História Perigoso amor - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~LinkSook

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Morte, Romance, Romance Gay, Shounen Ai, Tragedia, Tristeza, Violencia, Yaoi
Visualizações 49
Palavras 1.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Diferentes medos


Fanfic / Fanfiction Perigoso amor - Capítulo 3 - Diferentes medos

Allen ON


O sinal da manhã bateu, olho para aqueles dois. Que inveja .O amor deles, o amor que eu nunca terei, que sinto tanto, mas que nunca serei correspondido e mesmo se eu chegasse a ser, correria o perigo de ser consumido pela sociedade, mas eu estaria desposto a tudo por ele..

(Carlos chama Kaio para sair do banheiro, eu me desespero, lembro que nem ao menos usei o banheiro que precisava, mas agora eu precisava sair, corri e abri a porta, passei correndo por ela sem nem ao menos fechala o que faz ela bater, me escondo do lado da escada, vejo ele sair e olhar os lados, ele segue  Kaio olhando tudo, também os sigo, eles se despedem e vejo uma sena muito fofa, também olho ao redor para ter certeza que ninguém os viu. Respiro fundo, meninos que acabaram de acordar descem as escadas fazendo sons de passos preenchendo o silêncio agonizante que estava antes)

Que horas são?....

(Penso, ja que as 6:30 minha Luz costumar entrar por aquele portão que nos tranca)

 Quando ele passa consigo entra a luz do sol pela manhã.Ah... eu sempre o olho lindamente, em frações de segundos ele entre na sala, mas as vezes acena pra mim, eu olho e vejo se realmente é pra mim, sorrio bobamente...me pergunto como fui me apaixonar por ele, certo que qualquer amor é abobinado aqui dentro até sairmos, mas por quê ele? Mesmo me perguntando eu ja sabia a resposta. Como nas próprias aulas de religião, ja nascemos com os nossos parceiros destinados, com os nossos amores que não escolhemos, por isso e por ele ser incrível eu o amo, eu só não entendo..por quê é pecado, eu o desejar, pelo fato de ser homem, isso é pecado, pelo fato de termos o mesmo órgão sexual, isso é pecado, por quê? Por quê?  Me perguntei muitas vezes, tentei buscar a resposta muitas vezes, mas nunca a consegui achar, o amo e se ele me amasse também, isso não bastaria?  Se para tê-lo eu pecarei, direi com o maior sorriso no rosto.

Eu sou um pecador...
(Sorrio)

(Voltei ao meu dormitorio e la estava César e Carlos, César desenhava algo que eu nunca vi na vida, e Carlos apontava os poucos lápis de cor que possuímos, todos se resumem à azul, rosa, preto, verde, amarelo, vermelho, então nós misturavamos para gerar novas cores, nesse momento ele pintava azul sobre o vermelho gerando roxo )

_O que é isso César ?

(Ele olha pra prim e aponta para Paulo ainda dormindo, percebo que Paulo veste um pijama roxo)

_É o Paulo?

(Ele afirma com a cabeça e sorri de canto)

_Paulo, César está te desenhando!
(Sento ao lado de César. Então Paulo olha pra nós, ele se levanta e vem até César)

Paulo~
_Deixa eu ver isso...Pera aí, eu sou uma mancha roxa?
(Ele pergunta rindo, César rubra e abaixa a cabeça tristonho. Olho para Paulo indignado, mas ele sorri)

Paulo~
_Ta bonito César!
(Faz carinho nos cabelos da cabeça do menor)
_Continua assim, vou continua ali.
(Ele diz e toca o nariz de César gentilmente e o mesmo o olha admirado. Paulo ia em direção a cama, quando escultamos uma vozinha delicada, soando devagar nun sussurro quase não possível de ouvir)

César
_Obrigado...

(Paulo se vira devagar, todos arregalamos os olhos,dez de pequeno César fechou a boca, nunca mas ouvimos sua voz, era tão doce)

Paulo~
_Ele falou?

Carlos~
_A gente não ta loucos pra ter ouvido alucinações

(Paulo se abaixa na frente de César)

Paulo~
_César.. fala de novo...

(Ficamos em silêncio, mas César não abriu a boca)

Paulo~
_Fala meu nome, Paulo...
(Ele segura o queixo do
pequeno)

César~
_P-Paulo...

(Então novamente ele sussurra devagar, Paulo vibra com aquilo silenciosamente)

Paulo~
_Ele falou...


_Pois é .. César você ja sabia falar?
(Ele acena que sim. Então Paulo serra as sombrancelhas)

Paulo~
_UE, Então porquê não falava?

(Então César tira a folha rabiscada de seu colo e a coloca do lado devagar, se levanta rapidamente e fica na frente de Paulo, seu semblante muda e ele fica sério, então sua voz sai mais alta, mas rápida, mas mesmo assim serena e doce)

César~
_Porque eu não tinha nada pra falar!

(Então Paulo petrifica) 

Paulo foi o primeiro a falar com César nesse lugar, lembro de como ele tentava se comunicar com a criança muda e encolhida e o sacrifício que foi pra descobrir que seu nome era César. Eles invadiram a sala dos registros, como eram menores, bagunçaram tudo, acharam o que queriam mas essa foi suas primeiras punições, a classica, ajoelhar no milho. Eles ficaram ajoelhados de mãos dadas umas 3 horas. Como eu sei disso? César me contou. Sim. Eu sei que  ele fala, ja tinha o ouvido falar, conversamos um pouco, mas depois ele não quis falar mais nada, fazia muito tempo que ele não falava.

(Olho para Paulo, que está ainda em pé na frente do menor)

Paulo~
_Como assim não tinha nada pra falar? Você nunca falou algo comigo ...

