História Pie - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Ciume, Colegial, Gangster, Justin Bieber, Máfia, Model
Visualizações 103
Palavras 4.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Música do capítulo de hoje é :
Animal - Trey Songz 🌚
Escutem essa música em !!

Capítulo 6 - Por que ele ainda resiste?


Fanfic / Fanfiction Pie - Capítulo 6 - Por que ele ainda resiste?

Pietra POV

Eu tenho praticado com o paspalho toda virtuosa paciência que eu, definitivamente, não possuo. 

Mas faço esse grandíssimo esforço por ele.

 E sabe o quê? 

Não estou vendo vantagem nisso. 

O pouco conquistado está queimando na irritação que sinto por meu topete ficar fazendo cu doce quando nós dois sabemos que ele me quer tanto quanto eu o quero. 

Essa é uma conta de adição muito simples que Justin está transformando numa equação de quântica. Ele não me olha diretamente. Ele sequer me cumprimenta. 

O grandíssimo filho da puta está fingindo que eu não existo desde o último episódio nosso na cozinha. Isso quando ele não me envia adagas de desejo e de raiva ao mesmo tempo quando o pego me observando.

Justin me quer e me odeia por isso.

 A tensão que sempre está presente entre nós entra com ele no ambiente.

 Justin não quer falar comigo, mas não importa o quanto tente, as palavras estão todas aqui flutuando na atmosfera sexual que rasteja entre nós dois. Por um momento ele me olha. É desconcertante. Enervante.

 É como se o contato de nossos olhos, sua intensidade acionasse algum dispositivo dentro de mim, que me deixa em modo de espera enquanto a paixão se amontoa entre nós. 

Volumosa e abrasiva. 

Ele sente isso, posso ver pela forma que me olha. Pela expressão contrariada e severa de seu rosto, porque ele está lutando. Alguém, por favor, o avise que isso não é um campeonato! Seu olhar escaldante queima sobre mim e faz meu corpo reagir.

 Me provoca, tenta e seduz. E irrita pra caralho! 

— Insônia?

 — Pesadelos. Escondo o sorriso detrás da colher cheia de Nutella.

 — E você está com medo de dormir sozinho? — Ele aperta os olhos para mim. O sorriso não está em meus lábios, mas não posso fazer nada para tirá-lo dos meus olhos. — O quê? Só porque é — meço-o com o olhar — grandinho, não quer dizer que não possa sentir medo.

— Não estou com medo. 

— Não está? Ele segura meu olhar, resistindo. Odeio ele. 

— Não — ele diz simplesmente. Justin desvia o olhar, abrindo a geladeira e se serve de água. Meu escrutino persegue seu corpo tomando tempo em cada polegada deliciosa dele. Justin é gostoso de morrer. 

A forma como sua bunda se insinua empurrando contra o moletom, uma curva agradável, que faz meus lábios entreabrirem e minhas mãos pinicarem no pensamento de apertá-la enquanto estamos nos movendo juntos. Suas costas exibem seus músculos e sua força. 

Ele é um homem muito impressionante, que anseio quase com desespero descobrir, de forma íntima e suja, cada centímetro dele. Chupo meu lábio.

 — Ella e Thor estão se pegando. Seus olhos retornam para mim, surpresos. Enquanto ele coloca a garrafinha de água para baixo. Estudando-me com cautela silenciosa. 

— Você sabe?

 — E quem nessa mansão não sabe? Eles parecem coelhos e são muito ruidosos. E mesmo se meu quarto não ficasse perto do deles, não é muito difícil perceber que eles estão no cio quando vivem se comendo com os olhos. Como nós. Com a diferença que você, paspalho, está bancando o donzelo. 

— E tudo bem pra você? Eu penso sobre isso por um momento. Tenho de calcular bem minha resposta, ainda mais quando Justin está atento as minhas palavras, como se isso dependesse o nós. Se há uma chance aqui, eu não vou perdê-la.

