História Photo sexy and hot - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Donamarte

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga, V
Visualizações 345
Palavras 5.331
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, aqui estou eu (Donamarte) espero que gostem, eu trabalhei bastante nela, espero que gostem e não esqueçam de nós seguir (O projeto somente). Como vocês estão vendo, nós estamos postando fic's Taegi com temas diversos, espero que gostem! Teremos mais fanfic's que irão agrada-los tenho certeza!

Capítulo 2 - Capitulo único; aguente firme.


— Hey, Yoon! Acho que você deveria fazer isso também, mandar 'pro seu crush, ele iria ficar bem feliz em receber suas fotinhas. 


Ele disse com um sorriso estupendo no rosto se afastando enquanto mexia a sua mão, sorri do jeito fofo que ele estava andando de costas para trás; Tae e suas manias bobas, ele sempre anda assim e eu idiota que o acompanho, sempre faço o mesmo e me ferro.

— Acho que você também deveria mandar! 


Gritei tentando ficar na ponta dos pés, hoje ele estava muito agitado já que era considerado o dia do nude por nós adolescentes, e bem, ele é um tanto safado; dei uma mordida no meu lábio e quando andei para trás, acabei por bater em alguém, virei-me e encarei o garoto que havia tropeçado, seus olhos eram azuis, lábios partidos no meio e o cabelo encaracolado, me afastei dele e pedi desculpas pelo terrível acontecimento. Ele virou meu novo crush, desviei  então meu olhar do seu e sai daquele lugar com um fogo no cu.


Eu tinha que contar para Tae sobre esse gostoso.


Retirei meus calçados assim que cheguei na porta do meu quarto; eu estava realmente cansado graças aos dias anteriores a hoje, mas não podia faltar a mais um encontro com o Tae, bem, não era um encontro ou algo do tipo, mas havíamos combinado de nos encontrarmos para fofocas e ir para alguns lugares legais, já que eu mal saio de casa. Estava completamente sem roupa, por isso entrei no banheiro e adentrei o box, iniciei então um banho, deixando com que algumas 'preocupações' fossem embora, e aproveitando para sentir aquela água quente passando por todas as partes do meu corpo. Meus cabelos sendo molhados lentamente enquanto eu pensava em qual foto poderia enviar para o Hoseok.


Segurei na torneira gélida do banheiro e a desliguei, me retirando do banheiro com uma toalha na cintura. Após ter achado uma roupa decente, vesti, uma calça rasgada nas coxas e uma blusa branca que vinha até a metade da minha barriga, a calça era até a minha cintura então não ficou feio, pelo menos agora que minha barriga está completamente vazia. Coloquei um colarzinho com uma coruja e sai do meu quarto, passei pela sala e olhei para a minha carteira e dei um sorriso. «Se eu levar a carteira eu vou ter que pagar» murmurei e sai da minha surpreendente casa.


Hoje seria uma dia para eu me sentir mais relaxado e ter vontade de cometer coisas que sempre quis fazer, porém eu estou levemente irritado e sabe o por quê?  Porque eu estou com as notas realmente baixas, se eu continuar assim não vou poder entrar na escola de medicina que tanto desejo, nesse final de semana, nada de festas, vou apenas estudar. Entrei dentro da padaria e fiquei a procura do meu querido amigo (Taehyung). Olhava em torno, mas só conseguia ver as mesas de madeira cheias de enfeites vazios, o local estava muito calmo e é estranho, porque nessa época sempre fica lotado; aqui vira um lugar cobiçado por todos, aquele que fica tão lotado que você não consegue nem se mexer, pois todos vem roubar a internet daqui, não que eles não tenham em casa, todavia vamos concordar  que 3G é uma merda.


