemi

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sasusaku
Exibições 387
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores!!!
Aqui é a Miyaakemi o/
Pedimos desculpas pela demora, é que eu estava em semana de provas na faculdade :'(
Aproveitem o capítulo e boa leitura ;*

Capítulo 11 - Vingança - Parte I


Fanfic / Fanfiction Perigosa paixão - Capítulo 11 - Vingança - Parte I

Perigosa Paixão

Por: laruchiha e Miyaakemi

Capítulo onze: Vingança – Parte I

 

 

Sim, esse era o momento da minha vingança. Se fosse há duas semanas, eu pensaria muito bem que estava completamente louca. Nunca me imaginaria planejando me vingar de alguém, mas meu nem um pouco querido professor havia ultrapassado todos os limites possíveis!

Eu já não suportava mais tanta implicância. Tudo que ele fazia era para me atingir. O mesmo até parecia gostar de brincar com o meu psicológico e provocar todo o meu físico. Sinceramente, o Uchiha conseguia me fazer sentir de uma maneira muito... Diferente? Incomum? Estranha? Sentia-me como uma cega em meio a um tiroteio que a qualquer segundo poderia ser atingida. E as balas? Humpt. Elas eram simplesmente atiradas pelo o meu professor. 

Convém lembrar que a Sakura inocente do interior, já não está mais tão inocente assim. Eu cansei de achar que não podia lutar pelo meu espaço. Que não podia impor minha opinião. Afinal, eu posso continuar sendo humilde e modesta. Só que há uma diferença entre ser assim e ser trouxa. De certa forma, devo agradecer meu professor por me ensinar essa lição. Contudo, isto não me faria recuar. Não... Hoje eu teria minha vingança ou eu não me chamo Sakura Haruno!

Sei que vingança não leva ninguém a lugar nenhum, mas eu estava pouco me lixando para isso! Já estava farta de tudo! De ficar para trás nas suas insinuações, indiretas e provocações. Uma hora eu queria mata-lo e na outra ele me dirigia seus olhos profundos que aumentavam a minha temperatura corporal, para logo dar seu sorriso convencido e me deixar fora de série novamente! Portanto, não deixaria passar mais nenhum dia sem que eu pusesse o Uchiha no seu devido lugar.

         Eu estava andando distraidamente pelas ruas de Tóquio, pensando em como eu orquestraria minha encenação com Sai sem que o mesmo percebesse que eu não queria fazer ciúmes no Sasori, mas sim no meu professor de anatomia. Seria realmente estranho fingir ter algo com o Sai porque nossa amizade era de patadas e beliscões, porém eu estava tão determinada a me vingar quanto ele – seja lá porque – a provar para Ino que não era gay.

Abandonei minhas reflexões sobre meu “caso” estranho com o albino por uns instantes. Afinal, não adiantaria quebrar a cabeça com isso agora. Tinha que me concentrar na tarefa atual: achar uma roupa que dissesse “olhe para mim! Sou irresistível”. Ri me lembrando de que Ino dizia isso quando íamos comprar roupas juntas. Eu observava alguns cabides de uma das lojas que entrei e acabei achando umas roupas bem provocativas.

Peças que eu não usaria nunca! Shorts curtos, blusas com transparência total nas costas... Gente tinha até a imitação de um corpete vermelho! O que é isso?

-Posso ajuda-la? – uma funcionária se pôs ao meu lado. Levei um susto e rapidamente coloquei o corpete de volta na arara de roupas. Abri a pouca para falar, mas meus olhos passaram por seu crachá “Amaya – Sessão Langerie Sexy”.

-Não, obrigada. – respondi, me afastando rapidamente.

Andei mais um pouco pela loja, até que me deparei com uma camisa no manequim. Ela era azul escuro com um tecido tão claro e leve que chegava a ser quase transparente. Eu não tinha certeza se teria coragem de usar algo tão revelador assim – ainda que de certa forma me deixasse com um mínimo ar de inocência –, mas fui ao provador para experimentar.

Como eu havia pensado o tecido era bem claro. Eu estava usando um sutiã cor da pele, mas mesmo assim dava para nota-lo. Inspirei fundo e voltei à sessão de langerie pegando um sutiã de renda azul de quase o mesmo tom da blusa.

Acordei no dia seguinte e pus a rouba nova que havia comprado, com uma calça jeans escura justa e uma sapatilha preta – por que nem morta que iria pra faculdade de salto. Hoje que eu iria chamar atenção naquela faculdade! Embora meu objetivo fosse que ele me notasse e, consequentemente, enlouquecesse. O provocaria da mesma maneira e intensidade que o moreno fazia.

         Peguei meu casaco, colocando-o por cima. Não queria me expor mais do que o necessário. Caminhei até chegar a tão famosa Tokyo Daigaku ou como preferirem TG era a sigla que alguns universitários usavam ao se referir a Universidade.

Perambulando pelos os corredores, logo encontrei uma Hinata muito sorridente. O mesmo sorriso bobo que notei alguns dias atrás. Parecia que tinha visto um passarinho verde.

         -Bom dia, Hina. Posso saber o motivo desse sorriso?

