História Perversos - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Mais um segredo para minha coleção


Sabe aqueles dias onde tudo conspira contra você? pois é, isso nunca funciona comigo, sabe porquê? Quando você sabe de tudo e está em todos os lugares, isso pouco importa, não acredito em sorte ou em coincidência, acredito em consequências.

Naquela noite, ele foi aonde eu mandei, Andre estava com roupas escuras e a noite na cidade era muito fria, fazendo o garoto soltar ar frio pela boca.

“Para achar ouro tem que cavar, então vadia, comece a cavar.”

- A

Ele pegou a pá e começou a cavar, cavou uma cova enorme e lá estava enterrada uma grande maleta. Assim que ele pegou, tirou do buraco e ele abriu a mala.

O grande Rei gritou assustado. Na mala estava uma cabeça de um ser humano, estava fria e o odor que emanava era horrível.

“Parabéns Rei, espero que se lembre bem dele, pois a culpa desse assassinato é sua. Seja bem-vindo ao mundo de A”.

- A

Ele enterrou a cabeça de novo onde estava e foi direto para casa, o rosto ainda estava bem conservado, como se tivesse morrido naquele mesmo dia, não a uma semana.

Agora ele estava ficando mesmo com medo, medo do que poderia acontecer a parti daquele dia, o que acarretaria em sua vida, seu castelo perfeito, estava sendo atacado e se ele não fizesse nada, acabaria sendo botado ao chão.

Alexandre ficou em casa entendia, seu pai estava na rua ainda e toda vez que ele chegava, era bêbado, devido a esposa o ter deixado por um cara mais jovem, depois que ela o deixou em pleno altar, ele sucumbiu a bebida.

Ele comia demais, deprimido devido ao pai e também com saudades da mãe que não via a meses, que nem ao menos um telefonema dava. Ele acreditava que era culpa dele, por não ter avisado ao pai sobre o caso que a mãe tinha e que ela o fez prometer não contar a ninguém.

Abriu a geladeira e viu ela cheia de comida, mais ele queria apenas as besteiras. Assim que fecha a porta, seu pai estava lá na frente dele. Seu rosto passava raiva, seu cheiro era de cachaça pura.

- Papai, você me deu um belo de um susto. – disse Alexandre respirando fundo.

- Hum, susto foi? – perguntou o pai desconfiado. – Sabe meu filho, sua mãe uma vez me disse que desconfiava que você fosse um veadinho. – disse seu pai.

O coração do garoto acelerou de uma forma que parecia uma escola de samba, ele não sabia o que respondia.

Seu pai chegou perto dele e tentou abraça-lo. Alexandre o empurrou devido a cachaça. Olhou para o rosto de seu pai que olhava com olhos de desejos.

- O senhor não está bem, vamos, vou levar o senhor para tomar um banho. – disse Alexandre pegando o pai e subindo as escadas.

Ao chegar no banho, Douglas não queria esta debaixo do chuveiro e isso fez com que seu filho tomasse banho junto com ele. Tirou a roupa de seu pai, o deixando a penas de cueca, o corpo de seu pai era bem cuidado um coroa bonito apesar de tudo.

Era um segredo que só ele e Andre sabia, Alexandre gostava de seu pai de uma forma diferente, mais nunca teve coragem de fazer nada com ele. Andre prometeu não contar para ninguém, mais eles não contavam que EU sabia, e ia usar de aproveito com esses pirralhos.

Olhando o corpo de seu pai, ele ficou ereto, uma coisa horrível de se pensar naquela hora, ainda mais com seu pai quase ficando sóbrio devido ao banho gelado. Douglas num movimento rápido pegou seu filho e abraçou caindo aquela agua gelada no corpo dos dois.

- Eu te amo filho, como nunca amei ninguém, desculpas de que sua mãe não está mais aqui para ver o garoto que está. – Disse Douglas nostálgico.

- Que isso papai, amo o senhor e faria tudo pelo senhor. – disse Alexandre excitado.

- Porque esta excitado filho? – perguntou o pai já sabendo da resposta.