Meu celular começou a vibrar no meu bolso e revirei os olhos pegando-o. Desbloqueei-o, apertei no aplicativo Kakao Talk e fui diretamente ao contato do Tae. Eu não iria ver agora, ele sempre fica mandando memes idiotas e dessa vez não iria cair, sai da padaria  e andei pelas ruas que estavam preenchidas de pessoas que não tem o que fazer, inclusive eu, olhava para as crianças que tinha um sorriso no rosto e para alguns garotos e garotas que haviam um sorriso malicioso no rosto por terem conseguido um mera transa.  Parei em frente à uma loja de lingerie da minha colega e entrei empurrando a porta de vidro, segui pelo lugar cheio de calcinhas e sutiãs, e outras roupas sexys. Parei em frente à uma pilha de calcinhas e fiquei encarando uma calcinha preta fio dental, como ela era bonita. Eu queria tanto comprá-la, todavia eu estava sem dinheiro. Mas mesmo assim a peguei e também uma meia calça; andei até o balcão que estava cheio de peças íntimas e de garotas com grana na mão.

— Sabe que eu te amo não é? 
Comentei para a minha amiga que me questionou com o seu olhar, bem, talvez ela tenha entendido e quis se fazer de Santa.

— Pode me vender isso fiado?
Estendi a roupa para a garota pegar, mas  logo ela disse que não e empurrou para mim novamente. 

— Você não me deu meu presente de aniversário, foi antes de ontem e você disse que iria me dar algo, mas até hoje nada. — Talvez um sorriso perdido estava querendo escapar quando eu ouvi ela falar "Tá bom e saia logo daqui", não havia nada para eu questionar então só sai contente indo diretamente para casa do comediante. (Tae)

Narradora. 


O pequeno batia na porta com raiva por Tae estar demorando para abrir, ele realmente ficava irritado com isso, achava uma perca de tempo esperar alguém. Deu meia volta para sair da porta do moreno, todavia o amigo decidiu aparecer e abrir a porta lentamente, Yoongi olhou para trás, juntou seus pequenos dedinhos e andou até o maior batendo seus pés no chão.


— O que estava fazendo lá dentro? Transando? Se for... Eu já disse para você que pessoas normais só transam as 20:00 ou 21:00, mas você não me escuta! Tá rindo de quê? — Segurou forte na sacola e entrou dentro da casa, se jogando logo no sofá. Além de um completo folgado ele era um chato e reclamão, porém única coisa que o Tae fazia era dar alguns risos.

— Eu não estava transando, você não viu a foto que te mandei né? - Questionou o loiro e sentou-se ao seu lado. Suga, não lhe disse nada e pegou o celular para ver, entrou na conversa do garoto e abriu os olhos.

Celular:

KimTaeraposa: 

 

Kimtaeraposa: Desculpa, n foi para tu!

Yoon, desbloqueou o celular e deu uma risada maliciosa para o amigo, se aproximava dele lentamente enquanto o outro dava uma risada mínima e se aproximava ainda mais.  Ele sempre entendia o olhar de Yoongi, e quando se fala de sexo nunca dá um passo para trás e nunca iria dar, sexo é gostoso e pela primeira vez iria transar sem camisinha, pois conhecia o amigo e sabia que ele não faz nada sem camisinha, mas talvez dessa vez ele iria deixar algo rolar.

— Você sabe que o natal já passou, mas mesmo assim pode ser meu presente.

Murmurou baixinho, Yoon continua com um fogo enorme e não estava se importando se era o amigo que iria fode-lo ou não, fazia um bom tempo que ele não se relacionava com ninguém. Que não era tocado e nem podia tocar e colocar o que ele tanto gosta na boca. E agradecia a Deus por seu amigo ser ativo e nunca ficar com um pé para trás quando se fala de foder. Tae, segurou na cintura do loiro e raspou seus lábios pelo pescoço dele, sua brincadeira e tortura havia apenas começado e com certeza viria mais, que deixariam o moreno sem ar e com dores por todo seu corpo. 

— Único presente que você vai ter é meu pau em seu cu, vai querer mesmo assim? 


