História Photograph - Capítulo 10


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Categorias Dylan O'Brien
Personagens Dylan O'Brien, Personagens Originais
Tags Artes, Drama, Dylanobrien, Fotografia, Photograph, Romance, Teenwolfelenco
Exibições 56
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - 10. Hospital


Fanfic / Fanfiction Photograph - Capítulo 10 - 10. Hospital

Hospital

Chloe Bennett

 

            Eu podia sentir as palmas das minhas mãos suarem, conforme apertava minhas unhas nelas. A dor não era nada, se formos compará-la com meu nervosismo. Conforme íamos passando pelo estacionamento, que ficava do outro lado da rua, as pessoas olhavam para nós como se fossemos loucas.

            De fato, éramos um pouco, assim como todas as outras pessoas. A farinha seca do meu cabelo e o gosto amargo do café de Katherine continuavam em mim. Nem com o vento forte, que pegamos graças a velocidade de Katherine na moto, não conseguimos se livrar da farinha no cabelo.

            Eu não sei vocês, mas conforme ando pela rua e vejo pessoas me olhando, começo a entrar em alarde por dentro, deixando-me, automaticamente, em pânico. Bom, foi isso que aconteceu.

            Assim que encontramos Ingrid e Scott, pude sentir meu rosto molhado pelas lágrimas. Pude sentir o vento bater fortemente contra meu rosto e bagunçar meus cabelos, sentindo o cheiro forte das coisas que o vento ‘soprava’. Eu tentei dizer algo, mas nem a minha voz saia por entre toda a multidão que me cercava. As pessoas me olhavam curiosamente, fazendo meu coração se apertar. A última coisa que me lembro, antes de começar a chorar feito uma criança, foi a voz de Katherine, como um eco choroso, dizendo que tudo ficaria bem.

***

            Eu nunca poderia esquecer esse cheiro. O cheiro tão alarmante para mim: O cheiro de um hospital. Fechei os olhos, focalizando toda a minha força em não pirar. O medo de hospitais era tão natural quanto o de palhaços.

Não, ela está bem, Tyler. – Ouvi a voz de Katherine ao fundo, sua voz estava normal agora, ela falava ao telefone com Tyler, que possivelmente já havia ligado para ela. Chloe teve um ataque de pânico. Elena está com virose. Elena é burra, come tudo que vê pela frente, talvez fosse isso.

            Ouvi um dos aparelhos ao meu lado começar a apitar em um ritmo acelerado, talvez fosse o do meu coração já que eu percebi que uma agulha estava ligada em minha veia. Anota aí outro medo: O de agulhas.

Eu tenho que desligar, ela acordou. – Murmurou a de cabelos rosa e, por fim, murmurou um último “Tchau” e desligou a ligação. – Elena está bem, Ingrid acho ela antes que a mesma quase morresse afogada no próprio vômito. Que nojo.

            A de cabelos rosas fez uma careta, a acompanhei ao imaginar a cena.

— E… E como Ingrid foi parar lá em casa? – Questionei e, felizmente, Katherine começou a explicar logo após.

 

Flashback, Ingrid Lake.

 

Estava sentada no carro de Scott enquanto encarava minhas mãos sobre o colo. O rádio tocava Cayendo, do Deorro, bem baixo, deixando-me um pouco animada, principalmente porque as coisas com os pais de Scott haviam sido ótimas, além deles super apoiarem nosso namoro.

Decidimos que íamos passar no apartamento das garotas, para dar as boas notícias. Infelizmente, eu ligava para o celular de Chloe, mas ninguém atendia, então liguei para o de Katherine e houve a mesma coisa. Acho que elas devem estar dormindo, já que possivelmente devem ter chegado em casa por conta do Café estar fechado.

Estacionamos o carro na frente do edifício, descendo do mesmo logo em seguida. Subimos pelo elevador mesmo, já que o apartamento das garotas ficava na cobertura. Ainda bem que eu não moro em apartamento. Tá amarrado no nome de Chloe, Katherine e Elena. Tenho minha casinha maravilhosa que parece a casa da Barbie de tão rosa que é.

Putas? – Chamei minhas vagabundas enquanto entrava na casa, já que eu sei muito bem que essas burras não trancam a porta. Ouvia o som da água da pia da cozinha ligada, mas nada de uma resposta. Vi o celular de Chloe em cima da mesinha no canto da porta. Puta burra do cacete.

Vi que o chão estava encharcado por inteiro. Corri para a cozinha onde vi o corpo da Elena jogado no chão. Deus, o que aconteceu aqui?

 

Fim do Flashback, Chloe Bennett

 

— Espera, então eu esqueci o meu celular em casa? – Perguntei com uma sobrancelha arqueada, Katherine bufou.

— Jura que depois de tudo o que eu falei você só lembra disso? – Perguntou revirando os olhos. Dei de ombros. – Só esperaremos o Dr. vir ver como você está e iremos ir ver Elena.

Deitei na cama ignorando o ódio mortal que sentia ao ouvir o barulho do soro pingando.

— Por que eu tô tomando soro? – Perguntei olhando para minha amiga que digitava uma mensagem no seu celular.

— Você não come desde ontem à noite, por isso agora eu sou responsável por alimentar você e Elena. – Ela resmungou sem sequer desviar a atenção do celular. Tenho quase certeza de que ela tá falando com Tyler. – Eu preciso atender uma ligação, volto já já.

E sem dizer mais nada, ela saiu pela porta me deixando sozinha com meus pensamentos. Às vezes eu me preocupava com essas ligações que Kath recebia ou dava, mas bem que eu gostaria de saber da onde vinham. Eu tentava não me intrometer nessas coisas dela, mas algumas vezes, como quando ela voltava muito puta, eu precisava falar. Na verdade, eu não sinto vontade de falar sobre isso agora. Acho que é algo meio que pessoal dela.

Hoje o dia tinha sido maravilhoso demais para ser estragado por algo que sei que Katherine resolverá sozinha. Dá para acreditar? Eu conheci o Elenco de Teen Wolf, a minha paixão platônica e a paixão platônica da minha melhor amiga. Agora só falta a paixão platônica da Elena: Daniel Sharman.

            Os minutos passaram se arrastando como uma tartaruga, me fazendo imaginar o porquê de Katherine estar demorando tanto. 3 minutos haviam se passado e eu contava com a minha imaginação criativa com ‘as mil formas da Chloe fugir do hospital’. Acho que as 999 primeiras eram muito suicidas e a última envolveria muito tempo para conseguir uma bomba nuclear.

— Voltei. E o doutor também, ET. – Katherine disse entrando na sala, logo atrás dela vinha o homem de jaleco branco. Quase que, involuntariamente, me encolhi na cama. Eu morria de medo de médicos, medo bobo, eu sei. Medo de médicos, hospitais, agulhas... Muitos medos bobos, porém eu não consigo deixar de lado.

— Srta. Bennett, creio que sua amiga já falou que você terá de se alimentar corretamente, certo? – Ele perguntou enquanto olhava alguns papéis e assinava algumas coisas. Murmurei um “sim” e ele assentiu enquanto terminava de assinar o último papel. – Está certo então. Já assinei a sua alta, poderá visitar a sua amiga agora.



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