 — Eles já são grandinhos, não? O que posso fazer se eles querem ter um bom momento? Não vou ser a empata foda. Ella é minha amiga e Thor é adulto. Acho que ele é capaz de se cuidar sozinho. — Dou uma última, longa e demorada, lambida na colher. — Você sabe. Ele não deixará de ser meu irmão nem ela minha melhor amiga porque estão se curtindo enquanto ele está aqui. 

Pelo seu olhar, eu sei que a mensagem foi decodificada com êxito, e por um sólido momento, eu vejo sua resistência desaparecer. 

— É isso que quer comigo, Pietra? — Bem, — arrasto a palavra na língua e bato os cílios para cima. 

— Não me leve a mal. Você é bonito e tudo mais, mas não é bem o seu coração que desejo. 

— Você quer meu pau. Palmas pra ele! 

Eu não digo nada, esperando cheia de expectativa e tentando não demonstrar isso para não parecer tão desesperada. Eu quero Justin com alguma loucura, mas ele não precisa saber disso com todas as letras. 

Meu topete me crava como um predador. 

O desejo pesa em meus pulmões, faz meu coração correr desenfreado enquanto a antecipação me torce. A energia soturna em seus olhos me hipnotiza. Eu fico sem fala, sem ar, sem pensamentos. Então, em um piscar de olhos, essa conexão entre nós se quebra e sua resistência está de volta.

 A tensão agarra seu maxilar. Seu peito se move bruscamente com sua respiração áspera. Ele está com raiva. Eu idem. Contraio os olhos. Pego a tampa, enrosco-a na boca do pote de Nutella e guardo isso no armário, então volto e lavo a colher. Tudo muito calmo e suave, sem qualquer pressa. Domando bravamente a minha própria exasperação. Nathan me observa e, desta vez, não desvia o olhar quando reúno meus olhos na linha dos seus. Espalmo as mãos na madeira. Expiro devagar. 

— Eu não vou esperar pela eternidade.

 — Não há o que esperar... Abano a mão no ar com desprezo. 

— Não se incomode em mentir, eu sei que você me quer. É por isso que está sempre tão zangado comigo, porque não pode ignorar a atração entre nós. A pergunta é: até quando você vai usar meu irmão como desculpa? A veia em seu pescoço pulsa. 

— Minha lealdade a ele não é desculpa. 

— Usá-la para negar o que quer, é o quê? — Sensatez. — Covardia mudou de nome? Ele xinga.

 — O que quer de mim, Pietra?

 — Apenas admita que me quer, droga!

 — Eu quero — ele grunhe em tom de aço, dando um passo para mim, os olhos mais escuros e perfuradores quando uma sobrancelha dispara com maldade, que me faz vibrar. — É isso que quer ouvir? Eu o olho incrédula. As palavras que deixam sua boca é como se estivesse arrancando um a um de seus dentes. Pior, como se ele estivesse me fazendo um grande favor. Deixo meus ombros caírem e bufo. 

— Okay. 

— Okay? — É, okay! Você me quer, mas é covarde demais para fazer algo a respeito, e eu, embora goste de jogar contigo, tenho amor próprio. Então, okay.

 Por um instante penso que ele fica desnorte desnorteado com minhas palavras, porém é apenas isso, minha imaginação fértil vendo coisas onde não há.

 Uma sombra severa desliza sobre sua expressão e seus olhos endurecem. Ele é sexy como o diabo e irritante como uma pedra no sapato. 

Eu quero ir lá e dar um tapa na cara dele e depois beijá-lo. Urgh!

 — O que está dizendo? 

— Estou dizendo que você pode guardar sua pureza, donzelo — desdenho, já dando a volta para sair, emputecida, enquanto prossigo. — Não vou mendigar quando há quem me queira e é homem o bastante para me deixar saber disso. Não dou a mínima para olhar para trás e ver sua reação quando começo a caminhar para sair da cozinha. 

Uma fúria vertiginosa queima através de mim. Três passos é meu maior avanço. Em um momento estou rebolando minha orgulhosa saída. 

E no outro, estou sendo puxada brutalmente contra a solidez de um corpo duro. Um pulso de adrenalina dispara por meu sangue. 

