História Perversos - Capítulo 10


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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - A morte nem sempre é o fim!


Phoneix virou uma cidade conhecida, devido ao assasinado de Michael Maximus, junto com o psicopata André, que foi preso num maniconio.

Os meninos se separaram, cada um para seu canto.

Depois de uns dias, foi o funeral de Michael, a cidade toda foi para o velorio, onde foram se desperdir do garoto. A familia Maximus, chorava, sua mãe estava sentada no primeiro banco, olhava para o caixão fechado com um olhar perdido. Assim que ela soube que era André o assasino de seu filho, o visitou uma vez.

Quase matou o Black, com a raiva que estava guardada. Black apenas a olhava como se realmente fosse louco.

Os meninos sabiam que eram culpados, o remoso era insulportavel, preferiam ser ridicularizado por André do que ver aquela cena. A senhira Maximus, estava ali em choque.

Sua macha funebre era Back to Black, a cidade foi coberta por uma densa nuvem negra, a tempestade estaria pronta a cair a qualquer momento, pequenos chuviscos que caia em Phoneix, eram bainhadas de tristezas.

Amy Maximus tentou discursa, mais o choro e ver o caixão de seu filho descer a tirou do estado de choque, chorava e gritava pelo filho.

Cada uma pessoa que estava presente, pegou um punhado de terra e derramaram sobre o caixão que descia.

Os meninos prometeram em não contar, guarda esse segredo para o resto da vida. E foi o que pretenderam fazer.

Os cinco meses que se passou, os meninos não poderam visita-lo, abandonaram o Rei caido em seu estado.

A escola de Phoneix, o colegio Onix, estava tranquilo, todos agora andavam, ria e nem ao menos andavam com medo. McLean tinha formado seu grupo, Frank e Cristovão era agora amigos dele, os meninos tinham mudado.

Frank andava muito com Samuel e virou uma copia dele, malhou e vi uma melhora, seus braços torneados e suas pernas definida.

Cristovao não cresceu muito, mais ficou magro, seu cabelo cresceu um pouco, dando para fazer uma franja, botou piercing e fez uma tatuagem de escorpiao na escola.

Ficou amigo dos meninos depois disso, pelo menos de alguns, mais uma nova elite chegou na Onix. Cristovao, Frank e Samuel, os garotos mudaram e ficaram mais nas deles, mesmo assim eram populares, devido ao garoto piscicopata.

- Alexandre, vai para minha festa hoje? - perguntou Samuel.

Alexandre de branco, ficou vermelho.

- Esta me chamando? Eu acho que vou. - disse Ele.

- Espero que va. - disse Samuel entregando o convite, piscando para ele. Alexandre não percebeu, mais Samuel estava arrastando bem as assas para o amigo de André. Yan estava agora mais focado no futebol e na luta livre, queria seguir a carreira de policial de sua família. Seu namoro com a garota loira ia muito bem por sinal.

Ela estava em pé com suas amigas, umas fofocando e outras se olhando pelos espelhos da maquiagem. Yan estava usando uma camiseta e com os músculos a mostras, veio trazendo um boque de rosas a sua amada.

- Para você, gata. – disse ele olhando para ela.

Rosalie não sabia o que fazer, isso a deixou chocada e por alguns minutos ela ficou parada, as amigas da garota aplaudiram, mais uma entre elas era apaixonada pelo garoto o deixando constrangido com os olhares de desejo que ela dava.

- Nossa, eu nem sei como agradecer. – respondeu Rosalie, com um sorriso tímido.

Ele a beijou e se sentiu realmente realizado.

Felipe agora estava dando em cima de uma garota novata, ele ficou apaixonado realmente por ela e só descansaria quando a tivesse. A garota era linda, seus cabelos ondulados, cor de chocolate, os olhos eram cor de âmbar, sua pele era linda, uma morena bonita, e seu sorriso o deixava louco, era alta, de 1,75 de altura e ainda por cima era bem inteligente.

