História Permita- me Lembrar. - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Exibições 78
Palavras 718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente linda... Então, o segundo capítulo já estava escrito então resolvi postar logo. Se estiver bom, e vocês gostarem mesmo eu pretendo aumentar.

Capítulo 2 - Me chamo Henry


Fanfic / Fanfiction Permita- me Lembrar. - Capítulo 2 - Me chamo Henry

Os flashes vinham e iam. Cada vez que eu me esforçava mais para lembrar, sentia minha cabeça doer. Fiz careta ao tentar me lembrar com nitidez o que me levara até ali, mas nada vinha na minha mente.

-Oh, não se esforce. Eu vou chamar um médico. –Ela disse e saiu na mesma rapidez que seu filho havia saído minutos antes.


Ele estava ali, sentado no que parecia ser um sofá simples, no canto da sala me olhando. Pude ver seus olhinhos preocupados e curiosos me fitando.
Então, a a moça que saiu voltou com um homem que era basicamente da sua mesma altura, jovem, cabelos loiros e olhos claros. Usava um jaleco como o seu e se apresentou como Dr. Whale e logo ela o explicou o que havia acontecido. Ele fez-me perguntas e eu respondi sincera, sem lembrar de muita coisa além de minha infância e adolescência. Dr. Whale, fez alguns exames e pediu para que a moça, que descobri ser a enfermeira, lhe seguir. Se retiraram falando que logo logo voltariam com os resultados dos exames. O menino continuava ali. Observando tudo calado. Mas agora ele estava com os pés apoiados no sofá, de forma que fazia com que abraçasse seus joelhos junto ao corpo. Alguns minutos depois que sua mãe e o médico haviam saído eu resolvi quebrar o silêncio.

- Ei. –Chamei sua atenção que estava direcionada a algum ponto fixo no chão, parecia pensar. –Como você se chama?

Ele se aproximou e sentou na poltrona que estava antes, pegando seu livro e o colocando sobre o colo.

- Henry. Me chamo Henry. Prazer. –Falou meio envergonhado.

- Olá Henry. Sou Regina. É um prazer te conhecer. –Ele permaneceu calado. –Então, você estava lendo pra mim... Porquê?

Essa era de fato uma resposta que eu almejava saber. Ele pareceu formular uma frase antes de me responder.

- Bom, minha mãe trabalha aqui e eu venho pra cá depois da escola até minha tia vir me buscar. E nesse intervalo, como mamãe está trabalhando, eu resolvo ajudá-la. Uma vez ela me disse que nosso subconsciente funciona quando está dormindo então, eu pensei que talvez ler para as pessoas aqui ajude elas a não ter pesadelos. –Falou pensativo. Eu queria entender mais seu ponto de vista. Achei lindo o que ele disse e toda essa preocupação mesmo sendo apenas uma criança.

- Como assim, não ter pesadelos?

- É que eu costumava ter muitos pesadelos quando dormia. Mamãe sempre lia pra mim e me pedia pra dormir pensando na história. Assim eu não teria tantos pesadelos. E ajudava muito. Então como aqui os pacientes dormem eu não quero que eles tenham pesadelos. Eu leio pra que eles tenham algo bom pra sonhar. –Sorriu um sorriso sincero de criança. Me senti apaixonada por aquele sorriso de imediato! Como um ser tão pequeno podia ser tão puro? Fiquei o admirando por uns segundos...

-Bom, obrigado Henry. Eu sinto que se não fosse por você eu não conseguiria acordar e estaria tendo muitos pesadelos. –Respondi de forma doce. Aquele menino havia ganhado meu coração com sua declaração sincera e pura, preocupado com uma simples estranha como eu. E antes que ele pudesse dizer algo sua mãe volta com um semblante um pouco mais leve do que quando saiu.

- Henry meu filho, não está perturbando a moça, está? –Arqueou uma sobrancelha para o menino em um falso tom de reprovação. Pude perceber que ela estava apenas desconfiada. Não entendi o porquê.

- Não mamãe. Eu estou sendo legal com ela. Eu acho. E ela é legal também. –Sorriu novamente, agora um sorriso sapeca, lindo como qualquer outro. –Moça, eu estou sendo chato? –Seus olhinhos buscaram os meus com curiosidade.

- Não meu lindo, não se preocupe, você foi muito gentil comigo, obrigado. –Esbocei meu melhor sorriso sincero para ele e senti o olhar de sua mãe queimar sobre mim ao desviar os olhos do menino. Assim que notei senti-me envergonhada pela maneira profunda que ela me olhou e ela pareceu perceber meu desconforto limpando a garganta antes de perguntar;

-Srta Mills, está se sentindo bem? Precisa de algo? –Seus olhos esmeraldas me encararam profundamente quase como se a transparência deles pudessem enxergar minha alma e saber o que eu pensava. E eu pensava em como ela era linda!


Notas Finais


Então, digam se tá bom ou uma merda. se querem capítulos maiores ou não. Bjs de luz pra quem quiser! Byee.


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