História Picante Que Nem Pimenta - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Personagens Originais, Rukia Kuchiki, Shunsui Kyouraku
Tags Bleach, Byakuya, Excitação, Kuchiki, Romance, Sexo
Exibições 29
Palavras 7.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sério, me perdoem os erros de português, palavras repetidas e confusas ><

Capítulo 4 - Quem é Hisana?


Fanfic / Fanfiction Picante Que Nem Pimenta - Capítulo 4 - Quem é Hisana?

Byakuya passou a fazer mais perguntas para Maiko demonstrando cada vez mais seu interesse, muitas delas eram bobas como, por exemplo, ele queria saber qual a cor favorita dela que era vermelho carmim e outras perguntas eram muito mais essências como sobre os pais de Maiko, a mãe dela que morava no Brasil, havia se separado de seu pai, Kunihiro, que morava no Japão, mas eles não tinham muito contato, Kunihiro já havia se casado com outra mulher e não ligava muito para a filha, Maiko vez ou outra replicava as perguntas, mas às vezes tinha que contentar com o silêncio, principalmente, quando se tratava de seu avô, Ginrei, que ele se referia como Oji-sama apenas. Maiko descobriu que Byakuya tinha uma irmã mais nova e que seus pais haviam falecido num trágico acidente de avião. “Agora que eu parei para pensar, ele está fazendo a mesma expressão séria o tempo todo, me pergunto por que” Maiko pensou vendo que mesmo falando de uma coisa triste ele não parecia expressar nenhum sentimento “Parece até uma pessoa sem coração”.

_Kuchiki Byakuya. – Ele disse.

_Kuchiki Byakuya? O que é? – Maiko perguntou sorrindo.

_Meu nome. – O sorriso de Maiko sumiu e ela engoliu seco e olhando o último pedaço de seu bolinho “O que ele quer me dizendo o nome dele assim do nada?”.

_Por que você decidiu me contar seu nome do nada? – Ela  perguntou sem conseguir encara-lo.

_Não vejo mais necessidade de te esconder isso.

_Kuchiki Byakuya-san? – “Agora eu entendo K-san, By-san” ela pensou.

_Pode me chamar como desejar. – Byakuya disse pegando o pedaço do bolinho dela com seu hashi e ofereceu para ela, Maiko ficou um tempo olhando para ele envergonhada antes de abocanhar o bolinho. – Você não faz ideia do quanto eu te desejo. – Ele disse franzindo o cenho vendo Maiko engolir o bolinho, Maiko ficou mais avermelhada “É perigoso ficar a sós com ele dessa forma” ela pensou e procurou algo para se distrair de novo.

_Ah sim, me lembrei que disse ter planos amanhã comigo. – Maiko disse pegando os pratos para lavar. – Que planos são esses?

_Segredo. – Byakuya respondeu se levantando junto com ela.

_Por que você tem que ser tão misterioso desse jeito? – Maiko disse sem graça. – Ah não, pode deixar eu cuido disso. – Ela disse pegando os copos que ele havia pego e colocou junto com os pratos, foi até a pia e começou a lavar a louça. Byakuya estava gostando mais do que sua imaginação havia chego “É interessante ficar a sós com ela assim, sinto uma paz que não sinto em casa”.

_Amanhã você verá o lugar.

_Eu só estava pensando no que vestir.

_Não se preocupe, eu cuido disso pra você.

“Ele já parou pra pensar que eu posso não gostar que fique me comprando coisas” Maiko pensou olhando para ele, “Mas vou deixar dessa vez, já que não vai me contar onde vamos, mas da próxima vez vou fazer ele me falar”, ela voltou a olhar para a louça.

Com a louça limpa, Maiko foi para o quarto pedindo para Byakuya ficar à vontade enquanto iria tomar banho e deixou ele na sala. Já nua de baixo do chuveiro, Maiko ouviu uma tentativa de Byakuya abrir a fechadura “Ainda bem que eu tranquei, não se se aguento mais um ataque dele hoje” ela pensou terminando de se enxaguar. “Tsc, por que eu não consigo me segurar?” Byakuya pensou do outro lado da porta “Eu preciso tentar”. Maiko ficou surpresa ao sair de vagar do banheiro e não encontrar Byakuya por ali. Depois de se arrumar ele a levou para o trabalho dirigindo um carro diferente, ele estava com um carro popular pois tinha a intenção de não chamar atenção quando estivesse na casa dela. Maiko gostou quando ele passou a informação para ela demonstrando precaução e cuidado, mesmo assim ainda havia um segurança num outro carro por perto.

_Você já pensou e mudar de emprego? – Byakuya disse enquanto dirigia.

_Claro, não penso em ficar ali de forma alguma, como você sabe, curso engenharia química e pretendo trabalhar na área o quanto antes.

_Entendo. – Ele a olhou com o canto do olho. – Eu conheço alguns empresários, posso fazer indica-la.

_Eu agradeço, mas eu gostaria de achar um emprego por conta própria.

_Tudo bem. – Byakuya parou de olhar para Maiko e quase sorriu “Gosto desse jeito dela”.

_Pode me deixar aqui. – Maiko falou apontando para a guia já tirando o sinto de segurança. – Então, eu te ligo. – Maiko disse abrindo a porta pra sair, mas Byakuya não deixou ela sair tão rápido, segurou seu braço e puxou a nuca dela, Maiko segurou ele no ombro parando centímetros da boca dele. Byakuya viu Maiko começar a ficar vermelha enquanto sentia a respiração dela ficar pesada. Maiko desejou que ele continuasse e ficou muito sem graça quando ele simplesmente beijou a testa dela carinhosamente, ele a soltou acariciando o braço dela. Então ela se virou devagar para voltar a sair.

_Me ligue meia hora antes. – Byakua disse sério se voltando para o volante. Maiko nem conseguiu respondê-lo, saiu do carro sentindo o coração na garganta “O que foi isso?” ela pensou ao passar pela porta pegando na testa, onde ele havia beijado e se encostou de costas na porta, em seguida desceu a mão e colocou no peito pedindo para o coração se acalmar.

