História Perspectiva de um ninguém - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Déjà Vu, Drama, Monotonia, Originais, Pensamentos, Pensamentos Aleatórios, Psicologia, Rotina
Exibições 15
Palavras 705
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


~*Yooooo!
Devem estar pensando: "Mas outra fanfic, Senpai?! P***! Atualiza as que você já tem e não terminou!", é tenho certeza de que os leitores que me seguem pensaram isso e vocês tem toda a razão! kkkkkkkk
Mas né... Eu vou criar vergonha na cara ainda! Só me deem algum tempo =P
Seguinte, é uma oneshot curtinha, porque havia sido DESAFIADA (sim, desafiada, por isso digo gente, não façam isso comigo! Eu não consigo ser desafiada e deixar pra lá kkkkkk) a escrever uma one com menos de mil palavras né, dona ~Letyuchiha27! Saiba que consigo sim, apesar de ser tipo um sacrifício colossal kkkkkkkkkkkkkkk
Para quem me conhece sabe que meus pensamentos quando se alinham fluem de forma incontrolável, vou escrevendo e escrevendo e quando vejo já passou de dez mil palavras kkkkkkk (Nem tudo é perfeito, né? Fazer o que?! rsrs)
É isso! Boa leitura para quem quiser ler nada importante ou específico!*~
Kkkkk

Capítulo 1 - Capítulo Único


Os dias passam devagar, quase parando. Me pego perdendo horas deitada na cama, encarando o teto, ora ou outra um ponto fixo qualquer para fora da janela. Bufo algumas vezes com a impaciência que lateja monstruosamente dentro de mim, no entanto não me movo, não penso e não mudo. É incômodo, mas cômodo, porque parece que se eu tentar sair dessa zona onde conheço todos os prós e contras vou encontrar algo além do que posso suportar. O futuro, mesmo que segundos a frente, assusta muito mais do que o presente eterno nesse momento, deve ser porque já acostumei a não ter mais expectativas, nem planos, nem hora marcada.

Parece que o que vivi até semana passada, quando a coisa realmente se tornou oficial, não passou de uma ilusão. Achava que era insubstituível, necessária, singular e só agora que passei dias fora daquele mundo me dei conta de que estava extremamente equivocada. Me procurariam se não fosse equívoco meu, certo?

Aí troco de posição, fico de barriga pra baixo porque passei horas de barriga pra cima e sinto que vou criar raízes se ficar mais um minuto como estava. Respiro fundo e conto mentalmente até dez.

Crise existencial nunca foi minha praia, se é que já foi de alguém. O que quero dizer é que minha personalidade consiste em praticidade e esperteza e perceber que você não tem o valor que pensava ter não é prático e nem esperto. É complexo, deprimente e sufocante, porque também há o fato de que odeio estar errada para piorar a situação. O que realmente está em pauta é, do que adianta refletir a essa altura da vida?

Mordo o lábio inferior e minha perna começa um tique nervoso irritante. É perturbador continuar assim, apesar de estar nessa "vibe" há alguns dias. Isso piora e muito meu humor. Não há nada novo. É como se minha linha de raciocínio estivesse percorrendo um círculo, uma vez, outra, e de novo, e de novo, e de novo, repetidas vezes e mesmo assim tenho a capacidade de me sentir cada vez mais irritada.

Fecho os olhos e me ordeno a parar de desperdiçar neurônios, mas aí eu chego no seguinte impasse pela milésima vez: para que poupar neurônios?

E lá vamos nós... "Os dias passam devagar, quase parando. Me pego perdendo horas deitada na cama..."

Será que é assim que um hamster se sente correndo na roda?

Duas semanas se passam da mesma forma. As coisas mais significantes que fiz foi ajudar um cão perdido a encontrar seu dono e me viciar em contar traços no PVC do teto, não que isso seja grande coisa, afinal, qualquer um poderia ajudar o cão perdido a encontrar seu dono e não há nenhuma utilidade em contar traços no PVC do teto. E lá vamos nós de novo... "Crise existencial nunca foi minha praia, se é que já foi de alguém. O que quero dizer é que minha personalidade consiste em praticidade e esperteza e perceber que você não tem o valor que pensava ter não é prático e nem esperto..."

Mais duas semanas se passam com o déjà vú se tornando cada vez mais onipresente, o que por si só já é errado, porque li em algum lugar que déjà vu é a sensação de já se ter feito algo ou visto alguém que nunca fez ou viu, mas aqui sim, aconteceu por semanas a mesma coisa. Monotonia seria a definição correta? Não, também não está correto, porque também li em algum lugar que monotonia se dá a ausência de variedade, no entanto há a variedade, variáveis involuntárias como a degradação da sanidade, é, isso é grave, ou não. A gravidade das coisas não pode ser medida por uma única opinião, mas eu realmente não estou afim de fazer uma pesquisa para descobrir, vai que é pior do que imagino.

Perco mais algumas semanas até me dar conta de que o tempo não parou como eu e que julgar que isso é injusto não mudará os fatos. Mas o que fazer diante disso? Sem querer voltamos ao início mais uma vez, "...porque já acostumei a não ter mais expectativas, nem planos, nem hora marcada."...

E no fim "...os dias continuam passando devagar, quase parando..."...


Notas Finais


~*Como puderam ver minha cabeça é meio esquisita. O que escrevi aqui é verídico, eu realmente passei um tempo nessa "vibe" e não foi nada agradável. É uma m##$% se dar conta de que os dias passaram e você não fez nada realmente importante!
Abri minha mente e coração para vocês! Me deixo em aberto para que façam o mesmo se desejarem! Se já passaram por algo assim contem aqui pra Senpai! =P
É isso, Minna! Tenham um ótimo fim de semana!
Até a próxima!*~
Obs: Vou atualizar minhas outras fanfics, não se preocupem! kkkkkkk


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