         Hinata arqueou as sobrancelhas como se eu estivesse falando alguma idiotice. Arqueei as minhas também. Como se eu não fosse notar que minha amiga estava mais feliz do que o normal.

         -Bom dia, Saky. Não entendi o porquê dessa sua pergunta. Não posso sorrir mais não?

         −Eu, hein! Não está aqui mais quem falou. – levantei as mãos como se tivesse sido rendida, em sinal de desculpa. – Mas eu sei que tem algo.

         -Para de bobagem e vamos para aula.

         A mesma desconversou e saiu me puxando em direção a nossa sala. Se a Hinata pensava que eu deixaria tudo de lado ela, estava enganada. Era só eu chamar a Ino e ela descobriria tudo em dois tempos! A loira tinha o dom de descobrir segredos – e pesando nisso, na verdade, até eu teria que tomar cuidado com ela.

Os dois primeiros tempos seriam de Anatomia. Assim, poucos minutos após passarmos pela porta indo em direção aos nossos lugares, o professor Uchiha entrou. E com uma cara nada boa... Pelo visto, o seu dia não tinha começado nada bem. Isto era bom, pois eu faria terminar pior do que ele imaginava.

A sua aula foi bem entediante e o mesmo se quer me olhou pelas duas horas de duração. Quando acabou fui uma das primeiras a sair com Hina. Pedi para irmos ao banheiro e a despistei, voltando para sala encontrando o Uchiha sozinho. Olhei ao redor o corredor estava vazio. Voltei um passo, retoquei o batom, tirei o casaco e mexi no cabelo, bagunçando-o levemente.

Entrei e caminhei até o mesmo.

         -Olá professor! Notei que não me dirigiu nenhuma implicância infantil hoje... Resolveu finalmente me deixar em paz? – dei meu melhor sorriso debochado. Ino era expert nisso.

         Ele me encarou por um instante e seus olhos desceram para o meu sutiã de renda sob a blusa quase transparente. Pelo visto eu estava chamando a sua atenção exatamente como queria.

-O que você está fazendo? – perguntou, depois de um pigarro.

-Ah, eu não só vim buscar meu caderno que esqueci aqui. – respondi me virando. Subi os degraus, entrei numa fileira de assentos fingindo procurar algo. – Achei. – exclamei me inclinando por cima de uma cadeira acolchoada do auditório, estendendo o braço para a cadeira de trás. Empinei um pouco a bunda e mordi o lábio quase sucumbindo à vergonha.

Você consegue, Sakura! Lembre-se, ele merece pagar por tudo que fez contigo!

-Você quer me deixar louco, garota? – ele me puxou pelo braço, trazendo-me para perto do seu corpo.

-Eu? – franzi o cenho, confusa. – Mas eu não fiz nada demais... – virei batendo meu cabelo em seu rosto e seguindo para o final da fileira voltando para frente da sala.

Olhei pelo canto dos olhos e vi que o mesmo também descia pelo outro lado. Andei rumo a saída atrás dele, mas o moreno impediu minha passagem.

-Pare de mentir e admita. Está me provocando porque você se sente tão atraída quanto eu.

Ele passou sua mão por minha cintura, colando nossos corpos num movimento brusco que me arrancou um gemido de surpresa. Um sorriso de canto charmoso desenhou se em seu rosto e ele roçou se nariz ao meu.

-Sim. Eu me sinto atraída... – sussurrei inclinando a cabeça e fixando o olhar em seus lábios tentadores. O desejo de enfim prova-los martelou em minha mente e percorreu meu corpo numa onda de calor. Levantei meus olhos para os dele e vi que ele estava também vidrado em meus lábios. Eu queria ceder, porém não tanto quanto queria brincar e me vingar do mesmo jeito que ele fizera comigo. – Mas não por você.

Seus ônix penetraram minhas esmeraldas, surpresos. Eu puxei sua mão das costas e dei dos passos para trás.

-O quê? – ele estreitou os olhos após alguns segundos. – Não vai me dizer que está falando daquele branquelo com que fica andando para cima e para baixo. – debochou.

Quando eu ira protestar de como ele sabia tanto da minha vida assim, Sai entrou na sala me procurando.

-Sakura? Vamos? Temos que resolver aquilo.

-Sim, vamos. – respondi-lhe inclinando o rosto para vê-lo atrás do moreno. – Até a próxima aula, professor Uchiha.

Desviei de Sasuke indo de encontro ao albino parado na porta. Agarrei seu braço recebendo um olhar estranho dele. Eu apenas sussurrei que era um meio de já irmos ensaiando. E reagindo, melhor do que eu esperava, Sai passou o braço por meus ombros, me puxando para fora daquele lugar. Ao virar pela porta ainda tive o prazer de ver o puro ódio na cara do Uchiha.

Pelo visto minha vingança estava sendo concretizada.

Ou melhor, a primeira parte dela.

 


Notas Finais


E então? Gostaram?
O capítulo ficou meio curtinho, mas não se preocupem tentaremos não demorar muito com o próximo. Ok?
beijão e até a próxima postagem.
byeeeee

obs.: se tiver algum erro de português, perdoe-me, não tive tempo de revisar


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