E então, nós estamos brigando. Quero dizer, eu estou tentando brigar enquanto o idiota me segura, logo estamos caindo. Justin se vira no último momento com um movimento hábil para que eu caia sobre ele quando alcançamos o chão.

Endireito-me esforçando para me levantar e ir para longe do bastardo. O máximo que consigo é ficar de joelhos no chão frio, com Justin colado em minhas costas. 

Ele enrola um braço sobre meu estômago e a outra mão afunda em meus cabelos, puxando minha cabeça para trás o suficiente para eu sentir a pegada e uma picada de dor. 

Solto um grito abafado e, em seguida, luto contra seu domínio. Justin me mantém com o mínimo de esforço, caçoando de mim. 

O que impulsiona minha bravata de me livrar do maledetto. Minha respiração pesa pelo esforço. Não faço ideia do porque brigo com ele quando tudo que quis até agora era que ele me envolvesse em seus braços; quando sei que não posso me livrar de seu aperto, porque inferno, Justin é maior e mais forte do que eu.

 Eu só brigo com ele. 

Com raiva. 

Com luxúria. 

Com indignação.

 Sua ereção prensa contra a parte baixa das minhas costas. 

É impressionante.

 Faz minha pele pinicar e me enche de tesão quando ele se esfrega contra mim. Nathan grunhe, xingando. Eu ofego. O atrito da luta provoca nossos corpos e embaralha meus sentidos. 

Me empenho para sair do seu agarre quando quero mesmo é senti-lo mais. 

Ele fica maior e mais duro.

A necessidade ardente me sufoca. 

Meu coração corre solto, tão forte, que posso ouvir o tum-tum. Os pequenos sons que faço denunciam a minha fome dele. Não posso segurá-los, tampouco quero fazê-lo. 

Meu topete me droga com prazer. Nathan está tão afetado quanto eu quando ele rasga a boca beijando e raspando o caminho para a minha orelha. 

Ele é selvagem, cru e impetuoso. Sua respiração difícil se espalha sobre a minha pele. Meus mamilos se apertam. Eu tremo, arfando. Muito autoconsciente que seu corpo me cobre e de quão boa é a sensação, apesar da roupa entre nós. 

Mal posso crer que isso está acontecendo mesmo.

 A realização me deixa mais ligada. 

Estou rodeada dele, de seu cheiro gostoso, do seu calor, da sua força. 

O sopro morno de seu fôlego trabalha em mim de uma forma perturbadora. Sinto-o se flexionar e empurrar seu pau duro contra a fenda da minha bunda enquanto eu suspiro, e ele rosna eloquente ao pé da minha orelha. 

— Pode me sentir, Pietra? Não respondo. 

A mão em meu estômago sobe por baixo do meu blusão agarrando um seio meu. 

A outra se move para baixo buscando caminho dentro da minha calcinha.

— Justin — respiro. 

Ele escorrega dois dedos entre minhas dobras, melecando-os em meu tesão e, em seguida, os trás para cima e esfrega meu clitóris. Rudemente. 

— Jesus Cristo! Você se molha como uma putinha sedenta por um pau, não é assim? — Justin ri duro entre os dentes. — Sedenta pelo meu pau. Eu me aperto contra ele, gemendo baixinho. Justin xinga. — Isso é o quanto eu te quero. — Ele impulsiona o quadril contra o meu com mais rudeza. — Todos os dias, todas as noites. Não importa o quanto lute contra com tudo que tenho. Basta apenas fechar os olhos e você sempre está lá, me infernizando. 

Um pensamento é tudo que preciso para partir coisas com meu pau, porque você, garota safada, me infectou. Eu penso em reivindicar cada buraco seu, ter minha porra espalhada em sua pele, enchendo você. É fodidamente errado, eu sei. Ainda assim, não posso deixar de te desejar. 

Meu corpo se derrete com sua declaração. Um frêmito de necessidade percorre meu sistema e se aloja naquele ponto entre as minhas pernas, onde ele me toca como um profissional do sexo.

 Desço a mão colocando sobre a sua dentro da minha calcinha, estimulando a esfregar mais duro. Me delicio. Justin me dá isso, pressionando mais firme, movendo mais rápido. Enquanto subo a outra para agarrar seu pescoço.

