História Pessoas quietas tem as mentes mais barulhentas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Rosalya, Violette
Tags Acidente, Amor Doce, Castiel, Depressão, Escola, Hentai, Mudança, Suicida
Visualizações 21
Palavras 541
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Harem, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Shounen, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi 。^‿^。

Se você está lendo isso, aviso que o começo da Fanfic é bem "deprê" mas é só no começo mesmo ^^. Em um possível segundo capítulo vai ser bem legal a vida nova dessa Do7. Ah, e eu não sei fazer sinopses então, perdoe-me (•_• ;)

Kissus de morango e espero que goste ❤

(Se houver erros na escrita peço que me perdoe)

Capítulo 1 - Início do inicial


Fanfic / Fanfiction Pessoas quietas tem as mentes mais barulhentas - Capítulo 1 - Início do inicial

A vida de Endy Kannenberg virou um inferno a partir do momento em que entrou para o ensino médio. 5 minutos lá e cochichos e risadinhas maldosas foram ouvidas. Isso a irritava, seu único objetivo em relação a interação social escolar era fazer amigos, mas a vida não lhe permitiu provar o doce gosto desse prazer.

Uma semana se passou, até começarem a agirem. A chamavam de nomes terríveis sem ao menos a conhecerem, ela virou motivo de piada na escola, aquilo seguiu do mesmo jeito durante um ano, naquele ano cortes apareceram em seus braços e a cada dia parecia que sua vontade de viver era sugada mais e mais de si.

No segundo ano o assédio psicológico se tornou físico. A agrediam pelo menos três vezes por semana. Todas as vezes de diferentes jeitos, garotos e garotas. No mesmo ano isso foi até para fora da escola. Os quais ela pensava que eram seus amigos viraram as costas na fase mais difícil de sua vida.

Mais sempre há alguém bom na história. Todos os dias após o inferno ela chegava casa e recebia um abraço dos pais e um "Como foi a aula hoje?". Sua resposta era "Legal" acompanhado com um sorriso forçado, pois a única coisa que ela queria era não deixar os que ela ama tristes com seus problemas.

No terceiro e último ano o inferno continuou, até virou rotina para ela. Já não tinha mais lágrimas para deixar cair ou gritos para ajudar a aliviar, então a única coisa que tinha a fazer era ignorar aquilo tudo.

No primeiro dia no último ano, ela chegou em casa e não recebeu aquele abraço apertado, e sim uma facada em seu coração.

Entrou em casa e foi para a sala se deparando com sua avó que morava a poucas quadras dali sentada no sofá acompanhada de sua tia, ambas choravam desesperadamente, e ao verem a entrar na sala correram até a mesma abraçando. Ela perguntou:

"Por que estão chorando...?"

A resposta foi o silêncio junto de vários soluços.

"... Endy... S-seus pa-pais.... - gaguejou sua tia"

"O que houve...?"

Um tempo se passou, até que falassem "Eles morreram".

O chão sumiu, as lágrimas que haviam sumido caíram pior que as outras vezes, gritos e soluços abafaram a silênciosa casa, ela chorou desde que o breu caiu até a luz que aqueceu a passada e gélida noite.

No dia seguinte foi o enterro.

No outro foram os cortes.

E no outro foi a solidão.

Quando a notícia chegou aos ouvidos dos familiares que moravam no leste europeu, a reação foi a mesma, mas eles pensaram mais no que seria da garota, como ela viveria a partir de agora?

Ligaram para sua avó e pediram a guarda dela. No início a idosa negou, mas com o tempo percebeu que já estava velha para lidar com isso sendo que também precisava lidar com o recente ocorrido. E sua outra tia não tinha tempo nem para ir ao banheiro por conta do trabalho que agora seria mais difícil em relação sentimental com a morte da irmã e do cunhado.

Ela deu a guarda para a mulher e em uma semana Endy estaria no país de Romênia, Bucareste será o novo lar dessa pequena suicida.


Notas Finais


Heya \(*0*)/

E aí? Não foi tão ruim assim, não?

Foi bem curtinho

Espero que tenha gostado e se houver outro capítulo digo que será tudo narração da Endy. Esse foi narração da autora (eu) pois não consegui fazer como se fosse ela contando todo o início da história.

Kissus e até loguinho ❤


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