Se separou do amigo e ficou olhando para Yoongi, que pela primeira vez virou alguém que o Tae havia dito. Não conseguia falar e nem se comunicar, então simplesmente acenou positivamente e assim seus lábios já foram atacados pelos dentes do mais alto. Yoongi arranhava e tirava a camisa de Taehyung bem devagar, mesmo que o outro estive mais afoito que o esperado. Taehyung descia os lábios pelo pescoço do mais baixo e chupava cada ângulo de sua face, além de morder o queixo e apertar com uma força exagerada, a bunda do outro. O puxava para cima e aquelas pernas ficavam em sua cintura. Yoongi sentia seu corpo flamejar e causava o mesmo efeito no jovem kim, quando os dois chegaram na cama estavam completamente nus só faltava tirar a cueca e a calcinha, pra pular para a melhor parte, mas o quartinho que o Taehyung levou o amigo, não foi o seu e sim o do castigo. Iria aplicar a punição no amigo, só por ele ser tão provocante e ter uma bunda empinada e redonda, com os lábios bem inchados e vermelhos, realmente o havia enfeitiçado tanto que a ereção estava virando uma pedra de tão rígida que estava.


Yoongi estava por debaixo de Kim, que novamente voltou a fazer aqueles truques com os lábios, dando colorações diferentes por todo o pescoço e tronco de Yoongi. Desceu radicalmente e segurou no pau de Min, olhou para ele e começou a dar algumas batidinhas na glande que estava inchada pelo pré-gozo. O menor olhava para ele constrangido e com as bochechas incendiadas, e não era só as bochechas que estavam quentes, assim como todo o seu corpo, toda curva e até nas áreas mais peculiares. Ele sentia seu corpo ferver, o quarto estava todo escuro, mas das janelas entravam alguns raios solares, mas nada que fosse impedir uma boa transa para Taehyung. Ele não gosta de fazer isso de dia, acha mais gostoso fazer a noite, mas agora não havia escolha. Tinha que aproveitar o momento.  Os movimentos continuavam rápidos e depois ficavam lentos, Yoongi já estava ficando de saco cheio com aquilo, ele queria gozar mas não lhe seria permitido; Taehyung sabia que se o seu amiguinho gozasse agora ele iria ficar mole e não aguentaria nem colocar um palmo na boca. Tae afastou-se do amigo e caminhou até o canto do quarto e pegou uma cruz de Santo André, colocou na frente da cama e olhou para o amigo que estava confuso e com a respiração descompassada.


— Babyboy, obedeça seu daddy e venha aqui agora! — ordenou, seu tom era ríspido e grosso, voz totalmente rouca. Yoongi, levantou rapidamente e andou até o amigo. Ele estava com medo de desobedecer Taehyung, sempre soube que seu amigo era sádico, mas sempre pensou que era brincadeira. Yoongi, não era masoquista e não iria por fim nisso agora, ele estava curioso para saber como iriam acabar aquela sequência de toques. Taehyung o prendeu na cruz de Santo André, andou até a mini geladeira que tinha no seu quarto e tirou uns cubos de gelo, logo pegou umas caixas e colocou em cima da sua cama, olhava para o amigo que estava tão lindo preso daquele jeito. Com o rostinho de prazer, com os lábios mordidos e um pouco de saliva escorregando. Suspirou fundo e pegou em seu membro, iria acabar com o corpinho do amigo, deixá-lo totalmente marcado e sem forças para se mexer, iria brocar o cu do outro até deixá-lo aberto o suficiente para ele entrar e sair sem camisinha. E era isso que ele iria fazer.


— Olha o que eu encontrei para o meu amiguinho. Um gag, vai ficar lindo em você Yoongi, principalmente por você ter uma cara de cadela faminta. Tranquilo, depois você poderá chupar meu pau, enquanto isso eu só irei me divertir com o seu corpo. Vai ser gostoso ,vadia.— Locomoveu-se até o amigo e encostou os lábios nos de Min, passou então seus grandes dígitos em sua glande. Sujou de pré-gozo e colocou nos lábios e cavidade bucal dele. Seus dígitos saiam e entravam na boca do menor. Yoongi, chupava, e chupava com prazer aquilo. Ele se lembrou do tempo que havia um daddy, e ele sempre dizia "Confie no daddy, o daddy nunca faz nada errado", por isso, naquele momento ele confiava em Taehyung, não reclamava de nada e só gemia, gemia docemente. Taehyung, colocou o Gag na boca do outro e ficou olhando para ele. Agora o maior pensava no que poderia fazer, olhava para o corpo que estava totalmente suado, com os olhos abertos e mãozinhas abertas, com o pau excitado e com o pescoço cheio de hematomas. 