— Não — ele grunhe rangendo, batendo minha mão para baixo e a segura sobre minha coxa. — Não quero que me toque, Pietra. Me irrito, mal detectando a dor sob a bruma vermelha de luxúria quando aperto os dedos e minhas unhas machucam a carne. Seus dedos são mágicos em mim. 

— Por quê? É demais pra você? Ele ri, silenciosamente. 

— Você é uma coisinha atrevida, uh? Novamente, eu não respondo e manobro meu quadril rebolando contra sua ereção. Eu quero levar minha mão para trás e agarrá-lo. Nathan impede de novo. 

— Por favor, Justin, me deixe tocá-lo — peço não podendo conter as palavras. O desejo de pôr as mãos nele é como uma coceira em minha pele. 

— Não, — ele ruge, tirando a mão da minha calcinha. Eu choro para no outro momento ser surpreendida. 

Justin me empurra para frente, e então, eu estou em meus joelhos e mãos. Ele vem em cima de mim, com um braço esticado ao meu lado, a outra mão entre as minhas pernas esfregando minha buceta por trás sobre a calcinha.

 Seu dedo fricciona entre minhas dobras, apertando, e desce pressionando o feixe sensível de nervos. Eu arfo e contraio quadril num espasmo brusco. 

— Sem toques para você, Pietra.

— Assim não quero — resmungo queixosa. 

Ele ri duro, zombando.

 — Não é o que sua buceta diz. Está derretendo na minha mão, como um maldito sorvete. Aposto que se enfiar meu pau agora nesse buraco apertado, ele sairá todo coberto de creme quando puxar para fora, não é assim? Eu não me atrevo a contrariá-lo. 

Estou tão molhada nesse momento que ele suja os dedos. Há um vazamento sério lá embaixo. Também não é como se eu pudesse esconder minha excitação quando ele já teve a mão em minha buceta. 

Minha cabeça cai para frente e eu fecho os olhos. Exalo duro, dando meu melhor para manter os gemidos baixos, porque não posso calá-los. 

Não quando sinto Justin puxar minha calcinha de lado, provavelmente, dando perda total na coitada pela forma brusca que ele a maneja para ter espaço. E então, seus dedos esfregam a carne molhada.

 Relaxo quase que instantaneamente, gemendo baixinho, me oferecendo para ele e impulsiono o quadril para trás buscando maior contato. 

Não há porque fazer joguinhos. Estou muito excitada para isso. Espero tê-lo assim, tocando-me, por muito tempo e agora eu quero ir até o fim. 

— Não faça nenhum barulho — ele ordena ao pé da minha orelha, chupa o lóbulo com um estaestalido de prazer e se move para trás de mim.

 Olho sobre o ombro. Sua expressão é mais perversa do que animadora. Nunca um homem pareceu tão bom. Justin me quer com crueza, como nunca vi nenhum outro me desejar. 

É tão visceral, tão cabal, que sinto nas minhas entranhas. Ele empurra o blusão, que uso, amontoando-o próximo as omoplatas. Calor rasteja para o meu rosto. Estou exposta de uma maneira crua e imoral, que ao invés de me fazer sentir suja e vulnerável, faz eu me sentir feminina, sexy e poderosa. 

Os dedos dos meus pés se enrolam e eu chupo o lábio inferior ao mesmo tempo quando sinto os lábios de Nathan em minha bunda. Ele mima minha carne com lambidas e beijos molhados. Uma e outra vez, sinto seus dentes de leve. Ele se move para aquela parte minha ansiosa por seu toque. Justin não desperdiça nem um só segundo com jogos ou hesitação. 

Ele é calculista e objetivo em suas atitudes, como um felino espreitando o cervo. Seu toque é certo e confiante. Usando as grandes e sexies mãos, ele me separa e, em seguida, me dá uma longa e demorada lambida percorrendo com a língua endurecida desde o meu clitóris até a fenda apertada da minha bunda. 

