História Pertencer - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Monica, Simón
Tags Âmbar, Karol Sevilla, Luna Valente, Lutteo, Matteo Balsano, Michael Ronda, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli, Simon, Sou Luna, Soy Luna, Valentina Zenere
Visualizações 376
Palavras 2.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bom? Espero que sim. Eu acabei de escrever esse capítulo e juro para vocês que não sei se está muito bom, mas ele será um pouco diferente. Não terá nem a Luna e nem o Matteo e sim a Ámbar e o Simón, o capítulo vai ser narrado pelo Simón, para mostrar um pouco uma pequena evolução na relação dos dois. Se essa eolução será para melhor ou pior a gente vê lá na frente kkk

No próximo capítulo, a gente volta ao normal, entendam esse como um bônus. E falando do próximo capítulo, ele vai ter uma passagem de tempo para podermos avançar um pouco mais na história. Ainda não escrevi, mas estou construindo na minha cabeça. Sobre o de hoje, espero que gostem, de coração ♥

Ah! Obrigada as pessoas que têm favoritado a história, chegamos aos 70. Não pensei que teríamos tanta gente assim por aqui, então muito obrigada mesmo *-* E bem vindo a vocês que chegaram por agora. Podem comentar que eu sou super legal kkk brincadeira.

E MAIS UM RECADO: Eu estive escrevendo um one-shot um tempo desse, que na verdade ficou muito longo e daí eu dividi em duas postagens kkk, RUGGAROL, terminei hoje, depois de ter deixado tanto tempo parado, estou intitulando enquanto um "conto", o nome é E AGORA? E se você ainda não viu, vou deixar o link lá no final, quem sabe goste né?

Bom, é isso. Boa leitura e até quarta se tudo der certo e nada der errado kkk Beijos ;**

Capítulo 14 - Capítulo 14


Capítulo 14

""Sabes que te cuido, lo que no sabes es que yo quisiera ser ese por quien tú te desvelas y te desesperas. Yo quisiera ser tu llanto, ese que viene de tus sentimientos. Yo quisiera ser ese por quien tú despertaras ilusionada. Yo quisiera que vivieras de mi siempre enamorada. (Yo Quisiera) 

 

P.O.V. Simón 

— E o Matteo, cadê? — Gastón chegou perto de mim, esfregando a mão nos cabelos molhados de suor e jogando as gotículas para todos os lados. 

— Para com essa porra. — Resmunguei e ele riu. 

—  Que frescura, fratello. Mas diz, cadê o Matteo. 

— Cara, e eu sou babá do Matteo agora? — Dei um empurrão de leve nele. 

— Duvido que não está na sua casa, pegando a Luna. — Chegamos à porta do vestiário e senti meu celular vibrar no bolso da mochila. 

— Bem faz ele, né não? Tá melhor do que a gente, correndo atrás de bola, trombando com um bando de macho. — Gastón e os outros riram em coro enquanto eu peguei o celular e via a ligação da Ámbar estampada na tela. 

Juro que pensei, repensei e pensei mais uma vez em simplesmente ignorar aquela merda de ligação, mas isso resultaria em mais ligações e mais rejeições e um dia seguinte bem turbulento. 

— Fala! — Atendi secamente, para ver se ela entendia que eu não estava a fim de dramas. 

—  Preciso falar com você, agora. —Sabia sobre o que ela queria falar, possivelmente sobre o que tinha acontecido entre ela e a Luna na Accademia. E pelo visto, Matteo não fora consola-la, como sempre. 

  Sobre o quê? — Saí de dentro do vestiário, pois o falatório estava ensurdecedor e eu não conseguia ouvi-la direito. 

— Por favor, só vem até a aqui. — E lá estava a voz chorosa. 