 

“Hoje ele foi tão carinhoso, fico imaginando o que  se passa na mente dele”, Maiko não conseguia parar de pensar em Byakuya, ficava se perguntando o que estava acontecendo entre eles, “Ele não é meu namorado, é?”, ela tentava se concentrar em seu trabalho, mas vez ou outra ela se pagava distraída, totalmente parada lembrando dos beijos dele “Tudo que eu evitei de pensar durante a semana, está vindo à tona agora”

_Maiko. – Ela estremeceu em choque ao ouvir a voz de Yano a chamar enquanto estava ajoelhada no chão esfregando o canto da parede perto dos quartos das moças. – Quero falar com você, venha. – Yano seguiu em direção ao seu escritório que também era seu quarto.

_Tem algum problema? – Maiko perguntou quando ele fechou a porta.

_Tem, eu queria saber se está saindo com o tal de “By-san”. – Yano falou sério cruzando os braços. – Eu vi você num carro com ele hoje.

_Eu acho que minha vida pessoal não tem nada a ver com o trabalho. – Maiko respondeu encarando ele

_É? Vou aceitar isso como um sim. – Yano disse apesar de se sentir mal pela forma que abordou Maiko.

_Pense o que quiser, eu vou voltar ao meu trabalho. – Maiko foi até a porta, mas ao tentar puxar a porta, Yano a impediu segurando a porta, Maiko olhou para ele assustada, então ele pegou o braço dela e a empurrou até encosta-la na parede.

_Você não entende, não é? – Yano disse se aproximando do rosto de Maiko com a intenção de beija-la, mas Maiko o esbofetou com a mão que estava livre.

_Pode me demitir por isso se quiser. – Ela disse se esquivando dele e saiu da sala.

“O que foi isso?” ela se perguntou olhando a mão que bateu em seu chefe enquanto andava no corredor voltando para o quarto das meninas. Depois de terminar ali, Maiko viu Yano a esperando fora do quarto.

_O que vo-. – Maiko começou a falar, mas Yano a interrompeu.

_Me desculpe. – Ele disse a olhando nos olhos. – Eu não tive a intensão de te assustar. – Maiko ficou muda olhando o rosto de Yano que estava expressava uma certa tristeza. – Eu queria fazer isso de um jeito mais adequado, mas eu entrei em desespero. – Ele levou a mão na testa e inclinou a cabeça para trás se preocupando com o silêncio de Maiko. – Deus! Eu só queria te dizer que gosto muito de você e não é só por causa que eu tenho medo que se envolva muito com aquele homem, é com qualquer um. – Yano não conteve uma tremedeira na mão fechando o punho, mas o tremor correu para as pernas, Maiko desviou o olhar sem conseguir falar e um silêncio dominou um vácuo entre eles, dali só se ouvia a música da balada abafada pelas paredes, Yano levou a mão na boca para segurar o choro sabendo que o silêncio dela significava sua rejeição. – Eu vou te pedir para que procure um outro emprego. – Ele disse ao virar as costas e ir em direção ao início do corredor. – Pode continuar seu trabalho até lá e me avise quando conseguir. – Então ele parou e olhou para Maiko por cima do ombro. – Mas eu vou deixar bem claro que estou pedindo para ir embora não por causa do merecido tapa e sim porque eu não vou conseguir suportar te ver enquanto sabendo que você está com outro homem. – Então ele seguiu em frente.

“Nunca poderia imaginar que ele tivesse esse tipo de sentimento por mim” Maiko pensou vendo ele virar o a esquina do corredor. Ela voltou para seu trabalho e agora estava com a mente mais pensativa ainda, “Não basta By-san, não, Kuchiki-san, que está me deixando louca, agora meu chefe vem e se declara dessa forma” ela pensou colocando a mão na testa “Que sufoco”.

 

Conforme combinou com Byakuya, Maiko ligou antes de sair do trabalho, se arrumou e foi ao local combinado, chegando no local Maiko viu um homem que estava de roupa, mochila, moto, capacete, tudo de preto parado no local, ficou com medo e parou olhando ele, virou as costas e decidiu voltar o caminho. Maiko ouviu o som da enorme moto se aproximar e se afastou da guia, ele passou alguns metros adiante e parou deixando Maiko em choque "Ele está me perseguindo?!".

_Vai desistir do nosso encontro? – Byakuya falou erguendo o capacete.

_Você?! – Maiko disse pegando no peito. – Que susto, nunca imaginei você andando de moto.

_Venha. – Ele disse descendo da moto, pegou o capacete que estava na mochila e colocou nela, enquanto ele estava checando se o capacete estava bem preso nela, Maiko ficou admirando o rosto dele “Nossa, que belos olhos azuis acinzentados, mesmo que pareçam tristes com esse olhar sério, faz com que ele tenha uma beleza incomum. Ele realmente é lindo demais. Será que ele pode mesmo gostar de mim?”. – Pronto, coloque sua bolsa aqui. – Byakuya deu a mochila para ela, montou na moto e ofereceu a mão para ajuda-la a subir, Maiko pegou a mão dele e depois o abraçou.

Maiko nunca havia andado de moto antes e ficou com um pouco de medo no começo, cada vez que Byakuya parava dava dicas para ela se segurar, depois que aprendeu o passeio se tornou muito prazeroso. O sol estava nascendo quando eles atravessaram a ponte Meiko Nishi e foram um pouco distante da cidade para chegar ao seu destino. Quando chegaram lá o sol já estava alto, o lugar era um clube e ao entrar no estacionamento, Maiko notou que só pessoas ricas frequentam o lugar vendo os carros estacionados “Existe tanta gente rica assim?” ela se perguntou. Ao descer da moto, Maiko não conseguia se livrar do capacete e Byakuya foi ajuda-la, ela começou a corar vendo que ele tão próximo “Será que algum dia eu vou me acostumar com o fato dele chegar tão perto de mim?”, foi surpreendida quando ele a beijou assim que tirou o capacete.

