História Pie - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Ciume, Colegial, Gangster, Justin Bieber, Máfia, Model
Visualizações 71
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello

Capítulo 5 - Abro os olhos e ela está lá.


Fanfic / Fanfiction Pie - Capítulo 5 - Abro os olhos e ela está lá.

Justin

Esfrego a neblina de sono dos meus olhos e ela ainda está lá. Compacta. Firme. Dourada. Uma ninfeta deliciosa. Meu pau está consciente dela há mais tempo que eu próprio. Sei disso porque o filho da puta está mais duro que rocha e se contorcendo feliz em sua presença. Ele baba e pulsa tentando furar a cueca para chegar até ela. Minhas bolas doem pesadas. 

Ele a quer. Eu quero... Não quero. Foda! 

O cabelo loiro está solto roçando as pontas em sua cintura. Eu gosto dele assim. Longo,natural, de uma maneira que nela acho fodidamente sexy. Emoldura o rosto que me atormenta desde que botei os pés aqui.

 Se o diabo tem alguma filha, ela tem a aparência desta fodida garota na minha frente. E acredite em mim quando digo que isso é a porra de um elogio.

O pecaminoso olhar azul dela contrasta com sua enganosa beleza angelical. Pietra está me olhando daquele jeito que diz que fará coisas más comigo e em troca ela quer que eu faça coisas terríveis com ela. Eu gosto disso pra caralho e, embora saiba que não devo, eu quero fazer todas as coisas sujas com ela. Eu quero fazê-la minha. Quero marcá-la em todos os buracos. Quero minha porra nela, dentro dela.

 Quero-a embaixo de mim gritando meu nome ensandecida enquanto afundo meu pau na sua pequena buceta gordinha. E, maldita seja, ela sabe que eu quero isso pra caralho. Porque, foda-se, eu não posso me esconder dela. Eu tento duramente e sou muito bom em ocultar-me, meu trabalho exige tal façanha e eu faço isso como a porra de um santo faz seu trabalho.

 Mas, de alguma maneira que ainda não sei, ela é capaz de cavar através de mim e enxergar além das subjacentes. Pietra usa um top branco marcando o contorno de seus peitos firmes. 

Eles não são grandes como gosto, mas são espetaculares e firmes, e eu sei que aqueles pequenos diamantes marrons furando o tecido de seu top serão como um doce fino em minha boca, quase posso saboreá-los na língua.

 Eu gosto de pensar assim. 

Gosto da ideia de ser seu homem.Seu dono. 

Minhas bolas se apertam com o pensamento e meu pau vibra em concordância. Embora haja essa parte em mim gritando o quanto é errado.

Meu olhar digitaliza seu corpo e eu engulo duro. Ela não é curvilínea como as mulheres que eu costumo foder. Sua silhueta é sutil, quadril estreito e uma bunda pequena, redonda e empinada, que me faz fantasiar acordado sobre como seria me afundar lá. 

Extremamente apertado.

 Um punho doce. Pietra é delicada, mas sei que ela pode aguentar o rude. Que ela gosta disso assim. Duro e áspero. Ela é uma garota má. Ela sorri um curvar lento e safado. Pietra se curva para frente, segurando as laterais da calcinha branca, escorregando-a para fora de seu corpo enquanto me fita com os olhos quentes. 

— O que...?

 — Shhhh... Não diz nada — ela sussurra sedutora, jogando a calcinha para trás. Eu sei que é uma maldita má ideia, ainda assim obedeço. Meu fluxo sanguíneo aumenta. Não sei como ela entrou aqui sem que eu percebesse, porém sei que tenho de colocá-la para fora agora. Essa é a coisa responsável a fazer. Eu não estou me movendo. 

Nem um músculo. 

Tudo em mim está rígido, duro como uma barra de aço, enquanto me seguro com os punhos cerrados ao lado do meu corpo para não avançar nela e fodê-la tão duro e tanto, que sou capaz de machucá-la. E eu luto com tudo que tenho em mim pelo fio gasto de razão que ainda possuo, contra o desejo se levantando em brasas corrosivas, destruindo minha resistência como se ela não fosse nada. O instinto se aperta ao meu redor.

 A necessidade de tomar, de possuir, de marcar começa a me infectar. Ela tem de ir. Agora mesmo. Pietra sabe que nós não podemos, entretanto, ela não está dando à mínima. Isso me faz querer não dar a mínima, também. 

