História Perversos - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Sentiram minha falta?


A cidade ficou ainda mais em choque, com toda aquela historia. Ninguem acreditava que o garoto tinha morrido. Os Blacks, não aguentavam mais escandalos e muito menos as tragedias que ocorreram.

Magno fez um funeral aberto, mesmo contra a vontade dele, era um dos pedidos de seu filho favorito.

- Papai. Vamos. - disse Arthur arrumando o paleto preto. - O carro esta esperando.

Magno estava sem reacao, estava com o filho louco no maniconio, agora ele estava morto e os policiais achando que ele começou com o incendio.

Os meninos que nem ao menos se falaram, chegaram junto ao velorio. Todos bem arrumados e com a culpa na cara deles. Por causa do abandono que cada um teve para com seu amigo.

- Senhor Magno, minhas condolencias. - disse Felipe.

- Condolencias? - perguntou Yan.

- Sim, porque não? - rebateu Felipe

- Meus pesames, senhor Magno . - disse Richard. - Ta ai, pronto. Nenhum e nem outro.

Magno nem ao menos deu bola para os meninos, apenas pensava nas lembranças boas de seu filho. Agora que tudo tinha terminado, Arthur poderia esta junto de seu amado, sentou do lado dele, o senhor Black, fuzilou com os olhos, agora seu filho o unico herdeiro, era o Black renegado, que estava ao lado de Cristovao.

Os meninos sentaram no banco da frente, com a bela foto de André sentando numa praia, seu olhar era como de um explorador, sua postura era realmente de um rei, o Rei do mundo.

- Ele adoraria ver isso. - disse Alexandre.

- Popular na vida e também na morte. - completou Yan.

Samuel chegou com seu fiel escudeiro, Frank. Os meninos o olharam e alguém chegou e ninguem sabia quem era. O garoto era alto, seus musculos eram bem definidos, podendo perceber pelo palito preto de risca giz, ele tinha uma cicatriz pequena no labio inferior. Seus cabelos eram castanhos claros e seus olhos eram da cor de mel.

- Quem é aquele? - perguntou Felipe.

- Não sei, mais tenho a impresão que deveriamos conhecer. - disse Alexandre.

- Porque você acha isso, Alexandre? - perguntou Richard.

Quando ele ia falar, Magno começa a discursar.

- Hoje, meu filho completaria 17 anos. Seu jeito admiravel, conquistou varias pessoas, respeito e carisma...

- André era uma pessoa misteriosa, todos queriam esta com ele, todos prescisavam dele, ele era assim desejado por muitos... - Yan.

- Ele era inteligente, uma pessoa que com poucas palavras, faziamos se sentir especial. - Alexandre.

- Algo nele fazia com que todos os seguisem, realmente ele honrava o apelido que deram para ele. Ele foi um rei benevolente. - Felipe.

- Ele me mostrou que eu poderia ser muito melhor, enxergava como eramos realmente, o que não podemos ver. - Richard.

- Ele me ensinou a ser forte, quanto todos me menospresavam, me mostrou que eu era forte. - Cristovao.

- Bem, ele foi um "amigo" que me ensinou que pessoas tem um lado bom e ruim, mas que sempre teremos que nos defender de algo ou alguem. - Samuel.

- Sendo meu irmão, eu o amava, nos discutimos, coisas normais de irmão. A unica coisa que eu me arrependo meu caro irmão - ele olhou para o caixao e voltou a olhar para as pessoas - é de ter não ter evitado varios motivos de briga. - Arthur.

O caixao estava fechado, os medicos disseram que o rosto era inreconhecivel, para não houver mais choque a familia resolveu fazer a cerimonia a caixão fechado.

A pior parte foi ve-lo descendo. Magno que desde da noticia não falava nada, desabou em choro, ele vendo seu filho sendo enterrado, era uma dor tremenda.

- Meu filho! Porque o meu filho. Volta filho. - dizia Magno - Acorda filho, olha Arthur, seu irmão apenas está dormindo. Ele já vai acordar.

Arthur pegou seu pai e o levou dali, não queria que o pai passase por mais aquilo e a imprensa em si, ia jogar nos tabloides pela segunda de manhã.

