História Perversos - Capítulo 9


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Categorias Pretty Little Liars
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Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Será que o jogo acabou?


''Aqui se faz, aqui se paga. O mundo da voltas, e eu vou ensinar bons modos a você."

- A

André e os meninos fizeram um pacto onde nenhum deles ia falar sobre o acontecido, Michel morreu e era culpa dos garotos, mesmo que os 4 não fizeram nada, participaram do assassinato. Era divertido olhar para cara dos meninos. Cara de culpados.

Os médicos de André estavam exigindo internação imediata, Magno não queria aprova a ideia pensava que era apenas uma fase de seu filho, porem ele sabia que seu filho preferido era um lunático assassino, sociopata.

 Ele já estava com Michel nas costas e ainda tinha outro assassinato que seu pai estava se encobertando. Essa família era um problema para a cidade de Phoenix.   

- Senhor Magno, seu filho não anda bem. – disse o doutor.

Aquele dia seria o ultimo dia de vida do garoto. Estava para ser internado por distúrbios.

- Não quero meu filho num hospício. Não vou aguentar vê-lo assim. – desabafou Magno.

- Seu filho tem diagnósticos que provam que ele tem, transtorno de personalidade narcisistas, ele se acha o dono do mundo, todos têm que esta em seus pés. – disse o doutor, botando seus óculos para ler os diagnósticos.

Magno apenas ficou olhando para ele.

- Seu filho é um grande sociopata, ele controla pessoas e não liga para o que vai acontecer. – o psicólogo parou e respirou fundo - Também acarretando a mitomania, é um distúrbio que leva a pessoa a mentir compulsivamente e o que é mais grave, acreditar na própria mentira.

- Isso tem cura, doutor? – perguntou o senhor Black não acreditando que seu filhinho tinha todos esses problemas.

- Ele precisa ser internado o quanto antes. – disse o doutor. – enquanto ainda é tempo, antes que ele faça uma besteira para si mesmo.

O senhor Black saiu do consultório pensando no que o psicólogo disse a ele, referido a internação e deu um folheto de um manicômio, seu nome era Bethlem, ele olhou bem e ponderou a ideia.

O rei estava ficando mais controlador do que nunca, forçando as pessoas que ele não gostava a cometer coisas horríveis, pagando varias humilhações, botando todos na linha.

A gota d’agua foi a soltura de Samuel McLean.

Eles estavam todos reunidos sentados numa mesa redonda. Yan estava aos beijos com sua nova namorada Rosalie, eles tinham começado a namora e isso fazia o estomago de André se revira.

Felipe estava conversando com uma menina, mais de vez enquanto mandava mensagens para sua cunhada, eles conversavam, dia e noite, o irmão de Felipe nem ao menos estranhava.

Alexandre estava olhando para André, mais vez ou outra disfarçava o olhar, que se dirigia para seu celular, com mensagens de seu pai apaixonado. O caso deles era sigilo, mais algo naquela coisa proibida deixava o garoto mais ardente pelo pai do que nunca.

Richard fugia com a professora, o relacionamento deles era meio conturbado, o fazendo querer mais ainda ela do que nunca. Richard não queria deixa-la ir e nem ao menos ele termina com tudo.

Assim que todos se afastaram viram o bad boy passando. O coração de André se fechou ao vê-lo. Era ele, Samuel McLean, seu corpo ficou mais forte, seu bronzeada mais dourado, estava feito um sol brilhante, suas tatuagens estavam a mostra, emanava de si uma aura poderosa, sua autoconfiança era incrível.

Ele olhou para André, riu e deu uma piscada.

- Como isso? – perguntou Richard, olhando para o garoto vidrado.

- Não sei, mais quero investigar isso. Ele era para estar preso. – disse André tempestuosamente.

- Ele deve ter pagado um advogado ou sei lá. – disse Yan.

- Quem é ele? – perguntou Rosalie com a boca aberta de ver aquele moreno dos olhos bicolores.

- Ele é um garoto que tentou matar, André, tacando fogo no quarto do Rei. – disse Alexandre.

