História Permuta - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags 2seok, Angst, Bangtan Boys, Hopega, Hopekook, Hopemin, Hoseok, Jihope, Kookseok, Namseok, Taeseok, Vhope, Yoonseok
Exibições 104
Palavras 576
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de tanto postar fluffy, estava com saudades de angst, então, trago isto escrito à exatos trinta minutos.
Deixei um couple aberto para que se pensem em quem sentirem vontade.

Boa leitura ~

Capítulo 1 - Você me apelidou com o nome dele


Estou sentado mais uma vez na sacada do meu apartamento, tomando aquela costumária xícara de chá, naquele local que costumávamos sentar para observar o pôr-do-sol. Ainda moro no décimo andar num prédio alocado numa esquina qualquer. Ainda uso as escadas por medo de elevador. Ainda subo escondido no terraço só para observar o luar. Ainda sorrio contando as estrelas, lembrando-me de que você acreditava na superstição que dizia que apontar os astros celestiais faria uma verruga no dedo surgir.  

Tive medo de acreditar que você havia partido e, por fim, até acreditei. Não faço mais aqueles textos admiráveis que você curvava os lábios e parabenizava o meu bom uso da norma culta, mas acabei por ficar assim depois de te ver partir, não tenho mais inspiração, não tenho aqueles tais sentimentos bonitos para escrever. Chega a ser um paradoxo, não sei sentir e, ainda assim, sinto.   

Sinto saudades suas, saudades dos beijos, dos desejos, da tua calma no sexo a me preparar, nos teus sussurros sensuais em madrugadas em que eu queria ser só seu, saudades até de quando você cantou no festival de talentos local uma melodia que escreveu pensando em nós naquela casa de veraneio dos meus pais.  

Saudades de você me dizendo que o que tínhamos era amor. 

Já risquei diversas palavras nessas linhas, palavras que talvez fizessem mais sentido do que estas que persisto em deixar. 

Eu sei que você não vai ler por estar com ele, aquele cara que você conversava na cafeteria do hyung a dizer ser só mais um amigo teu, aquele mesmo cara que você se deita agora e sorri para ele como fazia comigo, aquele mesmo cara que hoje deita em teu colchão e escuta teus gemidos que antes eu tinha exclusivamente proferidos por tua voz rouca em meu ouvido, aquele mesmo cara que você apresentou aos nossos amigos e que hoje evito-os só para não ter o desprazer de ver você rindo junto a ele e fazendo juras que antes segredávamos por baixo das cobertas do teu apartamento.  

E, como sempre, eu ainda estou aqui para ti, mesmo que isso não seja o certo a fazer. Você só me deixou e seguiu em frente e, bem, eu deveria fazer o mesmo, não é? Você sequer me traiu para que eu pudesse nutrir sentimentos ruins para com você, sequer foi rude ao me dizer: "É, Hoseok, acho que não somos mais os mesmos e nem o nosso amor, que já acho nem mais existir". 

É, eu chorei nesse dia, chorei ao te ver dizendo aquelas palavras que acertavam-me como estaca no coração. Como ousara dizer não ser mais amor quando eu repetia para ti todas as manhãs palavras tolas de um sentimento estúpido como esse?  

Tentei te encontrar por inúmeras vezes, mesmo que tenha mudado o número de contato e ter me excluído do teu twitter, alegando ser melhor assim. Busquei você em outras pessoas e me estapeei ao perceber: Eu ainda tenho você, mas te tenho em mim. 

Juro que estou procurando alternativas para que pare de doer, mas dói, dói muito, dói forte. Dói porquê tem de doer. Dói porquê permito que doa. Dói porquê me acostumei a essa dor. Dói porquê sentir dor preenche o vazio de não sentir nada.  

Talvez esse seja mais um texto de minha autoria que você se pergunte se é para ti. Mas para quem mais haverá de ser se, de todas minhas mortes, eu só morri em você?


Notas Finais


Xoxo, see you~


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