(Gag: uma espécie de mordaça com uma bola no meio) 
(Cruz de Santo André: praticamente é uma cruz com a forma de um X;separa os braços e pernas do submisso)


Pegou a venda e andou até o submisso, colocou em seus olhos e segurou a cintura dele, apertando ali com toda a sua força. O via se remexer e tentar gritar de dor, estava adorando submeter o Min, ele sempre se imaginou fodendo o amigo, sempre imaginou dando chibatadas na coxa dele. Aquela pele clarinha o atraía, com qualquer coisa ficava marcada. A cada minuto pensava no que fazer com o amigo, tinha tanta coisa que queria colocar no pequeno. Olhou para o pau do menor e pegou o cubo de gelo, passou pelos seus mamilos pontudos e rosinhas, e novamente o menor tentava se soltar. Mas não podia, estava preso, arfando com a respiração tão quente e descompassada, o gelo agora foi para o outro mamilo, os dentes de Kim seguraram forte no bico do peito livre e apertou a ginecomastia dele. Aquilo estava doendo e sufocando o menor, mas Kim só se sentia cada vez mais excitado e com vontade de fode-lo o mais rápido possível.


Tαєнуυnɢ on


Minha língua contornava todo o mamilo do pequeno, lhe dando prazer através de sugadas e mordidas. Yoongi sempre foi tão grosso e valente, mas hoje está tão submisso que está me deixando totalmente louco e eu estou esperando ele fazer uma rebeldia. Queria puní-lo mais ainda. Eu sei que ele não combinou nada, mas eu quero deixá-lo marcado. Meus dentes seguraram forte no mamilo alheio, o vi remexer novamente. Ele tentava se soltar, mas isso só o machucava mais ainda. Comecei a mordiscar bem devagar, algumas vezes  mais forte do que outras. Os dois estavam vermelhos, sangrando e com a marca de meus dentes. Olhei para o baixinho e fiquei fitando seu olhar, ele estava chorando, as lágrimas escorriam tão rapidamente... Sua bochecha parecia estar pegando fogo, seus lábios ressecados, estavam partidos e vermelhos como sempre. A sua baba escorria a filetes pelo canto dos seus lábios, e provavelmente sua mandíbula já deve estar toda machucada e doendo, simplesmente passei meus dígitos pelo seu rosto e me aproximei dele devagar. Meu nariz teve um contato com a sua pele que estava realmente quente e úmida. Joguei o ar que estava preso em minha boca contra sua omoplata e continuei fazendo até chegar no seu lóbulo, que também estava com a marca de meus dentes de tanto eu morder, e bem vermelhinho por causa dos chupões. Lambi bem devagar a sua orelha, molhei toda aquela área e por fim sussurrei em seu ouvido: 


— Aguenta firme baby. O Daddy, já está acabando.


Sei que aquilo foi uma grande mentira, mas eu não iria terminar exatamente agora. Eu estava me divertindo com suas expressões sofridas, com a sua cara de assustado e com suas expressões de prazer.  Sei que mínimo, mas ele está sentindo. Sempre soube que no fundo ele era masoquista e que gostaria de participar dos meus joguinhos. Passei meus dígitos pelo meu pau e apartei a glande. Eu estava prestes a gozar só com aquele olhar que não deixava de me fitar em momento algum. Tentava ao máximo segurar o deleite que a qualquer momento iria vir e devastar com todos os meus planos. Por mais que eu precisasse tê-lo agora, eu tinha que me controlar e eu odiava isso, não queria tratá-lo pesadamente. E por isso tentava não extrapolar, mas o que eu fiz com os seus mamilos não foi algo chamado de limite. Agora estava na hora de eu voltar a chupar seus mamilos e todas as partes do corpo alheio. Eu sei que o sangue escorria bem devagar e aquele gosto similar ao fedor de um metal iria invadir a minha cavidade bucal. Com os lábios fiz carinhos em todos os dois mamilos e escorri pela sua barriguinha, eu amava morder. Ele estava cheio de mordidas. Com os dentes peguei a sua pele e puxei para fora, mordendo e soltando. Agora ele estava todo vermelho, seu quadril ainda estava pálido e sem desenhos que pareciam frutinhas. Joguei minha cabeça para trás e sorrir quando pude tocar em meus ovos, e os massagear devagar, tendo a mente embriagada de imaginações eróticas, eu estava totalmente suado, meu cabelo grudava em minha testa e nas laterais do meu rosto, isso incomodava mas o prazer que eu estava me dando era maior que qualquer outra coisa.

