História PERNICO & VALGRACE — I LOVE YOU, ALWAYS. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Frank Zhang, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper McLean, Poseidon, Sally Jackson, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Pernico, Valgrace
Exibições 305
Palavras 3.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Lemon, Yaoi, Yuri
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ohayo Nekos-chan!! Voltei morzinhos :3 com mais um capítulo desse casal maravilhoso!! >.<

Espero que gostem do cap, foi feito com muito amor <3 (e ficou maior do que eu esperava 0.0)

E bem, peço desculpas pelos "efeitos colaterais" que possivelmente ocorreram depois... Hehehe :)

Então, chega de papo e bouaa leitchura fofutchos! :3

Capítulo 2 - CAP II: WAKE UP, BABY


Fanfic / Fanfiction PERNICO & VALGRACE — I LOVE YOU, ALWAYS. - Capítulo 2 - CAP II: WAKE UP, BABY

≈ PERNICO ≈

° WAKE UP, BABY °

PERCY ON.

Observei meu menino dormindo tranquilamente, seu corpo pequeno e magro estirado na cama, coberto apenas com um moletom preto com uma caveira sinistra estampada no peito. Olhei para a aliança em seu dedo, ele ficava lindo com ela. Na verdade, ele ficava lindo de qualquer forma. Engatinhei lentamente até estar sobre ele, seus cabelos tão lindos e negros espalhados pelo travesseiro e pelo rosto, as pequenas sardas embaixo de seus olhos, o nariz arrebitado, ele era tão lindo e melhor… Ele me pertencia e agora era meu marido… Acho que esposo é melhor para ele! Beijei sua bochecha e depois passei para sua mandíbula, onde comecei a espalhar vários selinhos em sua face delicada, vendo-o se remexer.

— Acorda gatinho… — sussurrei selando rapidamente nossos lábios e voltei a beijar seu rostinho, ele franziu o cenho e se espreguiçou, coçando os olhinhos feito uma criança, sorri bobo para meu moreno e fixei meus olhos em suas ônix — Bom dia amor… — toquei sua face carinhosamente, selando sua testa.

— Bom dia… — ronronou sorridente, suas bochechinhas começando a ficar vermelhas, suspirei e dedilhei suas sardas — Que horas são Percy?? — sua voz saiu tão sonolenta e confortante que não resisti e beijei seus lábios.

— Sabe que eu não sei, gatinho. Desde que acordei que eu estou aqui, te olhando… — admiti e ele corou, revirando os olhos — Você fica lindo quando acorda, sabia disso?

— Percy, você me diz a mesma coisa todos os dias! — disse risonho, me olhando atenciosamente, toquei sua bochecha, acariciando-a com meu polegar, sentindo a pele fria, senti sua mão tocar meu rosto também.

— E nunca vou parar de dizer, pois é a mais pura verdade, Nico… Você é lindo… — beijei seu nariz e ele sorriu, corando mais ainda — Eu te amo, pequeno…

— É tão bom, Percy… — ronronou fechando os olhos enquanto eu beijava sua bochecha, suas mãozinhas desceram até meu pescoço, afagando ali, me arrepiei completamente — Te ter aqui… Do meu lado e agora… — ele ficou calado e percebi que olhava para a aliança em seu dedo — É tão difícil de acreditar sabe? Ainda acho que é só um sonho meu… Que a qualquer hora posso acordar e perceber que tudo foi somente…

— Mas é real… — sussurrei erguendo minha face e encostando nossos narizes, acariciei sua testa, tirando algumas mexas de seu cabelo e senti sua mão acariciando a maçã da minha bochecha — O que eu sinto por você… O que estamos passando juntos… Tudo isso não é um sonho… É real… E-eu queria ter enxergado antes, meu gatinho, ter notado antes que você é perfeito para mim… Me desculpe pequeno, por tudo que te obriguei a passar… Pela solidão, pela tristeza e agonia que você sentia ao me ver com Annabeth… Pela… Bianca… — sussurrei e evitei o olhar, sei que havíamos resolvido isso há anos, mas eu sabia que mesmo que ela tivesse escolhido aquilo, ainda era minha culpa. Meus olhos arderam e não consegui segurar uma lágrima que foi secada carinhosamente por seu polegar.