Minha relação com a Ámbar era um longo ciclo viciosos. Ela tinha as discussões com o Matteo, dava suas cabeçadas e quase sempre não conseguia se reconciliar com ele e depois terminava me ligando para que eu fosse apagar o fogo. A voz chorosa era um de seus trunfos, que sempre faziam com que eu me deslocasse de onde estivesse e fosse atrás dela, mesmo sabendo que no fundo, tudo aquilo era um grande teatro e que todas as promessas de deixar o Matteo de lado e seguir com a vida, eram mentirosas, se desfaziam como papel em água. 

Eu só não entendia porque eu simplesmente não dizia não, quando claramente minhas chances com ela eram zero. 

— Não da agora. Estou com os caras do futebol. 

— Simón, você é a única pessoa que eu tenho para desabafar. É o único que ainda me sobrou, por favor, não me vire as costas.  Ámbar suplicou, aos prantos. 

Partia meu coração vê-la assim. Eu não conseguia enxergar na Ámbar toda aquela maldade, toda a arrogância que todos viam. Para mim ela era uma menininha que não crescera, magoada por ter sido deixada de lado pela mãe a vida toda. Não que qualquer argumento justificasse algumas atitudes. 

— Droga, Ámbar, está chorando? 

  Simón, estou chorando. É só isso que faço a vida inteira. 

 Vou juntar minhas coisas e chego aí. — E encerrei a ligação. 

Eu estava puto comigo mesmo por mais uma vez ceder. Mas o que eu iria fazer? Deixá-la sozinha? Não era a porra de um insensível de saber que a mulher estava na merda e deixá-la lá. Eu não era como o Matteo. 

Me despedi do pessoal e não saí sem ouvir algum tipo de piadinha e a coisa da friendzone que era de praxe que se fosse dita. Subi em um ônibus, para minutos depois me deparar de frente à casa grande, toda branca, que ficava em um condomínio de luxo, um dos mais conceituados de Roma.  

Eu nunca entendi como a pessoa podia ter aquilo tudo e ser tão infeliz como a Ámbar. No México eu morava em uma casa simples, luxo era algo que eu só via de longe e nunca me vi tão perdido quanto ela, pelo contrário, sempre fora maravilhoso viver por lá. 

Toquei o interfone e ouvi a voz da Chiara, a empregada. 

— Oi Chiara, sou eu, Simón. A Ámbar está me esperando. 

— Sim, menino Simón, pode entrar, já destravei o portão. — Foi o que eu fiz. 

Atravessei todo aquele jardim impecavelmente organizado, com as rosas coloridas, os arbustos podados à perfeição e do outro lado uma piscina enorme, que quase nunca deveria ser usada, devido as baixas temperaturas do lugar. 

Quando cheguei à porta de entrada, Chiara estava me esperando com um sorriso no rosto e os braços cruzados. Ela era uma senhora que aparentava ter seus 50 anos, os cabelos começavam a ficar grisalhos e pelo visto ela os deixaria assim. 

—  La bambina está te esperando no quarto dela, Simón. Pode subir. 

—Valeu, Chiara. — A cumprimentei com dois beijos no rosto e subi. 

O quarto da Ámbar ficava do lado esquerdo da escada, era a última porta do corredor, enquanto o de sua mãe, Sharon, ficava do outro lado, bem longe. A distância entre as duas sempre fora algo evidente e por mais que a Ámbar não admitisse, isso lhe fazia mais falta do que qualquer coisa em sua vida. Para mim, Matteo era apenas a desculpa que ela tinha para ocupar o espaço que ficara. O que havia entre os dois – apenas da parte dela, obviamente – era uma relação de carência e nada mais. Talvez fosse por isso que eu continuava ali o tempo todo, esperando o dia em que ela se daria conta disso. 

— Ámbar... — Dei duas batidas na porta e entrei. 

— Ai Simón. — O rosto estava vermelho e inchado de tanto chorar. Ela veio correndo em minha direção e se jogou em meus braços, enlaçando os seus na altura de meu pescoço. 

O cheiro de baunilha tão familiar me fez, estranhamente, me sentir em casa. 