(Vejo o semblante triste em Paulo. César respira fundo)

Lembro-me do motivo de César não querer falar, pelo que ele me contou, sua família morreu por algo que ele falou sem querer, algo que não era para ser dito, depois disso ele nunca mais fala coisas desnecessárias, com medo de que prejudiquem as pessoas que ele ama.

_Vamos conversar César?

(Ele acena que sim)

Carlos~
_Então ele voltou a falar?...

Paulo~
_Espera aí, você ja tinha falado com todos.. Por que menos eu?
(Paulo diz e segura o braço de César o fazendo virar para ele)

Isso era óbvio...Por gostar de Paulo mais do que o normal, romanticamente acho que ja posso dizer, César com o seu trauma, colocou na cabeça que não deveria dirigir a palavra a ele, mesmo sorrindo e brincando, ele não prununciava uma palavra, ele gostava de ver Paulo ser seu amigo e tendo paciência com ele, o que as outras crianças não tinham, César só não quer colocar em perigo o idiota do Paulo, não o culpo dele não entender isso.

César~
_Paulo...
(César abraçou Paulo forte, o mesmo não entendeu o motivo por estar sendo abraçado, mas retribuiu)

Paulo~
_E-Está tudo bem?

(César sorri e acena que sim, então ele se senta de volta na cama e continua a desenhar, ele olhava para Paulo, sorrio gentilmente, depois voltava a pintar. Eu olhei para Paulo e ele estava confuso e abismado, eu queria rir da cara dele nesse momento, mas alguém fez isso por mim)

Carlos~
_HAHAHAHAHAHA
(Carlos que até agora estava quieto começou a gargalhar estericamente e eu não me aguentando também ri de tudo isso e coloquei a mão no rosto, era possível ver que César também abriu um sorriso tímido de cabeça abaixa)


[...]



Ja estavamos na sala de aula, eu sentado a penúltima cadeira do lado da janela, mesmo que foce muito atrás, daqui eu podia ver muito bem o meu amor lecionando para a turma. Mas nesse momento estavamos o esperando para a aula, os outros conversavam, uns liam, outros se perguntavam o porquê do seu atraso, eu era a terceira opção. Será que ele está bem? Hoje de manhã eu o vi passar pela porta, ele ja está aqui...


Aluno Marcos~
_Ta, estou indo..

(Então vejo um dos meninos se levantar com coisas nas mãos e se agaichar na porta. Eu ouvia os outros meninos rindo entusiasmados, quando o Marcos levantou e sacudiu as mãos eu pudi ver do que se tratava, era uma traquinagem, uma armadilha de pregar peça direcionada ao nosso professor. Eu fiquei com muita raiva)

_EI, DESMONTA ISSO!

Marco~
_Eu não, deixa o Yago cair de cara no chão, eu vou rir muito.
(Um grupinho de garotos começaram a rir)

Um ódio muito grande me subiu...

_Se você não vai tirar, deixa que eu mesmo tiro...

Marcos~
_É o que? SAI DAÍ ALLEN, ELE VAI CHEGAR DAQUI A POUCO
(Diz ele agarrando o meu braço)
_SEU ANALFABETO SAI!
(Então ele me puxa)

_CALA A BOCA!
(Então ele agarra meus cabelos e me puxa para trás)

Marcos~
_PARA DE SER CERTINHO SEU IDIOTA! PARA DE PROTEGER AQUELE PROFESSOR

_Ele não merece isso..
(Digo calmo, apesar de estar sendo puxado pelos cabelos)

Marcos~
_ELE MERECE ISSO E MUITO MAIS, ASSIM COMO TODOS DESSE INFERNO

Bom, esse foi o meu limite...

(Eu segurei sua mão que agarrava o meu cabelo, com a força do meu aperto ele a afroxou, então eu a puxei e agarrei a outra mão, as bati contra a parede, as prendendo ali, segurei as duas com uma mão e com a outra dei um soco na barriga dele. Ele perdeu o ar e caiu sentado no chão, alguns meninos vibravam, outros  ficavam de boca aberta, estavam fazendo muito barulho,assim chamaram atenção dos Vigias de fora.)


Vigia 1~
_O que está acontecendo aq-
(Ele caiu na armadilha posta na porta, dando de cara no chão e ficando todo sujo. Ninguém riu. Por não ser o nosso professor amavel e sim um Vigia cruel, ninguém teve coragem de rir.)

Medrosos...

(O próximo entrou e viu o seu parceiro no chão, ele passou por cima dele que tentava se levantar, olhou para toda sala, mas o único que estava numa posição realmente suspeira. Era eu... Ele veio na minha direção, mas olhou para Marcos que o olhava apavorado  ainda sentado no chão, ele segurou na gola de trás da blusa dele o forçando a levantar e agarrou com força meu braço fazendo eu soutar um gemido mudo de dor)

Eu sabia o que vinha daqui pra frente... Ele estava nos puxando para uma sala que ninguém entra a não ser nessas ocasiões, ele vai nos interrogar, mas tenho certeza que os dois vão ser punidos. Por mais que eu diga que só queria desfazer a traquinagem que ele estava planejando, ele não iria entender isso, e assim foi. Agora eu  estava sentado numa cadeira vendo meu colega ser judiado a paulada no braço direito, ele só chorava, esperniava, minha vontade era de mandar ele calar a boca, eu não estava com pena...até ele cair todo encolhido no chão, e minhas pernas ficarem com vontade própria a ponto de quererem levantar e socorrer o menino. Ele foi colocado no canto. Agora era minha vez. Mas para mim, ele escolheu um chicote marrom.


(Ja sem blusa, eu me ajoelhei...)


Notas Finais


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Até o Próximo 💝


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