_O que você está fazendo?! – Ela disse dando um pulo para trás quando sentiu ele colocar a mão por baixo de sua blusinha nas costas.

_É difícil resistir a você, ainda mais com seu jeito tímido. – Ele disse acariciando os lábios de Maiko com a ponta do dedo polegar deixando ela ainda mais vermelha, ela ficou procurando algum assunto para falar.

_Então você gosta de lugares assim? – Maiko disse desviando o olhar.

_Não muito. Eu te trouxe aqui para que fique mais à vontade, acho que um lugar mais pulblico pode ajudar. – Ele respondeu indo em direção à entrada.

Byakuya pegou na mão dela seguiu adiante, depois de passarem pela recepção Maiko viu como o lugar era, haviam muitas piscinas de ínício e algumas quadras poliesportivas, não haviam quase ninguém, o lugar tinha uma pessoa ou outra andando, nadando, jogando bola ou tênis.

_Aqui. – Byakuya deu uma chave com um chaveiro escrito 28 para Maiko. – Essa chave é de um armário dentro do banheiro feminino, lá você vai achar tudo o que precisar, mas se faltar alguma coisa é só me falar. Eu gostaria de jogar um pouco de tênis se quiser.

_Ok. – Ela disse olhando Byakuya se dirigir para o banheiro masculino.

“Realmente tem de tudo” ela pensou quando ela abriu o armário, haviam duas trocas de roupa, biquíni, maiô, escova de cabelo, perfume, produtos para o corpo e cabelo, remédios, chinelos, inclusive coisas para quem está naqueles dias, “Não consigo imaginar ele comprando essas coisas” ela disse pegando uma calcinha branca de renda com as pontas dos dedos. Ela colocou um vestido branco com mangas babylook, gola polo e saia de prega, calçou um tênis. Ao sair dali encontrou Byakuya  que estava com duas raquetes na mão, “Que estranho ver ele de bermuda” ela pensou olhando as panturrilhas dele “Agora que notei, ele é Yakuza, mas não tem nenhuma tatuagem”. Byakuya olhou para Maiko, foi até ela que vinha ao seu encontro, pegou ela e saiu de mãos dadas. “O que eu sou para ele?” Maiko se perguntou olhando para a mão quente dele. Haviam várias caixas de som espalhadas pelo clube e começou a tocar Flo Rida – Whistle.

_Eu entrei para o clube de tênis na faculdade, mas não sei jogar muito bem. – Maiko disse quando chegaram na quadra.

_Eu pego leve com você. – Ele disse dando uma raquete para ela.

Cada um foi para um lado e Byakuya começou o jogo. Maiko conseguia acompanhar ele de início e fez até alguns pontos. Byakuya sentia um calor no coração feliz de ver ela sorrir daquele jeito. Vez ou outra ele ia até Maiko para ensina-la um truque ou outro, nesses momentos Maiko sentia o corpo queimar onde ele a tocava, ele pegava na cintura a ensinando ter postura e pegava em seus braços fazendo ela imitar movimentos dele. Ela tentava se concentrar no que ele dizia admitindo para si que era muito difícil e Byakuya estava adorando ver ela ficar vermelha como sempre. Depois de algum tempo ele começou a jogar mais sério se tornando um verdadeiro desafio para Maiko. Ela se viu perdendo muitas jogadas e começou a se irritar.

_ Maldito! Isso não é justo! – Ela disse ao ver Byakuya mandar uma bola muito rápida que ela não alcançou. – Eu vou pegar você. – Ela disse apontando a raquete para ele, estava com muita raiva, mas então ela baixou a raquete e ficou paralisada olhando para ele boquiaberta “Mentira, ele está sorrindo?!” ela pensou, então Byakuya foi até ela.

_O que foi? – Ele disse ainda um pouco sorridente.

_Nada. – Ela disse desviando o olhar, olhando o chão “Que sorriso lindo!”.

_Kuchiki! – Uma voz masculina falou fora da quadra. – Não sabia que viria para cá hoje. – Maiko reconheceu o rosto daquele homem que estava com as duas meninas do bar o dia que Byakuya roubou sua calcinha.

_Kyoraku. – Byakuya disse se virando para o amigo.

_Quem é sua acompanhante? – Kyoraku perguntou ao se aproximar deles, sem reconhecer Maiko, mas depois de alguns instantes ele se lembrou do rosto dela. – Maiko?!

_Sim. – “Kuchiki falou de mim para ele?” ela se perguntou e viu duas meninas acompanhando ele “Que mulherengo” ela pensou vendo as duas de biquíni e canga amarrada na cintura. As duas cumprimentaram Byakuya de longe e uma delas ficou encarando Maiko que ficou sem graça vendo o jeito que ela a olhava, “Quem é essa?” as duas tiveram o mesmo pensamento se olhando.

_Essas são Anko. – Kyoraku apontou para a moça que estava o abraçando sem nem ligar para a presença de Maiko. – E essa é Kaoru. – Kyoraku apresentou a que tinha um certo rancor no olhar. Maiko ficou se perguntando se ela era uma modelo admitindo que ela era muito linda, cabelos castanhos claros, olhos azuis, lábios carnudos, ela era alta tinha seios grandes e um corpo muito bem desenhado apesar de magro.

_Kuchiki, eu estava pensando se você não queria nos acompanhar piscina. – Kaoru disse ao parar de encarar Maiko.

_Você quer? – Byakuya perguntou olhando para Maiko e Kaoru ficou surpresa “Ele vai pedir permissão para ela?” ela se perguntou disfarçando sua vontade de pegar Maiko pela gola.

_Por mim tudo bem, estou cansada de perder. – Maiko disse encarando Byakuya que sorriu de leve ela, deixando Kaoru ainda mais perplexa.

_Então vamos. – Byakuya disse pegando a mão de Maiko indo em direção aos banheiros.

_Eu vou com vocês lá. – Kaoru disse acompanhando eles.