Uma, outra e mais outra vez. Meu corpo retesa enquanto eu sufoco. Meu Moicano começa a me lamber e chupar gostosamente, balançando a língua para cima e para baixo. Cada sugar estala um baixo e molhado ruído. 

Meu corpo zumbe com o contato, tornando-se difícil formar pensamentos completos, além da percepção de seus toques famintos.

 Um momento depois, eu me estico, ofegando e soluçando, ao sentir dois dedos baterem dentro de mim enquanto sua boca cobre minha bunda. E um terceiro sonda meu buraco intocável. Eu estremeço, endurecendo antes de relaxar, novamente.

 Justin me come com os dedos com uma intensidade crua. Mais e mais. Sua boca agarra meu ponto de prazer, sacudindo a língua em volta, chupando duro, me faz contorcer. 

É um bombardeio de prazer delicioso sobre os meus sentidos. Estou tão perto... Ele remove os dedos, agarra um chumaço do meu cabelo em seu punho e puxa para trás, e empurra os dedos em minha boca. 

Chupo-os cheia de tesão, rodando a língua ao longo deles. Desejando fazer o mesmo com seu pau. Justin amaldiçoa e, em seguida, chupa minha garganta. 

Seu corpo está tenso atrás de mim, uma rocha sólida de erotismo e intensidade. Seus dedos voltam a me atormentar. Ele os esfrega contra meu clitóris enquanto sua boca cobre meu sexo, a língua endurecida me fodendo indo tão profundo quanto possa ir.

 O prazer me queima. Me deixo cair em meus antebraços, com as mãos espalmadas no piso frio e balanço o quadril. Meus joelhos reclamam, mas não ligo. Minhas coxas tremem e meus dedos se enroenrolam. 

Justin esfrega mais duro, mais áspero. 

Eu tenho que morder o lábio para não gritar. 

Não é muito para que o fogo se espalhe, como se uma bomba de prazer explodisse em meu centro, partindo do ponto onde seus dedos me tocam e se propaga para as extremidades. Meu corpo todo enrijece.

 A onda de enlevo pontilha cada centímetro da minha pele enquanto incha meus mamilos, que penso que eles vão explodir. O orgasmo me abala de dentro para fora. Forte e voraz. Monstruoso. 

Meu quadril se move sozinho com impulsos quebrados e desiguais contra os dedos e lábios de Justin. 

Buscando mais dele, da sensação agonizante. Uma turbulência deliciosa me devasta, e em alguma parte da minha mente, sinto Justin. Minha consciência levemente acordada para sensação opressora da cabeça de seu pênis fazendo pressão contra minha entrada. Olho para trás, sorrindo bobamente. 

A expressão de Justin é ferina e grave. Parece o próprio diabo. Seu olhar está apertado com tormento, há uma sombra ardente incendiando seus olhos. Ele não me olha. Ele está focado em minha bunda, no ponto onde a ponta do seu pau pressiona contra minha abertura. Isso me anima e me decepciona ao mesmo tempo, porque o quero dentro, mas também quero tocá-lo. Ele me deixa confusa e ansiosa. Eu posso dizer que ele vai explodir logo que enentrar em mim. 

Mas não importa. Eu preciso sentir ele, tê-lo dentro de mim, seu pênis me enchendo, suas estocadas indo e vindo.

 Depois poderemos fazer de novo com calma. Eu darei a ele o mesmo prazer que ele me deu com sua boca. Irei chupar e lamber cada polegada dele. Conhecê-lo, enfim. Isso me acende mais alto.

 Justin agarra os lados do meu quadril com brutalidade. 

Meu coração dispara. 

Estou muito molhada, mas de alguma forma sei que não é suficiente para que eu não sinta dor. Minha recente tese se confirma no instante seguinte.

 Justin enterra seu pênis em minha buceta até o cabo e mantém apertado pressionando as bolas contra minha carne. 

Eu me queixo com a picada de dor, engasgando. Ele é enorme em tamanho e circunferência. Enche-me como nunca fui preenchida. 