Mas eu tenho de fazer a coisa certa... 

A cama se move quando ela avança para mim. Foda-se a coisa certa! 

Meu pau está no comando e eu sou filho da puta o bastante para aproveitar o passeio. Eu quero isso há tanto tempo. Eu posso ter um pouquinho dela. Só um gosto. Não é errado. Também não é como se isso me fizesse menos leal. Ela se arrasta de joelho entre as minhas pernas e para com o tronco elevado. Sua cabeça inclina para o lado, o olhar travado no meu e eu tenho a certeza que ela é a filha do diabo. 

Enquanto me sussurra com a voz rouca e sexy. Eu não sei para onde olhar. Não sei qual visão fode menos meu cérebro.

 Sua expressão safada ou seus dedos manobrando entre suas pernas abertas, abrindo-se com os dedos, deixando-me ver o quão tenra e molhada ela está. O quanto me quer. Eu quero meter a língua lá até que ela derreta na minha boca... 

— Você quer isso, Justin? Quer um pedaço da minha buceta?

 Pietra baixa o olhar para o meu quadril e a outra coisa que sinto é sua mão esfregando minha ereção enquanto me aperta. Eu mal posso respirar. Estou completamente imóvel, exceto por meu pau pulsando vivo sob seu toque. 

A maldita sabe. Ela sorri satisfeita, testando e medindo-o sobre a boxer. Sorrio em silêncio, orgulhoso pela sombra exasperada em seu olhar arregalado. Yeah, babe. Isso tudo é pra você. Ela o aperta mais firme e meus músculos se contraem enquanto eu travo o maxilar, lutando contra a vontade de vir na mão dela. Estou com tanto tesão, que uma bombeada será suficiente para explodir como um 4 de Julho. 

— Eu acho que você quer mais que um pedaço... Ah, você quer sim. — Seu olhar incendiário captura o meu. — Posso ver o tamanho da sua fome. — Ela lambe os lábios e meu pau lateja com a possibilidade. — Eu quero te dar isso Justin. Quero te alimentar... na boca. 

Sua declaração é um TKO em minha resistência. 

— Traga-a pra mim — eu grunho. Pietra sorri safada e está vindo, uma perna de cada lado do meu corpo, escalando-me como se eu fosse sua maldita árvore, e ela quer trepar no galho mais alto. 

Meu pau treme pressionando contra minhas bolas na vontade de ser esse galho. Eu vou comê-la de tantas maneiras diferentes, e, tantas e tantas vezes, que ela não poderá andar em linha reta por muito tempo. O desejo é uma poça ardente em minhas veias. Meu coração acelera mais e minha respiração pesa quando o esforço de me segurar me faz suar. Sinto como se eu fosse um maldito adolescente prestes a ter seu primeiro pedaço de buceta. Só ela faz isso comigo. Eu não sei o porquê e não quero analisar isso, especialmente, quando Pietra chega até mim. Minhas mãos se movem para abraçar suas coxas e eu posso vê-la se segurar na cabeceira da cama quando a puxo mais para cima. Seu sexo se emparelha na minha cara, todo aberto, rosa e brilhante. Eu inspiro e, em seguida, rosno um gemido duro. Ela cheira bem pra caralho, faz-me lembrar meu doce favorito. Então eu estou lá, projetando minha língua para cima indo dar uma lambida... 

— PORRA! FODA! Abro os olhos. 

Meus punhos estão cerrados com violência. A sensação conhecida me aperta enquanto a onda de prazer ainda lava minha virilha. Não preciso olhar para baixo para saber que outra fodida vez gozei na cueca depois de sonhar com ela.Essa é a porra da terceira vez nessa semana. A fúria torce dentro de mim, e eu esfrego o rosto suado com um pouco mais de força que o necessário. Puto por ser um fodido fraco quando se trata dela. 

Isso está passando todos os limites seguros. 

É ridículo.

 Inadmissível. 

Me enfurece e endoida.

 Tudo por causa da cadela, que vem me tentando sem descanso. Pior, ela nem sequer está fazendo nada. Sua existência é o bastante para me fazer ferver. 