Peguei os gelos que tinha jogado em uma bacia, agora era hora de preparar o Min para um forte choque térmico e uma leve anestesiada na pele, peguei um cubo de gelo e coloquei sobre um bico do peito dele, estava fazendo um carinho no seu corpo, mas ele parecia não estar gostando muito então parei com aquilo; quando um sub, não está gostando do que você está fazendo, você tem que parar, eu fiquei com um pouco de raiva, mas eu tentava o entender. Seus mamilos estava machucados demais para eu prosseguir a brincadeira com aquela parte do corpo.


— Aqui? Aqui eu posso? Pisque o olho duas vezes quando eu posso e uma quando não posso, Okay? — Pude pegar o gelo novamente e escorrer pela sua barriga, molhar toda aquela área; seu torso estava todo arrepiado. Suas mãos estavam sendo apertadas a cada selar que eu dava após passar o gelo, fiquei de joelho em frente ao seu membro e peguei o gelo. A bacia para ser mais preciso, deixei uma espaço oblíquo no meio da bacia e coloquei o membro dele no meio, e cobri de cubos de gelo, olhei para ele rindo e novamente ele tentava se soltar abaixando a cabeça, aquilo deveria estar muito frio, a sua expressão era uma das melhores, ele fechava e abria os olhos mexendo o rosto para um lado e outro, os gritos estavam sendo abafados novamente; eu queria que ele gritasse. Mas iria chamar atenção de todos, com um dos cubos de gelo, passei em sua virilha e ovos, quando vi que ele não aguentaria mais aquela tortura com o gelo coloquei a bacia no chão e toquei em seu pau, estava muito frio e sei que doendo também, estava sensível e mais que o chamado normal. Tirei o Gag dos seus labios olhei para ele, a sua mandíbula estava marcada, eu posso parecer uma pessoa cruel, mas comecei a massagear sua mandíbula e bochechas delicadamente. O tirei da cruz e deitei  na cama e peguei uma corda.


— Hey, babyboy, está doendo muito? Quer que o daddy passe para a fase final?— minha voz estava doce, nunca agi assim com ninguém. Mas eu estava fazendo isso por amizade ou por que eu estava com pena? Eu não sei. 

— Não, daddy, eu não quero atrapalhar seu divertimento. Pode continuar. — Sua voz baixinha, doce e quase inaudível; seu olhar estava puta excitante, suas pernas tão abertas para mim, seus braço sobre a barriga e cabelos bagunçados. 


— Você é corajoso, continua assim baby. Obedeça o daddy, que talvez um dia, irei te deixar no controle sobre mim. — sou uma pessoa complicada de manter promessas, mas eu realmente gosto de mandar e romper. Deixar eles esperançosos, mas sei que nada irá acontecer. 


  Mexi em meus cabelos e segurei em seu pezinho, fiz uma massagem no pulso para controlar se ele estava bem realmente e por fim o deixei de bruço; primeiro: passei a corda pelo seu corpo, apertando forte. Segundo: amarrei suas pernas na cama, agora ele estava incapaz de fazer qualquer movimento; seus braços estavam para trás por causa da corda, eu realmente tinha feito um ótimo trabalho, os antebraços estavam colocados para trás, enquanto a corda estava enrolada em seu corpo como se fosse uma serpente e com as suas pontas livre eu conseguir amarrar os pés dele na cama, por isso que eu amo essa corda, ela é muito grande e grossa; sei que vai machucar, mas a única coisa que não quero agora, é deixar mais pedaços do que já está e machucar o mamilo alheio. Peguei o flog e percorri suas coxas e pernas, o flog passava na pele lentamente e com carinho. A pele alheia estava toda arrepiada e com hematomas, suga sempre teve facilidade em se machucar e eu amo ele por causa disso, seu corpo é frágil. Dou dois golpes em sua coxa com o flog, novamente ele solta um gemido alto. Estrondoso, sua respiração está descompassa novamente, seus olhos estão começando a lacrimejar e seus dígitos não param de tremer. Suspirei fundo e com um pouco de compaixão fiz um carinho no lugar que marquei, para ele ficar calmo. Tem que ser um cachorrinho adestrado corretamente.


