História Perversos - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Vinganças viram promessas.


Ninguém consegue fugir da própria essência, não podemos fugir do que realmente somos, ou você segue a luz ou a escuridão, não vivemos numa mentira do meio termo, ou sucumbimos a nossa essência ou vivemos uma mentira.

- A

E com essa linda mensagem começamos mais um capítulo na vida de nossos mentirosos.Arthur Black, sempre foi um garoto problemático, desde de pequenos andava com más companhias, mas sempre foi o mais bonito e mais simpático de todos da família Black.     Sempre foi muito contra as atitudes de seu irmão, em usar e dominar pessoas. Ele em si não era controlado pelo irmão mais novo. Mais o subestimou.

Por ele, seu irmão foi para uma clínica de reabilitação e também foi escolhido como ovelha negra da família, quando disse para o pai que Arthur mantinha um relacionamento com um garoto.

André simplesmente fez isso, devido a estar entediado, querendo algo para fazer. Esse era a atividade preferida de André, usar os segredos das pessoas contra ela. Seu irmão estava cansando de tudo que ele estava sendo obrigado a fazer devido ao segredo que estava sendo guardado por André.

Sente-se, que o titio A vai contar uma história para vocês.

Phoenix era uma cidade pequena, uma reputação era para se mantida, como se fosse vidro, se fizesse algo de errado, ele poderia se partir e quebra em vários pedaços, podendo nunca mais voltar a ser o mesmo.

Arthur andava com pessoas que estavam levando ele para o “mal” caminho. Drogas e bebidas diárias o faziam ir para faculdade com um cheiro de cachaça, os olhos vermelhos de tanto fuma maconha e devido aos noites perdidas de sono.Naquele dia estava chovendo, Arthur recusou uma ida a uma festinha de um amigo da faculdade e iria dar uma voltar, uma pensada. Entrou no seu carro novo, Jeep Renegade preto. Colocou um som. Gostava de um rock e aproveitou que estava só e botou Karma de uma de seus bandas favoritas Kamelot, sua tradução era o que ele estava vivendo naquela situação.

A rua estava alagada e passava apenas um rapaz baixo, um carro passou em sua frente e fez de propósito, jogando agua no rapaz. Arthur se sentiu indignado com a cena e parou o carro do lado do rapaz que estava todo molhado.

- Você esta bem?  - perguntou Black debaixo da chuva.

- O que achas? – respondeu o garoto mais alto que o som da chuva.Arthur riu.

- Do que esta rindo? – perguntou seriamente ao Arthur.

- Entra, eu te levo em casa. – disse Arthur.

O garoto olhou para chuva e viu outros carros vindo e correu para o banco do passageiro.

Assim que entraram ele reparou bem no garoto.Era baixo, deveria ter 1,65 de altura, sua pele era parda, seus cabelos pretos meio enrolados, seus olhos eram pretos, estava com uma camisa branca da gola V, uma bermuda verde e um sapato preto. Usava aparelho e também óculos, tinha grandes bochechas e também um lábios carnudos.

Black não se incomodou em deixa o garoto lá molhando seu carro, nem ao menos pensava nisso. Tinha gostado da audácia do garoto e ainda bem que ele não o conhecia.

- Qual seu nome? – perguntou Arthur.

- Me chamo Cris. – respondeu o garoto. – E o seu?

- Arthur. Mais tipo... Cris do que? – perguntou Arthur.-

Apenas Cris. – disse o garoto olhando bem nos olhos de Black que ficou constrangido.

- Mora para onde mesmo? – perguntou o garoto.

- Rua Chaleston, número 77. – respondeu o menino. – conhece?- Não, mais vou já conhecer. – disse ele.

Ele saiu dali e foi andando pela cidade. Conversavam sobre várias coisas, sobre o porque ele está naquela hora na rua, porque o ter ajudado.Arthur se sentiu bem com o menino, que o demorou para leva-lo para sua casa.

- Já passamos por minha rua umas 3 vezes com essa, não quer me deixa lá? – perguntou Cristovão.

Arthur admirou mais ainda o garoto por ter percebido, ele não queria deixar o novo amigo ir ainda, não agora.

- Vou deixar você ir. – admitiu Arthur.

Ele encostou na porta da casa do menino, ele era rico, mais até agora não se tocou de quem estava pegando carona.

A casa do Cristovão, tinha um cercado de grama alta sua casa era do estilo aonde os sulista queriam, a única diferença era uma pequena torre logo ao lado da casa.

- Posso lhe ver de novo? – perguntou Black.Cristovão se surpreendeu. Riu e deu seu numero para o novo amigo.

- Até logo, Arthur.

Ele esperou o garoto entra na sua casa e contou até 5 e assim se foi.

Ao chegar na sua casa começaram a trocar mensagens, agora sim ele tinha um amigo de verdade que o ouvia e o entendia. Assim que Arthur acordou mandou mensagem para seu novo amigo, Magno seu pai nunca tinha visto seu filho assim tão alegre, que estranho.

“Esta bem CRIS?” – Black

“Não, minha mãe brigou novamente com meu pai e acho que vão se separa” – Lestrange.“Vamos sair?” – Black

“Hoje, como?” – Lestrange.

“Vamos ao park, eu pago, pode ser? Assim me conta mais sobre isso.” – Black

“o.k.” – Lestrange

"Já estou indo.” - Black

- Tô saindo pai. – disse Black correndo para seu carro.Ele nem ao menos ligou. André que estava chegando da escola achou aquilo muito estranho, mais não ligou, deveria ser uma nova namorada de seu irmão.Ele o levou para o Park da cidade, chamávamos ele de Park do tétano, algumas coisas estavam enferrujadas, como era o único da cidade, teria que servi para algo.                Ao chegar na casa do garoto, ele sentiu algo estranho, como borboletas em seu estomago, o que ficou pior quando viu o garoto, ele estava simples, nada de mais, só que ele exalava uma espécie de energia diferente que o fazia não para de olha-lo.       