_Vamos esperar vocês lá. – Kyoraku disse indo na outra direção.

Byakuya encarou Kaoru com o canto do olho enquanto estavam andando, Kaoru estava olhando Maiko dos pés a cabeça e ela nem notava. Depois que se separaram, Maiko entrou no banheiro com Kaoru.

_Maiko né? – Kaoru perguntou tirando a canga e viu Maiko olhando para ela se sentando num banquinho. – Nunca te vi por aqui antes, é amiga do Kuchiki?

_Eu conheci ele recentemente. – Maiko respondeu tirando o tênis.

_Vocês estão saindo? – Kaoru perguntou se sentando ao lado me Maiko que se levantou para abrir o ármario. Ao ouvir o silêncio de Maiko que não sabia o que responder, Kaoru começou a se irritar.

_Estamos nos conhecendo só isso. – Maiko respondeu olhando dentro do armário “E agora? Qual eu escolho? Maiô ou biquini?” então ela olhou para Kaoru que não estava fazendo uma expressão muito boa.

_Isso é mesmo muito estranho. – Kaoru disse se levantando. – Eu nunca vi Kuchiki por aqui com alguém que não fosse Hisana. – Maiko ficou atônita e olhou para Kaoru que se dirigia à saída.

_Quem é Hisana?

_Você não sabe? – Kaoru olhou para trás. – Esposa dele. – Maiko recebeu a notícia como um tiro no peito. Kaoru adorou ver Maiko perder a cor, sorriu e saiu em seguida.

“Ele é casado?!” Maiko pensou pegando no peito, “Não pode ser! Ele está me seduzindo para ser amante?!”, Maiko começou a lagrimejar “Por que eu estou chorando?”, ela voltou a se sentar no banquinho “Porque eu estou assim?” ela pegou o vestido e colocou no rosto apertando contra suas lágrimas “Não é obvio que ele tem uma vida quando não está comigo?!” Maiko ficou péssima pensando no quanto já estava envolvida com ele, apaixonada “Maldito! Entrou na minha vida só para bagunçar as coisas” amaldiçoou Byakuya com raiva “Mas porque não consigo odiá-lo?” ela se perguntou olhando a roupa com a qual havia chego no local.

Byakuya saiu do banheiro vestindo uma bermuda de cor escura e uma camiseta vermelha aberta no peito, “O que ela está fazendo?” ele se perguntou notando a demora de Maiko, mas logo ela saiu do banheiro e surpreendeu ele com a forma que estava vestida. Maiko estava vestindo uma canga vermelha de forma que parecia um vestido frente única, escondendo seu biquíni e ainda usava o cabelo num rabo de cavalo. “Não vou deixar aquela mulher me abater com o que disse daquele jeito, eu não conheço Byakuya, nem Hisana, mas também não conheço ela também. Vou procurar ter opinião própria” Maiko pensou saindo do banheiro, então viu Byakuya que notou ela desviar o olhar rapidamente. Byakuya  pegou a mão dela, mas Maiko se soltou dele de vagar, “O que aconteceu?” ele se perguntou enquanto andavam separados  E seguiram caminho mudos até a piscina, “Foi ela?” Byakuya se perguntou olhando Kaoru encarar Maiko com certa raiva no olhar, ela estava deitada no chão fazendo topless. “Não acredito que mesmo depois do que eu disse ela ainda tem coragem de ficar com ele” Kaoru pensou a encarando, Maiko desviou o olhar e encontrou os olhos de Byakuya que a abraçou na cintura. Maiko segurou os braços dele tentando se afastar então ele a soltou e seguiu para o lado de Kyoraku que estava sentado numa cadeira de praia, debaixo de um guarda sol, com Anko sentada no colo, em uma de suas pernas enquanto passava protetor solar no rosto dele. Maiko ficou olhando para a piscina e se sentou na beira molhando os pés, sentou-se propositalmente perto de Kaoru esperando que ela tentasse provoca-la de novo.

_Você é realmente corajosa. – Kaoru disse para Maiko. – Ficar andando com um homem casado assim. – Maiko passou a encarar Kaoru, elas estavam sendo muito bem observadas por Byakuya que estava pedindo um drink para o garçom, ele estava se perguntando se deveria ir até lá saber o que elas estavam conversando. – Eu no seu lugar teria vergonha. – Kaoru disse segurando um sorriso ao ver que estava conseguindo irritar um pouco Maiko.

_É mesmo? – Maiko perguntou séria parando de encarar Kaoru. – Por que tenho a impressão que está me falando essas coisas só para eu ir embora.

_E isso não seria o certo a se fazer? – Kaoru perguntou desafiadora.

_O certo a se fazer é cuidar da própria vida. – Maiko disse se levantando. “Saco! Que mulher insuportável!” Kaoru pensou olhando Maiko andar direção à uma cadeira ao lado de Byakuya.

_Oi! Maiko! – Anko chamou Maiko antes que ela chegasse perto de Byakuya. – Vem aqui. – Ela dizia fazendo sinais com a mão para Maiko. – Você já passou protetor solar? – Anko disse oferendo seu creme.

_Não, eu nem lembrei disso. – Maiko disse pegando.

_Aproveite e pergunte se Kuchiki também não passou e passe nele, mesmo que ele já tenha passado. – Anko disse cochichando e Kyoraku beliscou ela. – Que foi?! Isso foi ideia sua também.

_Obrigada. – Maiko disse vermelha “O que eles estão aprontando?” ela pensou indo em direção ao Byakuya.

Maiko se sentou na cadeira ao lado de Byakuya e começou a passar o creme nos braços, “Eu queria perguntar sobre a tal de Hisana” ela pensou vendo ele pegar o drink na bandeja do garçom “Não vou conseguir” ela pensou olhando ele a olhar nos olhos.

_Experimente. – Byakuya disse oferecendo o drink.

_O que é? – Ela perguntou pegando o copo com um líquido vermelho, mesmo sem ele responder arriscou experimentar um gole, então descobriu que se tratava de sake com morango, até dava para morder alguns pedaços. – Que gostoso.