— Shi...calma. Eu irei te dar 50 golpes, mas você tem que contar mentalmente, se eu passar de 50 você receberá mais 50 e assim vai. Okay? — Foi então que dei os primeiros dez golpes nas partes visíveis e fáceis do seu corpo, ele estava com os olhos fechados e com a pele toda vermelha e roxa, estava sentindo o puro deleite desta situação, eu não acreditava que estava fazendo isso com o Yoon, ele sempre foi safado, todavia eu não consegui me conter com ele. Ele poderia fugir de tudo isso, mas não, prosseguiu só para saber onde iria terminar. Eu estava mexendo o flog descontroladamente, até que ele da um grito alto. Muito alto, acho que já chegamos aos 50, foi tudo tão rápido, estava concentrado nos números, mas o 51 não é 50. Olhei para ele já pegando a chibata, estava em sua frente vendo suas reações; passei a parte onde seguro na boca dele e depois no rosto. Não iria bater nele no rosto, mas com a cara de vadia que ele estava bem provável eu não me aguentar e fazer isso. 


— Daddy, chegamos a 50. — Soluçava e chorava, os lábios estavam completamente mordidos e eu não queria lhe dar esta notícia, mas mesmo assim olhei para ele após cogitar por segundos fitei a sua expressão. — 51. Acho que irei aumentar um pouco, mas agora faremos com chibata. — Murmurei, o vi engolir a seco e abaixar a cabeça, agora eu estava atras dele? Prestando atenção em todos lugares que eu tinha marcado, menos a virilha. A virilha que estava totalmente sem marcas, primeira chibatada o vi mexer os corpo levemente, na segunda o grito foi estrondosamente alto; as suas murmúrias e berros me deixavam louco, o seu rosto de puro cansaço, aquele brilhos nos olhos de tesão, era extraordinário, eu nunca havia comido um garoto tão gostoso e teimoso como ele. Yoongi gosta de desafios, e para ele isto está sendo um enorme desafio, as chibatadas estavam cada vez mais fortes, sua virilha vermelha, por isso desci para a polpa da sua bunda onde dei mais dez batidas assim, quando estava perto de chibatar aquele lugar pela vigésima-quinta vez ele gritou a palavra de segurança.


— ATU — Foi então que deixei a chibata cair no chão e caminhei até ele, ele realmente estava com uma expressão de dor, mas eu estava mesmo era excitado. O desamarrei e quando o fiz sentar na cama, era notável ver como seu corpo estava dolorido, o modo que ele tentava encontrar uma posição certa na cama para não machucar as partes sensíveis do seu corpo, suas coxas que estavam vermelhas; sua cintura que estava com a forma de meus dígitos, olhei para ele e fechei meus olhos sentindo novamente meu pau dando uma levantadinha; abri a boca dele e em seguida puxei-os pelo cabelo deixando-o de joelhos no chão, sua cavidade bucal estava bem aberta; sua língua para fora, segurei no meu pau e passei em sua língua, aquele pequeno contato foi o suficiente para eu poder jogar minha cabeça pra trás; seu músculo molhado girava em torno a minha glande, molhando-o, era incrível o jeito que ele conseguia mexer a língua, o primeiro sub que consegue fazer um boquete direito após ter passado por as brincadeiras do Dom. Agora a metade do meu pau sentia a cavidade alheia, totalmente aveludada, macia e com a língua passeando com dificuldade; os barulhos eram dóceis de se ouvir, meus gemidos estavam deixando aquele quarto mais sufocante, eu estava naquele limite de prazer que não importa o lugar que olhasse iria achar tudo excitante, o ar estava me deixando excitado. As roupas no chão me relembrando a hora que comecei a despir-lo. Aquela pequena língua escorregava facilmente pelos meus ovos e colocava um na boca, chupado-o delicadamente, mas eu confesso que quando ele iniciou os movimentos brutos e rápidos senti uma dor mista com prazer. 