"Filho de bilionario morre, pai alucinado, dizia que seu filho apenas estava dormindo. Agora vermos da onde vem a loucura do filho."

Cristovão e Arthur levaram o senhor Magno, era demais para ele.

Cada um dos meninos jogaram um punhado de terra no caixão, selado ali para sempre, todos os segredos que eles tiveram. Pensando eles que tudo acabou com André.

Uma semana depois do enterro, a cidade estava se recuoerando da tragedia, varios mortos, alguns foram deixado como desconhecido nas lapides, porque a familia mesmo os abandoram.

Para os garotos, tudo estava normal, suas vidas estavam bem assim. A falta do amigo era imensa.

Richard entrou na sala de aula, Julia estava apenas de costa, quando sentiu as mãos do garoto a involvendo. Ela inclinou a cabeça para tras.

- Você esta ficando mais atrevido do que era. - susurrou Julia ao pé do ouvido do garoto.

- Você que me deixa louco de tesão com essa bundona. - disse Richard, batendo de leve na bunda dela.

- Vamos, tem que ir. Daqui a pouco tenho aula. - disse Julia deixando uma marca de batom nos labios do garoto.

Assim que ele saiu seu celular toca, com uma mensagem.

"Você não é o unico a ficar com uma professora, mais é o único que pode se ferra aqui na escola."

- A

Richard ficou assustado, apenas André sabia do segredo e ao perceber que não tinha ninguem no corredor, foi direto para sala de aula.

Alexandre tinha dispensando o caso do seu pai, que agora estava realmente achando alguém bacana para ficar com ele. Aquele segredo se descobrissem, varias coisas complicariam para ele. Chegando na escola, ele ver Samuel, estava comecando a ficar afim do badboy da escola, ele mesmo assim renegaria isso.

Assim que passou e riu para Samuel, uma mensagem chega em seu celulaar.

"Já pensou em como Samuel reagiria em sabr que a pessoa que ele gosta, praticou incesto com seu pai?"

-A

Alexandre ficou palido e se dirigiu ao banheiro.

Felipe, era conhecido como santo, mais a uma semana vinha mentido para a garota que ele gostava, estava a traindo com sua cunhada. Logo que viu Fernanda seu celular toca.

"Pobre Felipe, ficando com uma garota mas traindo ela com sua cunhada? Roubando mulher dos outros, coisa feia garoto."

-A

Felipe, mal conseguiu dizer alguma coisa, para Fernanda, com aquela mensagem.

Yan era o grande conquistador da escola, depois que André morreu, ele ficou no lugar do amigo nessa area. Rosalie estava perto dele, quando a mensagem chegou.

"Sei que é viciado em drogas, imagine o que seus pais diriam sobre isso, viciado."

- A.

Os meninos em si ficaram inquietos. Tudo isso estava acontecendo, apenas uma pessoa sabia de tudo isso, essa seria André, mas ele está morto.

Alexandre, chegou perto de Richard.

- Oi? - comecou Ale.

- Como esta, Ale? - perguntou Richard surpreso.

- Bem. Eu queria conversa contigo sobre um assunto. - susurrou o garoto.

Richard ficou espantado com o assunto que ele queria conversa.

- Vamos para a biblioteca. - disse Richard pegando Ale.

A biblioteca era frequentada, mais naquele dia estava vazia, apenas alguns gatos pingados.

- Eu recebi uma mensagem de A. - disse Ale.

- Voce tambem? - perguntou Richard surpreso.

- Pensava que era o unico? - perguntou Yan saindo de uma das colunas da biblioteca.

- Ate voce Yan? - perguntou Felipe entrando na conversa. - Estamos mais uma vez juntos.

- André esta morto, apenas ele sabia de nossos segredos. - disse Alexandre.

- Acho que esse A sabe, isso não é bom. - Disse Yan.

- Sera que ele sabe sobre o caso Michael? - perguntou Richard aos susurros.

O silencio pairou na biblioteca.

- Fizemos um pacto de levar isso para o tumulo. - Disse Felipe.

"Cuidado amiguinho, está aberto a temporada de caça os mentiroso e eu estou caçando vocês."

- A.



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