História Pero me acuerdo de ti - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~AryanaSantos

Postado
Categorias A Feia Mais Bela
Personagens Aldo Domenzaín, Alicia Ferreira, Erasmo Padilla, Fernando Mendiola, Julieta Solís de Padilla, Letícia "Lety" Padilha Solís, Márcia Vilarroel, Omar Carvarral, Personagens Originais, Tomás Moura Gutiérrez
Exibições 115
Palavras 637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii, como a minha mana Ary havia dito, eu e ela estamos fazendo essa fic. 😃
A Ary é um talento em pessoa, minha mana favorita, por isso quis fazer uma fic com ela... Mas não estamos aqui para falar disso, espero que gostem! Tenham uma ótima leitura 😊

- Bia

Capítulo 2 - "Amigos"


                 FERNANDO 


Olhava para os lados, tentando avistar meus amigos. Eu não estava tão bêbado a ponto de não reconhecê-los, afinal, eu só ia beber um copo naquela noite. 

Olhei pros lados novamente e nada. Apesar disso eu confiava neles, afinal, eles é que me salvaram. Comecei a lembrar de quando cheguei aqui. 

- Eu já sou adulto suficiente pra cuidar da minha vida! – esbravejei.

- Se fosse adulto não estaria aqui! – gritou meu pai. 

- A culpa é de vocês se estou aqui! Acham que eu estou feliz por sair de lá?! – gritei do mesmo tom. 

- Devia ter pensado melhor! – gritou meu pai novamente.

- Vou sair agora daqui! – gritei, pegando minhas malas.

- Ótimo pode ir! 

- Ótimo.

- Ótimo.

Saí de casa pisando duro. Odiava ser tratado como criança, a culpa é deles por eu estar aqui. 

Andei até meus pés não aguentarem mais, comecei a pensar que não foi uma boa ideia, até que três homens de terno vieram em minha direção.

- Olá! Não deixamos de perceber que está sozinho.

Os olhei de cima a baixo desconfiado. 

- Olá. Sim, estou... Sozinho, na verdade acabei de sair de casa. 

- Está sem dinheiro? 

Os olhei desconfiado novamente. 

- Estou com um pouco, mas acredito que acabará logo... 

Eles me olharam, se olharam concordaram com a cabeça e me olharam de novo. 

- Gostaria de ganhar bastante dinheiro?

- O que eu teria que fazer? – disse interessado. 

Só ser nosso amigo, entrar pra turma, me entende.

- Bom, em parte sim, mas... Teria que conhecê-los primeiro, nem sei o nome de vocês.


- Esse é o Miguel, o outro é o Kevin e eu sou o Romeu.


- Muito prazer, Fernando.


Apertei a mão de cada um desses homens.


- Bom... Agora que somos amigos, pode me falar como se ganha bastante dinheiro? 


- Com o modo mais fácil: roubando.


O olhei incrédulo.


- Ah, esses ricos querem se colocar por cima cara, você não se cansa disso? 


- Meus... Pais são ricos, foi por isso que saí de casa.


- Está vendo? Esses ricos ficam falando que fazer só por que tem dinheiro! 


Pensei um pouco.


É, tem razão.


- Então você topa? 


Olhei para o olhar de súplica deles. Aquilo era perfeito para o que eu estava passando.


- Topo disse, logo sendo cumprimentado pelos outros.


Dez daquele dia comecei a roubar, já virei um crack nisso, modéstia à parte. Os homens que conheci viraram grandes amigos meus, agora não sou tão pobre, nem tão rico, tudo graças a eles, sorri. 


Meu sorriso logo diminuiu quando lembrei do motivo pelo qual briguei com meus pais naquela época. Eu ainda a amava, a amava muito. 


Meus pensamentos foram interrompidos por uma voz irritante que eu já sabia de quem era. 


- Fer, o que acha de sairmos daqui? – disse ela passando a mão no meu braço, logo o tirei e revirei os olhos. 


- Já te disse mil vezes que eu não gosto de você Carla! 


- Eu sei! Você não gosta de mim, você me ama! – ela me abraçou e eu comecei a ficar com raiva. 


- Eu não te... – minha frase foi interrompida por um alvoroço lá fora. 


Fui correndo ver o que se passava e vi meus amigos dando pauladas em um homem, fiquei horrorizado com aquilo, nunca tinha visto eles fazendo isso. 


Quando pararam, fui logo ver se o homem estava vivo. Morto. Olhei para as outras pessoas, os meus "amigos" já não estavam ali. Todos começaram a me acusar por ter assassinado o homem, foi aí que me toquei que ao pegá-lo poderia ser o maior suspeito de tê-lo matado, saí correndo. Maldito dia que conheci aqueles homens, maldito dia que me mudei, maldito dia que perdi o amor da minha vida. 


Foi aí que vi que a minha única saída era fugir, fugir pra longe, já tinha em mente em quem iria me ajudar. 



Notas Finais


Ary já mencionou as nossas fics não foi? Bom, espero que tenham pelo menos visto! Comentem e favoritem essa história, prometo que ficará muito boa e tenho certeza que Ary concorda comigo 😃


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