— Não chora, principessa. Não gosto de te ver assim. — Envolvi sua cintura com os braços trazendo-a para mais perto de mim. 

Era vê-la tão frágil para que eu me esquecesse rapidamente que a Ámbar me usava como lenço e depois jogava fora. 

— Ele fez de novo, Simón. Ele me jogou para escanteio e agora está com a caipira da Luna. Não aguento mais. Não aguento mais sofrer por causa do Matteo. — E um soluço escapou. 

Nos afastei alguns centímetros e segurei seu rosto com as minhas mãos, passando o polegar para enxugar as lágrimas que caíam desesperadamente, como se estivéssemos passando por aquilo tudo pela primeira vez. 

— Eu já falei que você precisa esquecê-lo, Ámbar. Esse negócio vai te deixar doente, louca, te matar de desgosto, sei lá. O Matteo tá pouco se fodendo para você, ele não liga que chore, não liga que fique mal, portanto não vale a pena, meu anjo. Simplesmente não vale a pena. 

Aquele também não era um discurso novo, sempre caíamos na mesma história e de cor eu sabia o que viria depois, algo como "eu vou esquecê-lo, agora é para valer", mesmo que nunca fosse de fato para valer, na verdade, quem dera fosse para valer. 

— Eu vou esquecê-lo, Simón. —  Ela me soltou e enxugou enfurecida as lágrimas que caíam de seus olhos. — E agora é para valer. — Eu ri por já ter decorado todo o nosso diálogo. — Eu sei que sempre digo isso, mas dessa vez é verdade. 

— Espero, Ámbar. Espero mesmo! — Confirmei e deixei minha mochila cair no chão. — Sua mãe tá aí? — Ela franziu o cenho. 

— Não... por quê? 

—  Posso tomar um banho? —Eu ri. — Você não me deu tempo de fazer isso quando saí do jogo e provavelmente estou fedendo. 

— Claro que pode. — Em meio as lágrimas que ainda caíam, ela riu. — E é bem verdade que você não está com um dos melhores cheiros. — Enrugou o nariz. Eu adorava quando fazia aquilo.  

—Venho te ajudar e você ainda diz que estou fedendo. Olha as considerações. — Falei em tom de brincadeira e voltei a pegar minha mochila no chão. — Já saio. 

— Toma banho direito.— Fechei a porta. 

—  Fica quieta. — Gritei em resposta e abri o chuveiro. 

Juro que tentei ao máximo ficar no banho e enrolar para não ter de sair e vê-la derrotada por outro cara, de novo. Mas a casa não era minha, o chuveiro não era meu e nem a conta de energia, portanto, sair era a opção mais sensata e basicamente a única, naquele momento. 

Terminei de me secar e enrolei a toalha na cintura, para em seguida pôr a mochila em cima da pia e procurar a roupa que sempre separo para vestir depois do jogo. 

— Simón, você está vestido? —A vozinha que soava atrás da porta me fez parar de remexer a as minhas coisas. 

— Depende. — Olhei para a toalha. 

— Se eu entrar vou ver suas vergonhas? —  Eu ri da pergunta. 

—  Não, Ámbar. 

— Então abre por favor, preciso falar com você. —Essas quatro palavrinhas, "preciso falar com você" nunca eram um bom presságio. 

Destranquei a porta e fiquei parado, observando-a ser aberta. 

— O que foi dessa vez? —  Voltei a mexer na minha mochila para enfim conseguir me enfiar em alguma roupa. 

— Vou me vingar da Luna. É, é isso. Vou fazer da vida daquela caipira desgraçada um inferno. Se ela está pensando que vai conseguir passar na minha matéria, aaah.... — E meus ouvidos simplesmente pararam de escutar. 

Era isso mesmo? Ela estava querendo prejudcair uma aluna por causa do Matteo? Ela estava querendo prejudicar a Luna, quem eu já considerava uma amiga e estava me contando uma merda dessa? Era demais até para mim. 