— Ahhhh, Yoongi. — Acredito que esse foi o gemido mais alto que eu já dei, seus dentes passaram pelo meu pau, doeu, doeu muito. Suas mãozinhas estavam apertando minhas bolas, ele estava no controle. Ele foi um bom sub, apesar de ter acabado com o meu divertimento; cochichei antes de segurar em seus cabelos, eu queria empurrar sua cabeça e para sua cavidade bucal acolher todo o meu pau, mas não podia. Me limitei a fazer um simples carinho e me render para ele; minhas veias pulsavam intensamente, minha respiração estava mais rápida que em todos os meus dias normais, o suor escorregava pelo meu corpo todo, meu abdômen estava todo molhado de suor, o quarto fervia muito. E agora eu estava trêmulo, minha glande estava um pouco escura e inchada, pude reparar quando ele tirou meu pau da sua boca. Eu estava quase me deleitando, mas senti uma ponta de caneta na minha uretra, isso me deixou fervendo de raiva, eu não conseguia suporta aquela dor, estava quase chorando. Fechava meus olhos e suspirava fundo. O vi dar risada, ele se afastava de dentro de mim, e aquela dor continuava a pungir, fortemente. 


— Você não vai gozar agora. Senão não conseguirá me comer. — Comentou baixo, quando ele tirou aquela caneta de dentro da minha uretra pude soltar um grito de alívio, não sei como eu tive forças para não chorar na frente dele, eu nunca fiz isso e não estava acostumado. 

   Joguei o na cama e segurei em seus cabelos, puxei para trás levemente e agora ele teria novos hematomas, minha língua escorria por quase todas as partes do corpo alheio, mas eu prestava atenção para não machucar os lugares que estavam realmente fodidos, separei as suas pernas e segurei em meu pau devagar, empurrei minha glande para dentro dele; o vi se remexer e sai, tive que sair. Não iria entrar sem um pouco de lubrificante, mesmo essa sendo a ideia. Eu não tinha lubrificante e não iria cuspir no meu pau, pois ele não é privada e nem lixo. Tive que procurar um hidratante para poder fazer a penetração. Mexi no guarda-roupa e encontrei um hidratante da Dove, voltei para a cama e coloquei no meu pau, passando em todos os lugares ligeiramente e no orifício alheio, agora ele estava preparado; coloquei minha 'cabeça' dentro dele devagar, fui empurrando; ele me apertava, mas não muito. Ele não era virgem, mas a entrada era pequena para meu pau, descia bem devagar e com um pouco de dificuldade e acredito que isso era a melhor coisa, antes que eu começasse a dar estocadas rápidas lhe dei alguns tapas na barriga, não foram fortes, foram realmente fracos. Agora sentia a preção das paredes tentando me expulsar do seu interior, aquilo estava me machucando também. Queria me mexer, mas não poderia. Teria que esperar essa porra ficar mais aberta para eu poder da a apetecia que eu realmente quero, mas ao lado positivo isso também é delicioso e instigante.

— Está a quanto tempo sem transar? — Murmurei, eu confesso que já estava impaciente. 

— Acho que um ano.— Interrompeu sua fala apenas para gemer, para gemer como se fosse uma mera cadela. — Ah, daddy! — Confesso que aquilo era bom, os gemidos agudos e relaxados do miúdo, era um sensação deliciosa.


