História Perversos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Contagem regressiva


Porque duas pessoas podem guarda um segredo, se uma delas estiver morta.

André já sabia de todos os segredos dos meninos, segredos de pessoas demais. E usava na base da chantagem para conseguir tudo que queria, mais para se livra dessa vez ele não ia conseguir com uma boa mentira.

Magno, marcou a parti daquele dia várias seções com um psicólogo, ele estava dando remédio controlado para o garoto tomar. Eu aproveitava e mandava mensagens piores para o garoto, quase o deixando louco. Só que meu ultimo ato seria o maior de todos.

André estava voltando a escola, mais o caso dele estava sendo analisado, seu pai não queria interna-lo, mais devido a algumas situações que ele se meteu devido a seu comportamento, a hipótese dele ser internado era maravilhosa para mim. Eu estava disposto a dar essa ajudinha para ele.

“Girei a roleta russa, dessa vez vamos ver quem vai zera esse jogo, André. Quem vai vencer? Eu ou você?”

- A

- Esse filho da puta, ainda tira sarro de minha cara. – resmungou André ao vento.

- Como está André? – perguntou Michel o garoto alegre da sala.

- Porque tu quer saber? – perguntou André sem paciência.

- Soube que está tomando remédio controlado. Que esta indo ao psicólogo. – disse Michel.

- Sim e dai? Vamos desembucha o que quer saber. – disse André rezando aos céus para que ele não desse em cima dele, com mais uma cantada barata.

- Se precisar de ajuda. Estarei aqui. – disse Michel na tentativa de pegar a mão do garoto.

André simplesmente teve uma ideia que ia deixa-lo mais relaxado.

- Vá a floresta mais tarde, te mandarei a localização. Lá podemos conversar – disse André.

- Sim.

Michel saiu andando feliz da vida.

“Espero que morra, veadinho.”

A noite chegou e Michel estava na floresta, como combinado, eu estava lá também apenas olhando no escuro.

André trouxe tudo que estava ao seu alcance e pedi ajuda para os meninos, que cegamente o seguiam para todos os cantos. Eles tinham trago com eles, várias máscaras, com alguns facões. Eles queria pregar uma peça ao garoto, e eu ia transformar num show de horrores.

- Está tudo o.k.? – perguntou André aos meninos.

- Está sim. – respondeu Yan.

- Porque vamos fazer isso mesmo? – perguntou Richard trazendo os facões.

- Ele ameaçou de me destruir. – começou André. – disse que sabe de meus segredos e contaria para todos na escola. Vocês não acham que ele deve merece uma brincadeira dessa.

- Isso não se faz. – disse Alexandre. – Vamos fazer isso mesmo.

Os outros concordaram com a ideia, e saberia que não teria como ganhar de André, ele ainda nem ao menos jogou a sua grande persuasão.

- Essa vadia, vai saber com quantos paus se faz uma canoa. – disse André botando seu plano em ação.

Michel ficou sentado numa grande pedra encostado na arvore, esperando André chegar. Ele estava com medo, devido a não entra na floresta, a altas horas. Mandava mensagem a torto e a direita para André, que tinha botado seu celular no silencioso.

- Agora. – disse André.

Richard e Felipe começaram a mexer na grama.

- André. – disse Michel como um sussurro. – André é você? – perguntou mais alto

- Yan, sua vez. – ordenou André.

Ele começou a quebrou vários galhos.

- André, pare com isso. – disse Michel começando a ficar assustado.

Alexandre começou a bater nas arvores, com o facão. Michel começou a sentir seu peito inchar, o que os garotos não sabiam era que o menino tinha problemas respiratórios e tendência a sofre de ataque cardíaco.

Eles começaram a deixa o menino doido.

“Corra, senão eu vou te matar.”

- A

- André pare de mandar mensagem. – gritou Michel, tremendo.

- Que mensagem é essa? – perguntou Felipe aos meninos que não sabiam como responder.

- Deve ser uma brincadeira. – respondeu Richard. – André sempre gostou de mandar mensagens assim.

Eles mexeram mais nas arvores e também

Os meninos assoviavam e começaram a dar risadas demoníacas.

