História Permanent Vacation - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Ashton Irwin, Calum Hood, Hey Violet, Luke Hemmings, Michael Clifford, Nia Lovelis, Rena Lovelis
Exibições 115
Palavras 2.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Música do capítulo: Catch Fire do 5 Seconds Of Summer.

Capítulo 10 - Catch Fire


Fanfic / Fanfiction Permanent Vacation - Capítulo 10 - Catch Fire

Sydney, Austrália. 01 de Fevereiro de 2017.



Toda minha vida eu estive esperando por momentos

Quando eu pegar fogo e cuidar de você como o sol

Vou lutar para arrumar e acertar as coisas

Eu não posso mudar o mundo, mas talvez eu possa mudar a sua mente


     

 Os dois dias que se passaram foram super corridos com os trabalhos da faculdade. Eu estava exausta e sem tempo pra quase nada. Ao mesmo tempo eu estava agradecida por ter algo pra fazer, afinal se eu quero conseguir alcançar meus objetivos eu teria que ralar.

Durante esse tempo, minha relação com o Luke está estranha, ele anda me evitando desde aquele dia depois da festa e de tudo que rolou.

Bem que eu já esperava essa reação dele, ele é um pegador descarado.

Na faculdade ele me evita quase o tempo todo e finge que eu não existo quando seus outros amigos estão por perto. Na casa dele, Luke me tratava melhor como se nada tivesse acontecido.

Isso estava me irritando pra caralho e eu queria uma boa explicação pra toda essa reação infantil dele. Não tocamos no assunto do que rolou entre a gente e eu achei melhor assim. Quer dizer, eu me pegava pensando no seu beijo e nas suas mãos fortes sobre o meu corpo ou na sua voz rouca e sexy, mas eu sabia que isso não iria adiante. De alguma forma isso me deixava pra baixo.

O professor Derek entrou na sala e eu deixei esses pensamentos pra lá. Todos os alunos foram se sentar nos seus lugares e Sophie veio pro meu lado com um sorrisinho no rosto. Ela é outra que tem andado estranha desde aquele dia da festa.

— Muito bem alunos, hoje vamos começar com algo diferente. Iremos montar uma entrevista, mas usando a matemática. — todos resmungaram. — Nada de preguiça, vocês não estão mais no colegial. Continuando, vocês formarão duplas e montarão as perguntas da entrevista de acordo com as lições anteriores. Depois disso, um irá perguntar ao seu parceiro ou parceira as perguntas e eles terão que responder corretamente.

Minha atenção se direcionou ao Luke, que estava alheio à explicação do professor rindo com Michael. Os dois estavam comendo cheetos imitando as caras e bocas do professor. Luke me pegou olhando pra ele e arqueou uma sobrancelha com um pequeno sorriso no canto dos seus lábios.

Revirei os olhos tentando não rir. Esse garoto era tão lindo com esse boné virado pra trás.

— A gente vai ganhar pontos com isso? — Ashton perguntou trazendo toda a atenção pra ele. Algumas garotas suspiraram parecendo admirá-lo.

— A dupla que acertar mais perguntas terá apenas mais duas semanas com as aulas de teste. — disse o professor e eu abri um sorriso animado assim como todos os alunos.

Eu precisava ganhar isso.

— Eu vou escolher as duplas de cada um. — mais alunos resmungaram e o professor pediu silêncio. — Sophie fará dupla com Michael.

Sophie abriu um sorrisinho tímido e Mike fez um sinal com a sobrancelha pra que ela se aproximasse. Estreitei os olhos na direção dos dois mais desconfiada ainda.

— Rena fará dupla com o Scott, — o professor continuou falando, eu estava torcendo pra fazer dupla com o Calum. — Calum fará dupla com o Ashton, Margot com Luke...

Arregalei os olhos não acreditando no que eu tinha acabado de ouvir. Será que eu nunca vou poder fugir desse garoto? Luke me encarou com aquele seu sorrisinho nos lábios e veio se sentar do meu lado. Abri meu caderno evitando olhar pra ele, eu ainda estava brava com ele por me evitar e não estava com paciência.