— Cala a boca! — Gritei, fazendo com que a Ámbar ficasse quieta, me olhando com aqueles olhos azuis arregalados. 

— Tá gritando comigo? Você está gritando comigo? Por que demônios tá gritando comigo?  

— Porque eu não aguento ouvir mais tanta idiotice. Você se escuta? Escuta cada merda dessa que sai da sua boca? Porque eu tenho a sensação, eu quero realmente crer, que você não se da conta das coisas que diz, Ámbar. 

— Tá defendendo ela, você também? 

— Sim. E acredite, estou te defendendo de você mesma também. Caramba, você tá ficando maluca e tudo por causa de um cara que quer que você se exploda, Ámbar. Se você se preocupasse em seguir a sua vida, simplesmente, veria que lucraria muito mais. Olha para os lados, olha para mim.... porra, olha para mim. Se você me desse a mínima atenção veria que eu sim gosto de você, gosto muito. E é só por isso que suporto toda essa palhaçada, mas agora não... você está indo longe demais. 

— O quê? 

— Não me fiz entender?  

— Como assim você gosta de mim, Simón? — O tom de sua voz fazia parecer que ela realmente estava surpresa. 

— Isso foi mesmo uma novidade para você, Ámbar? — Dei um sorriso de desgosto, peguei minha mochila e voltei para o quarto. —  Vou no banheiro principal me vestir e tô indo. Não vou compactuar com nada disso. 

— Espera! — Ela me puxou pelo braço e nos parou no meio do quarto. Eu podia ver nossa imagem refletida no espelho grande que ocupava a metade de uma das paredes. 

— O que foi dessa vez? Mais alguma manobra mirabolante? — Eu estava com tanta raiva de sempre pagar de otário, que podia sentir meus dentes rangerem de tanto que estava fazendo força sobre eles. 

— Por que nunca me disse?  

— Achei que era óbvio, todo mundo sabe, Ámbar. — Dei um sorriso cansado. 

— Eu sempre te vi como um amigo... — Ela falou baixo, olhando para o chão, onde tinha um tapete felpudo branco. Não parecia estar falando comigo. 

— Isso todos perceberam também. Dá licença, tô saindo fora. — E mais uma vez me virei para ir ao banheiro principal para mais uma vez ela me impedir. 

— Não! — E antes que eu pudesse reagir, a Ámbar grudou seus lábios nos meus. 

Surpresa era quando alguém aparecia na sua casa com um bolo confeitado e puxava um coro de parabéns e depois apareciam mais alguns gatos pingados, mostrando que se importavam com você. O beijo da Ámbar foi... surreal. Algo que eu realmente não havia entendido. 

— Ei... — A afastei de mim. Sei que esperei isso por muito tempo, mas não desse jeito. — Eu não vou ser seu tapa buraco. — Seus olhos confusos me fitavam, enquanto suas mãos quentes estavam espalmadas em meu peito. Era realmente difícil raciocinar tendo ela tão próxima e daquele jeito. 

— Mas você não disse que eu tinha que tentar? Te enxergar?  

— Ámbar, eu sei que amanhã você vai correndo atrás do Matteo, então... 

— Simón... — Ela cochichou. — Só me mostra como é ser realmente desejada por alguém. 

Os olhos brilharam, mas de lágrimas. Partiu meu coração o fato dela não ter sentido na vida, em algum momento que alguém realmente gostava dela. Porém,  o meu próximo movimento não seria por pena ou compaixão, mas sim porque eu a desejei fazê-lo durante alguns longos anos da minha estadia naquele lugar. 

— Qualquer resultado colateral a culpa é sua. — Ela sorriu e eu segurei seus cabelos pela nuca, juntando nossos lábios com vontade. 