    Como ele tinha o talento de me deixar mais animado enquanto estou irritado, eu estava ao ponto de começar mas iniciei a beija-lo, sugar os seus labios e a morde-los, lentamente dei os primeiros movimentos, que em seguida não tinham mais controle, eram fortes, rápidos. A cabeceira da cama batia e batia na parede, a cama dava alguns pulos junto com os nossos e parecia que o mais rápido eu me mexia mas os gemidos alheios ficavam altos e doces de se escutar. Simplesmente doce e carinhoso, delicado. Ele era realmente um bebê, seus olhinhos fechados e lábios meio abertos, bem próximos do outro. E as suas maçãs são a melhor coisa melhor, elas estão tão vermelhas, essa é uma expressão agradável e estupenda.  Estava quase chegando ao meu deleite supremo, mas me afastei dele. Queria provar uma posição nova, bem, não era muito nova para mim.


— Oh, baby.


     Como ele estava deitado só fiz me deitar também e puxar seu corpo para cima do meu, abrir as suas pernas e mandei ele inclinar um pouco o corpo, pude penetrar nele pela milésima vez, minhas pernas eu as entrelacei , agora elas estavam próximas aos seus mamilos, uma perna dele estava de um lado e outra do lado. Segurei em seu joelho e comecei a mexê-lo para frente e para trás. Oh, aquilo era maravilhosamente belo, espetacular. Conseguia sentir meu pau entrando e saindo rápido de dentro da princesa.  Minhas mãos estavam suadas, não sabia por quando tempo eu aguentaria com aquilo, tirei minhas pernas do seu torso e segurei nas suas mãos o puxando para meu colo. Assim que ele sentou em meu colo olhei para ele rindo, sua expressão era de pura surpresa.


— Isso foi muito foda, não sabia que tinha que colocar a mão em seu pé. Deve ser por isso que você não conseguiu aguentar mais. — Comentou, só pude dar risada antes de deixá-lo cavalgar, cavalgar até eu gozar. 


   Carreguei o menor até a banheira, alisava seu cabelo docemente. Ele estava praticamente dormindo em cima de mim, ele está parecendo um bebê de verdade agora, nem parece que era o garoto que estava gritando por mais e  falando das posições. Deixei-o dentro da banheira e abri o chuveirinho, deixei-o na mão do Min. Peguei um sabonete líquido de chocolate e passei no corpo dele, ainda teria que arrumar a cama para ele dormir. Enquanto eu arrumava a cama, ele estava sentando no sofá enrolado com a tolha branca, já tinha enxugado os seus cabelos. Eu já tinha tomado o meu banho, agora só faltava esse último afazer. Arrumei a cama rapidamente, deitado-o logo em seguida. O cobri. Vesti uma blusa e calça moletom, ora, eu olhava para o rosto dele; lindo, com o rosto totalmente relaxado, olhos entre-abertos e um sorriso sacana nos lábios.


— Vai sair ,daddy? — Questionou. Sim, eu vou sair, para comprar pomadas e outrem coisas para você. 

— Vou comprar pomadas para hematomas e também para você não ficar assado. E pomada para feriada, tinha esquecido dessa. — Comentei. — Por quê? Quer alguma coisa? 


— Eu quero sim, pode trazer todos os sorvetes da sorveteria. — Porra ,Yoongi.  Tu quer me zerar, ainda não trabalho não. Minha mesada vai ser toda em sorvete.


— Estamos no inverno, você não pode tomar sorvete. Irá ficar doente.

— Mas eu quero! Eu quero sorvete!


— Shi....sabe aquela regrinha? O daddy, sabe o que é bom para o baby. Então obedeça, não quero te punir novamente. Quer comer outra coisa que não tenha ver nada com coisa gelada. — Avisei, passei meus dígitos em seus cabelos sorrindo. Acho que agora ele vai ser meu babyboy, para sempre.


— Eu quero chocolate de limão, e chocolate quente com aqueles doces brancos. — Comentou. Mas onde posso encontrar chocolate de limão?

— Mas não existe chocolate de limão, se existe onde eu posso encontrar? — Questionei,agora ele abriu os olhos com um sorriso fofo no rosto.

— Você terá que fazer, não vendem.  — É, acho que agradar e mimar esse baby irá ser difícil, ele tem desejos estranhos.


Notas Finais


E sobre o gelo não pau alheio, o Tae não afundou não, deixou na superfície somente e não por muito tempo, obrigado babys!


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