— Huh, estamos juntos de novo, não? — ele apoiou as mãos no rosto sem desviar o olhar de mim.

— É, super. — continuei sem olhar pra ele.

Luke soltou uma risadinha.

— O que é pra fazer?

— Você não ouviu a explicação do professor? — revirei os olhos finalmente olhando pra ele.

Como era lindo e irritante.

— Éééé... — ele abriu a boca e arregalou os olhos de uma maneira fofa. — Não.

Luke fechou a cara com uma expressão séria no rosto. Ele riu ajeitando seu boné, eu só queria beijar ele.

— A gente vai fazer uma entrevista com perguntas da lição da aula anterior. — comecei a explicar tentando não perder a paciência. — A dupla que acertar mais perguntas ficará apenas mais duas semanas nas aulas de teste e--

Luke estava distraído mexendo no seu celular, torrando mais ainda minha paciência.

— Luke! Você prestou atenção no que eu disse?! — aumentei o tom de voz.

Luke continuou mexendo no celular.

— Hum? É, aham, entendi tudo.

Coloquei a mão na tela do seu celular e ele olhou pra mim irritado.

— Eu falo sério. Eu preciso passar nisso, ao menos veja meu lado se você não quer aprender nada.

— Querida Margot, eu sou foda em matemática caso não saiba. Então pra quê ficar toda nervosinha com isso? Relaxa aí. — ele afastou minha mão com alguma relutância.

— Eu mereço. Sério, eu mereço! — bufei irritada e o descarado apenas sorriu achando graça.

Luke guardou o celular no bolso da calça direcionando seus olhos azuis em mim.

— Ok, eu me comporto. Mas com uma condição.

— Qual? — revirei os olhos.

— Você vai fazer o lanche que eu pedir em casa sem reclamar. — ele disse naturalmente com seu tom de voz blasé.

— O quê? Nem pensar, você tem empregada ou melhor ainda: Tem mãos. Me poupe.

Luke começou a batucar na mesa com os dedos. Eu tentei não pensar no que aqueles dedos poderiam fazer.

— É pegar ou largar. Ou você prefere ficar aqui o mês inteiro? — ele levantou uma sobrancelha sabendo que eu não tinha escolha.

Suspirei jogando as mãos pro ar. De qual signo seria esse descarado pra ser tão manipulador?

— Tá, tá! Mas eu só vou fazer isso por um dia. Não vai pensando que suas chantagens vão funcionar sempre comigo.

Luke abriu um sorriso convencido.

— Ok, Margôzinha. Então querida, vamos começar? — ele disse fazendo um tom de voz grosso.

— Vai se foder. — prendi o riso. — Ah, Luke?

— Hum? — ele me olhou parecendo cauteloso e até isso era sexy nele.

— Qual é o seu signo?

— Pra quê quer saber o meu signo? Isso faz parte da entrevista?

— Diz logo.

Ele revirou os olhos.

— Meu signo é câncer.

O encarei surpresa. Luke não parecia se encaixar nesse signo, ele estava mais pra áries, escorpião, sagitário ou aquário.

— Tá explicado. — eu disse percebendo de onde vinha todo aquele seu jeito manipulador. — Bom, vamos começar.

— Yey, que comece os Jogos Vorazes. — ele riu esperando que eu começasse.

— E que a sorte esteja sempre ao seu favor. — imitei o tom de voz fino da Effie de Jogos Vorazes.

Luke abriu um sorrisinho fofo e balançou a cabeça de forma negativa. Fiquei observando seus movimentos, era impossível não olhar pra ele. E era impossível ficar muito tempo brava com ele, isso me irritava e me deixava feliz ao mesmo tempo.

Espero mesmo que o Luke se comporte ou minhas semanas nas aulas de teste iriam ser longas.




A aula de matemática tinha acabado e por incrível que pareça o Luke havia se comportado muito bem. Realmente ele era bom em matemática e isso me surpreendeu, eu achava que ele era daquele tipo de garotos que não ligam pra aprender nada.

