História Perversos - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Doces ou travessuras


Dias de lutas e dias de glórias, isso se fletia na vida de nosso mentiroso principal, André.

Ele estava tentando lembra-se do ocorrido, depois que saio daquele barzinho, não se lembrava de nada e isso poderia acabar mal para ele.

Ele foi atrás de alguma pista da pessoa que seu pai tinha matado que a sabia quem era. Pesquisou sobre as pessoas desaparecidas na cidade. Assim que achou a pessoa, sua mente começou a trabalhar em saber em quão familiar ele era para o Rei.

Os traços batiam com a pessoa que ele estava atrás e que seu pai matou.

Olhos verdes, cabelos negros, da pele branca, seu queixo bem afinado, boca como se fosse um risco feito, sua sobrancelha bem fina. Pela foto, tudo batia com aquele cadáver que ele desenterrou.

- Quem é você? – perguntava ele a si mesmo.

Essa era a pergunta que não queria se calar e que nem poderia se referi.

Ele saiu da frente do computador e foi no escritório do pai. Depois das grandes mensagens de A, ele havia começado a piora, brigava por qualquer coisa e estava bebendo e se drogando.

O pai não falava muito com ele e sua mãe tinha sumido para ver o mundo o abandonando desde pequeno. Já fazia 3 dias que mal dormia, apenas tomava banhos demorados para poder se manter acordado, de tão assustado que estava.

Precisava fazer uma lista de pessoas que o odiavam e que queria ver a sua caveira, vai por mim não iria acabar hoje. Pegou um pedaço de papel e começou a escrever.

“Motivos que levaria A, começar a jogar com ele.”

“Suspeitos”

Ele começou a colocar nomes e motivos de cada um, cada um dos que colocaram poderia ter feito isso, por ele ser assim, ninguém gostava dele e sabemos o que acontece com pessoas que fazem maldades, a volta do anzol é bem pior, e Eu estou aqui para certificar de que ele pague mais do que deve.

Felipe Silva – Gostava de roubar as namoradas do irmão e cogitava em rouba essa nova namorada dele, assim acabando com o casamento de seu irmão.

Richard Cavalcante– tinha o namoro com a professora de historia, se ele contasse sobre algo, arruinaria a professora e o menino.

Alexandre Ribeiro – Tinha uma tara por seu pai e pelo que sabia, já tinha ficado com seu pai fazendo o incesto.

Yan Drummond – gostava de roubar as coisas o fazendo um garoto rico querendo dar uma de badboy.

Cristóvão Lestrange– o garoto gordo e feio da sala, sempre queria entra na turma e isso o fazia ser menosprezado, fora que era muito esquisito.

Frank Marinho – o garoto odiado por André, devido a não obedece-lo. Fora que ele era um delinquente junivil que roubou a garota que André gostava.

Michel Maximus– o veado que conseguiu fazer o Black ficar com ele. Como ele manipulou aquele jogo para conseguir os finalmente. Isso ele não perdoou.

Arthur Black– seu irmão, devido ao Rei convencer ao pai levar seu irmão para uma clinica de reabilitação e ter contado que veio roubando o pai a muito tempo.

Quem seria A? André conseguiu infernizar os meninos que andavam com ele, e ainda por cima pessoas que ele sabia os segredos, tendo todo o medo dele, ainda mais... Ele se lembrou de quem tem um ódio mortal dele.

Ele estava na cadeia, um garoto lindo, que foi para cadeia devido a uma brincadeirinha que André e seus parceiros o fizeram fazer.

Indo ao passado com André Black.

Samuel McLean era um garoto meio esquisito aos olhos de André, como os meninos ainda estavam no primeiro ano, ele era o mais novo calouro da escola Ônix.

Era um garoto com olhos bicolores um com a cor de mel o outro com a cor de olhos verdes, seus cabelos eram de um negro que parecia a noite, ele tinha traços dos índios da américa do norte, forte e a pele bronzeada. Sua belas mãos forte, eram de um peão bem cuidado.

A primeira vista ele tinha uma beleza arrebatadora e André o queria em seu grupo, mais o garoto não foi esperto o bastante e cruzou o caminho do Rei mentiroso.

Entrou na sala e foi se sentar, pegou as coisas de André e jogou no chão. Assim que André olhou aquela cena, a sala ficou mais fria. Todos olharam para o Rei.

- Não acredito que fez isso! – disse o Rei.

- Está escrito seu nome da cadeira? – perguntou Samuel arqueando as sobrancelhas.

André pegou um pincel e escreveu na carteira seu nome completo.

- Pronto, agora saia. – disse ele.

- Não obedecerei a um garoto que se alto denomina, Rei. – rebateu ao garoto.

- Veremos se não vai se rebaixar. – disse André rindo.

Assim que Samuel descuidou Black pegou pelo pescoço do garoto e o inclinou para o chão.

- Agora quem é o valentão da sala? – perguntou André se divertindo.

Ninguém se meteu nessa briga, mais os gritos eram tão altos que o chamou a atenção do diretor.