O rei começa aparece como vulto correndo pelas arvores vestido como o pânico, com a faca.

- André, para com essa brincadeira. – disse Michel.

Um vulto aparece, olhando para Michel, que ele gritou ao enxergar o que era. Michel grita e começa a corre floresta adentro. Os meninos começam a aparecer para ele.

- Socorro. – gritava Michel.

“Não grite garotinho. Vem brincar comigo.”

- A

Os quatro meninos correram por diversas áreas e como a noite estava escura, eles não sabiam que era quem!

Michel caiu quando corria e conseguiu se arranha um pouco.

“Pare com isso André.” – respondeu Michel na mensagem.

“Tic-tac, vejo alguém atrás da arvore.”

Michel já estava chorando, seu corpo doía de tanto correr, gritava pedindo ajuda. Quando ele estava correndo, não olhou e deu de cara com um dos meninos encapuzado com o facão.

O rapaz apenas correu para onde estava vindo, pulo uma raiz de um arvore e voltou a correr. Os meninos estavam se divertindo com a ideia de apenas assustar, o que eles não sabiam era que Eu estava entre eles.

Michel ligou para a policia.

Ele perto de um matinho se deitou e respirou fundo, seu coração batia forte devido a corrida e também ao susto, chora e tremia demais.

“Alô policia. Estou sendo perseguido por uma pessoa, ele quer me matar...

“Senhor, me diga tudo sua localização.” - policia.

“Eu... Eu... Não sei mais ou menos onde estou...”

“Me fale algo que possa nos ajudar.” - policia

“Rápido ele quer me matar...”

“Quem senhor...

“Não... Você... Não, por favor...”

Michel tinha morrido.

André estava correndo quando viu uma luz de celular. Ao chegar perto viu o celular no chão e quando pegou o soltou na hora. Era o celular de Michel, com as mensagens de A, que ele recebeu.

Ele andando mais um pouco e foi a frente, ao se depara com o cadáver, ele pegou o cadáver e virou ele, era Michel. Ele estava morto e cheio de sangue, estava ao lado com um facão. André não estava com o facão dele, por devido a uma hora alguém pegar dele. Quando ele cai em si, uma mensagem chega em seu celular.

“Vamos ver como se sair agora DESSA.”

- A.

- André, o que você fez? – perguntou Felipe assustado.

- Eu. Não fiz nada, alguém está armando para mim. – respondeu André assustado.

- Como assim? Esse facão é seu, esta sujo de sangue. – disse Richard, não acreditando nisso.

- Você o matou. – disse Alexandre se auto defendendo - Só participamos de uma brincadeira lesa.

Os meninos começaram a ficar desesperados, André estava tentando pensar em alguma coisa mais nada vinha em sua mente.

- Você nos meteu nessa André, como vão viu o menino? Quem esta armando para você? – perguntou Felipe com raiva.

- Estamos juntos nessa, meninos, eu vou dar um jeito. – disse André não querendo falar sobre A.

- Estamos juntos? – perguntou Yan não acreditando no que ouvia.

- Sim, eu vou dar um jeito. Ninguém vai saber dessa brincadeira, vão disser que ele foi assassinato por alguém, um assassino em serie sabe lá. – disse André.

- Não nos envolva. – ordenou Felipe.

- Se eu cair, todos caem junto comigo. – disse André dando seu veredito - Então, esse vai ser nosso maior segredo.

Os meninos tiveram que concorda e estavam agora vendo o que segredos e até mesmo o que brincadeiras davam errado, suas vidas não eram como uma partida de futebol, que terá outra oportunidade de fazer o gol, ou bater pênaltis, se errar.

Mais mesmo assim esses meninos não aprendem, eu darei uma boa lição nesses garotos, eles me deram a oportunidade que eu estava esperando.

André e os meninos enterraram o corpo, do garoto ali perto. O Rei ficou com o celular. Jogaram a faca do garoto perto de um rio que cruzava a floresta. Ele saiu dali correndo, o que faria depois dessa. Pegou as coisas e os meninos e saíram dali. Aquele segredo eles teriam que manter.



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