História Phoenix - Capítulo 18


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Categorias Dwayne Johnson, Ed Sheeran, Jared Padalecki, Justin Bieber, One Direction
Personagens Dwayne "The Rock" Johnson, Ed Sheeran, Harry Styles, Jared Padalecki, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Assassinato, Colegial, Dwanye Johnson, Ed Sheeran, Harry Styles, Jared Padalecki, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Narry Storan, Niall Horan, One Direction, Prostituição, The Rock, Tortura, Violencia, Zayn Malik, Ziam Mayne
Visualizações 113
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


MT OBG PELOS 9 COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO CAP! ❤

Capítulo 18 - Uncle Jensen?!


- Bu! – Acordei com um sobressalto por conta do susto, percebendo que eu ainda estava amarrado mas correntes. Jared começou a rir por conta do susto que eu havia tomado. – Você estava chorando enquanto dormia. Estar aqui de novo te traz muitas lembranças, não é? – Ele disse ainda com um sorriso no rosto. – Mas não precisa se preocupar aquilo não vai voltar a acontecer. – Ele disse mesmo sem uma resposta a sua pergunta anterior. Era como se ele falasse mais com ele mesmo do que comigo. – A não ser que você queira fugir. Você não quer isso, não é Louis? – Ele disse puxando meu cabelo com violência para trás. 

Assenti negativamente e ele soltou meu cabelo, logo caminhando para longe de mim, indo em direção a pilastra onde estava a corrente que ainda me mantinha de pé, soltando-a. 

Senti meus joelhos tocarem o chão e os meus braços sendo abaixados depois de todo esse tempo, mas essa sensação de alívio é rápida porque logo depois dela vem a dor e ela sempre vem devastadora. A dor que eu sentia na minha barriga e pernas nem se comparavam a dor que eu sentia em meus braços. Era como se eles estivessem sendo puxados para baixo com toda a força, eles pareciam pesar toneladas. Eu fui ao chão, logo senti Jared me pegar no colo e me carregar pelas escadas do porão, abrindo a porta com um leve chute fazendo a claridade se fazer presente, me forçando a fechar os olhos.

- Eu gosto de como você fica vulnerável quando eu faço isso, gosto muito. – Ele disse me colocando na cama. Sentir a cama macia embaixo de mim era uma sensação maravilhosa, era como se o meu corpo estivesse sendo engolido por toda aquela macieis.  – O único problema são aqueles ratos do conselho tutelar, eles aparecem aqui todos os dias querendo saber porque você não têm ido a escola, o que me obriga a ter que te deixar voltar para lá. – Ele disse andando de um lado para o outro. – E para fuder com tudo ainda tem aquele novo detetive que está no meu pé! Ele diz que eu não pareço confiável. – Ele riu cinicamente, ele parece estar realmente estressado. – É bom você ficar bom logo. – Ele me  olhou antes de sair do quarto.

 

Não sabia ao certo a quanto tempo Jared havia me deixado sozinho no meu quarto, estava tentando criar coragem para tentar me mexer porque a dor agora estava menos intensa e eu não quero que ela volte a ficar como antes. Respirei fundo e impulsionei meu corpo, virando de lado. Mordi meu lábio para conter o grito que ficou preso na minha garganta. A dor não foi tão forte como eu achei que seria, mas ainda sim era intensa. Resolvi não me mexer mais, por mais desconfortável que aquela posição fosse. 

Estando deitado de lado eu pude enfim notar o estado em que o meu corpo se encontrava. Eu estava sem camisa, meu corpo estava marcado por inúmeros roxos de diferentes tamanhos, arranhões, alguns pequenos e artificiais, alguns um pouco mais profundos que pareciam estar inflando. Haviam marcas grossas e arroxeadas ao redor dos meus pulsos, alguns dos machucados dali ainda saiam sangue então resolvi colocar meu pulso sob meus joelhos para não sujar a cama. 

- Não era essa a visão que estava esperando ver quando entrasse aqui. – Jared disse. – Não que eu esteja reclamando de poder olhar para a sua bunda Louis. – Ele falava enquanto passava a mão pela minha coxa indo até minha bunda, apertando-a. – Vamos tomar um banho. – Ele passou um de seus braços por debaixo do meu pescoço e o outro por debaixo dos meus joelhos e me suspendeu me fazendo soltar um grito de dor, me arrependendo o segundo seguinte, mas já era tarde demais. Jared parecia não ter ligado para o grito, mas eu o conheço bem para não acreditar nisso, ele nunca deixa nada passar e o fato dele não ter esboçado reação nenhuma me assustava ainda mais do que se ele tivesse tido alguma. Ele me carregou até o banheiro é me colocou sentado na banheira, cada movimento que ele fazia comigo me proporcionava dor, mas eu mordia meu lábio para não gritar, de novo.

- Eu não gosto quando você grita. – Ele disse com um tom calmo enquanto tirava as roupas que ainda restavam no meu corpo. Eu mantinha meus olhos fechados com força por conta dá dor. – Mas você parece não entender isso, não é Louis? – Ele disse ligando o chuveiro e me puxando para baixo da água. Quando a água tocou os arranhões e os cortes no meu pulso começaram a arder, Jared começou a esfregar meu corpo com força aumentando ainda mais toda aquela dor no meu corpo. Não importava o quanto eu implorava para que ele parasse, ele parecia não me ouvir. Meus soluços ecoavam pelo banheiro, Jared já havia parado e saído, me deixando deitado na banheira cheia até a metade, a água da banheira se encontrava com uma colocação avermelhada clara, Jared só parou de esfregá-la quando começou a sair sangue dela. Ele havia saído para abrir atender a porta, mas não havia voltado o quê era estranho. 

- V-você não pode... NÃO! – Eu ouvi a voz de Jared. Ele parecia tão ... Assustado

Assim que ele terminou a frase a porta foi aperta com certa violência. Revelando Jared com os olhos arregalados e o meu tio Jensen parado junto à ele. 

- E eu achando que você estava escondendo uma mulher. – Ele disse sorrindo sádico quando seus olhos encontraram os meus.


Notas Finais


Como eu sei que vocês são incríveis, eu sei que 3 comentários vai ser moleza pra vcs né?
Espero que gostem!


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