Sophie, Beatrice e Gabbe me puxaram pro pátio na hora do intervalo me fazendo relaxar mais um pouco depois daquela aula decisiva. Os três estavam em uma animação sem igual, me pergunto se eles exageraram na cafeína hoje.

— Margot você está sabendo? — Beatrice perguntou me tirando dos meus pensamentos.

— Sabendo do quê? — franzi a testa tentando entender alguma coisa.

Gabbe revirou os olhos passando as mãos no seu topete bem escovado.

— Ora, minha filha você deveria saber. Você é do signo de gêmeos, o signo da inteligência, da comunicação e--

Interrompi seu discurso que eu já sabia muito bem.

— Eu não sou uma desinformada dos signos, Gabbe. E só porque eu sou de gêmeos não significa que eu deva ser uma wikipédia.

Sophie e Beatrice prenderam o riso alternando olhares entre mim e ele.

— Ui, parece que o mal humor está no ar hoje. — ele colocou as mãos no peito de forma dramática.

— Deve ser o mal humor do Hemmings que está contaminando ela. — disse Beatrice fazendo cara de nojo.

Revirei os olhos caminhando na frente deles, eu estava com uma fome do caralho e Margot com fome é uma Margot sem paciência, chata e grossa.

— A gente tava falando da festa da universidade no sábado. — Beatrice disse ficando atrás de mim na fila.

Hmm, festa. Eu estava começando a gostar disso.

— As festas daqui são boas? — perguntei realmente interessada.

Beatrice deu de ombros colocando as mãos no bolso da sua calça larga de moletom.

— Dizem que sim e é isso que eu quero ver. Você vai?

Peguei minha bandeja de comida pensando se eu queria mesmo ir. Observei o Luke ao longe conversando com uma garota loira íntimos demais. Eu não sei porquê, mas isso me incomodou. Calum apareceu no meu campo de visão vindo na minha direção com aquele seu jeito charmoso e sedutor, eu já sabia como me vingar do Hemmings Desgraçado por ele me ignorar perto dos seus amigos.

— Claro que eu vou! Não perco essa festa por nada! — eu disse entusiasmada demais.

Beatrice e Sophie não pareceram se importar porque elas também estavam animadas, mas Gabbe me olhava com desconfiança enquanto observava Calum se aproximar.

— Maneiro, vamos botar pra quebrar nessa festa. — Beatrice bateu seu punho contra o de Sophie e eu achei graça.

Calum veio pra perto de mim com um sorriso animado e fofo nos lábios.

— Hey Margot. — ele me abraçou de lado por causa da minha bandeja de comida nas minhas mãos, me pegando de surpresa. Retribuí o abraço sentindo seus músculos definidos por baixo da sua camiseta.

— Hey Cal! Que bom te ver! — mais uma vez eu disse entusiasmada demais, o que só fez Gabbe estreitar os olhos na nossa direção mais ainda.




— Eu pedi um sanduíche de presunto e queijo com vegemite e azeitonas, como pode ver você não colocou azeitonas. — Luke cruzou os braços se divertindo com a situação.

Já era fim de tarde e eu estava dando uma de empregada do Luke por um dia inteiro, era o combinado já que ele se comportou na aula de matemática. O descarado estava fazendo de tudo pra me irritar fingindo que havia esquecido de pedir algo ou que eu tinha errado o que ele pediu. Minha paciência estava pouca, não demoraria muito pra eu dar um tapa nesse garoto.

— Me poupe Hemmings, você não pediu azeitonas na droga do seu sanduíche. — fuzilei ele com o olhar cansada dos seus joguinhos.

Luke apenas gargalhou girando a cadeira giratória da cozinha como uma criança sapeca.

— Trato é trato. Quero meu sanduíche com azeitonas.

Suspirei indo pegar as azeitonas na geladeira. Praticamente joguei as azeitonas no sanduíche colocando o prato na bancada de mármore.

— Satisfeito? — eu disse irritada.

Luke olhou pro sanduíche fazendo uma cara de quem estava pensando. Eu vou bater nesse garoto, estou avisando.