- Nada papai. – respondeu envergonhado nosso mentiroso.

- Eu sempre soube que era gay filho, não esconda isso de mim. Es mesmo? – perguntou Douglas.

Alexandre não sabia o que falar. Ele pensou que Andre tinha contado sobre isso e mataria aquele garoto.

- Sim, sou sim papai. – respondeu ele.

- Já consegui ficar com alguém? – perguntou o pai curioso com a resposta do filho.

- Não, ainda sou virgem. – respondeu o garoto.

- Então deixa eu ser seu primeiro? – pediu Douglas.

Alexandre não sabia se ficava feliz, ficava triste ou confuso, por uma parte ele sempre desejou ter seu pai, por outra amava o Andre e uma outra pior, isso seria o fim de carreira de seu pai se alguém soubesse e um grande de um incesto.

Seu corpo não hesitou e mostrou que queria aquilo, deseja ser possuído por seu pai.

Começaram com um beijo demorado, seus lábios eram carnudos e isso fazia ele mordisca-los devagar, sentido bem o prazer que vinha daquele box. As mão escoriam através do corpo um do outro e seu pai chegou bem no cu do garoto, que com um dedo ensaboado, conseguiu penetra, o fazendo gemer de dor.

- Calma, relaxa, se não piora.

Os beijos ficaram mais quentes e o desejo dos dois estavam transpirando. Douglas mostrou o pau ereto para seu filho, que salivava de desejo, desceu e começou a quere chupa. Já tinha visto algumas vezes vídeos pornôs.

Foi meio desengonçado e seu pai com todo amor, conseguiu ensinar seu filho, mostrando no pau de Alexandre. Assim que ele terminou, seu filho foi fazer em seu pai.

O pau de Douglas era grande, a cabeça bem rosada e as veias pulsando. Conseguiu medir 21cm, como era primeira vez se engasgava e não consegui meter tudo, apenas a cabeça. Eles saíram dali e foi direto para cama. Onde seu pai botou ele de quatro e começou a lamber bem o cu do menino, que piscava de tanto tesão que estava. Rebolava na cara de seu pai que nunca tinha comido um cu de verdade, apenas em suas altas punhetas.

Pegou o lubrificante e começou a passar no cu do menino, que só com aquilo seu pau babava.

- Relaxa, que vou começar a lhe comer. – disse Douglas.

Ele gemeu em resposta, já estava realizado em apenas ter chupado seu pai. Ele sentiu a cabeça entrando, a dor que ele sentiu, foi como se tivesse o rasgando de uma vez. Seu pai que estava louco de tesão não ouviu quando o filho gritou para ele parar.

Tudo foi socado de uma vez, fazendo ele meter até o talo.

- Desculpas meu amor, mais nunca comi um cu e esse seu rabo grande me dava tesão, para falar a verdade, já bati umas punhetas pensando em você. – admitiu o Douglas entre gemidos

Isso fez Alexandre relaxar mais e começar a piscar no pau de Douglas o deixando doido, começando um vai e vem. Os gemidos dos dois dava para se ouvir até do jardim de tão altos que eram. Alexandre começou a rebolar no pau de seu pai e ele metia forte até o talo.

Pegou o filho e virou de frango assado e puxou ele com força o carregando e ali mesmo o comendo, ele socava forte e bem fundo, sem pena.

- Papai...

- Nunca mais vai me chamar de papai, a partir de hoje vai me chamar de Amor. Agora cala a boca vadia, deixa eu te comer de um jeito que nunca mais vai querer dar para outra pessoa. – disse Douglas com uma voz autoritária.

Ele estava se divertindo com aquela fantasia e Alexandre estava gostando de ser a vadia do seu pai. Jogando o garoto na cama e começou a come-lo de frango assado, o fazendo gritar.

- Amor, vou gozar. – Disse Douglas.

- Goza, goza, goza...

Quando Alexandre para de falar, seu pai gozar e ainda por cima faz Ale gozar junto, sem ao menos toca-lo. Douglas assim dormindo por cima de seu filho/amante ali mesmo



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