Enquanto dissimulava não me querer, e eu por um momento cheguei a acreditar que Pietra tinha desistido. Naqueles dias onde estávamos apenas jogando, eu não me incomodei de entrar na brincadeira e jogar um pouco, também. 

Pietra é uma garota doce e cativante. Muito voluntariosa, travessa e odiosamente obstinada. Isso me irrita e deslumbra ao mesmo tempo. Mas eu ainda podia lidar com ela. Podia domar esse desejo louco e, apesar da tentação pungir as bordas da minha resistência, era fácil manter o controle sobre essa atração, sobre as minhas vontades inconcebíveis. Isso até ela esfregar a buceta na minha cara sem qualquer pudor, revitalizando minha memória dela. Pietra não estava apenas nua e rosada, ela estava molhada, tenra e brilhosa. Não é só por sua exibição, para ser franco. Isso, na verdade, foi o estopim. Ela está desfortalecendo minha resistência sem chances de retorno. Eu não sei o que ela faz e como faz. E, cacete, eu quero acreditar muito que esse desejo me corroendo é apenas porque Pietra é proibida para mim, mas eu sei que há algo mais.

Filha da puta.

 Não quero pensar nisso. 

Não quero pensar em nada.

 Exalo com força e saio da cama. 

Debaixo do chuveiro, eu penso que será melhor eu que vá me hospedar num hotel enquanto finalizo o trabalho com Thor. E preciso fazer isso já. Depois eu retorno para o meu lugar, onde Pietras não existem e bucetas são só bucetas. 

Meu pau discorda, mas eu ainda estou no controle. 

Ocorre que, sou homem, não santo.

 Há um limite para tudo na vida e temo que o meu esteja muito próximo de se romper, porque não importa o que eu faça, eu não posso tirar a mente dela. De quão macia e quente ela é, do quanto me custou não explorá-la, abrindo-a com as minhas mãos para a minha boca. Sua facilidade em se molhar faz-me pensar em quão boa ela ficaria levando meu pau em sua pequena buceta. O quão disposta e responsiva ela seria. O quanto gritaria. Como gemeria...

 Xingo e expulso o pensamento, recusando-me a seguir essa linha. 

Desligo o chuveiro e agarro uma toalha seca. 

Dispenso a cueca e visto uma calça de moletom preta. Miro o relógio digital sobre a mesinha de noite. Duas da manhã. Á essa hora todos dormem. Nenhum perigo. Rio incrédulo e mais puto. Pego a regata jogada sobre a poltrona, enfio pela cabeça e saio. Quando chego ao corredor principal, onde fica o quarto das garotas e de Thor, minha audição capta algo peculiar. O som é distante e abafado, conhecido. Um lado da minha boca curva com ironia. Thor está arrebatado pela garota Vicenti e desligado como nunca vi. Ele é o cara mais centrado e atento que já conheci. Não sei se isso é uma boa coisa. Seja como for, ele está aproveitando essas férias e isso não é problema meu.

 Sigo meu caminho. A mansão está nas sombras e silenciosa. Há apenas uma luz fraca, que vem da cozinha, e ao chegar lá descubro o porquê. 

Pietra. 

Claro, porra, que ela tem de estar aqui! 

Minha razão diz para eu dar meia volta e esquecer a sede, pois essa é a coisa certa a fazer. Isso é o que um cara prudente faria, e eu sou um cara prudente. Eu não estou saindo, no entanto. É inconcebível que essa moleca possua tal poder sobre mim quando sempre mantive o controle sobre mim mesmo. Recuso-me a fugir como um covarde, ainda que saiba que minha razão não está mentindo. Não quando Pietra parece tão tentadora sentada sobre a ilhota comendo algum doce e lambe a colher da forma que fantasio que ela faça com meu pau. Não quando eu a quero tanto que me faz ofegante pelo esforço em negá-la. 

Ela está usando um blusão dos Red, com meias brancas de listras na borda até os joelhos, que deixam suas coxas nuas ao meu olhar ambicioso. Os cabelos soltos e bagunçados de um jeito que faz minhas mãos ansiar para segurá-los. 

Só dobrá-la sob meu aperto... 

Meu pau reage com o rumo do pensamento e eu sacudo a cabeça.

 A raiva aperta minha mandíbula. Não vai acontecer.

 De nenhuma fodida maneira!



Notas Finais


Será que vai rolar ??????


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