_Pode pegar esse para você então. – Ele disse chamando o garçom. Byakuya ficou olhando para Maiko se perguntando por que ela diferente enquanto ela colocava o drink numa pequena mesa em sua frente. – Quer que eu passe nas suas costas? – Ele perguntou olhando para o creme.

_Não, não precisa, não pretendo tirar a canga. – Ela disse se afastando dele, sentou-se um pouco mais longe “O que há comigo? Vou ficar evitando ele agora?” ela pensou soltando os cabelos, “Eu preciso conversar, mas não consigo. Tenho medo do que vou ouvir” ela pensou pegando o copo de novo, então ele a surpreendeu pegando a mão dela que estava com o drink e derramou um pouco.

_Eu realmente acho você especial. – Ele disse sério tirando o copo da mão dela e levou a mão próximo a boca com a intensão de lamber os dedos dela. Maiko arregalou os olhos se perguntando porque não conseguia se mexer enquanto as orbes azuis de Byakuya olhavam no fundo das orbes mel esverdeadas de Maiko.

_Acho que as coisas acabaram ficando mais quente do que pretendíamos. – Kyoraku disse para Anko fazendo Byakuya lembrar que estavam num lugar publico e que a ação dele não era muito adequada para o momento.

“Eu sou especial? E a Hisana é o que?” Maiko se perguntou desviando o olhar, ainda sentindo o coração palpitar, então o garçom chegou, “Por que tenho tanto medo assim de saber se ele é casado? Ele é perfeito demais, como nunca desconfiei, nem perguntei nada?” Maiko pensou limpando a mão com um guardanapo que o garçom levou, em seguida ela virou o restante do drink e se levantou procurando algo para se distrair.

_Mudei de ideia, vou dar um mergulho. – Maiko disse desamarrando o nó da canga.

No momento que ela tirou a canga, revelou um delicado biquíni branco. Byakuya ficou admirando as costas dela, seu olhar sério de sempre desceu desenhando o corpo de Maiko, então ele viu dois rapazes passarem por ela e ficarem sorrindo para Maiko que nem notou por estar com a mente longe pensando na Hisana, eles torceram o pescoço para continuarem a olha-la enquanto ela se obrigava alongar os braços. Os rapazes decidiram voltar para falar com ela, mas antes que chegassem perto Byakuya se levantou e tirou a camiseta. Maiko viu a sombra de Byakuya no chão atrás de si, notou que ele parecia estar bufando, apesar de não mudar muito sua expressão de sempre.

_O que você está f-. – Maiko começou a falar quando ele a pegou no colo, mas foi interrompida pela água quando Byakuya pulou com ela na piscina.

De baixo da água Byakuya segurou Maiko nos braços obrigando-a a ficar ali no fundo com ele, Byakuya pegou no rosto dela carinhosamente e a beijou, “Eu realmente não consigo resistir a ele” ela pensou correspondendo o beijo o abraçando. Byakuya gostou de sentir o corpo dela começou a acariciar os cabelos dela que dançavam na água, “Você realmente é casado?” pensou Maiko se afastando, retornando para cima e Byakuya a acompanhou. Com a cabeça fora da água, Byakuya não queria se soltar de Maiko que sentiu ele empurra-la em direção ao outro lado da piscina, a sensação de estarem de baixo da água juntos era atordoante, Maiko não resistiu o abraço de Byakuya e se deixou ser levada até ele encosta-la na parede, queria beija-la, mas Maiko se esquivou submergindo “Não posso ser coração tão mole assim” ela pensou se afastando dele que a acompanhava com o olhar. Ela nadava muito bem e conseguia segurar o fôlego por um bom tempo, então ela surgiu no mo meio da piscina. Byakuya notou Maiko observar Kaoru que decidiu ir embora depois da cena que viu. Maiko observou Kaoru passar pela saída, então olhou para trás e viu Byakuya ir em sua direção.

_Quem é aquela mulher?. – Maiko perguntou olhando para ele.

_Kaoru, é uma conhecida de longa data. – Byakuya respondeu abraçando Maiko pelas costas. – Ela é filha do antigo prefeito de Nagoya que agora é senador. – Ele disse no ouvido dela.

_Entendo. – Maiko disse abaixando a cabeça e tentou se desviar da respiração quente dele em seu  pescoço.

_Eu te quero tanto. – Byakuya disse se segurando para não fazer nada inapropriado, ele a apertou o abraço fechando os olhos.

_Sinto que você põe fogo no meu coração. – Maiko falou fechando os olhos. Byakuya arregalou os olhos e virou Maiko para si e viu ela colocar um braço sobre os seios sem conseguir encara-lo, ele não conseguiu segurar um arrepio de pensar que ela poderia estar se apaixonando por ele.

Ele queria muito continuar com Maiko na piscina, mas precisava se conter ao mesmo tempo, mas olhando ela só de biquíni e o fato de estar de baixo da água, não ajudava nem um pouco a diminuir sua ereção, então foi para o canto, saiu da piscina e deu a volta sendo acompanhado pelo olhar de Maiko. Ao chegar do outro lado da piscina, Byakuya se sentou de volta na cadeira ao lado de Kyoraku que estava se divertindo com Anko e ficou olhando para o drink, mas não bebeu. Ele ficou observando Maiko sair da piscina na escada ao lado e trincou os dentes “Eu devia ter esperando ela sair ali" ele pensou olhando um homem olha-la dos pés a cabeça, então Maiko foi em sua direção ajeitando o biquíni.

_Podemos ir embora? – Ele perguntou vendo ela se sentar espremendo a água no cabelo.