— Hey, amor, já conversamos sobre isso não foi? — sua voz saiu tão suave e calma, o olhei e ele sorria — Você não tem culpa nenhuma…

— Mas eu prometi…

— Percy, não podemos cumprir todas as promessas! — sua voz saiu um pouco mais séria — Amor, às vezes fazemos algumas promessas que sabemos que lá no fundo nunca iremos cumprir! E que às vezes elas são só pura ilusão, ou até mesmo uma mentira para tentar confortar os outros… Bianca fez sua decisão, e eu também fui errado em te culpar sem mais nem menos e te odiar tão profundamente que… — ele calou-se por um momento e suspirou — Me isolei de mundo e de todos, principalmente de você, me tornei um garoto frio e blá blá blá! Todos sabem a minha história!! — resmungou rindo, o olhei sério e ele tocou em meus lábios — Mas isso é passando, Percy. Agora nós estamos juntos e eu te amo e sei que você me ama! — deu-me um selinho rápido e colou nossas testas — E quer saber, você conseguiu cumprir sim uma promessa… Você prometeu a Bianca que cuidaria bem de mim e você já está cumprindo, meu amor!! — sussurrou fechando os olhinhos e rindo todo bobinho, ri também e fechei meus olhos, beijando seus lábios, sentindo a textura macia e fria.

— E dependendo de mim, eu vou cuidar para sempre!! — sussurrei contra seus lábios passando meus braços por suas costas, ele rodeou meu pescoço com seus braços magros, com alguns músculos.

— E espero que cumpra Perseu Jackson… — sussurrou mordiscando meu lábio inferior e me tomando em um beijo luxurioso, sorri em meio ao beijo e retribui, nossas línguas batalhavam uma contra a outra, e eu acabei ganhando a pequena guerra e comecei a explorar sua cavidade fria e úmida, desci minha mãos pelas suas costelas e passei pela sua cintura, apertando a região e o sentindo suspirar, desci mais um pouco, sentindo o tecido de sua cueca e cheguei aonde eu mais queria, suas coxas, tão pequenas e roliças, macias e pálidas, claro que estavam marcadas graças a rodada de ontem, apertei-as e ele as ergueu, abraçando meu quadril com as pernas, sorri em meio ao beijo e mordisquei seu lábio inferior, ele sorriu de um jeito inocente e me olhou fixamente, beijei suas bochechas vermelhas e desci até seu queixo, depositando uma mordida forte, passei pela sua mandíbula, chupando e mordendo, sentindo suas mãos agarrando os fios da minha nuca e puxando, cheguei ao seu pescoço e voltei a marcá-lo novamente, apertando suas coxas com força e roçando minha ereção na sua, ele gemia baixinho e apertava cada vez mais minha cintura contra a sua.

Beijei seus ombros e belisquei seus mamilos, ouvindo um ronronar mais intenso, parecia um gatinho no cio. Passei a morder sua clavícula e em um movimento rápido ele inverteu nossas posições, pressionando meus pulsos contra a cama.

— Agora é a minha vez, Perseu… — meu nome saiu tão erótico daquela vozinha doce e calma, meu menino inocente estava com um olhar tão… Perverso. Suas pequenas mãos deslizavam pelos meus braços até chegarem aos meus ombros, onde massageou lentamente, gemi baixinho e revirei os olhos ao sentir seus glúteos duros presos naquela cueca fina roçando contra meu membro, seus dedos fazia movimentos circulares em meus músculos assim como sua bundinha fazia em meu membro. Meus olhos estavam fechados para sentir melhor seus toques em meu corpo, mordisquei meu lábio inferior — Está gostando amor?? — sussurrou tão eroticamente que eu cheguei a pulsar, ele pressionou sua bunda com mais força e lentamente em meu membro, enquanto suas unhas curtas afundavam em minha pele e arranhavam até meu abdômen.

— E-estou sim, pequeno… — ofeguei sorrindo de um jeito safado, senti-o se debruçar e seus lábios finos tocarem meu queixo — Estou amando, pequeno… — beijei seus lábios e ele evitou contato.

— Eu estou no comando agora, Perseu... — sussurrou segurando e apertando meu queixo.