- Vai lamber meus pés garoto. – disse André, se deliciando com a ideia.

- Nunca. – disse Samuel.

Ele bateu no estomago do Rei, que automaticamente o soltou. Quando eles iam começar a briga, o diretor chega na sala de aula e os apartar.

- Quem que começou a briga? – perguntou o Diretor.

- Samuel. – disse André – Ele veio briga comigo só porque eu pedi para ele sair. Não foi meninos? – perguntou o garoto a seu clã.

- Sim, diretor – disse Alexandre.

- Ele começou e ainda bateu no André, nossa ainda bem que o senhor esta aqui para aparta a briga. – disse Yan.

- Para minha sala, senhor McLean. – disse o diretor.

Samuel tentou protestar, mais as ordens foram ditas e ele caiu nas garras de André, que lançou um olhar de que isso não terminaria por ali mesmo. É bonitinho dos olhos de gato, você mexeu com fogo, agora aguente as queimaduras.

Passando-se um mês, eles não se gostavam e ele tinha se tornado o inimigo numero um de André. Samuel estava querendo acabar com aquele menino e faria de tudo para isso e a oportunidade maior foi a dar um baita susto nele na festa dos dias das bruxas do próprio Black.

A noite tinha chegado e todos estavam prontos, Samuel pegou a fantasia que ele mais gostava do pânico e foi para festa, sem ser convidado.

Chegando na casa, viu que toda a escola foi convidada, cerca de 150 pessoas estavam na festa, bebidas e musica alta, ele apenas ia dar um susto no garoto, que começaria a deixa-lo em paz. Arquitetou tudo de uma vez, ele prendaria o garoto num quarto e faria o garoto pensar que o quarto ia pegar fogo. Passou pela casa toda para ver o melhor quarto e achou o da empregada.

- Vai ser aqui mesmo. – disse ele.

Preparou tudo, assim que concluiu lá estava ele perseguindo seu alvo, passou por André, que estava vestido de Coringa, ele adorava aquele desenho, ter duas pessoalidades e ainda controla varias pessoas.

- Vai morrer hoje, sua vadia. – disse Samuel perto dele.

André teve um susto e quando ia procura o pânico, ele tinha corrido. E ficou nessa história por duas horas, já deixando o garoto com medo. Como André fumava as vezes, sempre tinha um isqueiro, a serviço.

Samuel viu que todos já estavam bêbados então começou a botar o plano em prática. O quarto da empregada era o ultimo, bem escondido. Então poderia gritar que ninguém ia ouvir.

Mandou o dj colocar uma playliste selecionada por ele mesmo, com as musicas mais altas e agitadas de todas. Bateu no ombro do Coringa, que viu o Rei agora com raiva, que o persegui.

“Venha vadia” pensou o garoto.

Assim que entrou na quarto, o procurou o garoto, mais a porta fechou sozinha.

- Parem com isso, agora. – batia o Rei na porta.

- Agora você me paga, filho da puta. – disse em resposta Samuel.

- Quem é você? – perguntou o Rei.

- Seu pior pesadelo. – respondeu o garoto.

- Pare com isso, você esta doido? Sabe quem Eu sou? – perguntou André na tentativa de puxar assunto e reconhecer a voz.

- Você me humilhou por muito tempo André Black, agora minha vez de fazer isso com você! – disse Samuel orgulhoso de deixar o Rei assustado.

Ninguém nunca vai saber que fui eu, dizia para si mesmo.

Começou a fazer fumaça e ir para o quarto, André começou a se desespera.

- O que esta fazendo? Pare com isso! – ordenou o Rei, como de costume.

- Já disse que não manda em mim. – disse Samuel, mordendo a língua quando falou.

- Já sei quem é você! Samuel, quer brincar? Vamos brincar! – respondeu André.

Ele pegou o isqueiro que andava sempre com ele, começou a tacar fogo nas coisas, lençóis, edredons, roupas, era um plano idiota, mais valeria o risco de ver a cara do garoto.

- Socorro, esta pegando fogo. – gritou André da janela.

- O que esta fazendo, idiota? – perguntou Samuel.

- Não queria alguém para brincar? Tamo ai. – respondeu André.

O quarto começou a pegar fogo rápido e as pessoas viram a fumaça e correram para ver da onde vinha. Samuel desesperado correu. Tudo foi tão rápido que André desmaiou, assim que acordou, os meninos estavam do lado dele com vários policiais. André deu a versão dele, como tinham provas que isso foi uma coisa proposital, foram atrás do garoto para prenderam.

É Samuel, brincar com o Rei da nisso. Capturaram o garoto que tentava fugir, deu a sua versão, mais André era bem persuasivo na sua história dando voz de prisão ao menino.

- Você vai me pagar, Black. – disse Samuel.

André sorriu e mandou um beijo para o novo presidiário.

O rei ao se lembra pesquisou e viu aonde ele estava preso, e pensou em dar uma visitinha ao amigo.



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