História Pesadelo Em Série - Capítulo 5


Escrita por: ~, ~Marcy_HDA e ~Helo_HBMendes

Exibições 52
Palavras 1.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EEEEEEEEEEEEEEEE, será que é o fim da Helo?

Capítulo 5 - 3° Capítulo - Me ajuda...


Fanfic / Fanfiction Pesadelo Em Série - Capítulo 5 - 3° Capítulo - Me ajuda...

 

-Esperta você, sabe... Eu não gosto de matar mulheres, homens eu mataria dez, cem em um dia! Agora mulheres eu não gosto nadinha de fazer isso... Poderia fazer um favor para você, mas não estou aqui para lhes fazer favores não é? Para o furgão!

Um homem pegou Heloisa por trás e arrastou-a para o furgão preto encostado ali perto.

-Me largue! – disse a menina gritando.

Nisso o homem atirou a garota dentro do furgão e fechou-o, Negan entrou no mesmo e saiu para a estrada. A multidão se dissipou, e no silencio d’aquele lugar tudo que se podia ouvir era os soluços das pessoas ajoelhadas no chão.

-Laura... – disse Marcelly chorando.

-O que? – perguntou Laura tentando se manter calma.

-Levaram a Heloisa, eles vão mata-la.

-Estou certo de que não vão fazer isso – Carl colocou.

-Como não, não viu o que ele fez com o Abraham, e a Heloisa é tão fraquinha.

Sasha e Maggie foram para a colônia Hilltop, e o restante do grupo voltou para Alexandria. Carl foi com as meninas na frente, e a outra parte do grupo bem atrás.

-Precisa nos ajudar – disse Sara.

-A que? – perguntou o menino.

-A Salvar a Heloisa, com um peteleco a bichinha morre!

-Eu achei mesmo que não gostasse dela, mesmo, achei que não me importaria se ela morresse. – disse Laura cabisbaixa.

-Se ela estivesse aqui agora te daria um tapa, mas você não sentiria... – Disse Marcelly choramingando.

-Não vamos só pegar sua amiga, vamos vingar o Abraham. – Disse Carl.

-Como? Eles estão em muitos. – Respondeu Sara

-O que vale não é força, é estratégia! – Disse Laura, como sempre.

Chegaram nos portões de sempre, entraram as meninas e Carl na frente, e o grupo atrás, nisso fecharam os portões.

-Mande todos se reunirem na Igreja, preciso falar com eles. – Disse Rick para um dos homens - inclusive aquelas meninas! – Apontou para Sara, Laura e Marcelly.

Todos foram para a capela no centro de Alexandria, sentaram-se como se fossem assistir a um celebração, a capela se encheu de pessoas.

-Bom – começou Rick na frente – Eu realmente achei que as coisas não mudariam, achei que estava tudo bem, mas não estou mais no comando... Negan está, vocês não o conheceram ainda, e ele está com uma pessoa, a quem talvez devemos muito, não tem como negociar a vida.

 Todos saíram d’aquele lugar devagar, apenas Rick e Michonne ficaram lá.

-Não se rende por você não é? – Perguntou a mulher.

-Não...

-Sei quão importante essas pessoas são para você, Maggie, Glenn, Daryl... Carl... todos vieram com você desde bastante tempo atrás, e estou a favor de viver nos rendendo para vê-los vivos...

-Isso significa muito.

Os dois saíram juntos d’aquele estabelecimento quietos também. Rick e Michonne para sua casa.

Carl ainda estava com as garotas na casa onde elas haviam dormido.

-Negan vai voltar – disse Laura – Nós podíamos segui-lo. Heloisa está com ele, tenho certeza.

-E se nos pegarem? – perguntou Sara.

-Podemos ir por dentro da floresta.

-Nós vamos Sara, eu sei que a Heloisa não faria, mas nós vamos, se você quiser ficar pode ficar!

-Não precisa disto não, o ignorante.

-E então Carl... - Interrompeu Laura.

-É isso mesmo, acho... – Respondeu o menino desposto a ajudar.

A brisa fria era responsável por deixar tudo mais monótono, Carl saiu da casa e o silencio tomou conta, as meninas não se deram a vontade nem mesmo de discutir o plano para salvar Heloisa, foi neste silencio que o dia terminou.