_Mas já? Porque? – Ela perguntou e acompanhou o olhar fixo de Byakuya, ele estava olhando um cara que estava sentado na borda da piscina perto deles olhando Maiko “Ele está com ciúmes?” ela se perguntou então sentiu um pano lhe cobrir a cabeça e olhou para Byakuya

_Se formos ficar mais, quero que se cubra. – Ele disse serio depois que colocou a canga vermelha em cima dela. “Acho que ele está” ela pensou surpresa por gostar de ver a reação dele, mas então ouviu alguns risos e olhou para o outro lado, viu três mulheres olhando para Byakuya, cochichando. Maiko se levantou ainda enrolada na canga, pegou a camiseta dele e colocou nas costas dele.

_Você também. – Ela disse sem graça vermelha, se assustou quando Byakuya a puxou obrigando-a sentar-se no colo dele, tentou sair, mas ele não deixou e quase caiu escorregando, no reflexo, Maiko colocou a mão no membro dele que estava excitado, se não fosse por Byakuya colocar a mão na boca dela, ela teria gritado no susto. – Desculpa. – Ela disse com a voz abafada já aceitando sentar-se no colo dele.

“Wow My God! Ele está excitado” Maiko se perguntou sentindo o coração disparar, “Só de sentir ele assim eu fico desse jeito” ela pensou sentindo a pele arrepiar, Byakuya notou e segurou uma contorção no pescoço de ver ela assim.

_Vamos embora agora. – Ele disse a pegando no colo, se levantou e Maiko agarrou ele no pescoço.

_Me põe no chão. –  Maiko disse no ouvido dele que se arrepiou, então ele colocou ela no chão.

Maiko só conseguiu acenar para Anko dando tchau enquanto Byakuya a puxava pela mão indo em direção ao banheiro. Depois de se trocarem, voltarem para a moto em silêncio. No caminho Maiko ficou se perguntando para onde estavam indo vendo que ele estava seguindo um caminho diferente do qual seria direção para sua casa.

_Que lugar é esse? – Maiko perguntou ao ver ele abrir um portão automático de um prédio enorme. Byakuya não respondeu, ele entrou, estacionou a moto e levou Maiko para o elevador, lá ele apertou o botão do 18º andar. Maiko arqueou as sobrancelhas quando entrou no apartamento “Que lugar enorme” ela pensou olhando para o teto, de frente com a porta de entrada havia uma sala grande com um extenso sofá e um piano de cauda fechada no meio o lugar era muito bem iluminado, pois tinha boa parte da parede de vidro.

_Você sabe tocar? – Maiko perguntou ao lado do piano. Byakuya foi até o banquinho se sentou e olhou para ela.

_Sente aqui. – Ele disse abrindo o teclado. Maiko se sentou e e ele começou a tocar Comptine d'Un Autre Été.

Maiko ficou olhando atentamente as mãos dele tocando e admirando a música, “Incrível” ela pensou e seu olhar foi subindo os braços dele até que parou em seu rosto, “Sério como sempre” ela pensou fixando seu olhar ali “Porque será que ele é assim?”

Ao terminar de tocar Byakuya olhou para Maiko que estava com uma expressão triste, então ele dirigiu a mão para tocar os cabelos dela.

_Quem é Hisana? – Maiko perguntou antes que ele a tocasse. Byakuya recuou a mão “Então é isso?” ele pensou lembrando do jeito dela estranho desde o momento que saiu do banheiro para irem à piscina.

_Minha esposa. – Byakuya respondeu voltando seu olhar para frente.

_Eu vou embora. – Maiko disse se levantando repentinamente. Byakuya se levantou vendo ela pegar sua bolsa e foi atrás dela.

_Minha falecida esposa. – Ele disse atrás dela, fechando a porta que ela havia aberto. Maiko olhou para ele com os olhos arregalados e levou a mão na boca. – Ela faleceu já fazem cinco anos. – Maiko respirou fundo tentando segurar as lágrimas que tinham tristeza, nervosismo, arrependimento e, de certa forma alívio. Byakuya pegou nos cabelos dela e começou a acariciar, em seguida ele puxou o rosto Maiko para seu peito.

_Desculpa. – Maiko disse se entregando ao choro. – Eu não sabia. – Ela deixou sua bolsa cair no chão e agarrou a camisa de Byakuya. – Eu sinto muito, Kaoru me deu a entender que você era casado e eu fiquei confusa e com medo.

_Está tudo bem. – Byakuya disse apertando um abraço nela fechando os olhos. – Ela estava com inveja de você estar comigo e não ela, então tentou colocar bobagens na sua mente, esquece isso. – Byakuya disse acariciando a cabeça de Maiko com o queixo.

Então ele abriu os olhos e pegou Maiko no colo. Ela abraçou o pescoço dele, “Não acredito que fiquei assim por uma meia mentira” Maiko pensou engolindo o choro “Eu realmente estou apaixonada por ele com tão pouco tempo que nos conhecemos”. “Não, eu já estava apaixonada por ele antes, me lembro que imaginei minha primeira vez com ele aquele dia quando as meninas me perguntaram” Maiko pensou vendo ele abrir uma porta e entrar no quarto. Byakuya caminhou até a cama e  a deitou em seu colo, ele começou a acariciar os lábios dela com as pontas dos dedos por um tempo até que Maiko olhou os lábios dele e se mordeu fechando os olhos. Byakuya  se sentiu convidado a beija-la, sua sede era forte, mas conseguiu se conter a beijando de vagar. Maiko abriu os olhos sem cortar o beijo e se sentiu vítima de uma hipinose olhando nos olhos dele, quando notou, Byakuya já havia desabotoado sua blusinha, revelando um sutiã azul escuro segurando seus belos seios. Maiko pegou no rosto de Byakuya com uma mão e ele arregalou os olhos sentindo o coração disparar.

_Você não faz ideia de como eu reprimo meus desejos sobre você. – Byakuya disse pegando a mão de dela em seu rosto. – Eu realmente quero que sua primeira vez seja comigo, mas você tem que querer também, quero que seja especial. – Maiko achou engraçado o que ele disse.

_Depois de tudo o que já fe-. – Maiko pensou bem sobre o que estava falando e fez uma pausa desviando o olhar. – O que aconteceu entre a gente. – Ela decidiu corrigir “Afinal eu deixei isso acontecer também”.