- É, Fernanda, como está? – começou Felipe tomando coragem

- Bem e você Lipe? (esse era o apelido que ela colocou nele). -  perguntou Fernanda, tirando os cabelos dos olhos e colocando eles atrás de sua orelha.

- Melhor agora... Tipo, com você aqui do meu lado. – disse ele nervoso.

Ela apenas riu e se dirigiu para sala.

- O que vai fazer hoje a noite em? – perguntou Felipe.

- Nada, apenas em casa.  Porque? – ela ergueu uma sobrancelha.

Felipe engoliu em seco a pergunta e começou a gelar, era inteligente, mais era tímido para essas coisas, André e Yan eram melhores nisso do que ele. Respirou fundo e se perguntou o que seu amigo Black, faria nessa situação. Normalmente ele olharia bem a garota, riria e joga seu charme com os olhos de predador. Mas ele não era um conquistador, nem ao menos charmoso.

- Quer sair comigo hoje? – perguntou ele

Ela ficou surpresa com a atitude do amigo, olhou bem para ele, mesmo com o rosto todo vermelho e chegou perto.

- Me pega as 19:00. – disse ela. – Hã e não se atrase, não gosto de garotos que se atrasam, logo no primeiro encontro.

- Então é um encontro? – perguntou ele, estupefato com a ideia.

- Porque não seria? – rebateu ela.

- Estarei lá.

Felipe apenas não quebrou a escola, pois ficaria de castigo, de tanta felicidade que ele estava, devido ao encontro com a garota que a meses ele estava afim.                            

Richard olhava a sua professora de longe, pelo canto de olho, ela retribuia o olhar da mesma forma que uma leoa espera para dar o bote.

A noite caiu e a grande festa estava acontecendo, os meninos se viram e só apenas olharam. A festa era tematica, uma boa festa fantasia, todos estavam a carater. A musica alta e as bebidas, faziam as pessoas ficarem loucas.

- Voce fica melhor sem aquele seu amigo problematico. - disse uma voz de mulher.

- Julia? - perguntou Richard para a dama de copas.

- E quem mais seria? - perguntou ela como resposta.

- Nao fale dele assim, ainda sou amigo dele. - disse Richard.

Ela o beijou, ninguem a reconheceria devido a mascara vermelha.

- Vamos falar de outra coisa entao. - disse Richard a levando para um canto sombrio da festa.

Alexandre chegou e foi logo pego por Cristovao.

- Oi Ale, venha comigo. Alguem quer conversa com voce. - disse Cristovao com a fantasia de rei.

- Quem é? - perguntou Ale animado.

Cris o levou direto para o quarto de Samuel. Ao chegar, Samuel estava como coringa, o mesmo tipo da festa de Andre. A nostalgia o deixou inquieto.

- voce esta lindo, Ale. - disse Samuel.

- Que isso, porque me chamou aqui? - perguntou Ale, tirando sua mascara de palhaço colocando em cima da cama.

- Queria te ver. Queria falar algo contigo. - disse Samuel.

- Ja me viu e agora? - perguntou Alexandre.

- Queria apenae ficar contigo. - disse ele.

Conversaram ali mesmo e ficaram mais proximos, Alexandre sabia o que os meninos fizeram devido ao Andre, ate ele mesmo e achava o culpado.

- queria me desculpar sobre o ocorrido. - disse Ale.

- Sabe o que eu quero, esquecer disso. Faria de tudo realmente para matar aquele vagabundo, mais vamos esquecer e falar mais sobre nos. - disse Samuel chegando certo de Ale.

A festa ocorria bem, todos dancavam e bebiam. Ao chegarem na sala, o noticiairo passa.

"Hoje, as 20 horas, o sanatorio da cidade de Phoneix, foi incendiado propositalmente, levando a morte de varios paciente. Um deles é o garoto da familia rica André Rodrigues Black, cujo foi acusado de assasina Michael Maximus"

Os meninos ficaram sem acao. Seu amigo estava morto.

Quem seria que teria matado André? Sera mesmo que ele esta morto? A vingaça é uma motivação que vai além da morte. Negocios inacabaveis tem que ser resolvidos.



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