História Perversos - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Sigilo total. O passado volta a vida e ainda é bicolares


Meu pai sempre me disse que a mentira tem uma perna curta, sabe o que eu acho, que ela tem mesmo. Me vejo como um justiceiro, não posso espera a justiça, Karma, Universo ou sei lá o quê, vim se encarregar desse menino e tenho que fazer isso agora. Sera que querer justiça da nossa forma é injusta?

André chegou na prisão com sua ferrari vermelha, um carro bem esportivo. Respirou fundo e entrou nos portões. Pediu uma visita particular com o garoto. Os policiais riram, até André os fuzilares com aqueles olhos glaciais que tinha.

Naquele dia, estava começando a epoca do inverno. Colocou uma jaqueta e suas calças jeans, ele gostava do frio, pois a dor de morrer congelado era angustiante, você morreria aos poucos, sofrendo!

- Espere aqui, senhor Black! – Disse um policia, gato.

André se considerava Bixessual, mas ele curtia mais um homem do que uma mulher, o policial era do tipo dele, sua pele era branca, seus olhos azuis, dos cabelos negros, seu rosto era muito rustico e lembrava as feiçoes de um touro, alto e muito musculos e sua voz era como um trovão. O policial deu uma piscada para o garoto, ele usava terno e parecia que tinha uma patente maior.

Ao abrir a porta, ouvese um riso.

Quando ele virou, quase teve um treco, Samuel estava super diferente, já tinha se passado 9 meses. A primeria vista ele quase teve vontade de lamber o abdomen do rapaz.

Samuel tinha ficado mais alto, os olhos dele ficaram destacados devido a pele do menino ficar muito mais bronzeada, seus musculos eram bem definidos. Tinha feito uma tatugaem, uma raposa no braço direito e perto de sua virilhia ele tinha posto uma frase.

“Ninguem consegue fugir de sua própria essecial, do seu prórpio Eu. Ou segue a luz ou as trevas. Sucumbimos a nossa essencia ou vivemos uma mentira.”

Os cabelos eram cortados retos, como uma flecha e seu rosto ficou mais maduro, rustico. Como um lutador de box.

- Olha quem eu vejo por aqui? Se não é o filho da puta que me prendeu injustamente. – disse Samuel.

Ele foi derubado na cadeira, quase o machucando. Dava para ver que o rapaz não era o queridinho da prisão. Aquele olhos bicolares, eram atrativos, como se quisesem que notase-os.

- Cala a boca, verme. – respondeu André.

-Estou vendo que os modos não mudara, não é veadinho? – perguntou ironicamente ao Rei.

-Vim ser rapido por aqui...

-Então quer dizer que papai não sabe disso?, muito menos os seu grupo de tortura? – perguntou Samuel deduzindo.

André respirou fundo, queria bater naquele garoto e acabar com tudo aquilo ali mesmo, mais não poderia se dar ao luxo. Teria que seguir o plano.

Jogou um papel para o menino que pegou e leu.

- Se eu receber mais uma mensagem dessa, nem que seja uma piada. Eu vou fazer questão de te matarem aqui na prisão. Entendeu, Samuel McLean? – perguntou André num tom corajoso.

Samuel riu, uma risada de puro prazer.

- Do que esta rindo pateta? – perguntou André encarando ele.

- Você pensa que sou eu, esse A? – perguntou Samuel.

- É você, eu sei disso. – blefou André.

- Você não sabe quem é. – ele suspirou. – Espera, está desesperado para saber quem é seu ameaçador.

Mais uma risada fria.

- Se pensa que sou EU, como pode ver. – mostrou as mão acorentada e os machucado pelo corpo. – Não sou. Bem que eu queria ser, ia devolver tudo o que me fez passar.

- Apenas não queria brincar? Achou alguém para brincar, mais meu jogo, minhas regras, você saiu perdendo. – disse André, não querendo sair por baixo.