- Coitadinho de você. – disse Rosalie, depois olhando de cara feia para o menino. – Esse mostro, deveria esta preso.

Vadia, pensou Black, mais já sei como me livra dele novamente.

Ao tentar fazer um show, ele recebe uma mensagem de A.

“Nana-nina-não, Black. Os segredos nunca morrem. Se contar algo, eu conto algo pior ainda.”

                                       - A

André voltou e se sentou.

O resto do dia foi um encarando o outro, como cao e gato. Era engraçado ver a cara de raiva do Rei.

Ele gostava de jogar com outras pessoas, mais odiava quando alguem o desobedecia, estava odiando jogar as cegas.

- doido. - gritou um menino.

- Pertubado. - gritou outro.

Samuel passou por eles, todos sabiam da historia, a historia que Andre contou. Nosso mentiroso era um bom ator.

- Deveria esta preso e não aqui. - disse Richard. - Se tentou isso com André, pode tentar com qualquer um de nós.

McLean riu. Chegou perto do grupo e olhou para cada um, eles fizeram uma barreira e para poder proteger o Rei.

- Se acha que ele esta sempre certo. - apontou para o Rei. - Porque ele usa vocês, como se fossem fantoches? Porque o defendem tanto? Se enganam se conhecem ele tão bem assim.

O rei apenas fuzilou Samuel com seus olhos. Os meninos não responderam, lembrando do caso Michel. Samuel saiu dali e foi para sua sala de aula.

No noticiario apareceu uma manchete urgente.

"Um rapaz de 16 anos foi achado morto na floresta de Phoneix, a policia ainda não indentificou quem é o rapaz morto. A policia esta com suspeitas de assasinato. Acharam um facão, sendo a arma do crime. Mais informações a qualquer momento." - disse a reporter.

Os meninos ficaram olhando para a tv que tinha na sala de aula, eles se entre olharam em si, o rei disse sem emitir som, (Vou dar um jeito). Ele se não resolvese, ia jogar a culpa nos meninos e sair fora com o seu amiginho. Ele se lembrou do capitao que deu em cima dele.

O sino tocaram e eles sairam para o lanche, Samuel entrou no banheiro e André foi atras.

- Esculta aqui. Eu disse que se chegasse uma mensagem de A novamente eu ia te enterrar vivo. - disse Andre. - Eu vou fazer isso.

Samuel aprendeu a não ter medo de Black, pelo que passou na prisão devido a brincadeira do Rei. Olhou e encarou o garoto, cerrou os punhos e olhou para Black.

- Acho engraçado. Fez tantos inimigos rei e apenas esta atras de mim? - perguntou McLean.

- Porque esta aqui em? Como saiu, como consegui? - perguntou o Rei.

- Minha mãe é empresaria, contratou um advogado e fui liberado. - disse Ele. - Espero que morra, Black de um jeito tão angustiante.

André acertou um murro na boca de Samuel. O garoto pegou em sua boca e viu o sangue, assim que viu, revidou dando dois murros no Andre.

- Você vai se arrepender disso, McLean. - disse Black.

- Veremos quem vai se arrepender. - rebateu Samuel.

Depois dai foi direto para casa. Assim que chegou em casa, André não prescisou nem fazer muita coisa. Os policiais chegaram na casa dele e estavam falando de Andre.

"Quem ri por ultimo, ri melhor, Vadia. O jogo acabou. E eu venci."

-A.

- André Black, você esta preso pelo assasinato de Michael Maximus. - disse o policial. - Tudo o que disser sera usado contra você.

André tentou gritar e esperniar, dizendo que não tinha culpa e que tudo foi uma armação. Quando ia mostra as mensagens de A, todas foram apagadas istantaneamente. Magnos e Arthur olhavam para ele, entrando numa viatura.

Os meninos estavam reunidos do lado de fora da casa dos Black's, olhavam para ele, assustado. Ele foi condenado e diagnosticado com todas as doenças que o doutor disse, foi internado num maniconio.

- Eles pensam que eu perdi. Vou matar todas essas vadias. Matar essa A. Eu prometo isso. - disse André olhando para seu reflexo, numa poça de água do banheiro.



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