Porra. Eu tinha esperado aquilo por tanto tempo, por dois anos para ser mais exato, e tê-la ali, enfim disponível para mim – ainda que não fosse pelos motivos mais nobres - foi uma sensação que fez as minhas pernas fraquejarem. Eu desejava aquela mulher, eu queria ter a Ámbar para mim, para sempre. Mas naquele momento, me contentaria em tê-la por um instante que fosse. 

—  Simón... —  Ela gemeu meu nome enquanto meus beijos desciam por seu maxilar até chegarem ao seu pescoço.  

Seu corpo estava mole em minhas mãos, o sinal de que poderia fazer o que quisesse com ela que com certeza seria correspondido. Tentei imaginar que aquela seria apenas mais uma noite de amor de nós dois e que depois muitas outras aconteceriam e cara, na minha cabeça aquilo tinha quase virado realidade. 

Ámbar puxou minha toalha me deixando completamente nu em sua frente. Seus olhos correram pelo meu corpo e um sorriso de canto surgiu em seus lábios. 

— Nada mal, por quê se escondeu por tanto tempo? — Nós dois rimos.  

Se não fossem os olhos e nariz vermelho, quase me esqueceria de que estava sim sendo apenas um consolo. 

Eu a puxei para próximo de mim novamente, acariciando seu rosto com uma de minhas mãos e voltando a juntar nossos lábios. Puxei o inferior, chupando-o fortemente e deslizei minhas mãos pelo seu corpo, retirando devagar o vestido leve que cobria o que eu queria tanto ver. 

Dispensável dizer que meu corpo praticamente doía de tanto tesão que eu estava naquele momento e que rapidamente fiz o favor de tirar todo e qualquer pano que se fizesse de empecilo. Em instante estávamos nós dois, na cama, tendo nossas peles misturadas uma a outra, fazendo nossos corpos um só. 

Eu não sei em que grande problema estava me metendo, a única certeza era que o prejudicado seria eu mesmo. 

(...)

Abri a porta do meu apartamento e me apressei em entrar para estar pronto em 20 minutos para ir à Accademia. Não havia sido nada mal acordar com os cabelos da Ámbar sobre o meu peito, suas penas entrelaçadas à minha e depois tomarmos um banho juntos. 

Não sei o que ela estava pensando, mas não tinha visto nenhum lampejo de arrependimento em seus olhos e como eu estava grato por isso. Acho que a pior coisa, seria acordar no outro dia e tê-la me dizendo que tudo não passara da droga de um grande erro. 

— Posso saber onde você dormiu? — A voz da Luna me tirou dos meus pensamentos. 

— Ah, Luna!  — Suspirei como um idiota e vi seus olhinhos apertados me fitarem. 

—  Então a noite foi realmente boa. — Ela riu enquanto sorvia o chá quente da caneca. —  Com quem? 

Cheguei perto da Luna e lhe dei um beijo no alto de sua cabeça, como fazia todas as manhãs. 

— Tengo miedo de decir algo e simplesmente descobrir que foi um sonho. — Falei, pegando um torrada e me dirigi para o meu quarto.  

Luna perguntou mais alguma coisa, só que não ouvi. Aquele dia eu seria sim o puto de um iludido e ninguém me tiraria esse prazer. 

 

 

Tradução: 

 

Italiano: 

Principessa - Princesa 

 
 

Espanhol: 

Tengo miedo de decir algo - Tenho medo de dizer alguma coisa 

 


Notas Finais


E AGORA?

Sinopse:
Tudo parecia bem, até a linha tênue entre ficção e realidade se confundir de maneira irreversível.

Ruggero: "Não gostei de saber que não existia um nós. Ainda que isso fosse tão óbvio, quando dito em voz alta fez parecer real demais."
Karol: "Por mais muros que eu levantasse entre nós dois, não havia disposição que me fizesse resistir a tudo aquilo."

E agora?


• PS.: Capítulo único dividido em duas partes.

Leia mais aqui: https://spiritfanfics.com/historia/e-agora-9359650


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