História Photograph - Memórias Vazias - Capítulo 12


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Categorias Ed Sheeran
Tags Edsheeran, Memoriasvazias, Photograph, Sheeran
Exibições 28
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pessoas lindas. Muito obrigado por ler.
Se quiser comentar fiquem a vontade.
Boa leitura.
Música do Capítulo: Pais e Filhos - Legião Urbana.
Bjos <3

Capítulo 12 - Persuasão.


Fanfic / Fanfiction Photograph - Memórias Vazias - Capítulo 12 - Persuasão.

Era oficial: meu pai estava tentando me comprar com R$ 200,00. E eu tentava a todo custo convencer ele.

- Mas pai, você já viajou duas vezes esse ano!

Ele olhou para mim nada satisfeito, tentando me convencer á ficar.

- Mas filha, Londres? Não pode ser alguma coisa mais perto? Cancun, Fernando de Noronha?

- Mas pai... – Eu tentei explicar o motivo da escolha, esperando que ele entendesse – Sabe o Ed? Lembra que eu fiz os contratos com ele e o Afonso? Ele me deu um ingresso, nos ficamos amigos e ele me convidou para ir... Ele já comprou a passagem.

Ele ainda estava bravo, mas suas expressões estavam mais suaves.

- Mas filha como eu fico aqui sem você? E o trabalho? E os prazos?

- Paizinho, eu te prometo que eu não vou atrasar, não vamos perder prazo, eu faço hora extra, levo trabalho para casa, prometo. Mas me deixa ir?

Eu disse com as mãos tocando uma na outra como em uma oração.

- Nossa parece uma criança... Parece  que tem 6 anos e não 26... – Ele suspirou – Se você convencer sua mãe está liberada!

Só mais tarde me liguei no que ele falou: “Se você convencer sua mãe...”

Putaqueopario, convencer meu pai era infinitamente mais fácil do que convencer minha mãe. Acho que eu nunca precisei pedir a permissão dela para as coisas, mas é que eu sempre fazia as mesmas coisas, nunca fui de viajar ou ir para longe. Eu sabia que eu era legalmente livre para ir onde eu quisesse, mas não queria ir brigada com ela.

Cheguei em casa e fui brincar com  as  meninas... bonecas, desenhos, massinhas, até a hora do banho. Dei um pré-banho nelas e deixei-as no chuveiro.

Minha mãe estava deitada e eu deitei junto á ela, vendo a novela das sete.

- Sabe mãe eu queria te pedir uma coisa.

 Ela olhou para mim por cima dos óculos.

- Não tenho dinheiro não.

Mas que diabos, eu não queria parecer mercenária para o Ed, mas estava sempre cobrando boleto dos meus pais...

- Aff mãe, nada a ver com isso. É que eu queria viajar...

Ela continuou vendo a novela, mas disse espontaneamente:

- Para onde menina?!

Eu suspirei e abri a boca lentamente.  O mais longe que eu já tinha ido era para Minas Gerais, visitar meu avô  quando eu era criança, mas antes de eu  falar o telefone tocou.

- Deixa que eu atendo! – Levantei e fui até a sala – Alô? – Era o pai das meninas, Erick, que queria saber como elas estavam.

Então tive uma ideia.

- Escuta! Acho que eu vou precisar viajar, lá para semana que vem. Será que você pode ficar com elas uma semana?

- Claro! É... Sei que não é da minha conta, mas... Pra onde você vai?

- E não é da sua conta mesmo... – Ri horrores e depois, de súbito fiquei séria – Londres.

Ele ficou mudo.

- E ai? Pode ficar com elas ou não?

- Tudo bem.

Antes que ele falasse qualquer outra coisa, eu passei o telefone para Ana e voltei para minha mãe, me aconchegando em seu abraço.

- Então mãe... Lembra do Ed?

Sem prestar muito a atenção, ela respondeu:

- Claro você não para de falar dele!

Eu continuei bem devagar e suave.

- Então mãe... Ele me convidou para passar uns dias com ele e eu queria ir.

Eu não queria assustar ela, mas ela se adiantou:

- E onde ele mora?

- Ah mãe, pertinho... é em... Londres.

Ela somente respirou fundo, eu fechei os olhos e continue ali, abraçada com ela. Depois de alguns minutos de silêncio, ela finalmente se pronunciou.

- E o que te faz achar que eu vou deixar você ir para Londres?

- Seu amor? – Apesar da piada, não havia resposta melhor.

- Seu pai já sabe?

Eu levantei e sentei na cama, me animando um pouco.

- Sim!  Ele disse que me dá uma semana de folga se a Sra. deixar eu ir.

Sem esboçar reação ela completa.

- E as meninas?

- Então, eu já falei com o Erick e ele disse que fica com elas.

Ela não  falou nada, fechou  a cara e continuou olhando  para a  TV.

- Mãe, a Sra. Sabe que não pode me impedir de ir se eu realmente quiser  ir, né? Eu só não quero deixar a Sra. brava, como da vez que eu fui ao Sirena...

Eu levantei e disse:

- Esses tempos têm sido horríveis mãe. Eu não tenho com quem conversar. Eu tô me sentindo sozinha. Eu só queria me desligar um pouco.

Então eu saí do quarto esperando que minha cena tivesse efeito, tudo que eu disse era verdade, eu só não tinha coragem de admitir.


Notas Finais


Obrigada pro lerem.
Se quiser dar nota, comentar e favoritar, eu agradeço.
Bjos <3


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