História Photograph - Memórias Vazias - Capítulo 14


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Categorias Ed Sheeran
Tags Edsheeran, Memoriasvazias, Photograph, Sheeran
Exibições 30
Palavras 389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu me esqueço de postar.
Vocês esquecem de comentar.
Me ajudem a lembrar.
Música do Capítulo: Domino - Jessie J
Boa leitura.
Bjos <3

Capítulo 14 - Londres.


Fanfic / Fanfiction Photograph - Memórias Vazias - Capítulo 14 - Londres.

Dez horas de voo.  Minha casa era tão pertinho do aeroporto que eu conseguia ver meu bairro entre as nuvens... Seria uma longa viagem. Revezei entre dormir um pouco, ler a coleção do Harry Potter que pesava mais que minha bagagem toda. Dorme, acorda, lê, dorme, acorda...

Até que cheguei. Desci sem saber como ia chegar até a casa dele, estava um pouco distraída quando Stu esbarrou em mim com uma plaquinha nas mãos, com meu nome escrito.

- Hey, Júlia, como  você está?

- Porque a placa? Não lembra de mim não? Devia ter barrado os bottons. – Eu disse rindo enquanto ele me abraçava.

- Vai que você não lembra de mim né? Ficou amiguinha do Kevin, vai que me esqueceu e me trocou.

- Jamais – Eu disse rindo – Vocês são os três porquinhos, amo  todos vocês!

- Ah! Três porquinhos? Essa eu adorei!

Entramos no carro e fomos para a casa do Ed. Não sabia dizer ao certo onde ficava, mas pelo que contei foram 20 ou 30 minutos do aeroporto, o que fazia muito sentido porque ele deveria viajar demais, então...

Paramos em uma rua grande, bem arborizada e silenciosa, o carro estava bem em  frente á uma casa, bem parecido com o que chamaríamos aqui no Brasil de sobrado, o portão era preto e a casa era branca, e eu que esperava uma mansão cheia de luxo me vi encantada com aquela casinha tão tranquila, exatamente igual as demais da mesma rua.

Passamos pelo portão e Stu abriu a porta, essa dava para a escada e do lado direito havia outra porta, mas Stu subiu as escadas e abriu  a porta, eu subi logo em seguida com o resto das  coisas. Entramos pela sala, a casa era branca e bem iluminada, o sofá era grande e laranja, havia  uma mesa perto da bancada, era uma casa pequena, diferente de tido que eu poderia ter imaginado, mas ao me dar conta de quão aconchegante era, fiquei feliz por as coisas serem como  eram. Fiquei feliz por não ser uma mansão ou algo do tipo.

Foi nesse momento que em um pulo o Ed apareceu sorrindo:

- Oi! – Ele me abraçou e eu até tentei retribuir, mas era estranho, algumas pessoas não entendem como uma dor emocional pode ser tão grande a ponto de se tornar física.


Notas Finais


Obrigada por lerem.
Votem, Comentem, Deem notas.
Até mais tarde.


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