Estrelas não fazem jus para sensação apertada e ao mesmo tempo prazerosa de ser rasgada ao meio. É tanto que chego a sufocar. Seu punho se enrola num chumaço do meu cabelo e me puxa para trás contra seu peito até que sua boca raspa contra a minha orelha, com selvageria. 

— Porra! Porra! Caralho de buceta apertada. 

Ele não se move. Nem um centímetro. É como se ele estivesse saboreando esse primeiro contato íntimo. Sua respiração chicoteia minha orelha. Eu gemo ante a sensação intensa. Ele está tão fundo, completamente em mim,dói. Seus lábios tocam a concha da minha orelha. Eu tremo.

 — Isso é o que quer Pietra? Meu pau profundamente dentro da sua buceta bonita? Quer saber como é ser fodida por mim? Como é ter sua bucetinha usada por um homem de verdade? Sua voz é zangada, as palavras deformadas em seu tom duro. 

Sua outra mão em meu quadril não é gentil. Ele, provavelmente, deixará uma contusão. 

Justin morde a pele abaixo. É áspero e descuidado, ainda assim sinto um sutil zelo subjacente. Nathan volta a roçar os lábios em minha orelha.

 — Você gosta de áspero, Pietra? 

— Sim — suspiro. 

— Bom. Viro o rosto querendo sua boca na minha, mas Justin me surpreende, empurrando-me e forçando ao mesmo tempo na posição anterior. O olho sobre o ombro, confusa e desnorteada.

 — Beijos são para quem se importa. — E acrescenta brutalmente. — Não dou beijos, não faço carinhos e não abraço. 

E, certo como o inferno, não mantenho relacionamentos de qualquer tipo. Eu fodo, Pietra. A raiva queima junto com minha excitação, travando minha mandíbula.

 — Foda-me então.

Um brilho diabólico cruza seu olhar e o fantasma de um sorriso repuxa o canto de sua boca. 

Seu peito sobe e desce, bruscamente. Justin puxa para trás arrastando seu comprimento até quase a ponta e volta batendo com força dentro de mim. 

Uma e outra vez. Minha cabeça se lança para trás, os gemidos se acumulam em minha garganta. Fecho os olhos.

 A sensação dele metendo em mim agiganta o meu prazer.

 Meus seios balançam a cada impulso firme. Justin grunhe um som rouco e abafado. 

É muito sexy. 

Alimenta minha excitação, a sensação gloriosa que sinto a cada deslizar do seu pau. 

Eu sabia que ele seria assim. Impetuoso.

 Enérgico.

 Faminto.

 Meu topete é mais do que pude fantasiar. 

Ele é todo um sonho molhado delicioso. 

Mesmo apertada ao extremo, minha vagina se contrai ao seu redor com ganas. 

Justin sai e bate dentro de novo e de novo. Indo até as bolas. Moendo seu quadril contra o meu, rebolando o pênis em meu canal. 

Enlouquecendo-me. 

Tão profundo, tão dentro como nenhum outro esteve. 

Ele começa a me foder num ritmo regular, suas bolas estapeiam minha buceta por fora, o som ecoa ao nosso redor quebrando o silêncio da madrugada com nossos suspiros e gemidos abafados. 

Eu não ligo, mesmo que alguém possa nos pegar agora. Tê-lo assim era tudo que eu queria, e muito mais do que eu pensei que seria. 

Seu pau, indo e vindo, é toda uma experiência surreal. 

Justin amontoa meu blusão em seu punho e me segura para suas estocadas quando ele começa a me comer como um demônio. Ele é áspero, rude e cru. Amo isso. Ele não está fazendo nenhum movimento para me tocar onde preciso, e embora eu queira fazer por mim mesma, não posso. A emoção de ser comida por ele, de ter seu pau martelando em mim quase com violência é muito boa. Não quero me mexer, nem perder isso. Só quero ficar parada e deixar ele me possuir como quer. 

Justin faz mais rápido, mais duro, mais fundo. O som molhado enche a cozinha e ecoa dentro de mim. Ele cava seu caminho para o orgasmo como um homem busca se livrar de seus demônios para ter um segundo de paz. 

Ele me come ferozmente. 