— Por pouco tempo, mestre… — entrei em sua brincadeira e ele riu, voltando a arranhar meus ombros e abdômen, enquanto sua boca marcava e babava meu pescoço e meu membro pulsava contra suas nádegas, ele movimentava-se rapidamente, me deixando sem fôlego abaixo de si, abri meus olhos e deparei com uma cena que quase me fez gozar e tive que aguentar para não acabar com a brincadeira, lá estava meu menininho inocente quicando e gemendo sobre mim, seus cabelos descabelados e caindo em sua testa, seus olhos nublados pelo prazer e sua boca vermelha de tanto ele morder. Soltei um baixo gemido e olhei para meu quadril, vendo meu membro sendo esmagado pela suas nádegas, ele rebolava lentamente apenas para aumentar a intensidade. Esse garoto tá me deixando louco!! Rosnei e agarrei os lençóis da cama, ele gargalhou.

— O que houve, Perseu? Não está aguentando mais?? — provocou-me sorridente, gruni — Ohh amor está tão duro, tão quente… — rebolou com mais força, arranhando meu peitoral, fechei meus olhos sentindo a intensidade chegar a níveis máximos — Ahnn parece que vai explodir, Perseu… — apertou a glande do meu membro e eu gruni, o olhei furioso e ele riu divertido, rencostando a bunda no meu membro que pulsava cada vez mais — Não sabe o quão lindo ficas quando estas furioso… — beijou meu queixo e tocou meus lábios com o indicador, molhou-o com minha saliva e depois levou para a própria boca, começando a chupar, então arregalei meus olhos, ele… Ele não ia… Ele não ia fazer isso… O Nico não seria covarde ao ponto de…

Meu menino se virou e retirou a cueca, voltou a subir sobre mim, porém de costas e empinou a bunda em minha direção, me dando a visão de sua entrada. Arregalei meus olhos e senti um jato de sangue espirrar de meu nariz e melar meu peito, continuei estático. Onde estava… Onde estava o meu Nico inocente?! Ele aproximou mais a bunda do meu rosto, ficando na altura do meu membro e o tocando por cima do pano da calça moletom.

— Ahh amor… Você está tão quente e duro… — beijou-me sobre o tecido, gruni e ele fez questão de piscar para mim, PAI, ONDE ESTÁ E O QUE FIZERAM COM O MEU PEQUENO INOCENTE E INDEFESO NICO?!!! Perguntava-me internamente enquanto sentia-o apertar-me, ele então desceu minha calça até as minhas coxas e meu membro saltou, batendo em seu queixo, respirei um pouco mais aliviado ao tira-lo daquele “forno” que estava minha calça — O Jackson Jr é tão lindo e suculento… — sussurrou lambendo a glande, rosnei de prazer ao sentir aquela língua fria em mim — Estou louco para experimentar ele… — e calmamente enfiou em sua boca, apertei suas coxas fechando meus olhos e grunhindo baixo, antes eu estava todo suado, agora eu havia virado uma sopa de suor. O calor no meu chalé estava infernal e como se não bastasse Apolo resolveu pegar pesado hoje! Nico me engoliu quase todo, aliás, era a sua primeira vez, e começou a se mexer para baixo e para cima, apertei suas coxas sentindo sua as paredes de suas bochechas tocando no cumprimento enquanto sua língua brincava com minha glande, porém ele babou-me completamente e tirou a sua boca do meu pau, me olhando sobre o ombro — Amor me toca… — pediu babando nos dedos e levando-os até sua entrada, roçou-os ali e eu apenas observando, senti meu membro voltar para sua cavidade enquanto ele afastava cada vez mais as pernas. TÁ, ONDE ESTÁ O MEU NIQUITO INOCENTE E FOFO?! — Me toca, Perseu, o que está esperando?? Um convite por escrito?? — sussurrou rebolando para mim e sorrindo de um jeito safado.

AH QUE SE FODA!! EU VOU É APROVEITAR QUE MEU MENININHO RESOLVEU SOLTAR O GHOST HOT QUE ELE É!! Apertei suas nádegas em minhas mãos e levei minha língua até sua entrada, a lavando, ele tremeu com o toque e gemeu baixinho, sorri e enfiei minha língua em sua intimidade, ele chupou com mais força a minha glande e eu apertei suas nádegas, comecei a chupa-lo e morder sua bunda, rocei meu indicador em sua entrada, sentindo as paredes anais me recusarem, acertei alguns tapas em suas nádegas, ele gemeu e rebolou contra meu rosto, apertei suas nádegas e forcei minha língua e meus dedos em sua intimidade, ele continuou me chupando enquanto gemia e seu boquete… Deuses que boquinha… Ninguém nunca havia me chupando daquele jeito… Parei de chupar sua bunda e olhei para sua entrada que estava lubrificada o suficiente para mim, comecei a sentir espasmos em meu corpo e puxei meu moreno para mim, tomando-o em um beijo intenso e quente, deixei-o na cama e fiquei de lado, ainda beijando sua boca com desejo.