Deitaram-se todas no mesmo lugar, e Laura sozinha na cama adormeceu pensando no quando aquele pesadelo acabaria.

O dia chegou bem rápido, desta vez acordaram com uma pancada na porta que quebrou todo o vidro da mesma, muitos homens entraram na casa. As meninas se levantaram rápido e não custaram a entender do que se tratava. Os homens ignoram as mesmas levando tudo de valor na casa, Laura estava de pé boquiaberta no meio da escada, eles passaram por ela e desceram segundos depois com o colchão e alguns candelabros que encontraram lá, a casa ficou praticamente vazia quando saíram de lá.

-É o Negan, vamos.

Carl estava do lado de fora e ao vê-las sorriu.

-Vamos segui-lo assim que ele sair para não darmos na cara. – disse.

-Sim – concordou Laura.

-Laura deixa eles irem e fica comigo! – Exclamou Sara.

-O que vamos ficar fazendo aqui?

-Isso não passa de um jogo, não vão fazer nada com ela!

-Ainda acha isso? – Perguntou Marcelly.

Todas as pessoas que ali ficavam foram para o portão esperar pela ida de Negan

-Pode ter certeza que ela está se divertindo... – Disse o homem sorrindo malicioso. – e qual a palavra mágica Rick?

-O-b-brigado.

-Vamos pessoal – O homem virou-se com seu grupo dirigindo-se para o portão, mas como se tivesse lembrado algo se virou novamente para Rick. – Percebeu que eu enfiei meu pau pela sua goela abaixo e você ainda agradece?

Então voltou para o mesmo lugar e saiu no mesmo furgão preto, minutos depois os jovens entraram na floresta, andaram devagar perto da estrada seguindo os carros, viram Negan fazendo uma fogueira de colchões no meio da estrada, sabia que sua família e todo aquele povo dormiria no chão por uma simples birra do homem, o que despertava mais um pouco dentro de Carl a vontade de mata-lo, andaram cerca de três quilômetros, e chegaram num grande muro de pedra cinza, localizado n’um canto qualquer da floresta. O grupo todo entrou pelo portão que se fechou logo em seguida. Os jovens deram algumas voltas para encontrar um canto de maior acesso, viram algumas grades que Carl cortou com sua adaga abrindo um buraco que usaram para se infiltrarem ali.

Entraram por aquele canto, aparentava ser um estacionamento, ou seja, logo pessoas estariam ali estacionando os carros que acabaram de entrar, acharam uma porta de ferro nas paredes d’aquele canto e entraram por ali. Logo encontraram um corredor pelo qual correram até o fim, neste fim havia outra porta, e um rádio tocava uma música

“Estamos numa boa

E tudo é tão doce

E o mundo é uma dádiva

 quando estamos numa boa”

Tentaram abrir a porta mas estava trancada.

-Socorro! – gritou uma voz de mulher lá de dentro.

-Heloisa?

-Sou eu, Marcelly?

-Somos nós.

-Deem a volta, tem uma ventilação do lado de fora, mas não consegui abrir!

Assim fizeram foram se escondendo o que não foi difícil já que não tinha ninguém por ali. Carl abriu a primeira grade de ventilação que encontraram com sua adaga.

-Desculpa gente mas não vou entrar ai, é muito apertado. – Hesitou o menino.

-Só se formos todos juntos, podemos ir um de cada vez. – Sugeriu Laura.

-Vai primeiro Laura.

-Okay me dê a faca para eu não ter que voltar de costas.

-Lembre-se de parafusar de novo!

-Tá! – gritou a menina já entrando.

Ela foi engatinhando como pode pelos tuneis virou na primeira curva como tinha feito da primeira vez nos corredores.

-Heloisa? – Perguntou ao chegar nas grades.

-Sou eu, Laura me ajuda, ele me dá uma coisa horrível para comer, e me bateram sabe, meu braço dói muito, eu sei que se eu tentar fugir ele vai me matar.

-Fica calma vamos sair daqui, só precisamos de estratégia.


Notas Finais


EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE


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