Ele abraçou o rapaz, que retribui o abraço fortemente. 

     - Vamos? – perguntou Arthur.     

 Ele foram para o park, assim que chegaram foram na montanha russa, riram, e se divertiram.     

 - Vamos na roda gigante? – perguntou Cris alegre com sua ideia.     

 Arthur nem responde, compro os ingressos e eles subiram. Quando estavam la em cima, a roda gigante para. La de cima dava para ver tudo, a cidade inteira até mesmo a casa de Cris.       - Você esta bem? – perguntou Black curioso em saber do amigo a verdade.     

 - Não. – admitiu ele. – Meus pais estão brigando demais e como sou filho único isso reflete em mim. Não sei se estão se separando. Fora que tem alguém na escola brigando muito comigo.       

O vento frio bateu neles, o que fez Cris se tremer de frio.     

 - Pega minha jaqueta. – oferecendo Black. Vestiu e continuou a falar – Vai dar tudo certo, além do mais, tem um novo amigo. Quem é esse?       

- Ninguém. Esquece. – disse Lestrange dando de ombros.     

 - Diga que eu dou uma lição. – Black mostrou os braços fortes devido a malhação que voltou a fazer.     

 - André Black.       

Tudo ficou em silencio.   

 - Vou dar um jeito nesse garoto. – disse ele.     

 Aquelas palavras foram as mais sinceras que saíram da boca de um black até hoje, devido a fama que a família tem. Eles ficaram se olhando até a roda gigante descer.       

Depois desse dia, os dois não paravam de se falar. Um dia sem falar um com outro era tortura. A amizade se tornou mais forte, Arthur parou mais de beber e se droga devido a amizade dos meninos se tornaram forte demais.       Um belo dia quando eles estavam assistindo um filme no cinema, eles se tocam a mão e os olharem de cada um se encontrou e rolou o primeiro beijo e a primeira noite, eles viveram esse amor secreto por um mês inteiro.       

Pena que André descobriu.     

 Eles andavam juntos demais e quando estavam numa loja de roupas, Arthur sem querer pegou e beijo Cristovão num canto da loja, André estavam fazendo uma compra de uma calça nova, ao ver só faltou avançar em cima deles. Mais pensou em algo maior do que apenas fazer um escanda-lo.       

No outro dia, chegou bem cedo na escola e esperou Cristovão na sala de aula. Assim que o garoto chegou em seu uno vermelho, estacionou e seus capachos pegaram ele o escoltando para a sala de aula.       

- O que vão fazer comigo? – perguntou ele.       

- O rei quer ver você. Idiota. – disse Yan.       Chegando na sala, la estava André sentado lendo um livro, prenderam ele na cadeira e deixara a sois.       - O que quer comigo, André? – perguntou Cris.       - Sabe, gosto de meninos como você, querido. – começou O Rei. – meninos que dão em cima de pessoas que são casadas. Nossa, Lestrange, não sabia que era assim e ainda era um garoto de luxo.     

 - O que é isso? Não sou garoto de programa. – rebateu Cris.     

 - Mais porque não seria? Se esta saindo com um Black, a semanas e ele esta pagando as coisas a você. – Provocou André. - C-como assim? Não estou saindo... Não pode ser.       

- Sim, Arthur Rodrigues Black. Meu irmão mais velho, fazendo caridade com você. Meu irmão não é gay, além do mais, vocês sempre se encontraram fora da cidade ou em locais não muito publico. – disse André botando lenha na fogueira. – Sabe como sei? Ele mesmo me contou e está te usando.       - Não acredito nisso, ele não faria isso... – disse Cristovão.

– Se ele pagou as coisas para mim, foi porque quis, não o obriguei a nada.     

 - Quanto é seu programa? – perguntou André abrindo a carteira. – Eu pago também...       - Você não teria coragem de fazer isso. Não sou um pg. – rebateu Lestrange.     

 - Será mesmo? Não foi o que vi. – disse ele mostrando uma foto no dia do shopping. – Todos vão saber.     

 - Eu te processo. – rebateu Cristovao – Por difamação.     

 - Tem provas? Como prova que não.? – perguntou André.     

 - Seu irmão. – disse Lestrange pensando em algo.       

André riu, esboçando um olhar malicioso.       

- Ele esta indo para uma clínica de reabilitação HOJE MESMO. Sem celular, sem nada, vai passar uns meses, gosto do meu irmão, mais ele fez uma coisa que não gostei. E está pagando por isso.

- Você fez o que? – perguntou Cristovão chorando.

-Sim, ele me desafio, disse que se eu não parasse poderia ver o que era bom. – ele deu uma pausa dramática.

– Mostrei para ele o que era bom.

Ele mexeu no seu celular e mandou uma linda mensagem dizendo que o garoto além de perdedor, idiota, era gay e ainda por cima, um garoto de programa.

 - Da próxima vez, eu enterro você vivo. Vaca. – Ameaçou o garoto.Deixou o garoto lá na sala e saiu como se nada tivesse acontecido. Desde desse dia, Arthur prometeu a si mesmo que ia se vingar do seu irmão.

Agora olhando para ele, não reconhecia mais o garoto que tanto admirava quando criança, agora ele via um psicopata sedento por poder.

André recebeu uma mensagem e olhou para seu irmão que mexia em seu celular.

“Cuidado amiguinho, eu te prometi uma tortura, ainda não acertei minhas contas com você.”

- A 



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