O calor sobre nós fazia uma fina camada de suor se formar, sentia minha testa ensopada e meus cabelos grudados em minha nuca. Levantei o moletom do meu pequeno, onde estava quente pra cassete e olhei para seus botões rosados, pedindo pela minha atenção, olhei para meu moreno enquanto ainda o beijava e ele sorriu durante o beijo. Desci minha boca até seu peitoral e cheguei a um de seus mamilos, onde passei a chupa-los e mordê-los, ele contorceu-se lentamente, levei minha outra mão ao seu membro e toquei-o, onde ele ofegou mais alto, comecei a masturbar-lo enquanto o mamava, meu menininho era tão sensível naquela região e eu adorava estimulá-lo ali. Não demorou muito e meu pequeno despejou-se em minha mão, sem me avisar, ele ficou ofegante e suas bochechas ficaram mais vermelhas que o normal, sorri e beijei rapidamente seus lábios.

— Mas já pequeno? — murmurei lambendo minha mão — Delicioso… — sussurrei e ele corou, mas riu. Usei seu sêmen para lubrificar sua entrada e usei o meu pré-gozo para lubrificar meu membro, notei seu olhar pidão sobre mim e eu achava aquilo extremamente fofo, afastei suas coxas, deixando sua entrada aberta e me posicionei — Se doer, me avisa que eu paro, tá gatinho?

— S-sim… — sussurrou assentindo, sorri e beijei seus lábios, forcei sua entrada e ela me recusou, meu corpo tremeu só com o calor que exalava de sua intimidade, forcei novamente e a glande entrou, ouvi-o ofegar de dor, parei um pouco e olhei para sua expressão de dor, as sobrancelhas franzidas e as bochechas vermelhas, uma gota de suor deslizou pela sua face, voltei a me empurrar para dentro e tentei distraí-lo.

Chupei seus mamilos e o masturbei enquanto ainda o invadia. Parei até ficar completo dentro dele e pacientemente esperei, o que se tornou se um desafio já que seu interior era tão quente e tão apertado que seu corpo ansiava para invadi-lo.

— P-pode se me-mexer… — ele abriu os olhos e me olhou sorridente, beijei seus lábios e movi-me devagar, notando o desconforto em sua face, continuei até ele começar a se mover contra mim, aumentei a velocidade, apertando com força suas coxas enquanto marcava seu abdômen e seu peitoral — Ahmm ahnn P-Percy… Ahh m-mais… — pediu baixo, soltei suas coxas e apoiei suas pernas em meus ombros, debrucei-me sobre ele e voltei a me movimentar com mais força, ele gritou e algumas lágrimas deslizarem em suas bochechas, eu havia acertado seu ponto H — Ohhh P-Perseu… Argh m-mais!! Hnnn!! I-isso!! — ele gemia despudoradamente e aquilo me excitava cada vez mais, continuei investindo contra ele, mordi meu lábio inferior e parei, deixei suas pernas ao lado dos meus quadros e ergui seus braços até o espelho da cama, segurei em seus quadris apertando meus dedos na sua pele e o puxando contra meu quadril, fazendo meu saco chocar com sua bunda e minha glande surrar sua glande, ele gemeu choroso e começou a rebolar como podia contra mim, acompanhando-me em movimentos insanos — Ah! Ah! Ah! P-Perseu!! P-Percy!! Ahh deuses!! — curvei-me e capturei seus lábios, beijando-o de forma selvagem, mordia e chupava seus lábios, esfomeadamente, sentei-me e o puxei junto, fazendo-o sentar sobre minhas coxas e o ajudei a se movimentar sobre mim, esticando mais fundo em sua intimidade, nossos corpos se conectavam tamanho prazer e calor. Larguei seus lábios e capturei seu pescoço, marcando-o novamente, sentia suas mãos apertaram as minhas costas e suas unhas abrindo vergões enormes nelas, coisa que iria doer mais tarde. A cama rangia com os nossos movimentos insanos, mas o dia ainda era pouco.

