História Pesadelo Em Série - Capítulo 6


Escrita por: ~, ~Marcy_HDA e ~Helo_HBMendes

Exibições 32
Palavras 1.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


eeee eu me atrasei desculpa eeeeeeee

Capítulo 6 - 4° Capítulo - Valeu


Fanfic / Fanfiction Pesadelo Em Série - Capítulo 6 - 4° Capítulo - Valeu

Laura usou a faca para torcer aquele parafuso, após torcer todos, empurrou a grade, e num pulo certeiro infiltrou-se no cômodo gelado e escuro.

-Heloisa, Carl e Marcelly estão lá fora, esperando por noticias suas, viemos para vê-la, e vamos tirar você daqui, só fique calma por que não é tão simples quanto parece.

-Que seja, quando estivermos indo embora Negan vai nos achar e eu vou morrer e vocês vão morrer também.

-De fato, alguém vai morrer.

Passos abafados e uma conversa inidentificável foi escutada nos corredores Laura levantou-se rápido e entrando na ventilação como pode parafusou tudo novamente, estava desconfortável com o aperto do lugar.

-Tchau Heloisa, voltaremos amanhã.

-Até amanhã.

Laura com certa pena engatinhou pelos corredores até encontrar uma luz que mostrava ao seu longe o estacionamento, onde os outros esperavam ela saiu do lugar e ao vê-los disse logo:

-Ela está mal, mas ali mesmo eu tive uma idéia.

-Vamos e você nos conta no caminho- Carl disse já caminhando.

Saíram pelo mesmo buraco, e entrando na floresta novamente, Laura começou a contar seu plano.

-Precisaremos de um porco...

-Um porco? Não faz sentido. – retrucou Marcelly.

-Nós matamos o porco, e então cortamos fatia dele e colocamos num saco, daí jogamos lá e queimamos, como se a Helô tivesse um fósforo e tivesse se matado.

-Faz sentido, mas ela não tem cara de porco – disse Carl caçoando.

-Duvido que ela queimada pareceria com um humano – deu a menina em troca.

-Melhor plano ever, Carl, onde conseguimos um porco? Bem gordo, feio e doente pra a gente não ter dó.

-Não faço ideia, mas podemos pegar um zumbi!

-CLAROOO MEU DEUSS, que ideia ótima. – disse Laura.

Saíram empolgados pela floresta, eles estavam procurando por um morto não tão deteriorado, e parecido com a menina.

Não estavam muito preocupados com aquilo.

Voltaram pare Alexandria pelo mesmo caminho, o clima estava terrível, pessoas choravam por todos os cantos, choravam coisas perdidas, e choravam sua humilhação, porém os três jovens estavam muito animados com a ideia de salvarem a amiga sequestrada, sabiam bem o mal que ela estava passando, mas saber que em breve ela estaria com eles era um motivo de alegria.

Marcelly e Laura voltaram para a casa, onde Sara estava emburrada.

-E vocês foram mesmo? – disse baixo ao ver as meninas entrando.

-Fomos, a Heloisa está mal sabia? – retrucou Laura.

-Ela perguntou por mim?

-Não... – respondeu Marcelly.

Marcelly e Laura passaram por Sara no sofá, e foram para a cozinha, tudo estava bem monótono e num clima de submissão desconfortável, Laura apanhou a forma já fria de bolo no forno e tomando três pedaços relativamente grandes, ofereceu as amigas.

Marcelly pegou um dos pedaços deixando alguns farelos caírem no chão, Sara pegou outro usando a mão como um prato, e Laura comeu o que restou em sua mão. Não disseram nada, apenas olhavam para um ponto fixo na parede. 

Enquanto isso, Carl saía escondido de sua casa, passou pelas ruas desertas, e chegando ao portão fez um sinal para Rosita que estava ali, ela sorriu e deixou que ele saísse, o garoto estava com uma jaqueta qualquer, uma calça jeans, e uma mochila relativamente grande. Com passos leves ele entrou na floresta, logo ali perto, ia ao encontro de Heloisa, para levar comida, lembrou-se no meio de sua rotina da noite, que ela provavelmente não comia nada há um bom tempo. Traçou o mesmo caminho que havia feito com as duas meninas ainda mais cedo.

E não foi difícil encontrar os muros, e o buraco que tinham feito na rede, Carl passou por ele e encontrando o estacionamento, usou sua lanterna para achar o buraco da ventilação, logo ao lado, haviam alguns caixotes de madeira que usou para alcançar o buraco, desparafusando a grade, sem muita dificuldade, o menino entrou no buraco e rastejando por aquele túnel estreito e escuro, virou na primeira curva a direita. E ali encontrou o buraco, por onde Laura provavelmente havia passado.

-Heloisa? – sussurrou.

-Sou eu... – respondeu a menina com tom baixo – CARL?

-Sim!

Sem muita cerimonia ele desparafusou com a ajuda de sua lanterna e faca os parafusos d’aquela nova grade. Num pulo preciso entrou na salinha.

Apontou a lanterna para Heloisa, que barrou a luz com as mãos.

-Me desculpe. – Disse ele colocando o objeto no chão. – Trouxe comida.

-Oh finalmente! Q-quer dizer, obrigada!

O garoto sorriu e buscando pelos alimentos em sua mochila perguntou:

-O que estão fazendo com você?

-Eles me dão comida de cachorro, ou de gato não sei... n’um pão velho e duro... Eu como por que tenho fome, né? Eu sei que não vai dar certo porque eu tentei fugir, e acabei levando uma surra... Não tem esse negócio de não bater em mulheres... Tanto faz.

-Não importa, vai dar certo, vamos colocar um zumbi em seu lugar.

-Vão passar um zumbi pela ventilação? Isso não vai dar certo! – disse a garota sorrindo.

-Aqui está. – Disse o garoto colocando um saco com dois sanduíches na frente de Heloisa – Escute, eu não sou o melhor cozinheiro do mundo, mas eu provei e acho que ficou bom.

A menina rasgou o saco sem muito cuidado e n’um segundo mordeu metade do primeiro lanche.

-Obrigada – disse sorrindo de boca cheia.

-Nossa... – disse Carl sorrindo.

-Como vão fazer essa coisa do zumbi? – disse após engolir a primeira metade.

-vamos mata-lo e passa-lo deitado pela ventilação, aqui dentro vamos queima-lo pra deformar e eles não reconhecerem como se você tivesse se matado.

-Isso foi idéia da Laura, não é?

-Foi sim!

Ambos riram, Heloisa comeu mais um sanduíche e Carl se levantou pronto para ir embora.

-Calma!

O garoto se virou e Heloisa o abraçou.

-Obrigada.

Ele correspondeu envolvendo-a com os braços. Foram-se alguns segundos.

-Tchau! – ela disse deixando-o

-Tchau, até amanhã.

O garoto pegou a mochila e a lanterna. Entrou no túnel novamente e fechando-o com a grade rastejou até a saída.

Passou pelo estacionamento, pelo buraco na grade enferrujada.

E sorrindo murmurou:

-É, valeu...

Saiu dando passos leves por dentro da floresta até chegar na fria e triste área protegida.

 


Notas Finais


eeeeeeeeeeeee


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