Cabalmente. 

A moral e a prudência se desfazem.

 Eu não penso em nada, só desejo, a insinuação de seu sêmen dentro de mim é boa o suficiente para me levar ao topo. 

Porém, antes que o pensamento se concretize, Justin puxa fora, e no outro momento, sinto esguichos mornos caírem em minhas costas. 

Não olho, mas ouço sua respiração ofegante e seu gemido gutural. Sei que ele está manuseando o pau, arrancando até a última gota de prazer e a derramando em mim. 

Nunca ninguém antes gozou nas minhas costas. 

Isso é novo. 

Eu não me importo em tudo.

 Justin pode gozar onde quiser desde que me coma assim, novamente. 

Mas da próxima vez, eu virei com ele. 

Planejo sonhadora. 

Por um momento, descanso a testa sobre meu antebraço esquerdo, respirando difícil. Suada. Consciente da minha posição comprometedora e de como minha buceta se parece depois de ter sido deliciosamente usada. 

Vazia, mas satisfeita, ainda assim, desejando mais. Talvez a noite toda.

 Uma parte da minha mente registra Justin se mover e, em seguida, me limpar. Tomo uma respiração funda e olho para trás com os lábios curvados. Justin está sentado em suas panturrilhas, com a regata na mão, que ele usou para me limpar. O peito nu suado ascendendo e decaindo num movimento forte enquanto ele respira duro. 

O que faz suas tattoos ondularem. 

É lindo.

 Mas, ao contrário do meu humor, o que encontro acima é um par de olhos hostis e uma carranca profunda. 

Justin desvia o olhar e se levanta. Eu, rapidamente, me levanto também, dando meu melhor para estabilizar minhas pernas moles, e então, aprumo minha roupa.

 Não sei o que pensar ou o que dizer, desta forma, espero que ele dê o primeiro passo.

 É estranho e novo, porque me sinto vulnerável e meio deslocada. Justin se mantém quieto. O silêncio dele é enervante após os gemidos e suspiros de momentos antes.

 Ele lamenta a transa? Ele simplesmente contorna a ilha e começa a sair. 

— Justin?

 Ele para, e eu posso jurar que vejo os músculos enrijecerem sob a pele, bem como seus punhos cerrarem contra a regata amontoada em uma de suas mãos.

 Ele dá a volta. 

As sombras fazem sua expressão mais feroz. 

— Você queria ser fodida e foi. Chega, Pietra. Nós terminamos aqui. 

— O quê? Ele bufa e seus ombros se alinham com tensão. 

— Por favor. Não aja como se não fosse isso. Você me tentou até que conseguiu que eu te fodesse. Espero que isso seja suficiente, porque não pretendo te comer, novamente. Eu disse a você, nenhuma buceta fica entre os caras e eu.

 — De novo com isso? Eu não quero ficar entre ninguém. Não sei por que insiste nessa merda idiota. Não é como se eu fosse exigir algo mais de você.

 — Não sei o que você entende por lealdade, mas não pretendo foder minha amizade com Thor por causa de uma buceta. E a sua nem é tão boa assim para que eu corra o risco. Eu vou até ele e estralo minha mão na sua cara de pau.

 — Idiota cabeça de merda! — ralho, enfurecida. — Se quer ser um imbecil completo, vá em frente! Mas não aja como se você não quisesse isso, também. Eu não te forcei a nada e, certamente, você não me fez nenhum favor, idiota. Ele não move um músculo para amenizar a face vermelha ou revidar. O maldito está duro como uma pedra, exceto por seus lábios se movendo.

 — Você está certa. Eu queria. Mas foi um erro que não vai mais se repetir. Assim, deixe seus joguinhos e me deixe em paz. Eu não sou homem para nenhuma mulher, muito menos para uma garotinha como você. Sua voz é tão profunda e vibrante que eu quase posso sentir a raiva intensa escondida por trás das palavras escrotas. 

— Você é um grandíssimo filho da puta! 

— Continue pensando assim — ele grunhe e deixa a cozinha como se cães do inferno estivessem beliscando seus calcanhares.






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