História Permita- me Lembrar. - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Exibições 73
Palavras 723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente... Essa é minha primeira história aqui e a primeira também baseada em uma série, então confesso que estou morrendo de medo... Mas quero sinceridade, caso queiram comentar, sobre o que acharam. Nem que seja pra dizer que está uma merda... Se quiserem ajudar também, estou aberta a opiniões e críticas. Bom, é só...

Capítulo 1 - Once Upon a Time...


-Olá. Bom dia moça.

Ouvi novamente aquela voz macia e infantil. Em seguida senti um beijo molhado ser depositado em minha testa.

-Bom, hoje vamos ouvir a história da Cinderela.

Ele disse e o ouvi limpar a garganta para começar.

-Era uma vez...

Então ele começou toda aquela história que eu já sabia desde que era menina. Mas eu não podia vê-lo, só havia escuridão. Tentei me mover mas meu corpo não obedecia os comandos do meu cérebro. Era como se eu estivesse presa. Decidi prestar atenção nos barulhos a minha volta, mesmo não podendo abrir meus olhos. Pude ouvir alguns bips de máquinas, passos ao longe e uma mulher falando ao alto falante, também distante.
Não pude entender o que era. Senti cheiros misturados, como de remédio, mas principalmente aquele cheiro que eu odiava quando criança; cheiro de hospital. Então era isso, eu estava num hospital! Imediatamente parei para pensar o que tinha acontecido e como eu havia ido parar ali, mas eu não conseguia me lembrar. Estava tudo escuro eu só podia ouvia a voz daquele menino, sem conseguir me mexer nem falar nada. Eu tentava e tentava, mas nada acontecia. Se eu ao menos conseguisse abrir os olhos...

-Fim. – O ouvi respirar fundo. – Acho que ainda dá tempo de mais uma história hoje, moça.

Imaginei ele sorrindo mesmo não sabendo como ele era. Então ele começou a próxima história.

-Era uma vez, em um reino muito distante... – Assim que ele começou, aquela história me pareceu bastante familiar. Eu não acreditava no que ouvia, de todos os contos que aquele menino poderia contar, tinha que ser esse? - Deram a ela o nome de Branca de Neve.

Eu não podia acreditar! Juntei todas as minhas forças e me ouvi dizer:
-Por favor menino, mude de conto. Eu odeio essa história!

Eu disse, um pouco fraca. Sim, eu disse! Consegui abrir os olhos de vagar, e busquei o dono daquela voz macia que me encarava surpreso, assim como eu estava. Ele era branquinho e tinha cabelos castanho que lhe caíam sobre seus olhos cor de avelã. Ele piscou algumas vezes até que pareceu voltar a si. Levantou- se imediatamente e tocou em meu rosto.

-Você acordou! Você acordou! Eu sabia que acordaria! Vou chamar minha mãe! – Disse com um sorriso, meio eufórico, e correu porta a fora da sala onde eu estava.
Só então eu consegui olhar em volta. Haviam máquinas, das quais eu havia ouvido bipar. Havia uma mascara auxiliando minha respiração e um tubo no meu braço esquerdo. E antes que eu pudesse observar mais o ambiente, o menino entra novamente eufórico ainda e com um largo sorriso no rosto

-Viu mamãe ela acordou! – Olhei para onde seus olhos estavam direcionados e vi uma mulher entrar. Seu cabelo era loiro e estavam presos, apenas as pontas onduladas lhe caíam sobre os ombros. Seus olhos eram um verde esmeralda lindo, escondidos por um óculos que julguei ser um pouco grande de mais para seu rosto. Sua boca rosada num tom natural dava um lindo contraste com seu rosto claro. Ela era perfeita!

-Acalme- se filho. –Disse para o menino ao entrar. –Olá Srta. Mills. Como está se sentindo, consegue falar? – Sua voz era suave e continha um tom de preocupação. Ela começou a fazer umas coisas das quais eu não entendia bem. Em seguida retirou a mascara do meu nariz e boca.

-Obrigado. Só sinto dor. –Respondi fraca.

-Oh sim, espere um minuto. –Ela se afastou e fez alguns procedimentos que julguei ser necessário enquanto eu a observava. –Pronto, apliquei um analgésico que lhe fará sentir-se melhor. –Disse e sorriu após terminar de me examinar.

-Obrigado.

-Então, a senhora pode me dizer o que lembra do acidente? –Ela perguntou e eu parei para pensar, mas eu não conseguia lembrar de nada. Não sabia o que havia acontecido.

-Eu não sei. Não consigo lembrar o que aconteceu. –Vi seu rosto moldar- se para um tom mais preocupado.

-Srta Mills, sabe seu nome? Me diga o que sabe. –Pediu pacientemente mas eu pude notar seu nervosismo e preocupação.

-Meu nome é Regina Mills. Minha mãe se chama Cora e minha Irmã Zelena. Não consigo lembrar mais de nada, apenas uns flashes que vem e vão. Eu sei que já estive num hospital, e sei que odeio. Mas não consigo expressar mais nenhuma lembrança.


Notas Finais


Se quiserem um próximo capítulo, avisem... Bjs de luz! :)


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