— Hmm, sabe, acho que eu quero uma coca também. Tá bastante calor, sabe? — ele se abanou com a mão dando uma mordida no sanduíche. — Hmm! Isso está ótimo, vai ganhar um biscoito Margot.

Isso era o bastante pra acabar com a minha paciência mesmo que eu estivesse achando a cena cômica. Abri a geladeira pegando uma latinha de coca e me aproximei do descarado.

— Aqui está a sua coca. — derramei a coca na cabeça dele fazendo ele dar um salto da cadeira.

— Mas que porra é essa sua louca? — ele gritou todo encharcado, seu tom de voz ficava agudo cada vez que ele aumentava a voz. Parecia uma foca.

Comecei a rir descontroladamente.

— Você queria... — eu disse entre risos.  — A sua coca e bem, tá aí a sua coca!

Ele estreitou os olhos fazendo uma cara de bravo e eu comecei a rir sem parar.

— Você pediu por isso.

Ele veio na minha direção todo encharcado e eu corri pro outro lado da bancada.

— Não vem pra perto de mim! — gritei ainda rindo.

— Você não manda em mim, Margôzinha. — ele sorriu correndo na minha direção.

Comecei a correr feito uma louca pela casa com Luke atrás de mim. Só se dava pra ouvir o som das nossas risadas e gritos pela casa, esse era o melhor som da minha vida.

— Socorro tem uma foca maluca me perseguindo! — continuei correndo, indo na direção da sala.

Olhei pra trás percebendo que o Luke estava quase me alcançando. Eu não conseguia parar de rir e ele também não.

— Ei, eu não sou uma foca! — ele entrou na sala com um sorriso lindo que mostrava seus dentes perfeitos. — Eu vou te alcançar!

— Não vai não! — joguei um travesseiro na sua direção, mas Luke desviou.

Tentei subir no sofá porém Luke foi mais rápido. Ele puxou meu braço, me surpreendendo ao me dar um abraço apertado, me encharcando toda de coca. Fiz o meu melhor pra não demonstrar que eu estava amando esse abraço.

— Me solta seu descarado! — tentei me soltar do seu abraço mesmo não querendo.

Luke gargalhou não me soltando. Eu podia sentir seus músculos debaixo da sua camiseta regata junto com seu perfume intenso e agradável, seus braços estavam ao redor da minha cintura me trazendo mais pra perto dele.

Ficamos apenas rindo ainda abraçados, como se estivéssemos dançando pela casa totalmente desengonçados.

— Vamos dançar valsa? — Luke perguntou rindo novamente me fazendo sentir as vibrações da sua risada, já que eu estava com a cabeça no seu ombro.

— Isso nem parece valsa. — minha voz saiu abafada.

Eu não queria desfazer esse abraço nunca, isso estava sendo muito gay mas estar assim com o Luke era fofo e surreal. Quer dizer, nós finalmente estamos nos dando bem em tão poucos dias e isso era maravilhoso.

De alguma forma eu me sentia segura perto do Luke, como se nada pudesse me afetar quando eu estava com ele. Eu sabia que eu não devia me apegar tanto à ele, mas era inevitável. Como eu disse, Luke parecia que veio pra acabar com todas as minhas barreiras.

Luke suspirou apoiando a cabeça no meu ombro.

Nossos pés se enroscaram no outro e eu tropecei, caindo no sofá com Luke em cima de mim. Ele apoiou os braços no sofá pra evitar o peso do seu corpo sobre mim e me encarou com as sobrancelhas arqueadas.

— Ops. — um sorriso apareceu no canto dos seus lábios. Ele passou a língua no seu lip ring direcionando seus olhos na minha boca.


Notas Finais


Confesso que estou com um sorrisinho bobo até agora e enquanto eu escrevia esse cap ❤ eu amo escrever esses momentos do Luke e da Margot.

E aí, vcs acham que eles vão se beijar novamente? :3 comentem o que acharam, suas teorias, etc.

To apaixonada por o GIF do capítulo *----* entrei no we heart it e já encontrei de cara. (Finjam que é o Luke no lugar daquele cara)

É isso amores, bjs e até o próximo cap! xx


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