_O que tem? – Ele perguntou e Maiko sentiu os dedos quentes dele percorrerem seu abdômen, ele desceu a mão e começou a abrir o zíper da calça dela.

_Não sei se acredito em primeira vez especial – Maiko disse tentando sorrir, de certa forma, o que ele disse achou um pouco engraçado.

Byakuya paralisou, atônito, franziu o cenho e fechou os olhos, ficou alguns instantes parado então abraçou Maiko.

_Não pense desse jeito. – Byakuya disse acariciando os cabelos dela.  – Eu te procurei por tanto tempo.

_O que você quer dizer com isso? – Maiko perguntou séria. - Outra vez você também disse que esperou por mim tanto tempo.

_Você realmente não se lembra mesmo, não é? – Byakuya ficou mudo por alguns segundos. – Nos conhecemos ano passado numa estação do metrô ano passado.

_Você andando de metrô? – Maiko disse séria se levantando do colo dele e ficou de joelhos em cima da cama confusa.

_Eu estava perdido e você me ajudou.

_Era você? – Maiko arregalou os olhos. – Aquele homem estranho que não sabia como o metrô funcionava?

_Sim, você se lembra?

_Você pergunta se eu realmente não me lembro?! Você estava coberto usando uma máscara de gripe, cachecol e touca. Como é que eu poderia te reconhecer?

_Então você se lembra que isso aconteceu. – Byakuya disse pegando no queixo de Maiko.

_Eu lembro, mas não porque eu gostei de você ou algo do tipo, me lembro por que você me pareceu muito estranho mesmo, nunca vi um adulto que não soubesse andar de metrô. – Maiko disse desviando o olhar envergonhada.

_E…? – Então Byakuya aproximou o rosto dela.

_ E? O que? – Maiko olhou para ele.

_Agora você entende como você é especial? – Byakuya disse inclinando o pescoço se aproximando mais ainda do rosto dela. – Fazem nove meses que venho tendo sonhos com você desde aquele dia. - Ele pegou na mão dela acariciando. - Eu me apaixonei pelos seus olhos e principalmente pelo seu sorriso.

Maiko sentiu o coração falhar uma batida com a declaração de Byakuya e junto veio a falta de ar e ela levou a mão na boca “Não pode ser! Ele realmente disse isso?” ela pensou e olhou para si, fechou a blusinha cruzando os braços abaixo dos seios e colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha desviando o olhar em direção as janelas do quarto. Byakuya sentiu uma satisfação enorme de ver que ela finalmente havia entendido, mas ele ainda esperava uma reação melhor, como por exemplo, uma resposta “Mas ainda é cedo” ele pensou se levantando. Byakuya coçou a nuca entrando no banheiro e começou a tirar a roupa. “Eu preciso me esforçar por ele também” ela pensou olhando a mão trêmula. Byakuya ligou o chuveiro e ficou um bom tempo deixando a água escorrer pelo corpo, ficou surpreso quando sentiu uma mão fria em suas costas. Maiko entrou no banheiro sem pensar no que estava fazendo, olhando a cabeça baixa de Byakuya, caminhou até ele como se estivesse fora de si sem conseguir pensar em nada. No momento que ele virou vendo ela na porta do box, Maiko retornou à terra e se tocou que ele estava nu, não conseguiu controlar os olhos e viu o membro dele ficando ereto.

_O que eu tô fazendo? – Ela pensou alto se virando para voltar ao quarto e colocou a mão na testa, Maiko estava vermelha que nem pimenta. Byakuya a segurou impedindo que se afastasse. – Espera, minhas roupas vão molhar. - Ela disse quando ele a obrigou entrar de baixo do chuveiro.

_Você não vai precisar de roupa aqui dentro. – Ele disse tirando a blusinha dela.

Em seguida ele a encostou de costas para o box e a beijou calorosamente enquanto suas mão se concentravam em tirar as calças dela.

_Por favor, não. – Ela disse segurando as mão de Byakuya quando ele tentou tirar o sutiã.

Então ele a puxou para baixo do chuveiro consigo aquecendo cada vez mais o beijo. “O que eu faço?” ela se perguntou sentido o membro desnudo dele lhe tocar a pele. Byakuya começou a descer seu beijo, para o pescoço de Maiko e a encostou na parede. Maiko começou a contrair os dedos dos pés sentido Byakuya brincar com os dedos em suas costas e descer cada vez mais até entrar na calcinha dela. Byakuya se arrepiou ao sentir Maiko o arranhar as costas involuntariamente quando ele  passou o dedo perto da entrada seu orgão, “Que sensível” ele pensou vendo ela com os olhos fechados. Maiko trincou os dentes sentindo Byakuya penetrar só a ponta de um dedo, em seguida abriu os olhos e viu ele a admirando, prazeroso com o que via nela.

_Isso não é justo, você me domina desse jeito. Eu não consigo resistir. – Ela disse colocando um braço sobre os olhos, sem conseguir encarar ele.

_Você deve se sentir livre para fazer o que quiser também. – Byakuya disse pegando a mão dela e colocando em seu membro. – Menos ir embora. – Ele disse depois que ela soltou o membro dele assustada, “Vamos Maiko! Qual é? Você não disse que iria se esforçar por ele também? Ele quer isso” ela pensou olhando ele fechar a porta do box.

Byakuya voltou a beija-la espremendo ela contra a parede, ele esfregava seu membro totalmente enrijecido nela e Maiko se assustava com pequenos gemidos que ele dava vez ou outra. Byakuya viu que ela estava tomando coragem de encara-lo quando ela parou o beijo para tirar o sutiã e a calcinha.

_Você é muito linda. – Ele disse olhando para ela que agora cruzou os braços sobre os seios e baixou a cabeça com vergonha.

