História Pervertido | NyongTory - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon, Seungri
Tags Bigbang, Gdragon, Gri, Kwonjiyong, Leeseunghyun, Nyongtory, Seungri
Visualizações 111
Palavras 1.025
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu tive a ideia do plot quando vi uma tirinha que tinha uma cena que ocorre aqui, eu não tenho mais ela, então...

enfim, a história não foi revisada ainda, então desculpem qualquer erro, por favor.

espero que regojizem.

Capítulo 1 - Follow


Fanfic / Fanfiction Pervertido | NyongTory - Capítulo 1 - Follow

A neblina engolia a região Gyeonggi, do qual Kwon Jiyong caminhava vagarosamente. As ruas vazias estavam tão silenciosas que o barulho dos sapatos escuros do homem podiam ser claramente ouvidos, e, de vez em quando, carros passavam por ali. O homem de madeixas rosa-claro se encolhia à cada rajada de vento que lhe alcançava, a cacharrel enorme e os jeans claros não eram o suficiente para lhe esquentarem. Foi tolo de pensar que sair no meio da madrugada vestido com apenas uma cacharrel seria o bastante.

—Tsc, eu devia voltar para casa... —murmurou para si enquanto andava cada vez mais lentamente, parando em seguida. Olhou para trás, incerto. Já havia andado demais para voltar, e além do mais, SeungHyun ficava louco sem seus cigarros. Então apenas suspirou, puxou a gola da blusa - cobrindo metade do rosto - e voltou à andar, mais rapidamente desta vez.

Avistou a tão conhecida ponte, depois de passar por ela andaria só mais um pouco e finalmente chegaria ao local onde Choi comprava os cigarros. Apressou mais o passos, quase correndo, e quando chegou ao começo do elo, uma voz lhe chamou a atenção.

—Merda, é tão alto! dizia a voz chorosa. —A-ah, caralho! Eu quase não consigo ver o chão lá em baixo...

Ao se aproximar mais um pouco, viu um garoto de cabelos loiros e uniforme escolar. Parecia ser do mesmo tamanho - ou até mesmo maior - que Jiyong, este sentiu o corpo começar à transpirar de nervosismo ao entender o que ocorria: o loiro estava tentando se matar.

Bem, ele sabia que não era bom dando conselhos ou convencendo os outros, mas... Por quê não tentar?

—Hmm... ei, cara. Falou ao se aproximar do loiro —Você vai se matar?

O estudante virou seu rosto para Kwon, arregalando os olhos. As bochechas estavam molhadas pelas lágrimas que se renovavam à cada segundo.

—Sim... —Novamente olhou para baixo, engoliu em seco antes de continuar. A minha existência nesse mundo é um pedacinho insignificante de merda.

—Então... Já que vai se matar de qualquer maneira —dizia inexpressivo —, que tal fazermos sexo antes de você pular?

O outro virou o rosto para o mais velho, e incrédulo exclamou:

—Urgh, não! Saia já daqui e me deixe morrer em paz, seu pervertido. —se suas mãos não estivessem segurando o corrimão da parte exterior da ponte, teria acertado um tapa no desconhecido.

Apesar de se mostrar forte, Jiyong conseguia ver as bochechas levemente mais avermelhadas do garoto bonito, e quase riu disso se não fosse a situação que estava tentando evitar.

—Oh, sério? —inclinou a cabeça para o lado e em seguida continuou à falar, ao mesmo tempo que olhava em volta, como se o que disse em seguida fosse natural —O jeito é esperar o seu corpo chegar lá em baixo.

O de pele alva arregalou mais ainda os olhos - se é que fosse possível - olhando novamente para o chão abaixo de si. Ele realmente não queria alguém abusando de seu corpo morto e ensanguentado, soava tão, mas tão macabro!

—V-você- oh, merda, eu acho que se matar não é a opção, né? —olhou para o de cabelos rosa e riu nervosamente, apoiou-se no muro e em seguida impulsionou o corpo para o outro lado da ponte. —T-tchau. Curvou o corpo em uma breve despedida, já se preparando para ir embora.

E foi o que fez. Andava rapidamente já que queria se afastar ao máximo do desconhecido, ele obviamente tentaria o suicídio novamente. Não iria de forma alguma volta para sua casa, pois era muito provável que seu pai estivesse o esperando com uma grande cinta de couro, aquela tão conhecida cinta que frequentemente deixava marcas na pele do loiro.

Só que para a sua infelicidade, Jiyong o seguia, e ele só percebeu isto ao olhar de relance para trás.

—Mas que diabos...? sussurrou para si mesmo, parando de caminhar.

Quando viu o outro parar também, se virou completamente, estavam a uns cinco passos de distância.

Ficaram alguns segundos se encarando, o loiro com um semblante assustado e o outro inexpressivo.

—Por quê?! indagou num berro, os punhos fechados e a voz trêmula —Por que está fazendo isso? Não vê que já tenho problemas demais?! Eu queria uma morte instantânea, não alguém me esfaqueando lentamente ou me estuprando antes de fazê-lo!

Kwon arqueou uma das sobrancelhas.

—Você é idiota? Eu só quero me certificar de que você não vai se matar. Cruzou os braços.

—Só me deixe morrer, sim? Por favor, cara, eu só quero paz, você não sabe os meus mot-

—Você não quer morrer.

—Eu quero!

—Não, você não quer. Se quisesse teria se matado naquele momento, Seungri.

—Como você sabe meu nome, seu estranho fedido?

—Seu RG estava no chão enquanto reclamava da altura da ponte, e fedido? Não seja mentiroso, ache insultos aceitáveis, pelo menos. —revirou os olhos por fim.

Seungri soltou um suspiro ao mesmo tempo que fechava os olhos. Começou à murmurar coisas que Kwon não foi capaz de decifrar, e em seguida voltou à olhar o mais velho.

—'Tá, mas o que você pretende, afinal? Me seguir para sempre? Gesticulou de forma afobada.

O outro deu de ombros

—Ah, sei lá, eu não tenho uma vida interessante. Acho que posso lhe seguir até que fique bem.

A cena de antes se repetiu, os dois se encaravam. A diferença era que a expressão de Seungri agora era pensativa, e a encarada durou por mais tempo.

Por fim, o estudante riu.

—Vamos ver se conseguirá. Disse desafiante e voltou à caminhar.

—Tem para onde ir, certo? Perguntou Kwon atrás do jovem.

—Sim, sim. Respondeu sem olhá-lo

—Certo.

Jiyong de fato seguiu Seungri.

Mas eu não digo só naquela noite, não. Jiyong estava o tempo todo seguindo o mais novo, o tempo todo! E naturalmente, Lee foi obrigado à falar com ele, o quê começou à se repetir, e quando deu-se por si, Seungri virou amigo do estranho e misterioso Jiyong.

E, mesmo sem perceber, os pensamentos à respeito de morte e suicídio iam desaparecendo de sua mente, aos pouquinhos, na mesma lentidão que ia conhecendo mais sobre Kwon Jiyong.

E tudo só melhorou quando os dois agora tinham a liberdade de se acariciarem, os dois sorriam mais, riam mais...

E como se fosse possível, tudo melhorou abundantemente, melhorou cem vezes mais! Porque agora, além das carícias os dois tinham a liberdade de trocar beijos.


Notas Finais


e foi isso ai, espero que tenham gostado e muito obrigada por lerem sz


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