- Pelo que estou vendo, você que esta saindo por baixo, Rei. – disse ironicamente.

- Se eu receber mais uma mensagem dessa, vou matar você. – Reavisou o garoto.

Samuel agora ria loucamente.

- Vou sair daqui, fugir daqui. – avisou Samuel – Ir atrás desse A, ACHA-LO e me unir a ele, para ver você sendo torturado, faria tudo que ele mandasse.

André avançou pegou o pesçoco do garoto e apertou dando murros na cara de Samuel. Os policiais chegaram e apartaram a briga. O retirando da sala, mais antes deles sairem, Samuel gritou.

- Black, vou sair daqui e vou matar você, vou ser seu pior pesadelo. Escreva o que eu estou falando. – gritava Samuel rindo loucamente.

O policial que por sinal era um delegado, chegou perto de André e deu uma agua com açucar, conversando com ele, deu seu numero num cartão e um beijo no rosto do garoto. Seu nome era Anderson Carter.

- Qualquer coisa me liga, que vou te buscar em qualquer lugar, lindo. – disse por fim o delegado indo embora.

André sorriu, achou ele bonito e já estava arquitetando um plano que o envolvia. Assim que tirou as chaves do carro do bolso, caiu um pedaço de papel. Ele pensava que era de seu novo “ficante”.

“Despero leva medidas desesperadas. Samuel não pode fazer nada contra você na cadeia, mais eu estou em todos os lugares, vadia, o que é seu está bem guardado.”

- A

André entrou dentro do carro e partiu para cidade. Dando uma parada num barzinho para beber um pouco. Assim que entrou deu de cara com Frank, que estava lá bebendo com uns meninos, assim que ele viu o Rei, sua cara fechou.

Ele não queria papo com o rapaz, mesmo para encher o saco dele, tinha voltado para a estaca zero. Começou a tomar umas e outras, até que sem querem Frank passa por ele e esbarra em seu ombro.

- Olha por onde anda, cavalo. – ofendeu o Rei.

Frank com raiva chutou uma cadeira e saiu do barzinho. Chegando na porta virou e olhou para o Rei.

- Você ainda me paga, André. – disse Frank nervoso.

André deu um cotoco e mandou ele se fuder. Voltando a beber, assim que ele olha para fora do bar, ver alguem de capuz preto o olhando. Seu celular vibra.

“Vamos brincar de pega-pega, André? Se me pegar, descobre quem Eu sou!”

- A.

Ele saiu correndo do bar floresta a dentro, a noite estava fria e tinha jogado sua jaqueta que estava o atrapalhando, ficando apenas de camisa e jeans. Correu o mais que podia atrás da pessoa encapuzada, chegando num cemiterio.

“Quente, bem quente André. Será que é hoje que descobre quem Eu sou?”

- A

Ele correu cemiterio dentro, queria pegar esse Filho da puta e mata-lo com suas próprias mãos. Chegando perto de uma cova aberta seu celular vibrou.

“Parabéns, tá na hora de receber o presente.”

- A

Assim que se virou, ele viu uma pessoa de capuz preta, com um porrete, ele desviou por pouco e socou o estomago da pessoa, era um cara. Ele deu um grito de dor. Quando ia desfigura o outro golpe sua vista começou a enbaçar, seus movimentos começaram a ficar mais lentos. A deu uma porrada bem na cabeça do garoto, que caiu e desmaiou no chão. A começou a dar chutes e socos sobre o garoto. O jogou na cova e começou a cavar. A o enterrou vivo.

André acordou e sentiu que estava molhado, usava uma mascara de ar. Comecando a se despera mais quando viu que estava enterrado vivo. Cavou e cavou para sair dali, e ao sair tirou a mascara e viu seu celular aond ele cavou.

“Estava apenas brincando contigo, te mostrei que por minha mãos em você é facil demais. Durma quanto pode.”

- A



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