Joguei-o na cama e o virei de quatro, voltei a entrar nele sem nenhum porém e o ouvir gritar, não de dor, mas por causa que acertei sua próstata em cheio. Voltei a me movimentar, vendo-o tão desconcertado que não raciocinava. Apertei sua bunda e aprofundei as estocadas, puxando seu moletom, que ele ainda vestia, para trás, fazendo nossos corpos colidirem com mais vontade.

— Que bundinha… Ahn Nico… — gemi apertando seu quadril.

— Ah! Ahn! P-Percy!! — olhou-me por cima do ombro e me fitou, fixei meus olhos nos seus e ele revirou-os, sabia que ele estava perto do clímax, até eu estava. Parei um pouco e o virei, deitei-me sobre ele e o beijei, intensamente, adentrei novamente no seu corpo e ele me agarrou, com braços e pernas, voltei a me movimentar e ele gemia em meu ouvido — M-mais r-rápido ohh… — e o obedeci. Estávamos novamente naquele ritmo louco e insano e ele tremia em meus braços, foi quando finalmente chegamos ao tão adorado clímax, despejei-me dentro dele e ele entre nossos abdomens. Ofegantes e cansados, era assim que estávamos, mas felizes e satisfeito, o Nico já ressonava e eu ainda lutava contra o sono, precisava nos banhar e arrumar a cama e os lençóis. E foi o que fiz, tomei um banho e banhei meu moreno, que não acordou sequer um segundo. Deitei-o na cama e coloquei outra cueca e outro moletom, vesti outra cueca e outra calça moletom, cobri meu menino inteiro e resolvi pegar alguma coisa para comermos.

≈ ∆ ≈

NICO ON

Abri meus olhos lentamente e me senti tão quentinho, inspirei fundo sentindo um cheiro familiar, lentamente abri meus olhos e olhei envolta, vendo que estava no chalé de Poseidon. E estava todo coberto com o lençol de meu amado, sorri bobamente e tentei sentar, porém eu não sentia minhas pernas e tinha certeza de que minha bunda estava doendo. Arregalei levemente meus olhos, corando imediatamente, tentei novamente sentar, mas minha bunda doía demais. Bufei e me cobri com o lençol.

— Boa tarde pequeno! Que bom que acordou! — Percy entrou no quarto sorridente, ele carregava uma bandeja com alguma coisa.

— Hmm boa tarde… — murmurei muito envergonhado, ele sentou na cama e colocou a bandeja com comida no criado-mudo e me analisou, sorrindo logo em seguida.

— O que foi pequeno? Porque está todo encolhido? — perguntou-me, descaradamente bufei.

— P-por n-nada. — respondi, ainda baixo e ele analisou-me novamente.

— Parece que temos alguém dolorido… — sorriu, corei agressivamente e cobri minha cabeça com o lençol, ouvindo-o rir.

— I-isso n-não tem graça!! — exclamei ainda vermelho, ele tirou o lençol de cima de mim e me beijou rapidamente, deitando-se ao meu lado e me abraçando.

— Um pouco. — deu de ombros beijando minha testa — Hoje foi tão bom… Gostoso na verdade… Adorei te ver assim… Tão mandão… — beijou minha bochecha e eu corei, mais do que já estava — É bom te ter no comando… Espero que esse seu lado safadinho volte…

— Já eu espero que não! Meu corpo dói! — resmunguei e ele me deu mais um beijo.

— Já já passa… Tem Ambrosia e Néctar aí! — assenti e me aninhei em seus braços — Eu te amo tanto…

— Eu também te amo, Percy… — beijei seus lábios e ele sorriu, fechei meus olhos e me deixei levar pelo cansaço.

≈ PERNICO ≈


Notas Finais


Peraí... Deixa colocar uma bolsa de sangue aqui... Pronto!! :P

Heey amorecos :3

Mas um capítulo feito com todo amor que eu tenho para dar.

Sumimasen pela demora, mas ultimamente eu venho estado sob muita pressão da escola, dos meus pais e justo com uma grande e importante prova que vou fazer para a IFRN, que na verdade nem quero mais, só vou para tentar agradar meus pais, que saco... ¬¬

Mas enfim, espero que gostem e novamente desculpe pelos efeitos colaterais possíveis ao fim do cap. ;)

Bye bye Nekos-chan do meu core :3

Até o próximo capítulo!!


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