Byakuya pegou no queixo de Maiko para voltar a beija-la e sentiu ela colocar as mãos nos ombros dele, deixando o caminho livre para ele tocar-lhe os seios. Maiko sentiu Byakuya se aproximar de vagar enquanto uma mão estava na cintura e a outra acariciava um seio com as costas da mão. Byakuya trincou os dentes no momento que a empurrou de volta contra a parede, sentir o corpo todo dela nú fez ele se esquecer o que havia dito sobre a primeira vez dela ser especial, enquanto ele a beijava, seus pensamentos foram a mil, imaginando-se virando ela de costas para si e a erguendo para encaixar seu membro nela. Ao imaginar a penetração de seu membro nela, Byakuya se afastou colocando a mão na boca e se virou as costas.

_Eu retiro o que disse, pode sair daqui. – Ele disse sem conseguir encara-la. Maiko se aproximou dele e o abraçou, começou a tocar-lhe as costas com as pontas dos dedos então Byakuya segurou a mão dela a assustando. – Não sei se é uma boa ideia. – Ele disse a encarando com o canto do olho. – Eu não sei se consigo me controlar. – Byakuya sentiu uma certa pontada de dor no membro por conta da vontade que tinha dela, se assustou ao sentir a mão dela o segurar e se virou.

Maiko não soube da onde veio coragem para tocar o membro dele. Byakuya ofegou vendo Maiko se ajoelhar “Mesmo com a mão tremendo ela tem coragem de tentar isso?” ele se perguntou.

_Fala alguma coisa. – Maiko disse olhando para ele ajoelhada.

_Hã? – Byakuya estava atônito e Maiko se surpreendeu com a reação dele e desviou o olhar totalmente sem graça.

_Não me deixe sozinha, eu não sei o que fazer, não sei o que você gosta, não sei – Ela disse gaguejando.

Byakuya pensou em ergue-la e leva-la no colo para cama com a intensão de parar aquilo, mas então ela ficou nervosa e apertou ele sem querer, Byakuya soltou um gemido involuntário, deu um soco fraco e segurou com a mão por cima do box. Maiko olhou para cima e viu o rosto avermelhado dele, “Isso foi bom?” ela se perguntou vendo ele a olhar nos olhos enquanto tampava a boca com a outra mão.

_Relaxa e faz o que tiver vontade. – Ele disse pensando em não desperdiçar o esforço dela. - Eu vou avisa-la se algo não estiver bom.

Maiko decidiu segurar firme, colocou a língua para fora e começou a lamber ele aos poucos. Byakuya sentia uma certa agonia pois seu corpo ansiava muito pelo dela, ele ficou observando a água escorrer as costas do corpo dela e só provocava ao êxtase em seu corpo. Maiko olhou para ele com o olhos semi cerrados quando começou a beijar a cabeça. Byakuya esfregou a mão no rosto quando ela permitiu que seu membro entrasse na boca dela, ele não conseguiu se conter e puxou a cabeça de Maiko. “Isso demonstra que está gostando” ela pensou gostando da atitude dele, Maiko grudou suas mãos nas coxas dele para não cair e ele apertou a mão dela. Byakuya começou a mostrar à ela o jeito que gostava em meio a ondas de espasmos que percorriam seu corpo. “Mas já?” ele se perguntou sentindo o ápice chegar olhando para ela que o olhava de  volta. Maiko sentiu ele apertar seu ombro e o viu fechar os olhos direcionando a cabeça para o teto com a boca aberta, no mesmo minuto sentiu o líquido dele jorrar em sua boca enquanto ele gemia um pouco fora de controle e apertava ainda mais seu ombro. Byakuya baixou a cabeça e abriu os olhos, viu Maiko sorrindo enquanto parte de deu líquido escorria da boca dela “Ela engoliu? Não ficou com nojo?” ele se perguntou enquanto a ajudava se levantar, em seguida ele pegou onde estava “sujinho” nela e limpou com o dedo, então Maiko pegou a mão dele e quando viu do que se tratava, lambeu e chupou os dedos dele.

_O que foi? – Ela perguntou vendo Byakuya atônito, “Sério que não tem nojo disso?” ele se perguntou lembrando que a ex-esposa nunca faria uma coisa daquela, aliás, nunca teria teria feito aquilo.

_Não, nada. – Ele respondeu pegando o sabonete ainda pensando no que havia acontecido “Fraqueza?” ele se perguntou.

_Isso não vai estragar seu cabelo? – Maiko perguntou vendo ele esfregar o sabonete na cabeça, então Byakuya parou para ver o que estava fazendo. – Você tem shampoo aqui. – Ela pegou o shampoo para ele, então ele devolveu o sabonete no lugar, mas ao invés de pegar o shampoo, ele a abraçou. Maiko o abraçou de volta então ele a apertou “O que está acontecendo? Por que está tremendo?” ela se perguntou.

_Fica comigo. – Byakuya disse no ouvido dela enquanto a água batia em sua cabeça.

_Sim, eu fico. – Maiko disse fechando os olhos.

_Não digo só agora. – Byakuya se voltou para trás e a olhou nos olhos. – Não quero que vá trabalhar, quero fique comigo aqui e não saia por nada. – Maiko arregalou os olhos. – Seja minha, só minha. – “Que tipo de expressão é essa?” ela se perguntou olhando os olhos dele, “Parece que está triste”.

_Eu não posso fazer isso. – Maiko respondeu séria.

_TSC! Você está me deixando louco. – Byakuya falou pegando o shampoo na mão dela, então ele levou a mão na boca “Ha quanto tempo eu não fico impaciente assim?!” ele se perguntou e olhou para Maiko com o canto do olho, “O que foi isso?” Maiko se perguntou pegando o sabonete e uma esponja. Byakuya pegou uma quantidade de shampoo e esfregou um pouco nas mãos. Maiko que estava se ensaboando sentiu as duas mãos de Byakuya na cabeça e olhou para ele que começou a esfrega-las. Byakuya sentiu Maiko esfregar ele com a esponja “Como ela é diferente” ele se perguntou sentindo o coração disparar.

 


Notas Finais


Como diminuir o fogo?


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