História Photograph - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Sebastian Stan
Personagens Personagens Originais, Sebastian Stan
Exibições 70
Palavras 961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


esse capitulo é especial ele se passa no futuro, algumas coisas dele vão ser explicadas mais para frente, desculpa ter deixado a fic desatualizada é que eu fui viajar :)

Luna Stan - Ashley Moore ( imaginem ela com olhos azuis)
James Parker - Ezra Miller
Crystal German - Sophia Boutella.

Capítulo 13 - Pais e filhos - ESPECIAL


Fanfic / Fanfiction Photograph - Capítulo 13 - Pais e filhos - ESPECIAL

 

— Eu realmente tenho que ir? – Meu irmão está deitado no colo da minha mãe, nem parece que tem 18 anos, o James é um bebezão.

— Infelizmente sim – dona Olivia responde séria tirando o termômetro do bebezão – 38,6, graças a deus está baixando e você tem que conviver com o pai de vocês, mesmo que eu não goste e nem vocês.

— É sempre cheio de fotógrafos – James fala rouco, ele está gripado – e ele fica perguntando sobre você e a namorada da Luna, muito chato.

— Seu pai é chato – minha mãe puxa os cabelos compridos e ondulados do meu irmão – ele ainda acha que tem chance comigo – ela dá uma risada, eu amo tanto essa mulher – nunca vou amar ninguém novamente como amei o Luke, ele foi um bem para nós.

— Foi mesmo – respondo baixo. Meu padrasto morreu quando eu tinha dez anos e o Jay sete, ele amava mesmo minha mãe, quando ela voltou gravida do meu irmão para Austrália ele a acolheu novamente, nos criou como filhos, entretanto um câncer no pulmão apareceu do nada, antes dele morrer viajamos pela Ásia, Europa e américa latina, ele e minha mãe nos ensinaram em casa enquanto viajávamos, meu pai é um cretino, não sei como tem tanta gente que baba o ovo dele até hoje, só convivo por causa da pressão que minha amada mamãe faz – temos que ir a Austrália em breve.

— Vamos no natal, seus avós vão para Itália, esse ano não tem reunião familiar – minha mãe está fazendo trancinhas no cabelo do Jay, ele não se importa está quase dormindo – eu amo vocês – minha mãe me puxa da mão e abraça nós dois – meus bebes.

— Aí mãe – James reclama porque ela está apertando o braço dele que tomou injeção, ela solta a gente e eu saio da cama, preciso me arrumar para encontrar o satã, mando uma mensagem para Cristal se ela quiser vir comer uma pizza com a gente, minha namorada gosta mais da minha família do que de mim, ela fica encantada com os livros publicados de fotografia da minha mãe, o meu favorito é o Austrália porque tem fotos do casamento dela com o barrigão, Jay estava quase nascendo, mas ela continuava linda.

— Quer que eu te leve? – Minha mãe para na porta do meu quarto – seu irmão dormiu.

— Não precisa, vou pegar o metro – respondo pegando minha bolsa – me deseje sorte – Ela beija o alto da minha cabeça e eu saio do quarto, espero que meu pai não leve a Katherine, ela é tão irritante, ela é um ano mais nova que eu, fruto do casamento furado do meu pai, a garota odeia o James, uma vez fui ao aniversário dela acho que os dezesseis anos, ela surtou por causa do meu vestido, sua inveja é algo perceptível, entretanto eu não to nem aí para ela.

 

 

 

Coloco meus fones de ouvido e saio corre4ndo para pegar o metro, se eu me atrasar vou acabar desistindo de ver o meu querido pai, olho minha carteira do metro e vejo meu nome, Luna Stan Parker, eu gostava quando era só Luna Parker, o Jay é James Parker Stan. Entro no metro que está vazo para o horário, raramente vou para o Upper east side, me sinto desconfortável lá, minha mãe morava lá, mas nossa casa no Brooklyn é bem melhor ela diz.

[...]

 Dobro a esquina e consigo ver ele sentado de costas no restaurante, o cabelo está mais curto do que da última vez, o casaco preto está nas costas da cadeira e parece estar pedindo algo, uma coisa temos em comum, odiamos esperar pelos outros, entro no restaurante e vou direto ao encontro do Sebastian, ele se levanta e me dá um abraço, frio, totalmente falso.

— Cadê o seu irmão? – Ele pergunta apressado.

— Doente, ficou em casa – respondo o menos seca o possível. Almoçamos e trocamos meias palavras, ele me olha algumas vezes, tirando a cor dos meus olhos não temos nada em comum, eu sou igual a minha mãe, já o Jay é o meu pai com olhos castanhos.

— E a sua mãe? O que anda fazendo? – ele pergunta com um tom de voz contente, seus olhos se enchem de alegria, ele ainda a ama mesmo sabendo que não é reciproco.

— Está bem, vai publicar mais um livro de fotos e começar a dar aulas sobre fotografia, ela já deveria ter começado as aulas, mas o Jay ficou doente então ela adiou.

— As aulas vão ser na NYU? – ele pergunta ansioso, apenas confirmo com a cabeça e continuo comendo meu pedaço de torta. Peço um pedaço de torta de limão e um sanduiche de frango para o meu irmão, Crystal me liga duas vezes, pego meu casaco das costas da cadeira e me levanto.

— Preciso ir – respondo, caminho até ele e dou um beijo na sua testa – tchau pai.

— Tchau, Luna – ele me encara e acaricia meu rosto – mande um beijo para o seu irmão e a para a Dona Olivia também.

— Pode deixar – falo rápido e saio do restaurante, o olhar do meu pai parece triste, sozinho, não parece o homem que minha mãe falava, ele perdeu tudo, está preso em um labirinto de tristeza e solidão que parece não ter fim.

[...]

— Você demorou! – Crystal abre a porta usando seu moletom da mulher maravilha e suas leggins roxas, minha namorada me lembra um pouco a minha tia- estava com o Stan?

— É – solto minha bolsa no sofá junto com o casaco – foi muito ruim, mas acho que ele ainda está apaixonado pela minha mãe, de um jeito puro.

— Luna! – ela me reprende sem eu falar antes – sua mãe nunca aceitaria ele.

— Eu sei, mas a....- me jogo para trás na cama cheia de almofadas coloridas – sinto que ele precisa de uma chance.


Notas Finais


espero que tenha deixado vocês curiosos, quinta voltamos com tudo yayy


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